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Oposição comprova mentiras do Governo Pimentel sobre diagnóstico de Minas

Oposição desmentiu item por item as informações do diagnóstico elaborado pelo governo Pimentel, que agiu de má fé e tentou enganar os mineiros.

PT mente

Fonte: PSDB

Governo Pimentel mente sobre diagnóstico de Minas, comprova oposição

Gustavo Valadares (PSDB), afirmou que o governador passou os primeiros quatro meses de sua gestão recorrendo a mentiras para desacreditar seus antecessores. Foto: Willian Dia/ALMG

Deputados comprovam com dados oficiais  mentiras e erros de diagnóstico do governo do PT

O Bloco Verdade e Coerência mostrou que mentiras são rebatidas com provas e dados concretos. Nesta quinta-feira (16/04), os deputados de oposição desmentiram item por item as informações do diagnóstico elaborado pelo governo, provando que, mais uma vez, Fernando Pimentel do PT agiu de má fé e tentou enganar os mineiros. Os dados apresentados em coletiva de imprensa, realizada na Assembleia Legislativa de Minas, fazem parte do site Observatório MG que entrará no ar na próxima semana.

Utilizando dados oficiais do próprio governo, do IBGE e o Tesouro Nacional os deputados do bloco desmascararam, por exemplo, a mentira sobre o novo orçamento em Minas, em que Fernando da Dilma ao tentar desfocar a crise econômica que o país atravessa, faz jogo de palavras, sugerindo falsos rombos e déficits, e até mesmo esconde, no atual orçamento, o aumento de R$ 1,54 bilhões na arrecadação do ICMS da energia.

Dados oficiais comprovam que Minas Gerais foi um dos poucos estados a fechar no azul. Esta semana o desmentido veio também da Agência internacional Standard & Poor’s que manteve a nota de Minas Gerais em decorrência do equilíbrio nas contas e da boa gestão dos governos anteriores.

“Tudo que foi colocado no diagnóstico pelo atual governo não é real. E a forma como este governo vem dirigindo os interesses de Minas nos preocupa muito. O governo gosta de falar muito e fazer de menos. Nós fizemos o contrário. Trouxemos números, grande parte deles fornecidos pelo próprio governo federal”, explicou o líder do Bloco, deputado Gustavo Corrêa (DEM).

Outro dado desmentido pela oposição foi o de que a taxa de homicídios cresceu 52,3% de 2002 a 2012. O estudo apresentado hoje comprovou que Minas tem o quarto menor índice de homicídios do país e que, além disso, houve uma redução de 21,5% no número de crimes violentos cometidos no estado nos últimos 12 anos.

Participaram também da coletiva os deputados Gustavo Valadares (PSDB), Duarte Bechir (PSD), Sargento Rodrigues (PDT), Dilzon Melo (PTB), João Leite (PSDB), Alencar da Silveira Júnior (PDT), Gil Pereira (PP) e Carlos Pimenta (PDT).

Para Gustavo Corrêa, as respostas às mentiras do PT são um compromisso da oposição com os interesses dos mineiros, ao contrário do que vem fazendo o PT, fomentando uma disputa político-eleitoral em Minas, em defesa dos seus próprios interesses.

“O que mais machuca o povo brasileiro é a mentira. Estaremos aqui para rebater fatos que sejam inverídicos, mas espero e desejo que o atual governo assuma o trabalho para o qual foi eleito nas urnas, e governe para todos os mineiros, porque o povo de Minas não pode ser prejudicado pela ineficiência da gestão petista“, disse Corrêa.

O líder da Minoria, deputado Gustavo Valadares (PSDB), afirmou que o governador passou os primeiros quatro meses de sua gestão recorrendo a mentiras para desacreditar seus antecessores em uma tentativa de mascarar o seu “desgoverno”.

“Quem lida com a verdade não se furta ao debate. Estamos prontos para rebater todos os discursos irresponsáveis deste novo governo que, por não ter capacidade de gerir o estado, vem se utilizando de um retrovisor, focando apenas em fazer críticas às gestões anteriores”, afirmou o deputado.

