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Atração de empresas será uma das marcas de Pimenta no Governo de Minas

Pimenta da Veiga: “Temos de apoiar fortemente a atividade empresarial, que é geradora de emprego e renda”.

Eleições 2014

Fonte: Pimenta 45

Pimenta: falta de apoio federal afetou atividade econômica e segurança no interior de Minas

Atração de empresas e impulso ao desenvolvimento serão marcas do candidato, que aposta ainda em mais obras, saúde e mais policiamento

O candidato a governador pela Coligação Todos por MinasPimenta da Veiga, afirmou, nesta quinta-feira (18/09), que irá combater os gargalos que a má administração petista no governo federal deixou no Estado. Durante visita às cidades de Ubá e Manhuaçu, na Zona da Mata, e Caratinga, no Rio Doce, Pimenta criticou a falta de atuação federal, nos últimos 12 anos, em diversas questões, como o desenvolvimento econômicoinfraestrutura e a segurança pública em Minas.

“Temos de apoiar fortemente a atividade empresarial, que é geradora de emprego e renda. Ubá é um exemplo: tem um polo moveleiro expressivo, teve já um polo de confecções, que também teve muita força. Então, não vamos deixar que aconteça com o polo moveleiro o que aconteceu com o polo de confecções, porque o governo do PT, com o ministro de Desenvolvimento do PT, que é candidato ao Governo de Minas, não soube apoiar”, ressaltou.

Enquanto ministro do governo federal, o candidato do PT ao Governo de Minas impediu a instalação de grandes empresas em Minas, como a Fiat, que foi levada a Pernambuco por incentivo dos petistas e deixou de gerar mais de 5 mil empregos para os mineiros. Da mesma forma, o Estado perdeu outro grande investimento, o polo acrílico de Ibirité. Milhares de outros postos de trabalho deixaram de ser gerados na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Junto a apoiadores de sua candidatura, em Manhuaçu, o candidato também condenou o descaso do governo do PT para com as fronteiras brasileiras, que permite a entrada de drogas e armas no país, fator que mais gera violência no Brasil. “A questão da criminalidade está muito séria. O país não produz drogas, no entanto, aqui dentro circula muita droga, porque o governo do PT não toma conta das fronteiras”, alertou.

A grave situação econômica pela qual passa o país neste momento foi também destacada pelo candidato a senador Antonio Anastasia, que esteve ao lado de Pimenta da Veiga durante o corpo a corpo com os moradores. O ex-governador de Minas citou a volta alarmante da inflação e o crescimento pífio do país, consequências das políticas econômicas do governo federal.

“Lamentavelmente, o Brasil hoje vive uma crise decorrente de má política econômica do governo federal, e não adianta culpar a crise internacional, porque países vizinhos ao Brasil estão com índices maiores de crescimento. Estamos com um quadro difícil, inflação voltando, passando das metas, indo além do limite, do teto, e um crescimento baixo. Então, é um quadro grave, que o governo federal do PT não está sabendo combater”, disse.

Propostas

Em Ubá, Pimenta da Veiga garantiu conceder insumos para fortalecer a atividade empresarial, geradora de emprego e de renda na região, como o apoio ao crédito, em matéria tributária e no campo político. “Além disso, queremos tratar com absoluta prioridade do contorno da cidade, de modo a dar vazão ao grande trânsito de caminhões e de veículos. Na saúde, vamos criar aqui um Núcleo de Combate ao Câncer, antiga reivindicação da cidade”.

Na caminhada por Manhuaçu, que mobilizou políticos, moradores e lideranças comunitárias, a população também comemorou o anúncio de obras para o contorno viário da cidade e ainda a construção de um hospital que atenda a população de municípios vizinhos. Ações para segurança não ficaram de fora da pauta: “aqui em Minas, vamos aumentar o policiamento ostensivo, para deixar claro que não convivemos com a bandidagem”, declarou.

Pimenta da Veiga reforçou em Caratinga, onde participou com Anastasia de caminhada pela cidade, seu ousado plano para melhorar a educação pública no Estado, que já é considerada a melhor do país no ensino fundamental. Além de aprofundar o ensino profissionalizante, o candidato a governador quer levar a todas as regiões mineiras a escola de tempo integral.

“Este é um projeto do qual tenho grande carinho, porque a criança mais tempo na escola quer dizer duas coisas: primeiro, os pais mais tranquilos, porque sabem que os filhos estão na escola. Depois, as crianças aprendem mais, podem ter um currículo maior e podem ter uma parte dedicada ao esporte, à cultura, de maneira que são atividades muito intensas e muito importantes”, declarou Pimenta da Veiga.

Pimenta garante que as políticas sociais terão toda a atenção em seu governo

Pimenta da Veiga aponta melhorias em políticas sociais no estado e afirma que Minas Gerais não pode adotar o modelo de gestão do PT.

