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Aécio estará na linha de frente da oposição ao Governo Dilma

“Hoje ele é a personificação do sentimento por mudança expresso por 48% da população”, afirmou Marcus Pestana, presidente do PSDB-MG.

Oposição mais forte

Fonte: Valor Econômico

Aécio buscará liderança da oposição

Quando voltar ao SenadoAécio Neves (PSDB-MG) não ficará limitado à “camisa de força” da atuação parlamentar se quiser manter seu nome na cabeça do eleitorado. A ideia é evitar que ele encarne figura de oposição frontal a qualquer proposta do novo mandato de Dilma Rousseff, mas que ao mesmo tempo seja o contraponto a seu governo.

Recluso com a família numa fazenda, Aécio ainda não se sentou com o PSDB para alinhar a atuação que ele terá no Senado e como presidente nacional do PSDB. Mas em seu partido lideranças apontam os passos que esperam vê-lo dar.

“Assim que voltar ao Senado, ele terá de ser muito mais o líder das oposições e o presidente do PSDB do que propriamente aquele senador que faz o embate do dia a dia”, disse ao Valor PRO, o serviço de informação em tempo real do Valor, o presidente do PSDB de Minas, o deputado federal Marcus Pestana.

Para esse embate no SenadoPestana diz que o PSDB conta com nomes de destaque da bancada atual, como o de Aloysio Nunes Ferreira (SP) como outros da tropa recém-eleita que inclui Antonio Anastasia (MG) José Serra (SP) e Tasso Jereissati (CE).

Aécio não pode ficar preso na camisa de força parlamentar. A sociedade não acompanha a vida no Parlamento”, disse ele.

“Hoje ele é a personificação do sentimento por mudança expresso por 48% da população. Ele vai encarnar isso menos no Senado e mais na sociedade”, afirmou, referindo-se ao percentual de votos que o tucano obteve no segundo turno da eleição presidencial.

Ao fugir do confinamento do Senado, Aécio terá de buscar estar à frente de eventos, de campanhas temáticas e ajudando a mobilizar setores da sociedade, defende Pestana – numa opinião que coincide com a de outros parlamentares tucanos.

O esforço, segundo essa visão, é para manter Aécio na cabeça do eleitorado. “Temos que alimentar isso, mas sem precipitar as coisas pensando em 2018.”

O mandato de Aécio Neves como presidente do PSDB vai até maio de 2015. “Ele vai ocupar todo esse espaço de contraponto deste governo e não só na tribuna do Senado“, disse o presidente do PSDB paulista, o deputado federal Duarte Nogueira.

Durante a campanha, Aécio evitou dar indicações mesmo a tucanos próximos como seria sua atuação no caso de derrota. “Até a eleição, ele era senador e presidente do partido. O papel será diferente agora, de liderar todo esse time [da oposição] na fiscalização, cobrança de reformas, de medidas contra inflação e para crescimento econômico e na elucidação dos escândalos da Petrobras.”

Durante seus primeiros quatro anos de mandato como senador, Aécio não se destacou por ter sido o tucano que esteve à frente de grandes embates com o governo Dilma nem o orador de discursos mais virulentos na tribuna. Não é um papel que parece se encaixar em seu perfil, mas com o respaldo de mais de 50 milhões de votos para presidente, ele volta ao Senado com influência muito maior.

Ainda mais porque o período de lua de mel que Dilma poderá ter tende a ser muitíssimo menor do que quando foi eleita em 2010. Ela terá uma agenda econômica complicada associada aos escândalos da Petrobras.

Para o deputado Marcus Pestana, é chave traduzir o apoio que Aécio teve em ação partidária. “Não só com resistência [a medidas e ações do governo], mas também com atitudes propositivas”.

Ao lado da mulher e dos filhos pequenos, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) deve tirar alguns dias de descanso em uma viagem para fora do país. Antes, porém, ele faz uma primeira parada na fazenda da família em Cláudio (MG).

Candidata derrotada no primeiro turno, Marina Silva (PSB) tende a manter a aproximação com Aécio. “Marina e Aécio conversaram muito na campanha e construíram uma ponte entre eles”, disse ontem o deputado Walter Feldman, aliado de Marina e uma das lideranças que trabalham na criação do Rede Sustentabilidade. Mas, acrescentou o deputado, ela deve caminhar com disposição de diálogo com o governo Dilma: “O partido será de oposição, crítico ao governo, mas aberto a construir uma agenda. Todos os partidos devem estar abertos a uma concertação.”

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Setor energético: próximo governo vai assumir o caos no setor

Intensa mudança regulatória ganhou contornos dramáticos com a ocorrência de um dos mais fracos regimes de chuvas dos últimos anos.

Crise no setor de energia

Fonte: Valor Econômico

Energia é desafio para início do novo mandato

Os defensores e os opositores do polêmico pacote de redução tarifária amarrada à renovação das concessões de geração e transmissão de energia, lançado pelo governo em 2012, estão em acordo em pelo menos um ponto: a medida provisória 579/ 2012 (transformada na lei 12.783/ 2013) alterou a dinâmica do setor elétrico brasileiro. A intensa mudança regulatória, difícil de ser assimilada até por experientes técnicos do setor, ganhou contornos dramáticos com a ocorrência de um dos mais fracos regimes de chuvas dos últimos anos, o que levou o governo a adotar medidas emergenciais para garantir o abastecimento.

