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Oposição comprova mentiras do Governo Pimentel sobre diagnóstico de Minas

Oposição desmentiu item por item as informações do diagnóstico elaborado pelo governo Pimentel, que agiu de má fé e tentou enganar os mineiros.

PT mente

Fonte: PSDB

Governo Pimentel mente sobre diagnóstico de Minas, comprova oposição

Gustavo Valadares (PSDB), afirmou que o governador passou os primeiros quatro meses de sua gestão recorrendo a mentiras para desacreditar seus antecessores. Foto: Willian Dia/ALMG

Deputados comprovam com dados oficiais  mentiras e erros de diagnóstico do governo do PT

O Bloco Verdade e Coerência mostrou que mentiras são rebatidas com provas e dados concretos. Nesta quinta-feira (16/04), os deputados de oposição desmentiram item por item as informações do diagnóstico elaborado pelo governo, provando que, mais uma vez, Fernando Pimentel do PT agiu de má fé e tentou enganar os mineiros. Os dados apresentados em coletiva de imprensa, realizada na Assembleia Legislativa de Minas, fazem parte do site Observatório MG que entrará no ar na próxima semana.

Utilizando dados oficiais do próprio governo, do IBGE e o Tesouro Nacional os deputados do bloco desmascararam, por exemplo, a mentira sobre o novo orçamento em Minas, em que Fernando da Dilma ao tentar desfocar a crise econômica que o país atravessa, faz jogo de palavras, sugerindo falsos rombos e déficits, e até mesmo esconde, no atual orçamento, o aumento de R$ 1,54 bilhões na arrecadação do ICMS da energia.

Dados oficiais comprovam que Minas Gerais foi um dos poucos estados a fechar no azul. Esta semana o desmentido veio também da Agência internacional Standard & Poor’s que manteve a nota de Minas Gerais em decorrência do equilíbrio nas contas e da boa gestão dos governos anteriores.

“Tudo que foi colocado no diagnóstico pelo atual governo não é real. E a forma como este governo vem dirigindo os interesses de Minas nos preocupa muito. O governo gosta de falar muito e fazer de menos. Nós fizemos o contrário. Trouxemos números, grande parte deles fornecidos pelo próprio governo federal”, explicou o líder do Bloco, deputado Gustavo Corrêa (DEM).

Outro dado desmentido pela oposição foi o de que a taxa de homicídios cresceu 52,3% de 2002 a 2012. O estudo apresentado hoje comprovou que Minas tem o quarto menor índice de homicídios do país e que, além disso, houve uma redução de 21,5% no número de crimes violentos cometidos no estado nos últimos 12 anos.

Participaram também da coletiva os deputados Gustavo Valadares (PSDB), Duarte Bechir (PSD), Sargento Rodrigues (PDT), Dilzon Melo (PTB), João Leite (PSDB), Alencar da Silveira Júnior (PDT), Gil Pereira (PP) e Carlos Pimenta (PDT).

Para Gustavo Corrêa, as respostas às mentiras do PT são um compromisso da oposição com os interesses dos mineiros, ao contrário do que vem fazendo o PT, fomentando uma disputa político-eleitoral em Minas, em defesa dos seus próprios interesses.

“O que mais machuca o povo brasileiro é a mentira. Estaremos aqui para rebater fatos que sejam inverídicos, mas espero e desejo que o atual governo assuma o trabalho para o qual foi eleito nas urnas, e governe para todos os mineiros, porque o povo de Minas não pode ser prejudicado pela ineficiência da gestão petista“, disse Corrêa.

O líder da Minoria, deputado Gustavo Valadares (PSDB), afirmou que o governador passou os primeiros quatro meses de sua gestão recorrendo a mentiras para desacreditar seus antecessores em uma tentativa de mascarar o seu “desgoverno”.

“Quem lida com a verdade não se furta ao debate. Estamos prontos para rebater todos os discursos irresponsáveis deste novo governo que, por não ter capacidade de gerir o estado, vem se utilizando de um retrovisor, focando apenas em fazer críticas às gestões anteriores”, afirmou o deputado.

Conheça aqui os erros e as mentiras do PT: http://bit.ly/1Hb3K7D

Entrevista Hoje em Dia: Pimenta quer levar o ensino integral a todas as escolas do Estado

Em entrevista, Pimenta destaca a modernização da infraestrutura e a dinamização da economia de Minas, como algumas das metas de governo.