Eleições 2014

Fonte: Pimenta 45

Pimenta aponta novos avanços para as áreas de segurança e educação em Minas Gerais

Em entrevista à TV Record, candidato aponta melhorias em políticas sociais no estado e afirma que Minas Gerais não pode adotar o modelo de gestão do PT.

O candidato da Coligação Todos por Minas ao Governo do EstadoPimenta da Veiga, reafirmou na manhã desta sexta-feira (12/09), em entrevista ao programa MG no Ar, da Record Minas, que as políticas sociais, com destaque para saúdesegurança e educação, terão toda atenção necessária durante seu governo, caso seja eleito. Defensor da política de tolerância zero com a criminalidade, Pimenta quer adotar o policiamento ostensivo em todo Estado, oferecendo ao cidadão maior sensação de segurança. Ele também defende mudança na legislação no que se refere à impunidade.

“O que importa é que o policiamento ostensivo seja maior. Vamos também adotar uma tecnologia mais apurada. Queremos usar a melhor tecnologia que houver. Queremos que haja um conceito de tolerância zero com a bandidagem. Portanto, procuraremos interferir também na legislação, que hoje está muito concessiva, a polícia prende e é obrigada a soltar. Então, é um conjunto de ações. Mas eu tenho a certeza que a segurança dará a sensação ao cidadão de que ele está mais protegido e, ao bandido, de que ele está sendo perseguido pela lei”, afirmou Pimenta da Veiga. Ele aproveitou para cobrar mais investimentos da União do setor, “tendo em vista que hoje o governo federal investe apenas 13% do que é gasto em segurança no Brasil inteiro”, completou.

Ao falar sobre a educaçãoPimenta da Veiga destacou a importância do professor como indutor da revolução que pretende fazer nesta área. Para ele, não é à toa que o governo federal reconhece a educação básica de Minas como a melhor do País. “A grande parceria que eu quero estabelecer para fazer uma revolução no sistema educacional é com o professor. A educação em Minas atingiu níveis muito altos, tanto que é considerada a melhor do Brasil pelo Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), pelo próprio governo federal do PT, que considera a educação fundamental em Minas a melhor do Brasil.Mas isso não é o bastante. Queremos ir avante, através de uma grande parceria com os professores”, afirmouPimenta.

Pimenta ainda lembrou, ao ser perguntado pelo jornalista Eduardo Costa, que a maior greve na educação em Minas não foi da rede estadual e, sim, “na prefeitura, no tempo do PT, que foram 160 dias de greve”, disse. Questionado sobre o piso salarial dos professores, o candidato ressaltou que Minas não apenas atende às determinações legais, mas ultrapassa os valores fixados. “Na verdade, o piso foi atendido (em Minas) e até ultrapassado. Sou filho de professora e sou filho de professor, portanto, conheço bem a vida de professor e tenho enorme carinho pelos professores, um respeito e grande admiração, nós (governo e magistério) vamos conversar”, frisou.

Mais saúde

Na entrevista, Pimenta ressaltou ainda o esforço do Governo de Minas em melhorar constantemente a saúde no Estado. “O governo tem investido muito. Aqui em Belo Horizonte, por exemplo, abriu o (Hospital) Risoleta Neves, investiu mais de R$ 50 milhões no João XXIII, fazendo com que ele se torne o pronto-atendimento mais admirado do país. Fizemos o Hospital de Uberlândia, o Hospital de Uberaba, há vários hospitais quase prontos, o do Norte, em Pirapora, existem vários hospitais que já estão com as obras muito adiantadas. Ao contrário do que o nosso adversário diz, o Hospital de Divinópolis, de Setes Lagoas, de Governador Valadares e de Teófilo Otoni estão em obras, não são esqueletos, estão em obras avançadas e nós faremos os outros”, disse.

Para o candidato do PSDBMinas avançou muito nos últimos anos e ainda tem muito a avançar. Além de destacar os êxitos alcançados no Estado em outras áreas, Pimenta reafirmou que o reconhecimento do cidadão mineiro aos resultados conquistados levará a Coligação Todos por Minas à vitória no dia 5 de outubro. “O governo tem dado certo, tem honrado Minas, tem avançado muito e nós vamos avançar ainda muito mais. Imagine trazer para Minas Gerais o sistema (do PT) que está acontecendo, no Brasil no governo federal. Isso é o que os mineiros não querem”, finalizou Pimenta da Veiga.

Pimenta vai mostrar aos eleitores as companhias de integrantes do PT

Pimenta da Veiga afirmou que mostrará aos mineiros a proximidade de integrantes do PT com políticos denunciados em esquema de corrupção.

Eleições 2014

Fonte: Estado de Minas

Ataque sem trégua em MG

Pimenta da Veiga vai ligar caciques do PT às denúncias de desvio de recursos da Petrobras

O candidato do PSDB ao governo de MinasPimenta da Veiga, afirmou ontem que mostrará aos eleitores mineiros a proximidade de integrantes do PT com políticos denunciados em um esquema de corrupção envolvendo a Petrobras pelo ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa. O tucano afirmou que a recorrência de escândalos de desvios de verbas envolvendo caciques do PT deve ser motivo de reflexão por parte do eleitor na hora de fazer suas escolhas diante da urna. “Vamos agir politicamente, mostrando quais são as companhias do candidato adversário”, disse Pimenta.