Essa combinação perigosa deve ser enfrentada por qualquer candidato que saia vencedor nas urnas no fim de outubro. Afinal, os reajustes tarifários das distribuidoras virão e as incertezas com relação ao nível dos reservatórios das hidrelétricas e da necessidade de despacho (acionamento) das térmicas continuarão. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) já sinalizou que é pouco provável desligar as térmicas em 2015, a fim de recompor os reservatórios das hidrelétricas.

De acordo com projeções da consultoria Thymos Energia, as tarifas das distribuidoras terão aumento real entre 18% e 27%, relativos ao passivo da ordem de, pelo menos, R$ 71 bilhões de custos adicionais do setor entre 2013 e 2014. Esses números ainda precisam incluir a inflação do ano em que será aplicado o reajuste.

Alguns reajustes tarifários aprovados este ano pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) já sinalizam essa tendência. Em maio, a autarquia aprovou alta de 16,33% para as tarifas da Cemig, com impacto médio de 14,76%. Em junho, foi aprovado reajuste de 24,86% para a Copel. Já os consumidores da AES Eletropaulo tiveram efeito médio de 18,66% em suas tarifas, após o reajuste.

“Se não tivéssemos a medida 579, provavelmente o custo extra [anual] seria 90% maior em 2013, 2014 e 2015″, defende o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia(MME), Márcio Zimmermann. “Muitas vezes há miopia, com relação a alguém tentar enxergar que a 579 tem alguma coisa a ver com o fato de chover ou não em um determinado ano. Quando se tem um ano anormal ou crítico, a condição de despacho térmico é igual, com ou sem a 579″, diz.

O tropeço na geração hidrelétrica este ano evidenciou que o parque gerador brasileiro não pode mais ser baseado prioritariamente em uma única fonte. Dessa forma, tanto o governo como o candidato da oposiçãoAécio Neves (PSDB), defendem a diversificação da matriz elétrica do país, para reduzir risco de desabastecimento.

De forma geral, os dois candidatos propõem que a diversificação ocorra principalmente a partir de fontes renováveis, menos poluentes. Os principais exemplos são a energia eólica e asolar. “Sob a ótica das renováveis, estamos com uma perspectiva muito boa, seja qual for o resultado das urnas”, afirmou o diretor-presidente da CPFL RenováveisAndré Dorf. “Temos experimentado um crescimento muito importante com o atual governo, que tem valorizado a presença das renováveis”, completou.

Um ponto, porém, pouco comentado nas campanhas é a participação do gás natural na matriz elétrica brasileira. Apesar de mais “limpas”, as fontes renováveis, com exceção dahidreletricidade, não têm robustez para assegurar o crescimento da demanda do país. Segundo especialistas, parte desse vazio deverá ser preenchido por térmicas a gás. O problema é que o modelo regulatório atual pouco favorece investimentos nessa área.

“Hoje não está previsto que essas térmicas [a gás] entrem na base [jargão do setor que indica a operação contínua]. O Brasil não tem reservatórios para armazenar gás e seria importante ter uma regra que pudesse favorecer isso, já que o gás estará abundante nos próximos anos”, diz o presidente da GDF Suez no Brasil, Maurício Bähr.

Um programa mais detalhado e uma política nacional para o gás são os principais pleitos da associação das grandes indústrias consumidoras de energia, a Abrace, que enviou documento com as demandas do setor aos presidenciáveis. “É necessária uma decisão política, de diversificação da oferta, livre acesso e, principalmente, desenvolvimento do mercado. O gás não pode mais ser tratado como um subproduto do petróleo e um adendo da Petrobras. Precisa ser um combustível com vida própria”, afirma Paulo Pedrosapresidente da associação.

Outro ponto defendido pela associação junto aos candidatos é a instalação de uma política energética para a indústria, com o barateamento da conta através de subsídios governamentais e maior redistribuição das cotas de energia destinadas à produção. O plano para que o megawatt-hora (MWh) baixe da média atual de US$ 80 para US$ 40 – tarifa que deixaria o Brasil com o preço da energia equiparado a concorrentes como China, Alemanha e Estados Unidos – é calcado em três pontos que teriam que mudar em relação ao cenário atual: acesso a energia de concessões antigas, redução para a indústria de encargos do setor como a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), Encargo de Energia de Reserva (EER) eEncargo do Serviço do Sistema (ESS), e leilões específicos de cotas de energia para setores industriais chave.

“Essas medidas poderiam ser rapidamente adotadas e dariam um alento, pois o Brasil está muito distante de ter competitividade no preço da energia na comparação externa”, diz Pedrosa.