Coligação Todos por Minas

Pimenta da Veiga quer dinamizar a economia de Minas

Fonte: Hoje em Dia

Em entrevista ao Hoje em Dia, o candidato da coligação “Todos por Minas”, Pimenta da Veiga (PSDB), revela as principais metas de sua proposta de governo, caso seja eleito. No plano social, ele garante que as prioridades serão a saúde, educação e segurança. Além da infraestrutura, a dinamização econômica de Minas também está no radar do tucano.

Em seu plano de governo, qual ponto o senhor considera o mais importante e por quê?

As principais bases do nosso plano de governo são a área social, com prioridade para saúde, educação e segurança pública; a modernização da infraestrutura urbana; e a dinamização da economia de Minas.

Além desses pontos, quais são as áreas prioritárias e como pretende desenvolvê-las?

Na educação, vamos levar o ensino integral a todas as escolas do Estado; aumentar as vagas e diversificar os cursos profissionalizantes; valorizar os professores por meio de promoção automática dos que concluírem mestrado ou doutorado e ainda oferecer condições para que optem pelo trabalho integral em uma só escola.

Na segurança, vamos aumentar o policiamento ostensivo e ampliar o efetivo das polícias Militar e Civil. Queremos avançar com os programas de prevenção à criminalidade e às drogas, como o Fica Vivo, pois o tráfico é a principal causa da violência.

Na saúde, vamos ampliar, reformar e construir 17 hospitais regionais, com objetivo de fortalecer o processo de regionalização da saúde. A intenção é fazer com que as pessoas tenham atendimento médico o mais próximo possível de suas casas. Para isso, vamos também implementar incentivos aos médicos que se fixarem nas pequenas cidades.

Na infraestrutura, vamos atacar o problema da mobilidade urbana. Primeiro, é preciso um transporte público de qualidade. O mais eficiente é o sistema sobre trilhos. Na Região Metropolitana, por exemplo, a solução é o metrô. Temos o compromisso de construir o Rodoanel Norte e também 22 contornos rodoviários ao redor de cidades de médio e grande porte, eliminando o tráfego pesado de caminhões e tornando o trânsito mais seguro na Região Metropolitana. E também vamos construir o Rodoanel Sul, ligando Betim à BR-040.

Como pretende trabalhar pelo desenvolvimento econômico e social das regiões de Minas?

Para fazer com que Minas dê um novo salto na economia, vamos aproveitar as potencialidades regionais e diversificar os empreendimentos. Além disso, vamos investir na infraestrutura e na logística, assim como reduzir a carga tributária, dentro da competência do governo estadual. Com isso, aumentamos as oportunidades, gerando mais empregos e atraindo mais recursos para a melhoria da qualidade de vida dos mineiros. Vamos manter todos os programas sociais, como o Travessia.

Entre 2002 e 2012, Minas reduziu a desigualdade social em 10,9%, um resultado melhor que a média do Brasil e do Sudeste. Mais de 3 milhões de mineiros foram beneficiados pelo Travessia em 309 municípios. O programa promove a inclusão social e produtiva da população em situação de pobreza e vulnerabilidade social, por meio de uma série de ações articuladas entre várias secretarias de Estado e órgãos da administração. Temos que ressaltar que o mineiro tem enorme capacidade empreendedora, sempre soube aproveitar as oportunidades de trabalho nas diferentes áreas e precisa ser cada vez mais incentivado a produzir.

Quais são os principais desafios que o novo governador enfrentará?

São vários porque administrar um estado com as dimensões de Minas, com suas diversidades e potencialidades, exige dedicação e trabalho. Reduzir, por exemplo, as diferenças sociais entre as nossas regiões vai exigir muito esforço e determinação porque o modelo econômico adotado pelo governo federal nos últimos anos aponta para momentos difíceis. Mas, da nossa parte, não faltará o empenho para que as regiões mais pobres, como o Norte, o Jequitinhonha e o Mucuri recebam mais investimentos que as regiões mais ricas. Queremos diminuir a distância social entre as regiões de Minas, sem deixar, no entanto, de criar alternativas para que as mais desenvolvidas não fiquem paradas no tempo.

A crise internacional persiste e compromete o crescimento econômico do Brasil. O que fazer para que Minas se expanda e sustente seus projetos de governo?

