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Anastasia destaca Choque de Gestão do Governo Aécio

O Choque de Gestão deu resultados concretos, recolocou as contas do Minas em ordem e melhorou a qualidade de vida dos cidadãos de Minas.

Eleições 2014

Fonte: Folha de S.Paulo

Antonio Anastasia: Aécio e o bem-sucedido choque de gestão

Artigo

Em 2003, o então governador Aécio Neves implantou em Minas Gerais uma gestão moderna, eficiente e criativa. O choque de gestão, como ficou conhecido esse modelo, significa gastar menos com a administração para investir mais no cidadão e oferecer mais e melhores serviços públicos.

Desde meados dos anos 1990, Minas enfrentava um persistente desequilíbrio fiscal. Para 2003, havia previsão de um deficit de R$ 2,4 bilhões. Faltavam recursos para as despesas e até para a folha de pessoal. Havia uma grande dívida com fornecedores, ausência de crédito internacional, fuga de investimentos privados e deterioração da infraestrutura pública. Os investimentos com recursos do Tesouro do Estado praticamente não existiam.

Em tempo recorde, o governo de Minas conseguiu sanear as finanças e equilibrar as contas. A equipe de governo cortou, enxugou, fundiu órgãos e conseguiu gastar menos e, principalmente, melhor.

Em 2004, Minas alcançou o deficit zero com um resultado fiscal positivo de R$ 90 milhões. O Estado havia encontrado o equilíbrio entre receita e despesa. Os servidores passaram a receber em dia. Minas recuperou a credibilidade e voltou a receber recursos federais e internacionais. Desde então, o Estado mantém suas finanças em ordem.

Esse modelo consolidou-se na segunda geração do choque de gestão (2007-2010). A partir de 2009, o foco na meritocracia levou o governo de Minas a implantar os acordos de resultados em todos os órgãos e entidades, que antes eram optativos.

Os acordos são uma contratualização de metas que resultam no pagamento de prêmio por produtividade aos servidores em função do cumprimento do que é acordado. Cada escola, cada hospital, cada presídio, por exemplo, pactua metas que, cumpridas representa, melhores serviços para os cidadãos.

A partir de 2011, o modelo, em sua terceira geração, evoluiu para um processo de participação da sociedade na priorização das ações, com metas regionalizadas e formação de comitês regionais em todo o Estado.

Os resultados podem ser observados em todas as áreas. De 2003 a 2013, os investimentos do Executivo em escolas, hospitais, estradas, saneamento, segurança, entre outros serviços, saltaram de R$ 600,9 milhões para R$ 4,275 bilhões.

Na educação, de acordo com o Ministério da EducaçãoMinas Gerais lidera o ranking entre os Estados brasileiros no ensino fundamental. O Estado tem a melhor classificação entre as redes estaduais e também o melhor índice quando consideradas todas as redes de ensino. No ensino médio, a rede estadual mineira continua entre as melhores do país como terceira colocada entre as redes estaduais e em quarto lugar entre todas as redes.

Minas tem a melhor saúde do Sudeste e a quarta melhor do país, de acordo com o Ministério da Saúde. No plano nacional, ficou em quarto lugar, atrás apenas de Estados mais ricos e homogêneos, como Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. Quem conhece a complexidade dos desafios da gestão pública pode avaliar o tamanho do esforço que há por trás de resultados como esse.

Na segurança, o Estado tem a segunda menor taxa de homicídios do Sudeste e a oitava menor do país. Minas é o Estado que mais investe em segurança no Brasil proporcionalmente ao Orçamento.

Nas agendas de desenvolvimento, o trabalho teve como focos o planejamento de médio e longo prazo, a partir do Plano Mineiro de Desenvolvimento Integrado, do alinhamento de prioridades, da integração entre planejamento e Orçamento, da retomada da atração de investimentos privados, da instituição de parcerias público-privadas e de outros modelos de referência, que atraem visitantes de outros Estados e países.

choque de gestão deu resultados concretos, recolocou as contas do Estado em ordem e, principalmente e mais importante, melhorou a qualidade de vida dos cidadãos de Minas Gerais.