O tucano alfinetou Fernando Pimentel (PT), dizendo que o petista tem escondido políticos que participam de sua campanha e até mesmo sua legenda nos comerciais e durante eventos. “Do mesmo modo que nosso adversário, que curiosamente não exibe seu partido e suas companhias, está contestando nossas ações administrativas sem nenhuma base, nós vamos agir politicamente, mostrando quais são essas companhias”, disse Pimenta.

Ele também atacou o governo federal, ressaltando que até a data da eleição mostrará aos mineiros as “omissões em relação a Minas Gerais” e comentará os escândalos ligados ao Palácio do Planalto. “Vamos ajudar o mineiro a refletir sobre os fatos. Sobre o que aconteceu na Petrobras. Não me lembro de ter visto, até hoje, uma corrupção mais escandalosa e mais escabrosa. Envolve, segundo a imprensa, um número próximo a R$10 bilhões para financiar apoio ao PT no Congresso. Não conheço número mais forte do que esse”, disse o tucano, se referindo ao montante investigado pela Polícia Federal na Operação Lava a Jato desviado pelo doleiro Alberto Youssef.

Pela manhã, Pimenta recebeu dos diretores do Hospital Santa Casa uma carta com demandas da instituição, entre elas, o pedido por uma aproximação maior do hospital com o governo estadual. “A prefeitura é a gestora municipal da Santa Casa e tem uma relação mais próxima, mas a ideia é ter uma relação próxima também com o estado”, disse Porfírio Andrade, superintendente-geral do grupo Santa Casa. A carta será entregue a todos os candidatos ao Palácio Tiradentes.

Segundo ele, uma das propostas é buscar apoio junto ao BDMG para custeio e investimentos na instituição. “A Santa Casa não tinha acesso aos bancos de fomento, como BDMG e BNDES, porque não tinha a certidão negativa. Agora, com a adesão ao programa pró-SUS, vamos ter essa certidão e, a partir daí, podemos usar os bancos estatais, que têm melhores taxas. Esperamos que a saúde seja tratada como outros setores da economia, como a agricultura, que tem valores muito bons, com taxas abaixo dos bancos comerciais”, explicou Andrade.

PARCERIA O candidato do PSDB destacou a importância do hospital para o estado e classificou como fundamental a parceria com a instituição. “Discutimos vários pontos, e o que ficou estabelecido é que teremos uma parceria constante com a Santa Casa, que passará por convênios que devemos fazer, dando seguimento aos que já foram firmados. Mas também estabelecer novos pontos de parceria, por exemplo, com financiamento pelo BDMG para investimentos”, disse Pimenta.

Ele cobrou do governo federal maiores investimentos na saúde pública e prometeu concluir obras em hospitais no estado, apontando a importância de centros regionais para atender a população. “Já existem alguns hospitais prontos e vários em construção, alguns em projeto. Nós haveremos de concluir todos eles, equipá-los e colocá-los em funcionamento nas melhores condições. O esforço do estado é muito grande, porque o governo federal não fez um hospital sequer em Minas nos últimos 10 anos. A responsabilidade ficou toda para ogoverno do estado”, afirmou o tucano. No fim da tarde, Pimenta participou de encontro no Fórum Mineiro de Comitês de Bacias Hidrográficas, onde ouviu propostas de representantes de associações ligadas ao meio ambiente. Na reunião, o candidato afirmou o que pretende valorizar o Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) e priorizar sempre o diálogo com os grupos ambientais.

Pimenta dará continuidade com as políticas públicas de Aécio e Anastasia

Em entrevista, Pimenta da Veiga destacou as principais propostas para as áreas de segurança, saúde, educação e mobilidade urbana.

Eleições 2014

Fonte: Pimenta 45

Pimenta da Veiga assegura avanços econômicos e sociais para os mineiros

Candidato a governador destaca principais propostas para áreas de segurança, saúde eeducação, além de reafirmar compromisso com mobilidade urbana

Em entrevista à Rádio CBN-BH, o candidato a governador pela Coligação Todos por Minas,Pimenta da Veiga (PSDB), reafirmou, nesta terça-feira (02/09), que, eleito, vai melhorar as oportunidades econômicas e sociais das famílias que vivem em todas as regiões do Estado. Ele afirmou, ainda, que a determinação e o compromisso com que encara o desafio de estar à frente do Governo do Estado também o credenciam a merecer o voto do eleitor mineiro.

Pimenta da Veiga reiterou a disposição para aumentar o policiamento ostensivo, equipar e usar a tecnologia para dar mais eficiência à ação policial. “No meu governo vamos ter tolerância zero com a bandidagem”, afirmou. Ele disse também que a ação do Governo de Minas para fortalecer o sistema prisional vem sendo exemplar. Ele citou o êxito das Parcerias Público-Privada para o setor e o apoio do Estado à Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (APAC), casas de acolhimento de prisioneiros com resultados positivos comprovados na recuperação de condenados pela Justiça.