Não é só a crise internacional que preocupa, mas a política econômica do governo federal do PT que trouxe de volta a inflação com profunda recessão. O retorno da inflação significa prejuízo para todos, é vizinha da corrupção, impede o crescimento, o desenvolvimento de cidades e pessoas. Apesar disso, nos últimos anos, Minas cresceu mais do que a média nacional. A indústria mineira aumentou a sua parcela na economia do Estado, segundo o IBGE. Em 2002, o setor respondia por 27,5% da economia mineira e passou para 32,8% em 2011. Esse índice representa mais do que o crescimento da média nacional. Em 2002, a indústria no Brasil tinha participação de 27,1% e cresceu 0,4 ponto percentual em 2011, quando chegou a 27,5% na economia nacional.

O senhor se considera preparado para enfrentar um eventual cenário negativo, com perdas de arrecadação?

Me sinto extremamente preparado. Além da atração de investimentos, como já citei, vamos intensificar a parceria com a iniciativa privada. Minas é o estado com maior número deParcerias Público Privadas (PPP). Nos últimos seis anos, o Governo de Minas conseguiu atrair R$ 2,3 bilhões para projetos de PPP, e outros R$ 5 bilhões em projetos em licitação. Minas se tornou referência nacional e internacional quando se trata desse modelo, com reconhecimento pela revista britânica World Finance e pelo Banco Mundial.

Se eleito, que Estado o senhor deseja entregar?

Uma Minas onde todos tenham orgulho de dizer onde vivem. Meu maior compromisso é com os cidadãos. As ações do governo terão como objetivo principal promover o bem-estar das pessoas que devem ser contempladas com políticas públicas que tornem nosso Estado uma terra de oportunidades para todos.

Se eleito, qual será o perfil do seu secretariado?

Competência e espírito público. É o que buscaremos entre os homens e mulheres de bem para compor o nosso governo. Queremos fazer um governo moderno, com eficiência em gestão. Como somos apoiados por uma ampla coligação – que inclui 14 partidos, além de lideranças de outras legendas que ao longo da campanha, foram se juntando a nós – não precisaremos nos render a conchavos ou alianças espúrias para garantir governabilidade. O eleitor pode esperar de nós o compromisso com a ética e o interesse público em todas as nossas ações, o que começará já na montagem da equipe de governo.

Por que os mineiros devem votar no senhor?

A nossa candidatura é a mais preparada para governar Minas. Tenho percorrido diversas cidades para escutar as pessoas sobre seus principais sonhos e demandas. Ninguém pode governar bem um país, um estado, um município se não for ouvindo os destinatários das nossas ações. O que me credencia é a minha história pessoal e política, de quase 40 anos dedicados ao interesse público, que me ensinou que o foco de um governo deve ser a melhoria da vida das pessoas.

Governo Dilma: redução da desigualdade fica estagnada

Números indicam que a estratégia do governo de combater a desigualdade por meio dos programas de transferência de renda.

Progresso na redução da desigualdade estagnou no governo de Dilma Rousseff

Fonte: Valor Econômico

Reduzir mais a desigualdade é uma tarefa desafiadora

Tem razão a ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello, quando diz que a avaliação das políticas públicas deve se focar em tendências e não se apegar a microvariações de 0,001 ponto para cima ou para baixo, ao comentar o episódio do erro do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na elaboração da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) de 2013.

Divulgada na quinta-feira, a Pnad teve que ser retificada no dia seguinte depois que pesquisadores externos notaram a inconsistência de alguns números. A correção teve maior impacto na avaliação da evolução da renda da população e do combate à desigualdade e na taxa analfabetismo em 2013.

No entanto, olhando-se os números por um período mais longo, a conclusão continua a mesma: o progresso na redução da desigualdade estagnou no governo de Dilma Rousseff, com o índice de Gini do rendimento médio mensal de todas as fontes passando de 0,506 em 2011, o primeiro ano, a 0,501 em 2013. Nos três anos anteriores, o índice de Gini de todas fontes de renda diminuiu 0,020 ponto, saindo de 0,526 em 2008. Ao longo dos oito anos de Lula, o avanço foi de 0,055 ponto.

Já o índice de Gini do rendimento médio mensal de todos os trabalhadores avançou 0,053 ponto ao longo do governo Lula, a uma velocidade média anual superior à verificada no governo de Dilma, quando recuou de 0,500 no primeiro ano, 2011, a 0,495 no ano passado.

