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Eleições 2014: Anastasia defende Aécio no Rio

Antonio Anastasia: governador de Minas acredita em composição das correntes do PSDB em torno de Aécio para suceder Sérgio Guerra.

Antonio Anastasia: Aécio 2014

Fonte: O Tempo

2014. Para o governador mineiro, eleição do senador como presidente do PSDB é um “passo importante”

Tucano também critica federação brasileira e diz que falta “harmonia”

Rio de Janeiro. O governador mineiro Antonio Anastasia (PSDB) aproveitou um encontro com comerciantes e empresários do Rio de Janeiro, ontem, para criticar o governo federal e defender o nome do senador Aécio Neves com vistas à sucessão de 2014.

Segundo Anastasia, a eleição de Aécio para a presidência do PSDB é “um passo importante” na estratégia para a eleição presidencial e, também, um “fator de renovação das ideias e um avanço cada vez maior do partido”.

O governador disse acreditar em uma composição de todas as correntes partidárias em torno do nome de Aécio para suceder o deputado Sérgio Guerra (PE) no comando do partido e, assim, se fortalecer como pré-candidato à Presidência da República. “Se o partido entender assim e o senador Aécio Neves vier a ser indicado presidente do partido, será positivo, ele vai percorrer o país levantando as bandeiras do PSDB e discutindo os temas nacionais mais relevantes. Acho que haverá grande unidade em torno do senador Aécio Neves. Quando chegarmos em maio, teremos uma composição”, afirmou.

Anastasia disse que o partido precisa tratar “metas e propósitos” para a eleição de 2014 “de maneira firme, com tranquilidade, objetividade, serenidade e realismo”. Questionado sobre uma possível saída do ex-governador José Serra do PSDB, ele respondeu: “É uma questão de foro íntimo, mas não acredito. Ele (Serra) é fundador, muito identificado e um elemento muito importante para o partido”.

Críticas. A federação brasileira chegou, neste ano, no momento mais grave de sua crise, na avaliação do governador mineiro. “A federação está doente, está anacrônica, tornou-se letra morta”, afirmou, em palestra sobre o pacto federativo, na Associação Comercial do Rio de Janeiro.

Anastasia citou os temas de discórdia entre os Estados: guerra fiscal, divisão do Fundo de Participação dos Estados (FPE), dívida dos Estados com a União e criação de gastos obrigatórios sem a contrapartida em receitas, como piso salarial de servidores.

Segundo ele, faltam harmonia na federação e autonomia aos entes. “Embora o tema tenha sido tratado na Assembleia Constituinte de 1988, de lá para cá, a federação foi se erodindo, num processo de décadas, e não deste governo. Falta à União exercer o papel de garantir a harmonia, e o governo federal é excessivamente centralizador”.

PSB
Campos ataca `velhas lideranças´

Recife. O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), voltou a criticar “as velhas lideranças políticas carcomidas” do país ao falar, no final da manhã de ontem, para uma plateia de cerca de 2.000 mulheres, no teatro Guararapes, em Recife, onde foi ovacionado com um coro: “Brasil pra frente, Eduardo presidente”.

“Estamos num processo de construção de um novo Brasil, que precisa, também, de um novo pacto social e político”, disse ele, ao discursar no evento em defesa da igualdade de gêneros. “Não vamos arrancar o resto de machismo que tem na máquina pública deste país com as velhas lideranças políticas carcomidas que nunca assumiram os compromissos de romper com esses cacoetes e deformações”.

O governador, que tem assumido uma forte movimentação nacional para fortalecer seu nome como presidenciável, afirmou que a posição do PSB é de “solidariedade” com o projeto da presidente Dilma. Para o socialista, suas recentes críticas ao governo federal não podem ser tratadas com “intolerância”, nem serem vistas como um “incômodo”.

“O PSB renunciou a uma candidatura no primeiro turno (em 2010) para ajudar o governo. Em todas as votações no Congresso Nacional, o PSB foi quem mais ajudou, sobretudo em questões políticas. Agora, precisamos discutir o Brasil. Isso não pode ser um incômodo, nem tratado com intolerância”, disse.
Campos voltou a afirmar que só tratará de candidatura presidencial em 2014.

Dornelles
`Estrutura está nas mãos do Judiciário´

Rio de Janeiro. A federação brasileira está “nas mãos do Judiciário” por causa de distorções criadas na representação política pela Constituição. A avaliação foi feita ontem pelo senador Francisco Dornelles (PP-RJ), que está pessimista com a possibilidade de acordos no Congresso resolverem disputas como a distribuição dos royalties de petróleo e a reforma do ICMS.

“O Brasil está nas mãos do Judiciário devido à distorção de representação. Quem tem a maioria não quer abrir mão dela. Essa é a causa de todos os problemas federativos”, afirmou Dornelles, em palestra sobre o pacto federativo na Associação Comercial do Rio de Janeiro.

A distorção, segundo o senador, está no peso proporcional dos eleitorados estaduais na escolha de deputados e senadores. “A maioria absoluta da Câmara representa uma minoria da população”, disse Dornelles, estimando que de 25% a 30% do eleitorado nacional eleja cerca de 80% do Senado.

Dornelles criticou benefícios com o ICMS, que causam “guerra fiscal“, e a distribuição dos royalties e do Fundo de Participação dos Estados (FPE). “Os royalties são receita originária, pertencem ao produtor, com natureza compensatória”, afirmou.

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