“Nenhum estado no Brasil evoluiu tanto no sistema prisional como Minas. Basta lembrar, por exemplo, do depósito de presos da Lagoinha, que era uma tragédia no Estado. Isso não há mais. Ao contrário, o sistema prisional mineiro avançou extraordinariamente, e vamos continuar usando os mesmos métodos”, garantiu.

Metrô

Pimenta da Veiga afirmou que a expansão do metrô é um ponto crucial para melhorar a mobilidade dos municípios da Região Metropolitana de Belo Horizonte e reiterou suas críticas à União e ao candidato do PT pelo que chamou de “descaso” com o transporte de massa na capital mineira. Pimenta ressaltou que o metrô é de competência exclusiva do governo federalpor meio da CBTU, Companhia Brasileira de Trens Urbanos.

“Aí vem o candidato do PT dizendo que está esperando projeto. Esperando por que? Por que o governo federal durante os 12 anos que o PT governou o país não fez o metrô? Não fez, essa é a realidade. Ou porque virou as costas para Minas ou por que não se incomoda com as dificuldades do morador de BH. Mas nós haveremos de encontrar caminho para isso”, garantiu.

Segundo Pimenta da Veiga, não é possível continuar esperando por uma ação concreta do governo petista em relação a ampliação das linhas do metrô. “Não há dúvida nenhuma, vamos ter que buscar meios de executar, seja em parceria com qualquer outro órgão público, seja através de iniciativa privada, seja através de financiamento, mas tem que executar”, disse ele.

Parceria com professores

Pimenta assegurou que a parceria que pretende estabelecer com os professores da rede pública estadual será a base da revolução que o seu governo promoverá na educação. “Minas só pode crescer, o Brasil só pode crescer se der prioridade absoluta à educação. E isso começa por uma grande parceria com os professores. E junto com eles, nós vamos decidir todos os rumos: qual o sistema pedagógico a ser usado, a questão financeira dos professores, qualquer tipo de ação que nós vamos desenvolver. Nós queremos fazer uma reinvenção do ensino médio, priorizando a escola profissionalizante e a escola em tempo integral. Agora, dentro disso, nós vamos discutir tudo com os professores.”

Regionalização da saúde

Para Pimenta da Veiga, é através da regionalização que o governo terá mais eficiência na administração dos serviços de saúde oferecidos à população. “Chegando perto do problema, você chega mais perto da solução”, defendeu. Ele disse que vai concluir e colocar em funcionamento 11 hospitais nas principais cidades do interior de Minas.

“É um grande investimento e há médicos, sem dúvida nenhuma, para operar todos eles. Os que já estão prontos, como o de Uberlândia por exemplo, os que já estão quase prontos, como o de Uberaba, como Governador Valadares, Lafayette, é muitos outros, e os que vamos fazer. Não há nenhuma dúvida de que há contingente humano para operarem esses hospitais. Nós vamos construí-los, equipá-los e coloca-los em funcionamento”, disse.

Experiência

Pimenta da Veiga também destacou, na entrevista, sua trajetória como gestor público, para apontar a experiência como outro diferencial entre a sua candidatura e a do candidato do PT. “Fui várias vezes parlamentar, fui prefeito de Belo Horizonte, onde iniciei a prática do orçamento participativo; fui ministro de Estado das Comunicações, onde realizamos um grande trabalho, criando o Banco Postal, levando os Correios a todos os municípios do país”, ressaltou.

Como ministro, Pimenta foi também responsável pela expansão do setor de radiodifusão e pelo serviço de telefonia móvel. “Criamos muitas rádios comunitárias, muitas emissoras geradoras de TV Educativa e chegamos ao governo com 500 mil celulares no Brasil e este número hoje está chegando a 300 milhões de aparelhos, em grande parte pelo trabalho que executamos”, disse.

Candidato petista insiste nas mentiras sobre o metrô

Pimentel insiste em transferir para o Governo de Minas a responsabilidade pela não realização das obras do metrô e do Anel Rodoviário.

Coligação Todos por Minas

Fonte: PSDB-MG 

Pimenta e Anastasia condenam mentiras do candidato do PT na campanha

Candidatos demonstram, mais um vez, que obras do metrô e do Anel Rodoviário de BH não saíram do papel porque governo petista não tem compromisso com Minas

Os candidatos a governador Pimenta da Veiga e a senador Antonio Anastasia condenaram a insistência do candidato do PT ao Palácio Tiradentes em continuar mentindo ao tentar transferir para o Governo de Minas a responsabilidade pela não realização das obras do metrô e do Anel Rodoviário de Belo Horizonte. Durante evento em que receberam apoio de cerca de 150 ex-prefeitos de Minas Gerais, realizado nesta terça-feira (19/08), em Belo Horizonte, ambos classificaram as repetidas declarações do adversário como “tentativa desmedida de vender” para o cidadão informações inverídicas.