Conheça aqui os erros e as mentiras do PT: http://bit.ly/1Hb3K7D

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A paixão de Rogério Correia por Aécio Neves está rumando para um caso grave. Como se trata de amor não correspondido, o deputado estadual que faz oposição a um senador tem dado sinais recorrentes de agressividade incontida. Seja física, seja verbal…

Fonte: Gabriel Azevedo – Turma do Chapéu

Rogério Correia entre tapas, beijos e mentiras!

A paixão de Rogério Correia por Aécio Neves está rumando para um caso grave. Como se trata de amor não correspondido, o deputado estadual que faz oposição a um senador tem dado sinais recorrentes de agressividade incontida. Seja física, seja verbal…

A proposta defendida por Aécio Neves e pelo PSDB no caso dos royalties do petróleo era a melhor para Minas. Era a melhor para o Rio também. Só não era melhor para o PT. E isso, Rogerio Correia não conta.

Confiram a tabela que já foi postada no site!

Tabela comparativa - royalties do petróleo

Além de mentir mais uma vez sobre Aécio Neves, Rogério Correia mostra que ele é bom mesmo é de agressão.

Primeiro foi o servidor da Assembleia Legislativa (vídeo abaixo).

Agora, a obsessão com Aécio é capaz de fazê-lo utilizar o Twitter com uma linguagem que não se espera de um parlamentar.

Vejam se não é falta de decoro

RT @Jeca1908: @rogeriocorreia_ O safado do Aécio votou contra Minas pq quer o apoio do Rio nas eleições pra presidente. Um babaca traidor

Reprodução Tweeter Rogério Correia

Isso condiz com a postura de um deputado estadual? Linguagem chula, destemperada e, para completar, divulgando informação falsa. Esse amor todo, deputado, está começando a lhe tirar dos eixos.

Link do comentário: http://turmadochapeu.com.br/turma-do-chapeu-2/rogerio-correia-aecio-neves-2/

Leia também: Bloco Transparência e resultado repudia agressão do deputado Rogério Correia a servidor da Assembleia de Minas

Contra o descaso: População se mobiliza no Centro de Belo Horizonte em movimento que reivindica verbas para o metrôContra o descaso: População se mobiliza no Centro de Belo Horizonte em movimento que reivindica verbas para o metrô

Fonte: Bloco parlamentar Resulta e Transparência

Movimento BH Quer Metrô reúne jovens, lideranças comunitárias e parlamentares 

Manifestação em repúdio ao descaso do governo do PT com o metrô da capital. População exige liberação imediata de verbas 

         O Metrô de Belo Horizonte completou 25 anos este mês e permanece inacabado, prejudicando o deslocamento de milhares de passageiros de Belo Horizonte e da Região Metropolitana que clamam por um transporte coletivo de qualidade.  Limitado a apenas uma linha, do total de três linhas previstas, o metrô da capital mineira está sem receber recursos do governo federal há quase uma década e opera hoje no limite.

Para repudiar o descaso do governo federal do PT que não investe no metrô de Belo Horizonte, o Movimento BH Quer Metrô, idealizado pelo Bloco Transparência e Resultado da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), reúne na capital mineira, nesta quarta-feira (31/08), parlamentares, lideranças comunitárias e estudantes que irão se solidarizar com os milhares de usuários do metrô que estão esquecidos em quase nove anos da gestão petista.

O movimento BH Quer Metrô defende maior atenção do governo federal, com os mineiros que não merecem conviver com as promessas de expansão de linhas que não saem do papel. Durante a manifestação, serão recolhidas na Praça da Estação e Praça Sete assinaturas em apoio à ação do Bloco Transparência e Resultado reivindicando a imediata liberação de verbas para o metrô de Belo Horizonte e Região Metropolitana.

O livro com as assinaturas será encaminhado à presidente da República Dilma Roussef. O Bloco Transparência e Resultado ainda distribuirá um bolo simbolizando o descaso do governo do PT com Minas Gerais.