A integração entre órgãos de planejamento, vista como uma das medidas que poderiam dar maior poder de regulamentação ao sistema energético, é uma das principais bandeiras de curto prazo pensadas no programa para o setor da candidatura de Aécio Neves. Elena Landau, ex-diretora do BNDES e hoje consultora, é uma das responsáveis pelo programa de energia em um eventual governo tucano.

Ela afirma que a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) deve ganhar mais poder de formulação e fiscalização do setor. A empresa também faria as diretrizes para a política para as áreas de petróleo e gás, “pois hoje o órgão está esvaziado e fica reboque de decisões e Ibama, do Ministério de Minas e Energia etc.”

MP 579 e a condução dela é um exemplo de como “foi fraca” a interlocução do governo atual com o setor privado, ainda na visão da consultora, o que causou o estouro das tarifas para o próximo ano e enfraqueceu o cofre do Tesouro, que foi o avalista das distribuidoras que precisaram bancar a redução das tarifas. “Não ouviram os agentes do mercado para tomar a decisão e deu no que deu”, diz.

Sobre o preço da energia, que “precisa ser resolvido”, será necessário um “realinhamento das tarifas”. O alcance dos reajustes, no entanto, é decisão da equipe econômica. “Deverá ser como no caso da gasolina. É sentar com o setor e acertar, de maneira mais gradual. A questão é de conversa, consulta.”

A adoção da bandeira tarifária, que entra em vigor em janeiro do próximo ano, é um primeiro passo para diminuir a distorção existente entre os preços dos mercados livre e cativo, pleito de consumidores e distribuidores de energia. As bandeiras vão indicar para os consumidores se usinas térmicas mais caras estão sendo acionadas para poupar água dos reservatórios e garantir as condições de suprimento de eletricidade.

Se estiver verde, indica que a geração de energia vive um momento favorável e a tarifa não sofre acréscimo. A bandeira amarela sinaliza condições menos favoráveis e um adicional de R$ 1,50 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos. Há bandeira vermelha, com acréscimo de R$ 3 por cada 100 kWh, quando a geração térmica for maior.

Abrace diz que não apenas o regime desfavorável de chuvas é responsável pelos altos preços no mercado livre. A falta de regulamentação da modalidade e a ausência de repasses mais rápidos para a variação dos custos de produção no mercado cativo inibem o desenvolvimento do mercado livre. “Na medida em que os consumidores não sentem as variações, não há reação dos produtores. Hoje, apenas 30% deles [que respondem ao mercado livre] sentem o sinal de energia. Se houvesse sinalização correta nos preços há três anos, não teríamos chegado à situação atual, de alta volatilidade. A bandeira tarifária é bom um passo nesse sentido”, afirma Pedrosa.

Em debate, Aécio pede a Dilma para juntos debaterem propostas para o Brasil

Aécio pede a candidata petista para juntos honrarem a democracia e debater propostas na última semana antes da votação do segundo turno.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Aécio convida adversária petista a discutir o futuro do Brasil

Em campanha neste sábado (18) em Porto Alegre, o candidato à Presidência da República pela Coligação Muda BrasilAécio Neves, convidou a presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) para debater propostas para o futuro do Brasil ao longo da última semana antes da votação do segundo turno.

“Convido a presidente da República para, nesta semana que nos separa da eleição, debatermos os nossos projetos, mostrarmos as diferenças que temos na concepção do Estado, na visão da administração púbica e das nossas prioridades. Estou extremamente otimista nesta reta final e pronto para o embate”, afirmou o candidato, que participou de um ato político, na capital gaúcha, com 3.500 pessoas na quadra da escola de samba Império da Zona Norte.

Em entrevista à imprensa, Aécio acrescentou: “Presidente Dilma, estou aqui na terra que a senhora adotou. Vamos honrar a democracia e vamos debater o Brasil do futuro. Apresente as suas propostas e eu apresento as nossas, e vamos permitir que os brasileiros optem. Vamos respeitar qualquer que seja essa decisão.”

Desespero

Aécio esclareceu estar disposto a discutir propostas para o futuro nas áreas de saúde,educaçãosegurança públicacrescimento econômico e geração de empregos. Ele afirmou, porém, que a campanha da adversária revela desespero.

“Essa é a agenda da sociedade, mas eu vejo um governo à beira do desespero, uma candidata à beira de um ataque de nervos, que, obviamente não tendo como apresentar ao Brasil uma proposta de futuro, prefere fazer uma campanha com os olhos no retrovisor da história”, ressaltou.

Durante a manhã deste sábado, Aécio participou de um café da manhã com líderes políticos do Rio Grande do Sul, como o ex-senador Pedro Simon e o candidato a governador José Ivo Sartori, a senadora Ana AméliaBeto Albuquerque, vice de Marina Silva (PSB), o deputado federal Marchezan Filho (PSDB-RS), o ex-senador José Fogaça, entre outros.

Ringue

Aécio lamentou o fato de a política estar se transformando quase que em um ringue. “A política é feita muito mais de desencontros do que encontros; desencontros de ideias. Nós estamos vendo a política se transformar quase que num ringue pela ação não nossa, mas dos nossos adversários”, reagiu ele.