“Acho lamentável que a ambição política desmedida leve o candidato do PT a mentir tanto. Os fatos falam por si. O metrô é operado por uma empresa federal, a CBTU. De 2003 a 2013, ogoverno do PT não moveu uma palha, não colocou nem um metro de trilho no metrô de Belo Horizonte. Diante dessa inércia e da cobrança da população, o Estado se ofereceu para ajudar o governo federal a fazer o projeto”, esclareceu o ex-governador Antonio Anastasia.

Em abril de 2013, o Governo de Minas fez um convênio com o governo federal para executar o projeto de expansão. “Em um ano o projeto foi entregue ao governo federal. Ou seja, em dez anos não fizeram nada e em um ano nós fizemos o projeto”, afirmou Anastasia,que também fez questão de esclarecer à população mineira, mais uma vez, a verdade sobre o Anel Rodoviário.

“No Anel foram 10 anos sem um centímetro de asfalto. O Governo do Estado, de modo espontâneo, solicitou ao governo federal a possibilidade de colaborar. Foi feito o projeto pelo Estado, só que há um entrave burocrático, porque o governo federal pretende fazer a licitação de uma modalidade que a Advocacia-Geral do Estado não concorda, por considerá-la inadequada. O que se vê, é que o governo federal, além de não fazer, não deixa fazer”, frisou.

Durante encontro com ex-prefeitos mineiros, o candidato ao Governo de MinasPimenta da Veiga, também mostrou a realidade sobre a situação da saúde no Estado. “Nós temos um modelo de saúde que é respeitado e, até copiado pelo Brasil. É um sistema que leva a saúde para perto das pessoas. Estamos fazendo uma grande rede de hospitais no Estado inteiro e vem o candidato adversário, do governo do PT, que não fez nada pela saúde em Minas, criticar um sistema que está dando certo”, contrapôs Pimenta.

Ex-prefeitos

Os cerca de 150 ex-prefeitos que anunciaram apoio aos candidatos da Coligação Todos por Minas integram a Associação Mineira dos ex-Gestores Públicos Municipais (Amgep). A qualidade da gestão do governo estadual nos últimos anos foi destacada pelos ex-prefeitos, que apontam a vitória de Pimenta da Veiga como uma conquista para Minas e para o povo mineiro.

Durante o evento, novamente lideranças de partidos que compõem coligações adversárias declararam apoio à Pimenta da Veiga. O ex-prefeito de Madre de Deus de Minas, João Eustásio (PMDB), falou sobre as ações realizadas pelo Estado em seu município. “Anastasiaajudou a levar a empresa Marluvas para Madre de Deus de Minas, o que está gerando empregos. Pimenta da Veiga será a continuação dos êxitos de Aécio Neves e Anastasia. Ele vai dar sequência a esse trabalho magnífico”, defendeu o peemedebista.

O ex-presidente da Associação Mineira de Municípios e ex-prefeito de São Gonçalo do Pará, Ângelo Roncali (PR), destacou o papel republicano e municipalista desenvolvido pelo Governo de Minas nos últimos anos. “Nós que fomos prefeitos durante períodos do governo Aécio eAnastasia vimos o quanto o Estado avançou, principalmente na maneira de lidar com os prefeitos, na elaboração das políticas públicas. É imprescindível que isto continue, comPimenta da Veiga”, afirmou o atual presidente da Amgep.

Ovacionado pela plateia, formada por centenas de lideranças municipais de todas as regiões de Minas, Pimenta da Veiga agradeceu o apoio recebido. “Os ex-prefeitos são importantes lideranças municipais e regionais. É uma reunião que eu considero extremamente importante e é um momento que valorizamos muito”, disse. O evento também contou com as presenças dogovernador Alberto Pinto Coelho e de parlamentares estaduais e federais.

Dinis Pinheiro afirma que Minas tem a melhor educação do Brasil

Dinis Pinheiro, vice de Pimenta da Veiga, diz que  Minas  está construindo Hospitais Regionais e tem valorizado a carreira dos médicos.

Eleições 2014

Fonte: Hoje em Dia

Dinis Pinheiro: “Vamos ter oportunidade de fazer um novo Brasil”

ENTREVISTA

Pinheiro: “Hoje podemos falar que Minas tem a melhor educação do Brasil”

Patrícia Scofield

Com o discurso de ataque ao governo federal e de transferência de responsabilidade, por exemplo, na lentidão das obras de expansão do metrô de Belo Horizonte e nos investimentos em segurança e saúde públicas, o candidato a vice-governador de Pimenta da Veiga (PSDB),Dinis Pinheiro (PP), afirma estar “estarrecido” com a “falta de atitude” de seus adversários na disputa pelo Palácio TiradentesFernando Pimentel (PT) e Antônio Andrade (PMDB), enquanto ex-ministros de Dilma Rousseff (PT). Segundo o presidente da Assembleia Legislativa, ambos tiverem “toda a condição e obrigação de fazer por Minas, além da total confiança da presidente, e nada foi feito”. Ao Hoje em Dia, ele se intitulou “empregado dos mineiros”, chamou o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE/MG) de “Sind PT” e negou que escândalos como o de peculato e lavagem de dinheiro na campanha para a eleição de 1998 possam arranhar a imagem de Pimenta. Para ele, a verdade é “aliada” de sua coligação, que tem “muitas coisas boas para mostrar dos avanços em Minas”.