Entenda a história do metrô de Belo Horizonte 

1981 – Início das obras do metrô de BH, com a previsão, na época, de operação em 37 km (Eldorado/ S. Gabriel e Calafate/Barreiro);

1986 – Início da operação do metrô de BH com 10 km de linha e seis estações;

1987 a 1999 – 9 novas estações foram sendo inauguradas “à prestação”;

2002 – Inauguradas as últimas estações da linha 1 (Primeiro de Maio, Waldomiro Lobo, Floramar e Vilarinho), que funcionavam parcialmente, foram inauguradas;

2003 a 2011 – Em quase 9 anos da gestão petista, o metrô de BH ficou esquecido sem receber nenhum investimento do governo federal. No entanto, as obras de expansão do metrô foram prometidas nas campanhas presidenciais de 2002, 2006 e 2010 e divulgadas pela imprensa.

2010 – O governo do PT descartou a liberação de recursos para a ampliação do metrô com vistas para a Copa de 2014;

2011 – O sistema conta com única linha de 28 km e não tem perspectiva de investimentos e expansão.

O metrô de Belo Horizonte transporta hoje 160 mil passageiros por dia. A demanda reprimida é muito grande. Se as três linhas previstas estivessem funcionando o número de usuários/dia saltaria para 800 mil, mais que o Rio de Janeiro (640 mil/dia), segundo informações do Sindicato dos Metroviários (Sindimetro).

Mesmo estando em uma das principais regiões metropolitanas do país, o metrô de Belo Horizonte foi o que menos recebeu recursos federais para sua melhoria, ampliação, quando comparado a cidades equivalentes como Salvador, Recife e Fortaleza.

Nos últimos 10 anos foram desperdiçados R$ 84 milhões em estudos, projetos e obras inacabadas para a criação das linhas 2 (Barreiro-Santa Tereza) e 3 (Savassi-Pampulha).

O ramal Calafate-Barreiro chegou a ser iniciado, com serviços de terraplenagem, desapropriações nas áreas de domínio da linha, mas parou em 2004 por falta de repasses de verbas pela União.

O dinheiro gasto na preparação da linha do Barreiro (cerca de R$ 60 milhões) foi investimento perdido.

Somente com a contratação do plano executivo das linhas 2 e 3, o governo Lula gastou R$ 15 milhões. Os projetos não foram concluídos e o dinheiro foi jogado fora.

Se a linha 2 (Barreiro/Santa Tereza) estivesse em operação, o passageiro de ônibus que faz o mesmo trajeto em duas horas, nos horários de pico – e pegando duas conduções –, poderia reduzir o tempo da viagem em quatro vezes, fazendo o percurso em 30 minutos.

O trecho Pampulha/Savassi poderia ser percorrida por trilhos em 20 minutos.

Estadualização

Com o objetivo de melhorar a mobilidade urbana da Região Metropolitana de Belo Horizonte, o Governo do Estado de Minas Geraiscom o apoio dos municípios de Belo Horizonte, Contagem e Betim, realizou estudos técnicos de engenharia, econômico-financeiros e jurídicos visando à modelagem da operação do Metrô BH com a participação da iniciativa privada. Não houve resposta por parte do governo federal.

O governo de Minas Gerais defende a estadualização do metrô.

Para a estadualização, será necessária a liberação R$ 1,1 bilhão pela União. O Estado disponibilizaria R$ 400 milhões e os R$ 2 bilhões restantes sairiam da iniciativa privada

LINHA EM OPERAÇÃO

Linha 1 – Contagem – Vilarinho (Venda Nova)

28,2 km de extensão

19 estações

25 trens – 1.026 passageiros por trem

160 mil passageiros por dia

LINHAS PREVISTAS

Linha 2 – Barreiro – Santa Tereza

21 km de extensão

Linha 3 – Pampulha-Savassi

12,4 km de extensão

Bairros de BH se mobilizam em defesa do Metrô e vão colher 1 milhão de assinaturas para encaminhar à presidenta Dilma