ANTONIO ANASTASIA, 53, ex-governador de Minas Gerais (2010-2014), é senador eleito pelo PSDB

Ao lado de Pimenta, Aécio engrossa denúncias contra os Correios

Aécio Neves engrossou as denúncias com os Correios, ao afirmar que material de sua campanha não foi entregue aos destinatários.

Fonte: Hoje em Dia

Aécio engrossa denúncias sobre ‘uso dos Correios’ em Minas

Frederico Haikal/Hoje em Dia

O presidenciável do PSDB, senador Aécio Neves (MG), engrossou as denúncias com os Correios na tarde desta sexta-feira (3), ao afirmar que material de sua campanha enviado pela Força Sindical para aposentados em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro não foram entregues aos destinatários. Segundo o presidente licenciado da entidade, deputado federal Paulo Pereira da Silva (SD), a Força estuda tomar “medidas jurídicas” contra os Correios, além de pedir o “ressarcimento” do pagamento pelo serviço, cujo valor não soube informar.

“A gente mandou as cartas para endereços de pessoas próximas, que nos disseram que não receberam. A gente já esperava isso. Vamos pedir o ressarcimento”, afirmou Paulinho da Força, que é aliado formal de Aécio e integra a coordenação política da campanha tucana. “Isso é algo extremamente grave”, avaliou Aécio, durante visita à Pedreira Prado Lopes, uma das maiores favelas de Belo Horizonte.

O PSDB pediu à Justiça Eleitoral que instaure ação de investigação judicial eleitoral (AIJE) para apurar abuso de poder econômico e político por causa do uso da estrutura dos Correios em benefício da candidatura de Dilma Rousseff. Segundo a campanha tucana, parte de dois lotes de 11,4 milhões de correspondências de Aécio e do candidato da legenda ao governo de MinasPimenta da Veiga, enviados em agosto e setembro não teria sido entregue.

Aécio ainda cobrou de Dilma “explicações” sobre o pagamento de material da campanha petista sem chancela distribuído pelos Correios em São Paulo, conforme mostrou o Estado. Os Correios afirmaram que o serviço foi regularmente contratado e pago à vista pela campanha de Dilma. “Quero dar à senhora presidente da República a oportunidade de prestar esse esclarecimento. Tive o cuidado de examinar a prestação de contas da candidata Dilma Rousseff. E a prestação de contas de 2 de setembro, onde deveriam constar todos os pagamentos feitos até 31 de agosto, não consta nenhum pagamento para a Empresa de Correios e Telégrafos (ECT)”, disparou o tucano.

Aécio tem investido a maior parte de seu tempo em Minas para tentar alavancar a candidatura de Pimenta da Veiga. Pelas últimas pesquisas eleitorais, o tucano tem chance de ser derrotado em primeiro turno pelo ex-ministro Fernando Pimentel (PT). “O Brasil assiste a um vergonhoso vale-tudo para se ganhar uma eleição. E esse vale-tudo infelizmente ameaça chegar a Minas Gerais. Não vamos permitir que esse modo de agir do PT alcance as nossas empresas. Não queremos que a Cemig vire uma nova Petrobras e que a Copasa vire um novo Correio, com escândalos sucessivos”, concluiu.

Após vídeo, associação vai entrar na Justiça contra presidente dos Correios

Após a denúncia contra os Correios, a ADCAP anunciou uma ação de improbidade administrativa contra o presidente da estatal, Wagner Pinheiro.

Escândalo dos Correios

Fonte: O Tempo

Após vídeo, associação de servidores dos Correios entrará na Justiça

De acordo com a associação, a ação seria por improbidade administrativa, já que a denúncia fala em um suposto uso da máquina pública a favor do PT

DA REDAÇÃO

Após a denúncia de que os Correios estariam auxiliando e fazendo campanha para candidatos do PT, a Associação dos Empregados de Nível Superior e Técnico dos Correios (ADCAP) anunciou, na tarde desta quarta-feira (1º), que irá entrar com uma ação de improbidade administrativa contra o presidente da estatal, Wagner Pinheiro.