O candidato afirmou que Dilma Rousseff foge do debate em razão do fracasso de seu governo em várias áreas. “A presidente da República na verdade foge da discussão sobre o seu próprio governo, sobre os equívocos do seu governo”, disse ele, citando os fracassos na condução da economia, na gestão do Estado nacional e nos indicadores sociais.

“Os nossos indicadores sociais pararam de melhorar. Eu chamo a atenção dos senhores para uma crise no Ipea [Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas] em relação aos dados que vêm sendo divulgados pelo governo, que, segundo algumas denúncias, não correspondem exatamente aos dados do próprio Ipea.”

Aécio voltou a protestar contra o “aparelhamento de instituições absolutamente exemplares, conquistas da sociedade brasileira”, citando Ipea, IBGE, Embrapa e Correios. “Esse aparelhamento é uma marca perversa desse governo, que se apoderou do Estado nacional.”

O candidato reiterou as críticas às mentiras disseminadas pela campanha petista, relacionadas especialmente à sua gestão em Minas Gerais. “Se ela quisesse fazer justiça aos mineiros, respeitar os mineiros, lembraria que Minas tem a melhor educação fundamental do Brasil, a melhor saúde da região Sudeste. Não porque eu estou dizendo, porque o governo da presidente é que diz isso.”

Ministério qualificado

Questionado sobre nomes para compor o futuro governo, Aécio afirmou que terá a equipe mais qualificada de todos os tempos. “Eu não tenho ainda a definição de outros nomes, mas eu posso dizer a vocês o seguinte: se eu vencer estas eleições, vamos ter o mais qualificado de todos os governos da história republicana do Brasil, porque eu vou buscar os nomes na sociedade, vou buscar os nomes a partir do conhecimento que cada um tenha.”

Aécio explicou que optou por antecipar o nome de Armínio Fraga para o Ministério da Fazenda com o objetivo de “sinalizar de uma forma muito clara para uma nova condução da política econômica”.

Apoios

Na visita a Porto Alegre, Aécio recebeu um grupo de médicos que pediu apoio e liberdade para que a categoria tenha condições de trabalhar no país. Funcionários da Advocacia Geral da União (AGU) também se reuniram com o candidato e apelaram para o fortalecimento da instituição e da carreira dos servidores do órgão. Também recebeu um abraço da advogada Francieli Janaina que o aguardava para desejar boa sorte nas eleições.

Na escola de samba Império da Zona Norte, Aécio foi recebido por integrantes e simpatizantes. Tomou chimarrão e agradeceu o apoio recebido no Rio Grande do Sul.

Setor energético: próximo governo vai assumir o caos no setor

Intensa mudança regulatória ganhou contornos dramáticos com a ocorrência de um dos mais fracos regimes de chuvas dos últimos anos.

Crise no setor de energia

Fonte: Valor Econômico

Energia é desafio para início do novo mandato

Os defensores e os opositores do polêmico pacote de redução tarifária amarrada à renovação das concessões de geração e transmissão de energia, lançado pelo governo em 2012, estão em acordo em pelo menos um ponto: a medida provisória 579/ 2012 (transformada na lei 12.783/ 2013) alterou a dinâmica do setor elétrico brasileiro. A intensa mudança regulatória, difícil de ser assimilada até por experientes técnicos do setor, ganhou contornos dramáticos com a ocorrência de um dos mais fracos regimes de chuvas dos últimos anos, o que levou o governo a adotar medidas emergenciais para garantir o abastecimento.

Essa combinação perigosa deve ser enfrentada por qualquer candidato que saia vencedor nas urnas no fim de outubro. Afinal, os reajustes tarifários das distribuidoras virão e as incertezas com relação ao nível dos reservatórios das hidrelétricas e da necessidade de despacho (acionamento) das térmicas continuarão. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) já sinalizou que é pouco provável desligar as térmicas em 2015, a fim de recompor os reservatórios das hidrelétricas.

De acordo com projeções da consultoria Thymos Energia, as tarifas das distribuidoras terão aumento real entre 18% e 27%, relativos ao passivo da ordem de, pelo menos, R$ 71 bilhões de custos adicionais do setor entre 2013 e 2014. Esses números ainda precisam incluir a inflação do ano em que será aplicado o reajuste.

Alguns reajustes tarifários aprovados este ano pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) já sinalizam essa tendência. Em maio, a autarquia aprovou alta de 16,33% para as tarifas da Cemig, com impacto médio de 14,76%. Em junho, foi aprovado reajuste de 24,86% para a Copel. Já os consumidores da AES Eletropaulo tiveram efeito médio de 18,66% em suas tarifas, após o reajuste.

“Se não tivéssemos a medida 579, provavelmente o custo extra [anual] seria 90% maior em 2013, 2014 e 2015″, defende o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia(MME), Márcio Zimmermann. “Muitas vezes há miopia, com relação a alguém tentar enxergar que a 579 tem alguma coisa a ver com o fato de chover ou não em um determinado ano. Quando se tem um ano anormal ou crítico, a condição de despacho térmico é igual, com ou sem a 579″, diz.