Em que o sr. pode ajudar na campanha do Pimenta, como candidato a vice? Qual o diferencial?

Acho que posso ajudar não só o Pimenta, mas Minas Gerais. Pode-se esperar de mim trabalho, dedicação, força de vontade, um desejo enorme de que Minas siga na estrada da paz, prosperidade e, acima de tudo, da justiça social. Minas está no rumo certo. Isso é importantíssimo a gente frisar. A partir da chegada de Aécio e Anastasia, Minas teve a oportunidade de experimentar e conhecer um modelo inovador de administração pública, ochoque de gestão. As diretrizes, os pilares aí já se encontram. O fundamental agora é, dentro desta linha de pensamento que deseja o governador Pimenta, evoluir, lapidar ainda mais.

Qual é o principal papel de um vice?

A minha ação é mais secundária. Pimenta é altamente qualificado, experiente, participou de momentos precioso da história política brasileira com dedicação, sempre com dedicação, coragem cívica. Ele tem uma vida pautada pela ética, pela decência. Um vice como eu trabalha muito. Esse é o papel do vice. Trabalho é inerente à minha vida. O trabalho me dignifica, me empurra, eu até procuro salientar, de forma incansável, que sou empregado dos mineiros. Como empregado, eu tenho que me qualificar, tenho que ser decente, tenho que me pautar pela ética, tenho que dar toda a minha contribuição para que a vida dos mineiros possa melhorar, especialmente dos pobres, dos mais carentes. Foi assim que eu fui chamado pela vida pública, no ambiente que eu fui criado. Meu saudoso pai foi vereador, foi prefeito, carrego no peito esse sentimento municipalista. O Brasil tem que passar por grandes reformas estruturantes, sobretudo para uma repartição federativa que possa dar condições aos Estados e aos municípios, que estão em situação de dificuldades. Só no ano passado essa ânsia desmedida do governo federal por recursos acabou por subtrair dos municípios mineiros algo em torno de R$ 1 bilhão.

Focando no quadro atual do Estado, o que o sr. pode dizer sobre as críticas de que a economia mineira é baseada em commodities? Quais os planos para desenvolvimento?

 Minas tem buscado o conhecimento, a pesquisa. Eu até vi essa reportagem do candidato a vice (Toninho Andrade, do PMDB), as manifestações do Pimentel e estou estarrecido com a falta de conhecimento deles sobre a realidade do Estado. Eles lá estava como ministros dapresidente Dilma, com relação de fraternidade, amizade e de confiança plena. Eles tiveram não só a obrigação de fazer como as condições para isso. E nada fizeram. Isso que eu acho interessante, isso me causa estranheza. É esse plano de desenvolvimento federal que eles querem para Minas? Eu não quero, de verdade. Olha o quadro do Brasil que nós estamos vivenciando: juros altos, carga tributária explosiva – dentre os países emergentes é a maior – crescimento pífio, aliás, algo assustador, é o terceiro maior crescimento da era Republicana. Só ganhou dos governos Floriano Peixoto e Collor. E só para coroar isso que eu estou falando: O plano Real foi a grande conquista do povo brasileiro. Muito mais que um plano de reforma monetária, ele foi um plano de modernização do Brasil, de desenvolvimento.

Agora, esse plano de desenvolvimento que está sendo pregado pelo Pimentel e pelo Andrade nós deixa chocados com a inflação que estourou o teto da meta. A inflação é algo que corrói o sonho das famílias brasileiras, principalmente os mais pobres. Então eu fico pensando que desenvolvimento que é esse que eles querem implantar em Minas?

Minas enfrenta hoje duras críticas em relação à saúde e educação, com os Hospitais Metropolitanos, a questão do piso do professor, Lei 100. O que será feito, se eleito?