Os números indicam que a estratégia do governo de combater a desigualdade por meio dos programas de transferência de renda, aumento do salário mínimo e mercado de trabalho está perdendo gás, apesar de o Brasil ainda estar bem distante dos índices de 0,482 do México e de 0,412 da Turquia, de acordo com a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

O bem-sucedido Bolsa Família, por exemplo, que beneficiava 3,6 milhões de famílias em 2003, cresceu nos anos seguintes até chegar a 12,8 milhões de famílias no fim do 2º mandato de Lula. No ano passado, atingiu 14,1 milhões de famílias, cerca de 50 milhões de pessoas, ao custo de R$ 26,1 bilhões.

Mas o Bolsa Família já não cresce à mesma velocidade pela redução do número de famílias elegíveis para o benefício, que são aquelas com renda per capita mensal inferior a R$ 77. Seu impacto poderia ser ampliado com o aumento do benefício, o que está fora de questão pelas restrições fiscais do governo. E há uma pressão crescente pela criação de mecanismos de saída dos beneficiários do programa.

O mercado de trabalho é um importante motor da redução da desigualdade. Mas, nesse front, a Pnad 2013 trouxe uma novidade desanimadora: o aumento da taxa de desocupação para 6,5% em comparação com 6,1% em 2012. Foi a primeira elevação desde a crise internacional de 2008.

Apesar disso, a renda da população manteve o crescimento real. Em 2013, o rendimento médio do trabalho cresceu 3,8%; e o de todas as fontes, 3,4%. Mas foi um avanço inferior ao de 2012, que havia sido de 5,6% e 5,5%, respectivamente. Nesse campo, também joga contra a inflação, que corrói o valor de salários e benefícios.

O governo mantém o otimismo com a preservação de índices baixos de desemprego em contraste com o cenário internacional e faz disso um ponto de destaque na campanha eleitoral. As perspectivas para o mercado de trabalho, porém, são pessimistas dado o enfraquecimento da economia. O próprio governo reduziu nesta semana a expectativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para 0,9%, taxa três vezes maior do que a estimada pelo mercado.

Na batalha pela redução da desigualdade resta a educação, campo em que o governo vem tentando avançar com o ensino técnico e a ampliação dos investimentos vinculados à receita do pré-sal. Mas os resultados do Índice da Educação Básica (Ideb), mostrando um desempenho aquém do desejável nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio e a própria Pnad indicam que há muito por fazer. Segundo a Pnad, há cerca de 13 milhões de analfabetos no país, 8,5% da população com 15 anos ou mais.

A Pnad revelou também um quadro positivo de maior acesso da população a bens de consumo como geladeiras, automóveis e computadores, em contraste com o pouco acesso a abastecimento de água e coleta de esgoto. Reduzir o descompasso pode fazer o país avançar mais na redução da desigualdade.

Aécio diz que pode vencer PT

Aécio: “Quem pode vencer de verdade o PT e permitir o Brasil voltar a crescer e a vida das pessoas melhorar, é a nossa candidatura”.

Eleições 2014

Fonte: Estado de Minas

Aécio Neves diz que ele é quem “pode vencer de verdade o PT”

O tucano cumpriu agenda de campanha nesta quinta-feira, em Itabuna, na Bahia

Aécio Neves afirmou que vai reduzir as desigualdades no Brasil, investindo mais na Região Nordeste do que nas demais regiões.

candidato do PSDB à Presidência da RepúblicaAécio Neves, fez campanha em Itabuna, na Bahia, nesta quinta-feira. Ele disse que está “otimista” com a possibilidade de chegar ao segundo turno e voltou a tratar o PT, partido da presidente Dilma Rousseff que concorre à reeleição, como principal rival a ser vencido no pleito. Na visão dele, diferentemente do que pensa a outra adversária, a ex-ministra Marina Silva (PSB), a campanha dele é “encarna melhor” o propósito de retirar os petistas do governo federal. “Quem pode vencer de verdade o PT e permitir o Brasil voltar a crescer e a vida das pessoas melhorar, é a nossa candidatura. E isso vai ficando cada vez mais claro.”, disse.