O tropeço na geração hidrelétrica este ano evidenciou que o parque gerador brasileiro não pode mais ser baseado prioritariamente em uma única fonte. Dessa forma, tanto o governo como o candidato da oposiçãoAécio Neves (PSDB), defendem a diversificação da matriz elétrica do país, para reduzir risco de desabastecimento.

De forma geral, os dois candidatos propõem que a diversificação ocorra principalmente a partir de fontes renováveis, menos poluentes. Os principais exemplos são a energia eólica e asolar. “Sob a ótica das renováveis, estamos com uma perspectiva muito boa, seja qual for o resultado das urnas”, afirmou o diretor-presidente da CPFL RenováveisAndré Dorf. “Temos experimentado um crescimento muito importante com o atual governo, que tem valorizado a presença das renováveis”, completou.

Um ponto, porém, pouco comentado nas campanhas é a participação do gás natural na matriz elétrica brasileira. Apesar de mais “limpas”, as fontes renováveis, com exceção dahidreletricidade, não têm robustez para assegurar o crescimento da demanda do país. Segundo especialistas, parte desse vazio deverá ser preenchido por térmicas a gás. O problema é que o modelo regulatório atual pouco favorece investimentos nessa área.

“Hoje não está previsto que essas térmicas [a gás] entrem na base [jargão do setor que indica a operação contínua]. O Brasil não tem reservatórios para armazenar gás e seria importante ter uma regra que pudesse favorecer isso, já que o gás estará abundante nos próximos anos”, diz o presidente da GDF Suez no Brasil, Maurício Bähr.

Um programa mais detalhado e uma política nacional para o gás são os principais pleitos da associação das grandes indústrias consumidoras de energia, a Abrace, que enviou documento com as demandas do setor aos presidenciáveis. “É necessária uma decisão política, de diversificação da oferta, livre acesso e, principalmente, desenvolvimento do mercado. O gás não pode mais ser tratado como um subproduto do petróleo e um adendo da Petrobras. Precisa ser um combustível com vida própria”, afirma Paulo Pedrosapresidente da associação.

Outro ponto defendido pela associação junto aos candidatos é a instalação de uma política energética para a indústria, com o barateamento da conta através de subsídios governamentais e maior redistribuição das cotas de energia destinadas à produção. O plano para que o megawatt-hora (MWh) baixe da média atual de US$ 80 para US$ 40 – tarifa que deixaria o Brasil com o preço da energia equiparado a concorrentes como China, Alemanha e Estados Unidos – é calcado em três pontos que teriam que mudar em relação ao cenário atual: acesso a energia de concessões antigas, redução para a indústria de encargos do setor como a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), Encargo de Energia de Reserva (EER) eEncargo do Serviço do Sistema (ESS), e leilões específicos de cotas de energia para setores industriais chave.

“Essas medidas poderiam ser rapidamente adotadas e dariam um alento, pois o Brasil está muito distante de ter competitividade no preço da energia na comparação externa”, diz Pedrosa.

A integração entre órgãos de planejamento, vista como uma das medidas que poderiam dar maior poder de regulamentação ao sistema energético, é uma das principais bandeiras de curto prazo pensadas no programa para o setor da candidatura de Aécio Neves. Elena Landau, ex-diretora do BNDES e hoje consultora, é uma das responsáveis pelo programa de energia em um eventual governo tucano.

Ela afirma que a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) deve ganhar mais poder de formulação e fiscalização do setor. A empresa também faria as diretrizes para a política para as áreas de petróleo e gás, “pois hoje o órgão está esvaziado e fica reboque de decisões e Ibama, do Ministério de Minas e Energia etc.”

MP 579 e a condução dela é um exemplo de como “foi fraca” a interlocução do governo atual com o setor privado, ainda na visão da consultora, o que causou o estouro das tarifas para o próximo ano e enfraqueceu o cofre do Tesouro, que foi o avalista das distribuidoras que precisaram bancar a redução das tarifas. “Não ouviram os agentes do mercado para tomar a decisão e deu no que deu”, diz.

Sobre o preço da energia, que “precisa ser resolvido”, será necessário um “realinhamento das tarifas”. O alcance dos reajustes, no entanto, é decisão da equipe econômica. “Deverá ser como no caso da gasolina. É sentar com o setor e acertar, de maneira mais gradual. A questão é de conversa, consulta.”

A adoção da bandeira tarifária, que entra em vigor em janeiro do próximo ano, é um primeiro passo para diminuir a distorção existente entre os preços dos mercados livre e cativo, pleito de consumidores e distribuidores de energia. As bandeiras vão indicar para os consumidores se usinas térmicas mais caras estão sendo acionadas para poupar água dos reservatórios e garantir as condições de suprimento de eletricidade.

Se estiver verde, indica que a geração de energia vive um momento favorável e a tarifa não sofre acréscimo. A bandeira amarela sinaliza condições menos favoráveis e um adicional de R$ 1,50 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos. Há bandeira vermelha, com acréscimo de R$ 3 por cada 100 kWh, quando a geração térmica for maior.