Saúde é comigo mesmo. Você se lembra quando o povo brasileiro foi às ruas externar a sua indignação e sentimento de repulsa, em junho de 2013? O que era: a falta de qualidade de serviços públicos, sobretudo da saúde. O Brasil foi alçado à sétima economia do mundo. Hoje, 75 países promovem mais investimentos na saúde que o Brasil. Se você fizer um paralelo com Argentina, com tantos outros países, o Brasil investe 385 dólares per capita, ano. Argentina investe 757 dólares, Costa Rica, 709 dólares, Chile, 479 dólares. Ou seja, a saúde no Brasil está no buraco por falta de participação, de responsabilidade e de generosidade do governo federal. Em 1990, dos recursos públicos investidos na saúde, o governo federal arcava com 70%, Estados e municípios com 30%. Passaram-se 24 anos e a equação se virou por completo: o governo federal arca só com 30% e Estados e municípios são obrigados a investir o restante. A Assembleia de Minas, sempre conectada com o cidadão, com os mais pobres, transparente, fez uma das cruzadas que eu considero uma das mais patrióticas e que muito me emocionou naquele instante: fizemos caminhada por Minas e pelo Brasil com o propósito de coletar assinaturas – o Brasil coletou 2 milhões de assinaturas e só Minas Gerais coletou 1 milhão de assinaturas – para a apresentação de um projeto de iniciativa popular para que o governo federal possa investir 10% da receita bruta na saúde, ou seja, possa cuidar do cidadão. E é bom lembrar também que a presidente Dilma vetou, há cerca de 4 anos, a PEC 29. Mas enfim, mesmo diante desse cenário de dificuldade, o Estado se sobressaiu. Tem a melhor saúde do Sudeste, agora é fundamental que se tenha uma ação solidária, coletiva, de Estados, municípios e governo federal. Minas está regionalizando a saúde, implantou o Pro-Hosp, está construindo Hospitais Regionais, valoriza a carreira dos médicos, mas o fundamental é que a gente possa contar com o apoio de quem tem a maior parcela dos recursos.

E sobre a educação, deputado?

Se você for olhar os números, Minas devia participar, há três, quatro anos, com algo em torno de R$ 6 bilhões e deu um salto de R$ 10 bilhões. O ganho real dos professores atingiu algo em torno de 75%. A inflação chegou a 28% ou 29%. Minas avançou, melhorou, construiu escolas, reformou, deu um teto mais digno mais adequado para o professor. E hoje, para o orgulho de todos nós, podemos falar que Minas tem a melhor educação do Brasil. Eu vejo com muita alegria, porque sou filho de professora. Estou vendo o Pimenta da Veiga cada vez mais enfatizando a necessidade de dar um salto de qualidade nca educação de Minas, de continuar avançando. Não pode é retroceder e o mineiro não quer isso. Hoje, o Brasil investe 5% do PIB em educação, tão somente 1% é do governo federal, aí se vê também o descaso com o povo brasileiro.

Sobre segurança, Pimenta da Veiga tem criticado a falta de policiamento nas fronteiras, enquanto o PT, de outro lado, diz que há sobrecarga dos municípios para por exemplo, manter as viaturas da PM. Como o sr. avalia isso?

Quero aqui louvar a participação dos municípios, sempre solidários, amigos, compreensivos. Meu sobrinho é prefeito (Pinheirinho, do PSDB de Ibirité, na Grande BH), o mais jovem de Minas. Agora, por outro lado, o candidato do PT ele fica falando, prometendo, nunca vi tanta promessa assim, que haverá um programa de segurança extraordinário em Minas Gerais. Vamos ponto por ponto: Minas é o Estado que mais investe proporcionalmente. Aí eu volto a fazer o mesmo questionamento de antigamente: será que esse candidato do PT quer implantar aqui o modelo de segurança nacional? O Brasil possui hoje 11% dos assassinados do mundo, um dos maiores índices de criminalidade do mundo. Dos recursos investidos em segurança pública, o governo federal investe apenas 13%. Isso é priorizar a segurança pública? Não deu certo lá e quer implantar aqui? O governo federal não cumpre nem suas obrigações com o Fundo Penitenciário e o Fundo de Segurança Nacional. Já a ALMG instituiu de forma inédita, a Comissão de Prevenção e Combate ao uso de Crack.

As pesquisas de intenção de votos apontam que ainda é alta a margem de eleitores indecisos e em descrédito com a política. Como reverter e atrair essa parcela?

A campanha está se aproximando, a conversa vai despertando interesse, o eleitor vai ficando mais participativo. O mineiro tem uma consciência política extraordinária. Aqui é berço. Celeiro de grandes políticos. A partir do momento que esse debate for mais intenso e se iniciar na televisão, o mineiro vai participar de forma muito inteligente, decidida, de forma muito patriótica. E vai ter um sentimento de emoção fabuloso, porque pela primeira vez vão ter a oportunidade de eleger um presidente da República mineiro, que conhece a nossa gente, que tem berço, princípios, foi um grande governador.

A campanha do PSDB e do PP será pautada em denúncias sobre o outro lado? Como vai se preparar para rebater aeroportos, por exemplo?