O senador mineiro estava acompanhado do candidato do DEM ao governo do estado, Paulo Souto, e do prefeito de Salvador, ACM Neto. O peemedebista Geddel Veira Lima, que disputa a vaga para o Senado, também estava na comitiva.

Aécio Neves afirmou que vai reduzir as desigualdades no Brasil, investindo mais na Região Nordeste do que nas demais regiões. “Nossa candidatura foi a única que assumiu um compromisso claro com a Região Nordeste. Em primeiro lugar, com a descentralização dos investimentos, portanto, com o favorecimento tributário que permita que empresas e empregos voltem ao Nordeste brasileiro”, disse o candidato, em entrevista após comício em Itabuna, no sul da Bahia.

Aécio prometeu ainda aos nordestinos elevar os investimentos federais em educação. “A nossa meta é que, em oito anos, a Região Nordeste tenha o mesmo nível de educação das regiões mais ricas do Brasil, com investimentos, com qualificação das pessoas e com o resgate de todos os jovens que não concluíram o ensino fundamental e o ensino médio”, afirmou.

Ele disse que, se for eleito, investirá também no turismo. “Vamos tratar o turismo como talvez a mais rentável das indústrias que temos, porque o investimento já está aí, a natureza fez em grande parte. O que precisamos é de infraestrutura adequada, de promoção dessa região, tanto em outras partes do Brasil quanto no exterior. E vamos apoiar o setor privado para que possa fazer investimentos que qualifiquem o turismo com hotéis de qualidade, centros de convenções.”

O candidato do PSDB abordou ainda a questão da segurança pública, prometendo baixar a taxa de homicídios no Nordeste e defendendo alterações no Código Penal para reduzir a maioridade penal. “Estabelecemos a meta de, em no máximo dez anos, reduzir em 30% o número de homicídios no Nordeste, com investimentos, com parcerias com os estados e com mudança no Código Penal, para que, no caso de crimes graves, os jovens acima de 16 anos possam ser punidos com base nesse código.”

Ainda na questão da segurança públicaAécio prometeu também acirrar o combate ao tráfico de drogas. “Temos que ter uma ação conjunta das forças de segurança, das Forças Armadas e da Polícia Federal, para enfrentar o tráfico que vem das nossas fronteiras. Vou estabelecer uma relação altiva com os países produtores de drogas que contrabandeiam essas drogas para o Brasil. Não vamos fazer parcerias com esses países, se eles não cuidarem internamente também da produção de drogas”, afirmou.

Inflação chega às barraquinhas de BH

Reajustes dos ambulantes chegam a 100% nos preços dos produtos para lanche. Vendas, por sua vez, despencaram.

Inflação em Belo Horizonte

Fonte: Estado de Minas 

Dragão aterroriza as barraquinhas de BH

Luciane Evans

O cachorro-quente da esquina, o docinho do ponto de ônibus, o saco de laranjas na estrada e até mesmo a bala no sinal trânsito fechado. Quem não resiste às iguarias que estão nas ruas já comprovou que elas, agora, estão pesando no bolso. Isso porque, com a inflação estourando o teto da meta do governo, de 6,5%, chegando a 6,51%, o comércio ambulante vem, a duras penas, tentado driblar o que muitos vendedores chamam de “a maior crise já vista”, uma vez que, além da alta dos alimentos, os brasileiros estão cada vez mais endividados e traçando suas despesas na ponta do lápis. Ambulantes já amargam prejuízos de cerca de 30% no faturamento. Para balancear as perdas, alguns, aos poucos, aumentam o valor dos produtos em cerca de 20%, mas temem que um reajuste maior espante ainda mais a clientela, já que, há dois anos, muitas mercadorias custavam a metade do que é cobrado hoje. “Agora, estamos segurando os preços ao máximo. Mas chega um momento que não dá”, desabafa o comerciante Alex Sander Ribeiro de Morais.