De acordo com a associação, a ação seria por improbidade administrativa, já que a denúncia fala em um suposto uso da máquina pública a favor do PT. A reportagem tentou entrar em contato com a ADCAP para obter mais detalhes, mas nenhum telefonema foi atendido.

O vídeo se tornou público na última terça-feira (30), onde o deputado estadual Durval Ângelo (PT) aparece afirmando que a campanha de Dilma só chegou ao atual patamar porque ‘tem dedo forte dos petistas dos Correios‘. Em sua defesa, o petista divulgou uma nota de esclarecimento a respeito do episódio, onde afirma que o apoio dos funcionários da estatal se deu fora do horário do expediente, o que não caracteriza nenhum tipo de ação ilegal.

“Não há qualquer adesão da empresa Correios, mas de pessoas que como quaisquer outras, têm o direito constitucional de, como cidadãs, se engajarem politicamente” mostra trecho do comunicado.

A reunião teria sido realizada na última quinta-feira. “..Se hoje nós temos a capilaridade da campanha do (Fernando) Pimentel (candidato do PT ao governo de Minas) e da Dilma em toda Minas Gerais, isso é graças a essa equipe dos Correios”, disse deputado.

Todo discurso é acompanhado pelo presidente dos Correios, Wagner Pinheiro, que não se manifesta no trecho ao qual o jornal teve acesso. O parlamentar, que integra o Diretório Nacional do PT e é coordenador político da campanha de Pimentel, pede ao presidente dosCorreios que informe à direção nacional do partido sobre “a grande contribuição que os Correios estão fazendo” nas campanhas.

Também em nota, os Correios alegaram que a denúncia não pode ser tratada como uma ‘ação da empresa.

“As alusões feitas na matéria sobre participação de pessoas ligadas aos Correios em atividades político-partidárias jamais podem ser entendidas como atuação da empresa. Ao que nos consta, a referida reunião de que trata a matéria ocorreu no período noturno e fora dosCorreios e não utilizou qualquer recurso da instituição. Portanto, não diz respeito à empresa”, declara a estatal.

Entrevista Hoje em Dia: Pimenta quer levar o ensino integral a todas as escolas do Estado

Em entrevista, Pimenta destaca a modernização da infraestrutura e a dinamização da economia de Minas, como algumas das metas de governo.

Coligação Todos por Minas

Pimenta da Veiga quer dinamizar a economia de Minas

Fonte: Hoje em Dia

Em entrevista ao Hoje em Dia, o candidato da coligação “Todos por Minas”, Pimenta da Veiga (PSDB), revela as principais metas de sua proposta de governo, caso seja eleito. No plano social, ele garante que as prioridades serão a saúde, educação e segurança. Além da infraestrutura, a dinamização econômica de Minas também está no radar do tucano.

Em seu plano de governo, qual ponto o senhor considera o mais importante e por quê?

As principais bases do nosso plano de governo são a área social, com prioridade para saúde, educação e segurança pública; a modernização da infraestrutura urbana; e a dinamização da economia de Minas.

Além desses pontos, quais são as áreas prioritárias e como pretende desenvolvê-las?

Na educação, vamos levar o ensino integral a todas as escolas do Estado; aumentar as vagas e diversificar os cursos profissionalizantes; valorizar os professores por meio de promoção automática dos que concluírem mestrado ou doutorado e ainda oferecer condições para que optem pelo trabalho integral em uma só escola.

Na segurança, vamos aumentar o policiamento ostensivo e ampliar o efetivo das polícias Militar e Civil. Queremos avançar com os programas de prevenção à criminalidade e às drogas, como o Fica Vivo, pois o tráfico é a principal causa da violência.