Abrace diz que não apenas o regime desfavorável de chuvas é responsável pelos altos preços no mercado livre. A falta de regulamentação da modalidade e a ausência de repasses mais rápidos para a variação dos custos de produção no mercado cativo inibem o desenvolvimento do mercado livre. “Na medida em que os consumidores não sentem as variações, não há reação dos produtores. Hoje, apenas 30% deles [que respondem ao mercado livre] sentem o sinal de energia. Se houvesse sinalização correta nos preços há três anos, não teríamos chegado à situação atual, de alta volatilidade. A bandeira tarifária é bom um passo nesse sentido”, afirma Pedrosa.

Aécio carimbou na testa de Dilma que ela não conhece Minas

Aécio carimbou na testa de Dilma que ela não conhece Minas. Dilma passou recibo da acusação. O debate acabou com Dilma nocauteada.

Eleições 2014

Fonte: Blog do Noblat

No debate do SBT, Aécio fez picadinho de Dilma

Se alguém quase se rendeu a baixarias foi Dilma

Aécio Neves deixou de ser tucano.

Na versão política, tucano é uma ave que, apesar do bico grande, bica com delicadeza. É capaz de perder a vida para não perder a elegância. Foi assim, por exemplo, com Serra no primeiro debate do 2º turno contra Dilma em 2010.

De certa forma foi assim também com Aécio no debate da última terça-feira contra Dilma na Rede Bandeirantes de Televisão.

Quem imaginou que ele, ontem, no debate do SBT, ofereceria a outra face para apanhar, enganou-se.

O instinto de sobrevivência empurrou Aécio para cima de Dilma, e dessa vez foi ela que não estava preparada para enfrentar tamanha fúria.

Marqueteiros costumam dizer que o eleitor detesta troca de ataques entre candidatos. Lorota.

O eleitor diz que detesta para aparecer bem na foto – mas ela gosta de ataques, sim. Os ataques só não podem resultar em baixarias.

Se alguém quase se rendeu a baixarias foi Dilma quando tentou aplicar uma pegadinha em Aécio. Perguntou o que ele achava da lei que pune motoristas que dirijam bêbados ou drogados.

Uma vez, no Rio, Aécio foi surpreendido por uma blitz da Lei Seca. E se recusou a fazer o teste do bafômetro.

Se Dilma sabe que ele estava bêbado ou drogado deveria ter dito. É uma grave acusação que não pode apenas ser insinuada. Ela preferiu insinuar. Leviandade.

No debate da BandDilma impôs a Aécio sua agenda de discussão. Acuou-o com perguntas sobre o governo dele em MinasAécio saiu derrotado.

No debate do SBTAécio impôs sua agenda. E rebateu os ataques de Dilma com calma, lógica e argumentos bem pensados. Foi impiedoso.

Dilma voltou a perguntar pelos parentes que Aécio empregou no governo de MinasAéciorespondeu sobre apenas um deles – sua irmã, Andrea, que trabalhou no governo sem nada ganhar.

Em seguida, Aécio perguntou a Dilma pelo irmão dela, “que ganha sem trabalhar” da prefeitura de Belo HorizonteDilma fugiu da resposta. E começou a falar em “dilmês”

Aécio carimbou na testa de Dilma que ela não conhece direito Minas GeraisDilma passou recibo da acusação.

O debate acabou com Dilma nocauteada. Não é força de expressão.

Desorientada, como se não soubesse direito onde estava e o que lhe aconteceu, Dilma perdeu a voz ao responder à pergunta de uma repórter do SBT. Esqueceu que estava ao vivo. E, aparentemente grogue, pediu para recomeçar.

Não conseguiu. Alegou então que estava passando mal. Uma queda de pressão. Foi socorrida com um copo de água. Arranjaram-lhe uma cadeira.

Quis voltar à responder à repórter. Como seu tempo acabara, se irritou com ela. Chamou-a de“minha querida“.

Desfecho perfeito para uma luta que perdeu.

Confira quem foram os deputados federais e estaduais eleitos em Minas

Rodrigo de Castro (PSDB) e Reginaldo Lopes (PT) são os deputados federais em destaque da Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

Eleição 2014

Fonte: Estado de Minas

Reginaldo Lopes e Rodrigo de Castro são os deputados federais mais votados em Minas

Lopes teve 310.226 votos, enquanto Castro registrou 292.848

Os candidatos Reginaldo Lopes (PT) e Rodrigo de Castro (PSDB) disputaram lado a lado a liderança na votação para deputado federal Minas Gerais. Lopes teve 310.226 votos, enquanto Castro registrou 292.848. Em terceiro lugar ficou Misael Varela (DEM), com 258.363 dos votos válidos.

Reginaldo Lopes assumira pela quarta vez o mandato de deputado federal. Ele é economista, pós-graduado em Gestão de Pequenas e Micro-empresas pela Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ). Também presidiu o Partido dos Trabalhadores do Estado de Minas Gerais (PT-MG) por dois mandatos.

