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Eleições 2012: Aécio impôs dura derrota a Dilma e Lula

Aécio presidente: Eleições 2012

Com apoio de Aécio, Lacerda é reeleito

Candidato do PSB recebeu 52,7% dos votos; Patrus, bancado por Dilma, ficou com 40,8%

 Eleições 2012: Aécio impôs dura derrota a Dilma e Lula

Com apoio de Aécio, Lacerda é reeleito

Com a reeleição em primeiro turno de seu aliado, o prefeito de Belo Horizonte Marcio Lacerda (PSB) com 52,69% dos votos válidos (676.215 votos), o senador e provável candidato do PSDB à Presidência em 2014, Aécio Neves (PSDB-MG), impôs neste domingo, 7, uma dura derrota à presidente Dilma Rousseff e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os dois se engajaram na campanha do petista Patrus Ananias, que recebeu 40,8% (523.645 votos) da votação, e viram o PT ser desalojado da prefeitura da capital mineira pela primeira vez em 20 anos. Apesar do clima de euforia – o governador Antonio Anastasia chegou a proclamar “Aécio presidente em 2014” -, o senador procurou ser mais contido.

Segundo o tucano, 2014 “não está em pauta”. “Está em pauta uma grande vitória da verdade e do trabalho do prefeito Marcio Lacerda“, desconversou Aécio, em tumultuada entrevista, na qual criticou a argumentação usada pelo PT na campanha. “Não existe nada mais atrasado, nada mais arcaico, do que o discurso do alinhamento, de que é preciso que haja governodo mesmo partido do governador, do prefeito. Isso era o discurso da ditadura. Isso acabou. O Brasil evoluiu muito.” Um dos argumentos de Patrus era o de que o alinhamento permitiria que mais verbas do governo federal beneficiassem Belo Horizonte.

Aécio foi o principal fiador de Lacerda no racha entre PSB e PT ocorrido em junho passado e articulou pessoalmente e por meio de aliados a composição da coligação em torno do prefeito, formada por 19 partidos – 16 deles integrantes da base do governo da presidente Dilma.

A derrota em primeiro turno foi um baque para o PT. A própria Dilma entrou na eleição, assim como Lula, negociando a formação da coligação e da chapa de Patrus, que reproduziu a aliança nacional, com o peemedebista Aloísio Vasconcellos de vice. Os dois principais líderes petistas, contudo, não conseguiram reverter a vantagem de Lacerda.

A vitória de Lacerda (e Aécio) teve algum caráter dramático. Depois de liderar por ampla margem a campanha eleitoral na capital mineira, o socialista viu sua vantagem sobre Patrus se estreitar na última semana, a ponto de a possibilidade de vitória no primeiro turno parecer ameaçada. A pesquisa de boca de urna do Ibope, que o apontou com 52% dos votos válidos, divulgada após o encerramento da votação, não foi suficiente para tranquilizá-lo, já que a vantagem estava dentro da margem de erro e poderia não existir. Após algumas horas de espera festiva e tensa, porém, veio a confirmação da vitória, por volta das 20h.

“Viva a vitória! Viva Belo Horizonte! Viva a verdade!”, bradou Lacerda, em rápido comício para seus apoiadores, improvisado em um carro de som em frente ao comitê central da campanha, no bairro Gutierrez. “Minas jamais se curva, ao contrário, Minas se engrandece pelo embate”, discursou Aécio após a proclamação da vitória. Com a reeleição, o nome de Lacerda passa a ser o mais cotado para a disputa pelo governo mineiro em 2014 com apoio do senador tucano, já que o PSDB-MG não conta com nenhuma opção considerada “natural”.

 Eleições 2012: Aécio impôs dura derrota a Dilma e Lula

Eleições 2012

‘Estrangeiro’
A campanha de Belo Horizonte foi marcada pela nacionalização da disputa, aposta de Aécio, que atacou a presidente Dilma Rousseff, a quem se referiu afirmando que o eleitorado da capital sabe “muito melhor do que qualquer estrangeiro que vem aqui às vésperas da eleição dizer ‘vote nesta ou naquela direção’”. Dois dias depois, Dilma, que nasceu em Belo Horizonte, mas fez carreira no Rio Grande do Sul, participou de comício na capital mineira e fez vários ataques ao tucano, chegando a dizer que saiu da cidade “para lutar contra a ditadura, não para passear, para ir à praia”, em referência à residência que Aécio mantém no Rio.

‘Vitória política
Após a confirmação do resultado, Patrus, recebido com palmas na sede do comitê de campanha, contou que ligou para Lacerda. “Eu disse que reconhecia o resultado e que estamos à disposição. Não vamos fazer oposição a Belo Horizonte. Mas vamos cobrar dia a dia as promessas que ele fez”, afirmou. O petista avaliou que o PT sai “fortalecido” do pleito.

“Na vida pública, as vitórias políticas nem sempre se encontram com as vitórias eleitorais. Tivemos uma grande vitória política. Unimos o PT. A partir de agora, haverá oposição em Belo Horizonte e Minas Gerais”, declarou.

O ex-ministro se emocionou ao abraçar o filho Pedro Patrus, eleito vereador na capital, e revelou ainda que recebeu um telefonema de Dilma parabenizando pela campanha. “Ela reafirmou o que disse aqui: está estabelecida uma linha divisória em Minas Gerais”, disse Patrus.

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