Na saúde, vamos ampliar, reformar e construir 17 hospitais regionais, com objetivo de fortalecer o processo de regionalização da saúde. A intenção é fazer com que as pessoas tenham atendimento médico o mais próximo possível de suas casas. Para isso, vamos também implementar incentivos aos médicos que se fixarem nas pequenas cidades.

Na infraestrutura, vamos atacar o problema da mobilidade urbana. Primeiro, é preciso um transporte público de qualidade. O mais eficiente é o sistema sobre trilhos. Na Região Metropolitana, por exemplo, a solução é o metrô. Temos o compromisso de construir o Rodoanel Norte e também 22 contornos rodoviários ao redor de cidades de médio e grande porte, eliminando o tráfego pesado de caminhões e tornando o trânsito mais seguro na Região Metropolitana. E também vamos construir o Rodoanel Sul, ligando Betim à BR-040.

Como pretende trabalhar pelo desenvolvimento econômico e social das regiões de Minas?

Para fazer com que Minas dê um novo salto na economia, vamos aproveitar as potencialidades regionais e diversificar os empreendimentos. Além disso, vamos investir na infraestrutura e na logística, assim como reduzir a carga tributária, dentro da competência do governo estadual. Com isso, aumentamos as oportunidades, gerando mais empregos e atraindo mais recursos para a melhoria da qualidade de vida dos mineiros. Vamos manter todos os programas sociais, como o Travessia.

Entre 2002 e 2012, Minas reduziu a desigualdade social em 10,9%, um resultado melhor que a média do Brasil e do Sudeste. Mais de 3 milhões de mineiros foram beneficiados pelo Travessia em 309 municípios. O programa promove a inclusão social e produtiva da população em situação de pobreza e vulnerabilidade social, por meio de uma série de ações articuladas entre várias secretarias de Estado e órgãos da administração. Temos que ressaltar que o mineiro tem enorme capacidade empreendedora, sempre soube aproveitar as oportunidades de trabalho nas diferentes áreas e precisa ser cada vez mais incentivado a produzir.

Quais são os principais desafios que o novo governador enfrentará?

São vários porque administrar um estado com as dimensões de Minas, com suas diversidades e potencialidades, exige dedicação e trabalho. Reduzir, por exemplo, as diferenças sociais entre as nossas regiões vai exigir muito esforço e determinação porque o modelo econômico adotado pelo governo federal nos últimos anos aponta para momentos difíceis. Mas, da nossa parte, não faltará o empenho para que as regiões mais pobres, como o Norte, o Jequitinhonha e o Mucuri recebam mais investimentos que as regiões mais ricas. Queremos diminuir a distância social entre as regiões de Minas, sem deixar, no entanto, de criar alternativas para que as mais desenvolvidas não fiquem paradas no tempo.

A crise internacional persiste e compromete o crescimento econômico do Brasil. O que fazer para que Minas se expanda e sustente seus projetos de governo?

Não é só a crise internacional que preocupa, mas a política econômica do governo federal do PT que trouxe de volta a inflação com profunda recessão. O retorno da inflação significa prejuízo para todos, é vizinha da corrupção, impede o crescimento, o desenvolvimento de cidades e pessoas. Apesar disso, nos últimos anos, Minas cresceu mais do que a média nacional. A indústria mineira aumentou a sua parcela na economia do Estado, segundo o IBGE. Em 2002, o setor respondia por 27,5% da economia mineira e passou para 32,8% em 2011. Esse índice representa mais do que o crescimento da média nacional. Em 2002, a indústria no Brasil tinha participação de 27,1% e cresceu 0,4 ponto percentual em 2011, quando chegou a 27,5% na economia nacional.

O senhor se considera preparado para enfrentar um eventual cenário negativo, com perdas de arrecadação?