Este é o terceiro ano que Rodrigo Castro desponta nas apurações. Em 2010, ele ficou em primeiro lugar com 271.306 votos e no ano de 2006 recebeu mais de 300 mil votos. O candidato tem 43 anos é advogado, administrador, especialista em marketing e mestre em gestão estratégica das organizações. Dedica-se à atividade política desde 1995.

A disputa em Minas Gerais para deputado estadual tem alguns nomes conhecidos na liderança. Dos cinco candidatos mais votados, quatro tentaram a reeleição. O primeiro colocado foi Paulo Guedes, do PT, com 164.831 votos, seguido de Mario Henrique Caixa, do PCdoB, com 130.593. Em terceiro lugar ficou Leandro Genaro, do PSB, com 127.868 votos válidos, Gil Pereira, do PP, com 104.730 e o Deputado Sargento Rodrigues, do PDT, com 98.841. Destes, o único que não tinha ainda uma vaga na Assembleia Legislativa é Genaro.

Confira a lista com os deputados eleitos para a Câmara e Assembleia

Veja quem foram os deputados eleitos para a Assembleia Legislativa de Minas Gerais e para a Câmara dos Deputados:

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DE MINAS GERAIS

Adalclever Lopes (PMDB)
Agostinho Patrus Filho (PV)
Alencar da Silveira Júnior (PDT)
André Quintão (PT)
Anselmo José Domingos (PTC)
Antônio Carlos Arantes (PSDB)
Antônio Jorge (PPS)
Arlen Santiago (PTB)
Arlete Magalhães (PTN)
Arnaldo (PR)
Bosco (PtdoB)
Braúlio Braz (PTB)
Cabo Júlio (PMDB)
Carlos Henrique (PRB)
Carlos Pimenta (PDT)
Cássio Soares (PSD)
Celinho Sinttrocel (PCdoB)
Celise Laviola (PMDB)
Cristiano Silveira (PT)
Dalmo Ribeiro Silva (PSDB)
Deiró Marra (PR)
Dilzon Melo(PTB)
Dirceu Ribeiro (PHS)
Douglas Melo da Musirama (PSC)
Doutor Wilson Batista (PSD)
Dr. Hely (PV)
Dr. Jean Freire (PT)
Duarte Bechir (PSD)
Durval Ângelo (PT)
Elismar Prado (PT)
Emidinho Madeira (PtdoB)
Fabiano Tolentino (PPS)
Fábio Avelar (PtdoB)
Fábio Cherem (PSD)
Felipe Attiê (PP)
Fred Costa (PEN)
Gilberto Abramo (PRB)
Gil Pereira (PP)
Glaycon Franco (PTN)
Gustavo Corrêa (DEM)
Gustavo Valadares (PSDB)
Inácio Franco (PV)
Ione Pinheiro (DEM)
Iran Barbosa (PMDB)
Isauro Calais (PMN)
Ivair Nogueira (PMDB)
João Leite (PSDB)
João Magalhães (PMDB)
João Vítor Xavier (PSDB)
Lafayette de Andrada (PSDB)
Leandro Genaro (PSB)
Leonídio Bouças (PMDB)
Léo Portela (PR)
Lerin (PSB)
Luiz Humberto Carneiro (PSDB)
Marília Campos (PT)
Mário Henrique Caixa (PCdoB)
Missionário Márcio Santiago (PTB)
Mourão (PSDB)
Neilando Pimenta (PP)
Noraldino Júnior (PSC)
Nozinho (PDT)
Pastor Vanderlei Miranda (PMDB)
Paulo Guedes (PT)
Paulo Lamac (PT)
Ricardo Faria (PCdoB)
Roberto Andrade (PTN)
Rogério Correia (PT)
Rosângela Reis (PROS)
Sargento Rodrigues (PDT)
Sávio Souza Cruz (PMDB)
Tadeu Martins Leite (PMDB)
Thiago Costa (PPS)
Tiago Ulisses (PV)
Tito Torres (PSDB)
Ulysses Gomes (PT)
Wander Borges (PSB)

CÂMARA DE DEPUTADOS

Edson Moreira (PTN)
Dâmnia Pereira (PMN)
Brunny (PTC)
Raquel Muniz (PSC)
Mario Heringer (PDT)
Tenente Lúcio (PSB)
Marcelo Aro (PHS)
Marcelo Alvaro Antonio (PRP)
Adelmo Leão (PT)
Laudívio Carvalho (PMDB)
Rodrigo Pacheco (PMDB)
Newton Cardoso Jr (PMDB)
Patrus Ananias (PT)
Caio Narcio (PSDB)
Jaiminho Martins (PSD)
Odelmo Leão (PP)
Misael Varella (DEM)
Rodrigo de Castro (PSDB)
Toninho Pinheiro (PP)
Domingos Sávio (PSDB)
Marcus Pestana (PSDB)
Eduardo Barbosa (PSDB)
Dimas Fabiano (PP)
Bilac Pinto (PR)
Luiz Fernando (PP)
Marcos Montes (PSD)
Diego Andrade (PSD)
Zé Silva (SD)
Carlos Melles (DEM)
Renzo Braz (PP)
Paulo Abi-Ackel (PSDB)
Lincoln Portela (PR)
Aelton Freitas (PR)
Bonifácio Andrada (PSDB)
Reginaldo Lopes (PT)
Odair Cunha (PT)
Gabriel Guimarães (PT)
Weliton Prado (PT)
George Hilton (PRB)
Mauro Lopes (PMDB)
Leonardo Quintão (PMDB)
Leonardo Monteiro (PT)
Padre João (PT)
Saraiva Felipe (PMDB)
Miguel Correa (PT)
Margarida Salomão (PT)
Jô Moraes (PCdoB)
Luis Tibé (PTdoB)
Stefano Aguiar (PSB)
Júlio Delgado (PSB)
Subtenente Gonzaga (PDT)
Fábio Ramalho (PV)
Eros Biodini (PTB)

