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Aécio Neves: senador define alianças com Eduardo Campos

Aécio Neves

Fonte: Assessoria de Imprensa do senador Aécio Neves 

 Aécio Neves: senador define alianças com Eduardo Campos

Aécio Neves: senador define alianças com Eduardo Campos

Entrevista senador Aécio Neves em Recife

Assuntos: Reunião com governador Eduardo Campos, Congresso PSDB Mulher, PSB, agenda PSDB, seca, CPI Cachoeira.

Viagem a Recife
O PSDB vive um momento de fortalecimento de sua estrutura e dos segmentos que o compõe. Ao longo dos últimos meses, fizemos o evento da Juventude do partido, em Goiás, está aqui o presidente hoje participando também deste evento, Marcelo Richa, filho do governador Beto Richa. Fizemos um grande seminário no Rio de Janeiro sobre a questão econômica. Fizemos recentemente em São Paulo o lançamento do movimento sindical do PSDB e, hoje, em Recife, em homenagem ao nosso presidente Sergio Guerra e também ao nosso líder Bruno Araújo, reunimos as mulheres do PSDB. Na verdade, o PSDB começa a renovar o seu discurso, a atualizar as suas propostas e se colocar, claramente, como alternativa real a um modelo de gestão hoje implementado no país. E, obviamente, vindo ao Recife, era natural que eu fizesse uma visita ao meu amigo e ex-colega, enquanto governador, Eduardo Campos.

E nesta visita ao governador Eduardo Campos, na pauta, alguma possível, alguma conversa sobre alguma articulação prevendo uma aproximação entre o PSDB e o PSB, como isso já acontece em várias cidades?
Eu tenho uma proximidade com o governador Eduardo de muito tempo. Desde o tempo em que éramos companheiros na Câmara dos Deputados. Isso se estende também para uma relação entre o PSDB e o PSB em vários estados da federação, em especial, no meu estado Minas Gerais. O PSB, desde a minha primeira eleição para o governo, era um dos principais aliados nossos e continua até hoje participando do projeto transformador que implementamos em Minas Gerais. Tenho que respeitar hoje a posição do partido do governador Eduardo Campos, do PSB aliado do PT em nível federal, mas como já disse e repito, o futuro a Deus pertence. Acho que há uma identidade sim. Há uma visão muito próxima de Brasil e das suas necessidades e também de mundo que nos aproxima.

Mas não vamos tratar hoje, até por respeito ao governador Eduardo, de uma questão futura, mas sim de alianças pontuais, em vários estados, o PSDB apoiará candidaturas municipais do PSB, no caso de Belo Horizonte, por exemplo, no caso de Curitiba, poderia citar muitas outras. E vice-versa, teremos o apoio também do PSB em centenas de cidades brasileiras. E tudo o que é natural na política tem chance de ter êxito. E esta proximidade do PSB com o PSDB não se dá em razão de cargos ou de espaços, enfim, ela se dá com muita naturalidade porque há realmente uma identidade forte que aproxima lideranças do PSB em todo o país, com lideranças do PSDB.

Na última vez que o senhor veio aqui o senhor disse que o PSDB precisava se preparar para o pós-Lula. Ontem, o deputado Sérgio Guerra lhe lançou para presidente. Como o PSDB vai se preparar para o pós-Dilma?
Cada coisa a seu tempo. O PSDB que é o grande responsável ainda hoje pela agenda que está sendo implementada no país. Esta agenda que está aí hoje, da macroeconomia, com metas de inflação, cambio flutuante, superávit primário, passando pela modernização do estado com as privatizações, pela Lei de Responsabilidade Fiscal, pelo início dos programas de transferência de renda, essa é uma agenda do PSDB. Não houve, no governo do PT, uma nova agenda.

E o PSDB se prepara exatamente para isso, para apresentar uma agenda para os próximos 20 anos, uma agenda de desenvolvimento, onde a gestão pública de qualidade se introduza na máquina federal, o que não acontece infelizmente hoje. Uma visão mais pragmática depolítica externa a favor dos interesses do Brasil e não de um alinhamento ideológico, a meu ver, atrasado. Então, o PSDB tem essa responsabilidade e essa autoridade. E, em especial neste ano em que comemoramos a maioridade do Plano Real ˆ o Plano Real faz, agora em junho, 18 anos da sua implementação ˆ, o PSDB vai revisitar a sua história, até porque não há nada mais importante na vida de um país do que a sua trajetória, do que a sua própria história.

E a história do PSDB nos trouxe até hoje. Vejo que não há, hoje, uma disposição clara do governo do PT em avançar nas grandes reformas, na grande agenda do Brasil, até porque a agenda das reformas de 12 anos atrás continua sendo a agenda das reformas de hoje. Entre elas destacaria a questão da repactuação da federação. O Brasil caminha, e caminha em uma velocidade muito grande para se transformar em um estado unitário, parece que o governo federal gosta dessa posição de fazer favores aos estados e aos municípios, e não dividir, com estados e municípios, a responsabilidade de governar.

São inúmeras as oportunidades perdidas no sentido de fortalecimento dos municípios e dos estados, e aqui uma palavra solidária de um mineiro, principalmente à população do sertão e do agreste pernambucano que vem passando por um momento extremamente difícil com essa estiagem, que se junta já a fragilidade dos municípios brasileiros. Então, o PSDB continuará discutindo com os brasileiros essa nova agenda e, no momento certo, vai apresentar a sua candidatura. Felizmente, o PSDB tem vários nomes em condições de conduzir esta bandeira.

O senhor é favorável a um acordo na CPI do Cachoeira para não convocarem os governadores de Goiás, Distrito Federal e Rio de Janeiro?
Não. Sempre dissemos de forma muito clara, essa é a posição do PSDB. Achamos que se os indícios forem fortes, os governadores devem ir. Não apenas o de um partido, não apenas do PSDB, não apenas de um partido que tem minoria na Comissão, mas de todos os partidos. Mas a condução da CPI é daqueles que tem maioria. Propusemos, no início da sua formatação, a divisão ˆ e o líder Bruno (Araújo) fez isso, o presidente Sérgio Guerra ˆ a divisão do comando da CPI, para que pudéssemos ter a responsabilidade também na sua condução, como acontecia, na verdade, no passado. A oposição e a situação dividiam a presidência e a relatoria da CPI. O governo, a  base do governo, resolveu se apropriar de todos os espaços e a responsabilidade pela condução da CPI é da base do governo.

Sobre a aliança que existe em Pernambuco, existe já algum município em vista?
Acho que aqui quem pode falar melhor sobre isso é o presidente Sergio Guerra.

Aécio Neves: Link da entrevista: http://www.jogodopoder.com/aecio-neves-senador-2

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