São, atualmente, 441 ambulantes licenciados em Belo Horizonte, sendo que, para exercer a atividade legalmente, pagam uma taxa anual de R$ 288,43 a R$ 514,42 à prefeitura, o que vai depender da sua localização. Para se ter ideia, comerciantes que usam veículo automotor, com lanches rápidos, por exemplo, hoje são 262 na cidade e pagam R$ 514,42. Mara de Fátima dos Reis está entre eles. Há um ano trabalhando em uma esquina do Bairro Santo Agostinho, na Região Centro-Sul, ela, que vende sanduíches, cachorro-quente e espaguete, conta que, por mês, tem uma despesa de R$ 16 mil para um faturamento de R$ 20 mil. E que nos últimos meses seu lucro vem caindo a 25%. “Nós, ambulantes, estamos vivendo um momento difícil. Por isso, em janeiro aumentei em R$ 0,50 o preço de todos os meus produtos e pretendo fazer, nos próximos dias, um novo reajuste”, anuncia. Ela justifica o aumento por causa da queda do movimento e da alta dos alimentos. “As pessoas estão endividadas e os alimentos só aumentam, tudo isso vai nos prejudicando”, argumenta

Mara tem razão. Em agosto, o percentual de famílias endividadas no Brasil ficou em 63%. Além disso, de acordo com os últimos dados do Índice de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados na sexta-feira, a inflação oficial do país acelerou 0,25% no último mês. Em julho, havia ficado em 0,01%. No acumulado de 12 meses até agosto, a alta chega a 6,51%, um resultado acima do teto da meta da inflação do governo, que é de 6,5%. Em Belo Horizonte, houve queda de 0,02%, mas, no acumulado de 12 meses, a expansão é de 6,24%.

Apesar da alimentação ter tido um recuo de 0,15% nos valores, comer fora de casa tem tido alta intensa, passando de 0,52% em julho para 0,71% em agosto em todo o Brasil. “Com isso, as pessoas estão evitando esse maior vilão do orçamento, que é comer fora do lar. Com as dívidas a pagar e a alta nos preços, os consumidores estão economizando ao máximo”, comenta o economista e professor de finanças da Universidade Fumec, Alexandre Pires de Andrade.

Essa matemática é que tem atrapalhado as contas de quem vive do comércio nas ruas. O Alex Sander, por exemplo, conta que há 10 anos tem um veículo automotivo de alimentos no Bairro de Lourdes, na Região Centro-Sul, e está vivendo, este ano, a sua pior crise. Diante dela, teve que aumentar os valores dos seus produtos para não ficar no prejuízo. A famosa vitamina de 500ml que vende, por exemplo, passou de R$ 3,50 para R$ 4. O mesmo ele fez com garrafa de água mineral, que hoje sai a R$ 2, e refrigerantes, atualmente a R$ 3.

“Mesmo repassando esse aumento, o meu faturamento caiu 30% em agosto”, revela Alex Sander, contando que o leite foi o grande vilão para as suas despesas. “Antes, gastava R$ 2 com o litro, hoje, são R$ 2,70”, compara. De acordo com dados do IBGE, o leite teve alta de 0,9% em agosto (veja quadro). O ambulante ainda ressalta que, com a alta nos preços dos alimentos em geral, muitos clientes fiéis estão deixando de comer na rua e trazendo seus lanches de casa. “Tinha uma cliente que gastava R$ 200 por mês comigo, mas me confessou que está sentindo que as coisas apertaram. Por isso, passou a trazer marmita”, conta.

A ‘era da marmita’, segundo comenta o economista Alexandre de Andrade, se justifica, uma vez que a alimentação nos supermercados está valendo mais a pena para o consumidor do que comprar nas ruas. “No caso do ambulante, ele compra os itens caros, seja no supermercado seja com distribuidores, e ainda tem que ter a sua margem de lucro. Por isso, muitos clientes vão buscando alternativas. Uma delas é a marmita”, aponta. Para o consumidor Douglas Leonardo, cliente de Alex, apesar do aumento na vitamina, ele não está deixando de consumi-la. “Mas tenho observado que a alimentação fora de casa está apertando no orçamento. Não tenho como fugir disso, pois trabalho o dia inteiro e tenho que me alimentar na rua”, diz.

MAIS QUENTE Até o fim do ano, o famoso cachorro-quente na Praça do Papa, na Região Centro-Sul, vai deixar de custar R$ 5. De acordo com a vendedora Renata Priscila, a delícia passará a ser vendida a R$ 6, um aumento de 20%. “Antes, há três meses, comprava cinco quilos de salsicha por R$ 32. Atualmente, está custando R$ 39. O queijo canastra, por exemplo, custava R$ 11 o quilo e, agora, está R$ 14,90”, compara. A salsicha, de fato, pesou no orçamento. Conforme dados do IPCA, o item teve um aumento de 1,01% em agosto e 6,53% no acumulado do ano. “Até dezembro, o nosso cachorro-quente ficará mais caro”, anuncia Renata.