Fortalecimento do agronegócio é prioridade de Pimenta no Alto Paranaíba

“Queremos desenvolver de todos os modos, por exemplo, na parte de crédito, na parte tributária, e no apoio político”, afirmou Pimenta.

Eleições 2014

Fonte: Pimenta 45

Pimenta da Veiga quer ampliar agronegócio no Alto Parnaíba

Candidato a governador pelo PSDB visitou Patrocínio e Patos de Minas, além de João Pinheiro, localizada no Noroeste do Estado

O fortalecimento da atividade agropecuária e da agroindústria do Alto Paranaíba foi o principal compromisso assumido pelo candidato a governador Pimenta da Veiga durante visita, nesta quinta-feira (25/09), ao município de Patrocínio. “É uma vocação natural da região e que nós queremos desenvolver de todos os modos, por exemplo, na parte de crédito, na parte tributária, e no apoio político”, afirmou ao destacar que o foco de seu governo será o crescimento econômico para assegurar a geração de emprego e renda para os mineiros.

Pimenta da Veiga também destacou ações que desenvolverá em Patrocínio nas áreas de infraestrutura e saúde, caso seja eleito. “Vamos modernizar a estrada estadual de Patrocínio a Ibiá, fazendo, inclusive, os trevos necessários. E vamos também, na área da saúde, equipar o Pronto Socorro, colocá-lo em pleno funcionamento”, assegurou. O Governo de Minas já garantiu a liberação de R$ 14 milhões para a construção da nova sede do Pronto Socorro Municipal de Patrocínio.

Pimenta chegou à cidade acompanhado do candidato a senador Antonio Anastasia e movimentou o centro comercial ao participar de carreata, que saiu do aeroporto e seguiu até a Avenida Rio Branco. Depois, os candidatos seguiram a pé, cumprimentando e conversando com moradores, comerciantes e estudantes.

Nova escola

Antes de Patrocínio, Pimenta e Anastasia cumpriram agenda de campanha em João Pinheiro, no Noroeste do Estado, onde apresentaram propostas para que o ensino público em Minas avance ainda mais. Pimenta afirmou que destinará recursos para a construção de nova sede para a Escola Estadual Maria José de Paula, uma das mais tradicionais de João Pinheiro.

“Acabei de firmar aqui um compromisso com o prefeito – para substituirmos uma escola, a Escola Maria José de Paula, que precisa de uma ampla reforma e fica num lote pequeno. E o prefeito Carlos Gonçalves está informando que está doando para o Governo do Estado um lote bem maior, de 5 mil metros, onde haveremos de construir uma escola muito superior a atual. Quem sabe a primeira escola construída em Minas Gerais para adotar o ensino integral”, disse ele.

Uma das primeiras iniciativas de Pimenta da Veiga ao assumir o Governo de Minas será enviar projeto de lei à Assembleia Legislativa do Estado determinando que todas as novas escolas construídas em Minas sejam preparadas para o ensino integral. Segundo Pimenta, ampliar o horário escolar representa oportunidade não apenas de avançar na qualidade do ensino, mas também de afastar os jovens da criminalidade e dar tranquilidade aos pais.

Mais emprego

Já em Patos de Minas, onde esteve no fim da tarde, Pimenta da Veiga reiterou seu compromisso com o desenvolvimento social e econômico do Alto Paranaíba. “Estejam certos, no meu governo essa região vai ter um grande desenvolvimento econômico. Vamos aproveitar toda a potencialidade da região e transformá-la em produção, em emprego e renda. A grande questão para essa região é o desenvolvimento econômico para gerar renda privada e renda pública e, consequentemente, empregos”, disse.

Pimenta também voltou a comparar os governos do PSDB com as administrações petistas para reafirmar a confiança na vitória da sua candidatura nas eleições. “Tenho convicção de que pelas razões positivas do nosso lado e pelas razões negativas do lado do candidato do PT, que abandonou a éticas e está usando como arma apenas a mentira, nós vamos ter uma espetacular vitória em Minas. Todos sabem que em Minas nós ganhamos todas as últimas eleições e ganhamos sempre nos últimos dias e é isso que vai acontecer de novo”, concluiu.