Me sinto extremamente preparado. Além da atração de investimentos, como já citei, vamos intensificar a parceria com a iniciativa privada. Minas é o estado com maior número deParcerias Público Privadas (PPP). Nos últimos seis anos, o Governo de Minas conseguiu atrair R$ 2,3 bilhões para projetos de PPP, e outros R$ 5 bilhões em projetos em licitação. Minas se tornou referência nacional e internacional quando se trata desse modelo, com reconhecimento pela revista britânica World Finance e pelo Banco Mundial.

Se eleito, que Estado o senhor deseja entregar?

Uma Minas onde todos tenham orgulho de dizer onde vivem. Meu maior compromisso é com os cidadãos. As ações do governo terão como objetivo principal promover o bem-estar das pessoas que devem ser contempladas com políticas públicas que tornem nosso Estado uma terra de oportunidades para todos.

Se eleito, qual será o perfil do seu secretariado?

Competência e espírito público. É o que buscaremos entre os homens e mulheres de bem para compor o nosso governo. Queremos fazer um governo moderno, com eficiência em gestão. Como somos apoiados por uma ampla coligação – que inclui 14 partidos, além de lideranças de outras legendas que ao longo da campanha, foram se juntando a nós – não precisaremos nos render a conchavos ou alianças espúrias para garantir governabilidade. O eleitor pode esperar de nós o compromisso com a ética e o interesse público em todas as nossas ações, o que começará já na montagem da equipe de governo.

Por que os mineiros devem votar no senhor?

A nossa candidatura é a mais preparada para governar Minas. Tenho percorrido diversas cidades para escutar as pessoas sobre seus principais sonhos e demandas. Ninguém pode governar bem um país, um estado, um município se não for ouvindo os destinatários das nossas ações. O que me credencia é a minha história pessoal e política, de quase 40 anos dedicados ao interesse público, que me ensinou que o foco de um governo deve ser a melhoria da vida das pessoas.

Petistas dos Correios beneficiaram Dilma e Pimentel na corrida eleitoral

Durval Ângelo afirmou que a presidente Dilma só chegou a 40% das intenções de votos em Minas Gerais porque “tem dedo forte dos petistas dos Correios”.

Ações ilícitas para conquistar votos

Fonte: Estadao de S.Paulo

Em vídeo, deputado diz que ‘tem dedo forte dos petistas dos Correios’ na campanha de Dilma

Em reunião em Minas, Durval Ângelo (PT-MG) atribui desempenho da presidente nas pesquisas de intenção no Estado à ‘contribuição’ da empresa; imagens foram obtidas pelo ‘Estado’.

Clique aqui para assistir o vídeo

Numa reunião com dirigentes dos Correios em Minas Gerais, com a presença do presidente da empresa pública, Wagner Pinheiro, o deputado estadual Durval Ângelo (PT-MG) afirmou que a presidente Dilma Rousseff só chegou a “40%” das intenções de votos em Minas Gerais porque “tem dedo forte dos petistas dos Correios”. Um trecho gravado da reunião, realizada na última quinta-feira, foi obtido pelo Estado. “Se hoje nós temos a capilaridade da campanha do [Fernando] Pimentel [candidato do PT ao governo de Minas] e da Dilma em toda Minas Gerais, isso é graças a essa equipe dos Correios.” O deputado diz, ainda, que “a prestação de contas dos petistas dos Correios será com a vitória do Fernando Pimentel a governador e com a vitória da Dilma”.

Todo discurso é acompanhado pelo presidente dos Correios, Wagner Pinheiro, que não se manifesta no trecho ao qual o Estado teve acesso. Pinheiro está sentado à mesa ao lado do deputado Durval Ângelo e não o interrompe. O parlamentar, que integra o Diretório Nacional do PT e é coordenador político da campanha de Pimentel, pede ao presidente dos Correios que informe à direção nacional do partido sobre “a grande contribuição que os Correios estão fazendo” nas campanhas.