Defesa do Metrô de Belo Horizonte é uma luta de cidadãos

Nos últimos oito anos, o que se vê são cortes nos investimentos e uma inércia total por parte do governo Federal e do Partido dos Trabalhadores (PT) em relação aos recursos do metrô de BH

A defesa do Metrô de Belo Horizonte é uma luta de cidadãos de todos os bairros e regiões da cidade. A mobilização em torno do assunto já resultou em manifestações como a que ocorreu na praça da Estação, no dia 31 de agosto, com a presença de cerca de 500 pessoas, e agora se estende para os bairros. Um bom exemplo é o abaixo-assinado que está circulando no Barreiro e promete ganhar as ruas de toda a cidade.

A ação tem como objetivo recolher 1 milhão de assinaturas para encaminhar à presidenta Dilma com a reivindicação das obras que levarão o metrô até o Barreiro. Em apenas 22 dias, os organizadores já conseguiram mais de 70 mil assinaturas. Isso comprova a demanda urgente pelo metrô na região do Barreiro. Imagine em outros bairros? Você também pode fazer a diferença e ajudar a defender a modernização do metrô de BH.

Fonte: http://migre.me/5ABKn

Para participar do abaixo-assinado do Comitê Pro-Metrô Barreiro, você deve ir ao Centro Esportivo Milionários, de segunda a sexta, das 6h às 12h e das 14h às 22h. Aos sábados, das 6h às 12h e das 14h às 18h. É preciso informar o nome completo e o número da carteira de identidade. Informações pelo tel.: 3250.3388.

História

Nos últimos oito anos, o que se vê são cortes nos investimentos e uma inércia total por parte do governo Federal e do Partido dos Trabalhadores (PT) em relação aos recursos do metrô de BH. Alguns membros do PT chegaram até mesmo a afirmar que Belo Horizonte não precisa de metrô, enquanto defendem a construção do bilionário Trem Bala de São Paulo e Rio de Janeiro. Será que eles pensam que Minas merece carroça para transportar seus cidadãos?

Durante a campanha da presidenta Dilma a promessa de envio de verbas parecia que iria sair do papel. A presidenta garantiu recursos de R$1,9 bilhão para a construção das linhas Savassi/Pampulha, Barreiro/Calafate e Betim/Contagem. No entanto, o governo Federal cortou as verbas há alguns meses sem nenhum critério.

Quem conhece de perto o metrô de Belo Horizonte conhece sua realidade: as linhas são insuficientes e ultrapassadas, a maioria dos bairros fica sem atendimento e a saturação de passageiros deixa para trás todo o conforto e qualidade esperados para um metrô digno de uma das mais importantes capitais brasileiras.

Nos horários de pico fica quase impossível encontrar um lugar para se segurar, viajar assentado é um luxo e as estações ficam longe de pontos estratégicos como a praça Sete e a Região Hospitalar. Não raro, o usuário do metrô precisa andar mais de uma dezena de quarteirões para alcançar as passarelas que levam às estações.

Será que o Governo Dilma fará algo para resolver essa situação ou continuará mostrando o descaso do PT com Minas Gerais?

Aécio Neves apoia movimento BH quer Metrô e critica o Governo do PT que ‘opta em privilegiar a ocupação de espaços de governo’

Fonte: Assessoria de imprensa do senador Aécio Neves

Aécio Neves reforça movimento BH quer Metrô

Senador critica omissão do governo federal e falta de apoio da bancada do PT em relação à conclusão do metrô da capital

            O senador Aécio Neves integrou-se, nesta quarta-feira (31/08), ao movimento BH quer Metrô, que tem o objetivo de repudiar o descaso do governo federal em relação ao metrô de Belo Horizonte. Em Brasília, Aécio Neves elogiou o movimento realizado nesta quarta-feira na capital mineira e lembrou que as últimas estações do metrô foram construídas ainda durante o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, do PSDB. Ele criticou ainda a falta de empenho da bancada petista em cobrar da presidente da República a conclusão do metrô.