Para o consumidor Selmo Júnior, a situação já está fora de controle. “Já vi cachorro-quente ser vendido a R$ 7,50, em Contagem, na Grande BH, onde moro. O que muitos ambulantes têm feito é diminuir o tamanho da salsicha para não aumentar o preço. É muito ruim para nós, consumidores. Recebo tíquete alimentação, que não teve reajuste, e comer fora está comprometendo meu orçamento”, confessa.

O aperto chegou também ao ponto de ônibus, ainda que a contragosto da clientela. Há três meses com uma barraca de guloseimas no Bairro Belvedere, na Região Centro-Sul, Raquel Constantino de Freitas diz que os preços do beijinho, cajuzinho, doce de abóbora em barra e pé-de-moça tiveram aumento de R$ 0,25. “Meu pai, dono da barraca, está tendo uma despesa muito grande com os distribuidores e, por isso, resolveu reajustar os preços. Outro dia, um cliente não gostou de ter que pagar a mais pelo cajuzinho e reclamou. Mas o que podemos fazer? O comércio da rua está em momento difícil, e nós, ambulantes, temos contas a pagar”, diz Raquel. É o que conta também o vendedor de laranjas da BR-040. Geraldo Rafael, há um ano ambulante, diz que este ano já vendeu o pacote de 12 quilos da fruta a R$ 10, R$ 11, R$ 12 e R$ 15. Ele conta que o preço dos distribuidores aumentou de R$ 5 para R$ 8 e, por isso, foi necessário o reajuste. “Mas as vendas não estão boas”, reclama, alegando ter perdido 30% do faturamento.

Coluna Aécio Folha: O aparelhamento do PT no IBGE

O IBGE entrou em convulsão depois que o PT colocou em dúvida a nova metodologia usada, que traz novos dados sobre o desemprego no país.

IBGE aparelhado

Fonte: Folha de S.Paulo 

AÉCIO NEVES

Gol de mão

O intolerável grau de aparelhamento do Estado brasileiro pelo PT chegou às instituições de pesquisa, guardiãs do conhecimento e da informação que serve ao desenvolvimento do país. O Brasil corre o risco de entrar na mesma rota que levou a Argentina a perder credibilidade quanto às suas estatísticas oficiais.

O episódio recente em torno do IBGE passou a muitos a impressão de que o instituto estaria dando um perigoso passo na direção dos problemas que minaram o Instituto Nacional de Estadística y Censos (Indec), do nosso vizinho, cujos dados sobre inflação e PIB são considerados tão corretos quanto o célebre gol de mão feito por Maradona contra a Inglaterra.

Se a “mão de Deus”, expressão usada pelo próprio atacante para descrever o lance, ajudou a Argentina a ganhar o jogo, seu uso nas estatísticas não melhora em nada a vida dos argentinos. Não saber o que de fato se passa na economia de um país afugenta novos investimentos, com impacto negativo sobre o desenvolvimento.

IBGE entrou em convulsão depois que o PT colocou em dúvida a nova metodologia usada pelo órgão, que, ao ampliar a base de pesquisa, traz novos dados, por exemplo, sobre o desemprego no país. Era o que faltava: o partido querer atribuir à sua base aliada a tarefa de avaliar metodologia de pesquisa.

Apesar da contestação de vários profissionais, a Pnad Contínua teve sua divulgação adiada para depois das eleições. Assim, é preciso concordar com Simon Schwartzman, ex-presidente do IBGE: a suspensão em momento eleitoral levanta suspeitas sobre a falta de autonomia do órgão.

Dias antes, o sinal vermelho já havia sido acendido no Ipea. A informação de que o instituto abriu, em 2010, escritório na Venezuela, e que lá tem produzido textos em apoio ao chavismo, surpreendeu muita gente. Especialmente os que já lamentavam que, apesar da resistência profissional de tantos dos seus membros, o Ipea estivesse sendo usado para tentar dar sustentação a “verdades” petistas. Nos mesmos dias, a imprensa denunciou a crise na Embrapa com as nomeações políticas.

O assunto é grave. Instituições brasileiras, com credibilidade conquistada através do merecido reconhecimento do país ao trabalho de inúmeros pesquisadores e profissionais, não podem ter interrompida esta importante trajetória.