“A Dilma tinha em Minas Gerais, em alguns momentos, menos de 30%. Se hoje nós estamos com 40% em Minas Gerais tem dedo forte dos petistas dos Correios. Então, queremos que você leve à direção nacional do PT, que eu também faço parte do diretório, mas também à direção nacional da campanha da Dilma, a grande contribuição que os Correios estão fazendo”. E prossegue: “Muitos companheiros tiraram férias, licença, que têm como direito, ao invés de estarem com suas famílias passeando, estão acreditando no projeto.”

O deputado diz, na gravação, ter uma “parceria antiga com gigantes que representam os Correios” e cita nominalmente o diretor regional dos Correios em Minas Gerais, Pedro Amengol, o assessor do gabinete da diretoria, Lino Francisco da Silva, e o gerente regional de vendas dos Correios, Fábio Heládio, os três ligados ao PT. ‘”…No dia da reunião que nós tivemos no hotel [da qual participou Pimentel], o Helvécio [Magalhães, coordenador da campanha do petista] falou: “Vou reunir com a equipe ainda esta semana e vamos liberar a infraestrutura. E, se hoje nós temos a capilaridade da campanha do Pimentel e da Dilma em toda Minas Gerais, isso é graças a essa equipe dos Correios.””

O deputado contou que várias reuniões foram realizadas no Estado por funcionários dos Correios para trabalhar pelas campanhas: “Os Correios trabalharam com as 66 mesorregiões [de Minas]. Fizemos reuniões em todas e nas macrorregiões, regiões assim como Governador Valadares, com 40 cidades, assim como 30 cidades do Sul, em Viçosa tinha 70 cidades. Onde eu tive perna eu fui acompanhando.”

Na última semana, o Estado revelou que os Correios abriram uma exceção para entregar, sem chancela, 4,8 milhões de folders da campanha de Dilma Rousseff no interior de São Paulo. A chancela ou estampa digital serve como comprovação de que o material entregue pelos carteiros foi realmente postado nos Correios e distribuído de forma regular, mediante pagamento. Dez partidos de oposição também foram beneficiados com a exceção para enviar 927,7 mil unidades sem chancela.

Outro lado. O presidente dos Correios afirmou, por meio da assessoria, que “os Correios não estão contribuindo com a campanha de qualquer candidato”. Ele confirmou que participou da reunião em Minas Gerais, na última quinta-feira, após cumprir agenda de trabalho na capital mineira – a sede dos Correios fica em Brasília. “A reunião não ocorreu durante o expediente e a empresa não custeou despesas relacionadas a ela.” A assessoria informou que “durante o período da tarde, o presidente participou de reuniões de trabalho na Diretoria Regional dos Correios de Minas Gerais e de evento do Plano de Demissão Incentivada para Aposentado dos Correios.”

O deputado Durval Ângelo não respondeu aos telefonemas do Estado. A assessoria de campanha da presidente Dilma Rousseff, procurada, afirmou: “A campanha não mobiliza funcionários da empresa. A única relação da campanha com os Correios ocorre mediante prestação de serviços pagos, como já informado anteriormente ao Estado de S. Paulo”.

A campanha de Pimentel afirmou que ele tem se reunido e recebido apoio de vários segmentos de servidores em Minas Gerais, incluindo dos Correios. “É algo corriqueiro na campanha”, afirmou a assessoria. Na última semana, por exemplo, o candidato esteve com funcionários da estatal num encontro organizado pelo diretor dos Correios em Minas, Pedro Amengol. “Demonstramos o apoio do coletivo de trabalhadores e trabalhadoras dos Correios que está organizado há mais de dez anos no estado”, afirmou Amengol, conforme noticiado no site da campanha. Procurado, Amengol não ligou de volta para o Estado.

Atração de empresas será uma das marcas de Pimenta no Governo de Minas

Pimenta da Veiga: “Temos de apoiar fortemente a atividade empresarial, que é geradora de emprego e renda”.