““O BH quer Metrô é um movimento que surge naturalmente, exatamente pela omissão do Governo do PT nesses últimos oito anos. Não se construiu um centímetro sequer de metrô em Belo Horizonte. As últimas obras do metrô ocorreram no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, do PSDB, quando as últimas estações foram construídas””, afirmou o senador.

O movimento foi organizado pelo Bloco Transparência e Resultado da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), formado pelo PSDB e outros nove partidos da base aliada ao governo de Antonio Anastasia. O movimento reúne ainda lideranças comunitárias e estudantes que se uniram aos usuários do metrô para criticar o abandono das obras. O metrô de Belo Horizonte, que completou 25 anos este mês, tem apenas uma linha, do total de três linhas previstas, e opera no limite de passageiros, sem receber recursos federais há quase uma década.

No Senado Federal, Aécio Neves lamentou a falta de empenho da base de sustentação do governo federal na defesa do metrô. O senador criticou, sobretudo, os parlamentares do PT por também não cobrarem da presidente da República outras obras fundamentais para Minas Gerais.

“”Eu espero que, além da pressão que estamos fazendo aqui enquanto oposição ao governo federal, além dessa pressão popular que esse movimento simboliza, deve haver também por parte da base de apoio, em especial do PT, uma movimentação firme em favor dessa obra, e cobrando da presidente da República. Infelizmente, o PT opta em privilegiar a ocupação de espaços de governo. Parece que tem constrangimento de cobrar, inclusive publicamente, da presidente da República a ausência do metrô, de investimentos no aeroporto internacional, na BR-381, no Anel Rodoviário. Parece que o PT coloca como principal objetivo de sua ação política a nomeação de companheiros eventualmente derrotados nas eleições para cargos públicos. Infelizmente, se não temos hoje um metrô digno em Belo Horizonte, a responsabilidade é do governo do PT””, concluiu o senador.

O movimento BH quer Metrô recolhe no centro de Belo Horizonte assinaturas para reivindicar a imediata liberação de verbas para o transporte sobre trilhos, simbolizado na manifestação por uma carroça parada em frente a Estação Central. O livro com as assinaturas será encaminhado à presidente Dilma Rousseff.

Deputados do Bloco Transparência e Resultado pedem coerência do governo federal com os municípios mineiros

Deputados do Bloco Transparência e Resultado pedem coerência do governo federal com os municípios mineiros

Fonte: Minas Transparente

 

Dep. Dalmo Ribeiro (PSDB) – “Prefeitos estão em Brasília com o pires na mão”

Os deputados do Bloco  Transparência e Resultado da Assembléia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) estão solidários com os prefeitos que participaram, na tarde desta terça-feira (10/05), da 14ªMarcha  a Brasília em defesa dos Municípios e que lutam para que o governo do PT cumpra com os compromissos já empenhados com milhares de prefeituras de todo o  país.

O deputado Dalmo Ribeiro (PSDB) , vice-líder do governo na ALMG,   destacou que os prefeitos estão hoje com o pires na mão em Brasília, e que exige coerência do governo federal que  deixa Minas Gerais sem investimentos.

Como o governo Lula gastou mal nos últimos anos, agora são os municípios que começam a ser penalizados. Por causa do cancelamento dos restos a pagar pela União, só em Minas os municípios podem tomar calote de R$ 59,4 milhões da União, 80% das cidades mineiras terão projetos paralisados por causa do cancelamento dos empenhos. Projetos de infraestrutura serão prejudicados.

Dalmo Ribeiro salientou que “o senador Aécio Neves está afinado com as causas dos prefeitos ao apresentar proposta de emenda à Constituição (PEC) e um projeto de lei que garantam a recuperação de perdas financeiras dos municípios.  Na última campanha eleitoral,  o senador Aécio Neves, comprometeu-se a defender a causa municipalista e sua atuação no Senado Federal vem confirmando esse compromisso”.