Eu acredito na campanha propositiva. Avançou, está avançando com Aécio, Anastasia, Alberto, agora Pimenta. Temos tanta coisa boa para mostrar… Eu fico olhando o meu trabalho, como empregado dos mineiro, a minha vida, o meu início, o meu compromisso com os mineiros, com os mais pobres, a minha gestão à frente da ALMG, agora é claro, a gente tem que promover aqui um debate de ideias, sempre comprometida com a verdade, que é minha companheira inseparável, assim como a ética. Então haverei sempre, em qualquer debate, de mostrar os avanços que Minas experimentou, o tanto que Minas deverá avançar. Você já imaginou: governador Pimenta da Veiga e presidente Aécio Neves? Nós vamos ter oportunidade de fazer um novo Brasil.

O que o sua coligação fará em relação à dívida de Minas com a União?

O que o governo federal está fazendo com diversos Estados é algo inaceitável. Cobrando juros do povo mineiro, promovendo uma verdadeira agiotagem. Quem está pagando é você, somos todos nós. O candidato do PT lá estava como ministro, tinha a obrigação de fazer algo e nada fez. Onde já se viu, Minas esse ano vai pagar R$ 6 bilhões a título de juros e correção monetária. Já foram pagos R$ 20 bilhões ou R$ bilhões e ainda temos cerca de R$ 70 bilhões a pagar. O candidato do PT fica pregando que Minas tinha que abater essa dívida. Eu penso o contrário, ainda bem que eu penso de forma diferente. O mineiro não pode se sujeitar a essa agiotagem não. Aqui é a terra de Tiradentes, de Tancredo, de JK. O governo federal não tem sensibilidade com os Estados, não se preocupa com a qualidade de vida das pessoas. Foi essa a conclusão a que cheguei.

E a velha demanda da expansão do metrô da capital?

É uma prioridade absoluta do Pimenta da Veiga. T em 13 anos que o governo federal fala que vai fazer metrô, nem um metro, cadê? Eles não fizeram metrô em lugar nenhum. Eles ficaram 13 anos e agora que eles estão falando que aqui não têm projeto? Engraçado. A única coisa que eu sabia é que eles queriam fazer um trem-bala de R$ 40 bilhões. Não implantaram BRT, monotrilho, não fizeram metrô. Agora o prefeito Marcio em parceria com o Estado conseguiu implantar o Move. Estamos muito confiantes na eleição de Aécio, para investir no metrô.

O apoio de Lacerda a Pimenta surpreendeu sua campanha?

Não. Ele já tinha dado declarações, ele já tem tido parcerias extraordinárias com o governo de Minas. É um gestor altamente qualificado, preparado, e ele quer, com certeza, como bom mineiro, que Minas continue avançado, até porque ele tem uma vida muito limpa, pautada pela ética. Aí se vê uma comunhão de princípios e de ideias, desse grupo político liderado porAécio, Anastasia, Alberto. Existe afinidade, troca de experiências nas administrações.

Aécio 2014: senador defende agenda de reformas

2014: Aécio disse que há anos reformas não sai do papel,  agora tema volta às discussões.

2014:  Aécio Neves e as reformas

Fonte: Jogo do Poder 

 Eleições 2014: Aécio Neves defende reformas

Eleições: 2014 Aécio Neves

Nas Eleições 2014, as reformas estruturantes – defendidas por Aécio Neves, que há anos não saem do papel, estará no centro das discussões

Há 10 anos, o governo federal tem ampla maioria tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado Federal. Para muitos outros governos como, por exemplo, o do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, esta realidade não passava de um sonho. E muitas vezes, até um pesadelo institucional quando batia de frente com uma oposição agressiva do PT, avesso a qualquer iniciativa governamental mesmo que está fosse diretamente benéfica para a população.Entra ano, sai ano, e uma constatação volta à tona: é urgente para o Brasil realizar suas reformas estruturantes. Aécio Neves tem sido uma destas vozes que levantam a discussão, mas que, infelizmente, não tem encontrado a boa vontade do PT em encará-las de frente.

E mesmo com um Congresso Nacional pronto para apoiar e aprovar qualquer reforma estruturante elaborada pelo governo federal, tanto o ex-presidente Lula quanto a presidente Dilma Rousseff nada fizeram para os 10 anos fossem perdidos.

Assim como sempre tem defendido Aécio Neves – e o fará nas Eleições 2014 como candidato ou não -, o setor produtivo brasileiro também já não suporta tantas oportunidades políticas perdidas para que o Brasil se reinventasse e aproveitasse ao máximo a “crista da onda econômica” na qual surfou nos últimos anos.

A própria Confederação Nacional das Indústrias (CNI) tem cobrado do governo federal uma responsabilidade maior em relação ao futuro do país. Desde 2010, a entidade mantém o movimento “A indústria tem pressa, o Brasil não pode esperar”. Uma cobrança clara por mudanças estruturais no Brasil.

O movimento nasceu em 2010, quando cerca de 1.500 empresários de todo o país, se reuniram para definir uma agenda de reivindicações. Entre elas, as tão sonhadas reformas tributária, previdenciária, trabalhista, além de um imediato e real plano de investimentos em infraestrutura e educação. Todas elas – queira a presidente Dilma ou não – serão levadas à agenda de discussões das Eleições 2014 por Aécio Neves.