Eleições 2014

Fonte: Pimenta 45

Pimenta: falta de apoio federal afetou atividade econômica e segurança no interior de Minas

Atração de empresas e impulso ao desenvolvimento serão marcas do candidato, que aposta ainda em mais obras, saúde e mais policiamento

O candidato a governador pela Coligação Todos por MinasPimenta da Veiga, afirmou, nesta quinta-feira (18/09), que irá combater os gargalos que a má administração petista no governo federal deixou no Estado. Durante visita às cidades de Ubá e Manhuaçu, na Zona da Mata, e Caratinga, no Rio Doce, Pimenta criticou a falta de atuação federal, nos últimos 12 anos, em diversas questões, como o desenvolvimento econômicoinfraestrutura e a segurança pública em Minas.

“Temos de apoiar fortemente a atividade empresarial, que é geradora de emprego e renda. Ubá é um exemplo: tem um polo moveleiro expressivo, teve já um polo de confecções, que também teve muita força. Então, não vamos deixar que aconteça com o polo moveleiro o que aconteceu com o polo de confecções, porque o governo do PT, com o ministro de Desenvolvimento do PT, que é candidato ao Governo de Minas, não soube apoiar”, ressaltou.

Enquanto ministro do governo federal, o candidato do PT ao Governo de Minas impediu a instalação de grandes empresas em Minas, como a Fiat, que foi levada a Pernambuco por incentivo dos petistas e deixou de gerar mais de 5 mil empregos para os mineiros. Da mesma forma, o Estado perdeu outro grande investimento, o polo acrílico de Ibirité. Milhares de outros postos de trabalho deixaram de ser gerados na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Junto a apoiadores de sua candidatura, em Manhuaçu, o candidato também condenou o descaso do governo do PT para com as fronteiras brasileiras, que permite a entrada de drogas e armas no país, fator que mais gera violência no Brasil. “A questão da criminalidade está muito séria. O país não produz drogas, no entanto, aqui dentro circula muita droga, porque o governo do PT não toma conta das fronteiras”, alertou.

A grave situação econômica pela qual passa o país neste momento foi também destacada pelo candidato a senador Antonio Anastasia, que esteve ao lado de Pimenta da Veiga durante o corpo a corpo com os moradores. O ex-governador de Minas citou a volta alarmante da inflação e o crescimento pífio do país, consequências das políticas econômicas do governo federal.

“Lamentavelmente, o Brasil hoje vive uma crise decorrente de má política econômica do governo federal, e não adianta culpar a crise internacional, porque países vizinhos ao Brasil estão com índices maiores de crescimento. Estamos com um quadro difícil, inflação voltando, passando das metas, indo além do limite, do teto, e um crescimento baixo. Então, é um quadro grave, que o governo federal do PT não está sabendo combater”, disse.

Propostas

Em Ubá, Pimenta da Veiga garantiu conceder insumos para fortalecer a atividade empresarial, geradora de emprego e de renda na região, como o apoio ao crédito, em matéria tributária e no campo político. “Além disso, queremos tratar com absoluta prioridade do contorno da cidade, de modo a dar vazão ao grande trânsito de caminhões e de veículos. Na saúde, vamos criar aqui um Núcleo de Combate ao Câncer, antiga reivindicação da cidade”.

Na caminhada por Manhuaçu, que mobilizou políticos, moradores e lideranças comunitárias, a população também comemorou o anúncio de obras para o contorno viário da cidade e ainda a construção de um hospital que atenda a população de municípios vizinhos. Ações para segurança não ficaram de fora da pauta: “aqui em Minas, vamos aumentar o policiamento ostensivo, para deixar claro que não convivemos com a bandidagem”, declarou.

Pimenta da Veiga reforçou em Caratinga, onde participou com Anastasia de caminhada pela cidade, seu ousado plano para melhorar a educação pública no Estado, que já é considerada a melhor do país no ensino fundamental. Além de aprofundar o ensino profissionalizante, o candidato a governador quer levar a todas as regiões mineiras a escola de tempo integral.