Precisamos defender a autonomia das nossas instituições, diante de qualquer pressão política. Elas pertencem ao país e não ao governo. Até porque, depois do Ipea, do IBGE e da Embrapa, alguém pode ter a ideia de interferir no Inep para controlar os dados de educação e no CNPq para patrulhar as pesquisas.

O Brasil não merece isso.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

Inclusão Digital: BH está entre os 4 do Brasil

Inclusão Digital: BH está entre os 4 do Brasil 

Inclusão Digital: Belo Horizonte está entre os 4 do Brasil – Pesquisa da FGV mostra um retrato do acesso às tecnologias digitais no mundo.

Inclusão Digital: Belo Horizonte

Fonte: Sérgio Matsuura – O Globo

Brasil ocupa 72ª posição em ranking global de inclusão digital

Pesquisa destaca importância do celular no combate à exclusão tecnológica

 Inclusão Digital: BH está entre os 4 do Brasil

Entre as capitais brasileiras, Florianópolis lidera o ranking, com índice de 77,06%, seguida por Vitória, Curitiba, Belo Horizonte, Porto Alegre, São PauloRio de Janeiro e Brasília.

Inclusão Digital – O Brasil ocupa a 72ª posição no ranking global de conectividade, de acordo com o Índice Integrado de Telefonia, Internet e Celular (Itic), elaborado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) em parceria com a Fundação Telefônica/Vivo. O indicador compara o acesso a celular, telefone fixo, computador e internet em 156 países, com base em estatísticas do Instituto Gallup e do IBGE. O índice do país é de 51,25%, pouco acima da média global, de 49,1%.

– O Brasil está no meio do mundo, não só em inclusão digital. Estamos com o copo meio cheio e meio vazio, mas a taxa de evolução está forte no mundo, e cabe ao país acompanhar esse crescimento – afirmou Marcelo Neri, coordenador do estudo e pesquisador da FGV.

pesquisa “O início, o fim e o meio digital”, apresentada ontem, mostra um retrato do acesso às tecnologias digitais no mundo. O Itic é uma média entre os percentuais das populações com telefonia móvel, fixa, computador e internet nos países pesquisados. Sobre o estudo, Neri destaca a percepção do celular como ferramenta mais eficiente que outras no combate à exclusão digital.

– O celular está onde a pobreza está. Temos de desenvolver estratégias para levar conteúdos para essa plataforma, porque ela já está na mão de quem você quer incluir – avaliou Neri, lembrando que em 2003 apenas 15,3% da população brasileira da classe E possuía celular, número que pulou a 62,8% em 2009.

Na América Latina, o Brasil está atrás de Venezuela, Chile, Costa Rica, Argentina, Uruguai e Colômbia. Também fica atrás de Rússia e China, que com Brasil e Índia formam o Bric. A Suécia lidera o ranking, com 95,8%, seguida por Islândia, Cingapura, Nova Zelândia e Holanda. Os Estados Unidos ocupam a 31ª posição, com 79,25%. Na lanterna estão República Centro Africana (5,5%), Burundi (5,75%) e Etiópia (8,25%).

Entre as capitais brasileiras, Florianópolis lidera o ranking, com índice de 77,06%, seguida por Vitória, Curitiba, Belo Horizonte, Porto Alegre, São PauloRio de Janeiro e Brasília. No pé da lista está Macapá, com 45,71%. O município com a maior taxa de inclusão digital é São Caetano do Sul (SP), com 82,6%, seguido por Santos.

No Rio, a pesquisa ainda destrinchou o acesso às ferramentas digitais por região administrativa. No topo da lista, com 86,65%, está a Lagoa, que engloba os bairros de Ipanema, Arpoador, Leblon, Gávea, São Conrado, Jardim Botânico e Lagoa. Esse resultado coloca a conectividade da região com índice acima de países como Japão (85%) e Alemanha (83%). No fim da lista está o Complexo do Alemão, com 50,83%, ainda acima da média mundial.

– O Complexo do Alemão está situado numa cidade rica, que tem economia de escala – explicou Neri.

Inclusão Digital: Belo Horizonte Link do artigo:  http://oglobo.globo.com/tecnologia/brasil-ocupa-72-posicao-em-ranking-de-conectividade-5641734-