Foto Cadu Gomes/Assessoria de Imprensa da Liderança do PSDB no Senado

“Essa marcha é mais uma bela oportunidade, não apenas para um gesto de fidalguia, de deferência da presidente, dos senhores ministros junto aos prefeitos, mas para incorporarem essa pauta ao governo. Quem sabe não é hora da base do governo federal atuar em favor das questões que sejam essenciais ao Brasil, e não apenas fazendo gestos de apoio permanente e alguns deles, me permitam, até de vassalagem, em relação ao governo. É hora da base tomar iniciativa, de defender os municípios brasileiros, independente de partidos políticos, independente de regiões onde eles estejam. Eles estão se fragilizando a cada dia”, disse o senador em entrevista após seu pronunciamento.

Em seu discurso de defesa do fortalecimento dos municípios, o senador elogiou a pauta de reivindicações do movimento municipalista e ressaltou que grande parte dos problemas pelos quais passa a população brasileira é conseqüência de a Federação praticamente ter desaparecido no Brasil. Para o governador, assegurar a justa repartição de recursos e responsabilidades entre a União, os estados e os municípios é a questão central que precisa ser enfrentada para se resgatar a Federação.

Minas excluída do mapa de Mantega

Minas excluída do mapa de Mantega

Fonte: Isabella Souto – Estado de Minas
LEGISLATIVO
PSDB e partidos aliados na Assembleia denunciam que nas palestras que o ministro tem feito no exterior o estado fica de fora dos investimentos considerados prioritários pelo governo no país

Os deputados do Bloco Transparência e Resultado – formado pelo PSDB, DEM, PPS, PTB, PR, PTdoB, PHS, PRTB, PTC e PRP – apresentaram ontem no plenário da Assembleia Legislativa um requerimento em que cobram do governo federal investimentos para Minas Gerais nos próximos quatro anos do governo Dilma Rousseff (PT). Ao analisar documento produzido pelo Ministério da Fazenda com a projeção de obras avaliadas em R$ 186,8 bilhões, os parlamentares verificaram que o estado natal da presidente da República não é citado como beneficiário de nenhum centavo.

No documento, que serve de base para palestras do ministro da Fazenda Guido Mantega no exterior, um mapa do Brasil apresenta a previsão do repasse de bilhões de reais para obras como o Rodoanel de São Paulo e o Porto de Santos, duas hidrelétricas em Rondônia, o trem-bala ligando o Rio de Janeiro e São Paulo, a Usina de Belo Monte, no Pará, e estradas em estados como Bahia, Santa Catarina e Goiás. ”Na apresentação de Mantega, o mapa de Minas Gerais fica ilhado, cercado por investimentos, sem nada para si”, diz a nota divulgada pela bancada.

Os deputados reclamam ainda que obras urgentes para os mineiros, como o metrô de Belo Horizonte, a duplicação de parte da BR-040 e da BR-381 não são contempladas no mapa de investimentos apresentado pelo ministro da Fazenda. “São problemas que afligem os mineiros e que dependem de investimentos federais”, afirma a nota. A BR-381, no trecho entre a capital e João Monlevade, é conhecida como a rodovia da morte. Só no ano passado, morreram 111 pessoas e 1.430 ficaram feridas. Só agora, depois de anos de descaso, o governo sinaliza para a duplicação da rodovia. Hoje e amanhã, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) realiza audiências públicas para discutir dois lotes do projeto executivo de duplicação.

Apelos O requerimento dos deputados foi encaminhamento ao presidente da Assembleia Legislativa, Dinis Pinheiro (PSDB), com o pedido para que a Casa faça “veementes apelos” ao ministro Guido Mantega e à Presidência da República.

Na reunião plenária realizada durante a tarde, o deputado Rômulo Viegas (PSDB) reclamou da ausência de Minas na lista de prioridades do Palácio do Planalto. “É hora de a presidente Dilma reconhecer o estado, já que se diz mineira, e não de retirar investimentos de Minas Gerais”, discursou o tucano. No requerimento, os deputados assinalam ainda que, “além de injustificável, a exclusão do povo mineiro como beneficiário de obras públicas de longo alcance social demonstra que o governo do PT coordena sua ação governamental dando as costas para os brasileiros que residem nas Minas e nos Gerais”.