“Este é um projeto do qual tenho grande carinho, porque a criança mais tempo na escola quer dizer duas coisas: primeiro, os pais mais tranquilos, porque sabem que os filhos estão na escola. Depois, as crianças aprendem mais, podem ter um currículo maior e podem ter uma parte dedicada ao esporte, à cultura, de maneira que são atividades muito intensas e muito importantes”, declarou Pimenta da Veiga.

Poupança Jovem é a principal aposta de Pimenta da Veiga

Poupança Jovem é a principal aposta do candidato a governador Pimenta da Veiga para estimular os alunos a concluírem o ensino médio.

Eleições 2014

Fonte: Pimenta 45

Pimenta da Veiga vai levar Poupança Jovem para todas as regiões de Minas Gerais

Candidato afirma em entrevista ao MGTV que valor da bolsa concedida para jovens que concluem o ensino médio deverá ser reajustado para até R$ 5 mil

A ampliação do Poupança Jovem é a principal aposta do candidato a governador Pimenta da Veiga para estimular os alunos a concluírem o ensino médio – ciclo escolar em que são registrados os maiores índices de evasão escolar em todo o país. Em entrevista nesta segunda-feira (15/09) ao MGTV – 1ª Edição, da Rede Globo, Pimenta afirmou que o programa, que já alcançou excelentes resultados em nove municípios mineiros, será estendido e consolidado durante seu governo.

“Esta é uma das nossas bandeiras, nós vamos levar este programa para todas as regiões do Estado. É muito interessante motivar o jovem para que continue na sala de aula, é isso que é preciso e o Poupança Jovem tem essa finalidade”, afirmou. “É um dos pontos basilares do nosso programa”, assegurou Pimenta da Veiga.

O programa garante a liberação de uma bolsa de R$ 3 mil quando o aluno completa o ensino médio. A ideia principal é incentivar esses jovens a darem continuidade aos seus estudos ou a abrirem seus negócios próprios. Com isso, o programa garante o bom desempenho escolar e gera nova perspectiva de futuro. A proposta de Pimenta é reajustar o valor da bolsa concedida, nos próximos anos.

“Ele (o programa) pode chegar a até R$ 5 mil, o que é muito importante para um jovem que está cursando a escola”, disse. “Este não é um programa caro, porque se nós fizermos a conta final, ele tem um grande avanço social e eu tenho ouvido depoimentos encantadores de quem participa deste programa”, completou.

Criado em 2007, durante o governo de Aécio Neves, o Poupança Jovem já beneficiou mais de 100 mil jovens matriculados em escolas estaduais dos municípios de Esmeraldas,Governador Valadares, Ibirité, Juiz de ForaMontes ClarosPouso Alegre, Ribeirão das Neves, Sabará e Teófilo Otoni. Para ter direito a sacar a bolsa ao final do curso, o programa obriga o estudante a comprovar frequência às aulas e a não se envolver com a criminalidade.

Saúde perto de casa

Pimenta da Veiga reiterou a importância de dar prosseguimento ao plano de regionalização da saúde iniciado também no governo de Aécio Neves e intensificado com o governadorAntonio Anastasia. O objetivo é que as pessoas tenham acesso a serviços médicos de qualidade o mais perto possível de onde moram. Para alcançar essa meta, Pimenta vai construir 12 hospitais regionais.

“O PSDB construiu o (hospital) de Uberlândia, o de Uberaba, que está praticamente pronto, o de Sete Lagoas, e estão em obras o de Teófilo OtoniGovernador ValadaresDivinópolis, e vários outros”, afirmou. Ao lembrar que a saúde é uma das principais demandas da população, Pimenta criticou o descaso do governo petista com a saúde dos mineiros. “Uma coisa inacreditável é o PT, que fez 80 hospitais pelo Brasil e não fez nenhum em Minas. Nenhum! Então, acho muito engraçado quando meu adversário vem falar sobre os nossos. Nós fizemos três e estamos fazendo mais 12. Ele fez 80 no Brasil, não fez nenhum aqui e ainda nos critica”, afirmou.