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TRE de Minas desaprova contas de campanha de Fernando Pimentel

Parecer do corpo técnico do tribunal será submetido ao procurador e juiz eleitoral. Inicialmente foram identificadas 19 irregularidades.

Ainda restam  duas “falhas de natureza grave” e outras três impropriedades não sanadas

Fonte: Hoje em Dia 

Corpo técnico do TRE pede desaprovação de contas de Pimentel e aplica multa de R$ 50 milhões

O órgão técnico do Tribunal Regional Eletoral (TRE) de Minas Gerais opinou pela desaprovação das contas de campanha do governador eleito, Fernando Pimentel (PT). Uma multa de R$ 50 milhões, referente a cinco vezes o valor gasto a mais na campanha, também foi aplicada pelos técnicos. Agora, o parecer dos técnicos segue para apreciação do procurador regional eleitoral e, posteriormente, para o juiz relator Paulo Regério Abrantes, que decidirá se acata ou não o pedido. A consequência da desaprovação pode ser a cassação do registro ou a não diplomação.

Conforme o Hoje em Dia mostrou em 14 de novembro, o corpo técnico da Corte Eleitoral havia encontrado 19 irregularidades na prestação de contas do petista, que foi eleito no primeiro turno em disputa com o tucano Pimenta da Veiga. Na oportunidade, o tribunal deu prazo para campanha regularizar a contabilidade, o que não aconteceu. Entre as irregularidades apontadas no novo relatório do TRE, divulgado hoje, existem duas “falhas de natureza grave” e outras três impropriedades não sanadas. Segundo a primeira falha grave, o candidato extrapolou em R$10.171.169,64 seu limite de gastos. Já a outra falha grave diz respeito a propaganda e publicidade.

Inicialmente, a campanha foi estimada em R$ 42 milhões, mas acabou saindo por R$ 52 milhões. A defesa do petista alega que os gastos de campanha do Comitê Financeiro Único do PT-MG foram também realizados na campanha do candidato. “Que a campanha foi empreendida tanto na prestação do candidato, quanto na do comitê. Aponta que a transferência da conta do candidato para a conta do comitê não gerou nenhuma despesa nova, razão pela qual não pode ser considerada no limite de gasto do candidato”, diz parte do documento relativo à defesa de Pimentel.

Em análise, os técnicos consideraram que partidos podem realizar despesas para as campanhas e são responsáveis pelos seus gastos; ou os candidatos podem fazê-lo, também sob sua responsabilidade. Assim, o partido pode gastar e doar para o candidato, mas não pode gastar pelo candidato sem repassar tais recursos a este beneficiário. Cada qual faz gastos sob sua responsabilidade.

“No entendimento da Unidade Técnica o limite de gastos para o cargo governador pelo PT foi estabelecido, segundo a legislação em vigor, como sendo de R$42.000.000,00 (quarenta e dois milhões de reais). O candidato contrariou o limite imposto e extrapolou o valor à revelia do que lhe foi atribuído, não tomando as devidas providências ou as cautelas necessárias para se manter dentro do limite de gasto estabelecido pelo seu partido e pela legislação”, diz o relatório dos técnicos.

De acordo com a segunda falha grave apontada, o candidato alega que as propagandas e publicidades flagradas pelo Sistema de Controle Concomitante de Financiamento de Campanha – SICOF – desta Justiça Eleitoral não eram de conhecimento do candidato. A defesa do petista alegou que não há como presumir que o candidato majoritário tenha ciência de todo o material gráfico e publicitário que utilizava sua imagem e que era produzido por terceiros. “O próprio candidato lançou várias destas em sua prestação de contas. A responsabilidade do candidato neste caso não pode ser minimizada, haja vista que o controle da imagem e demais itens ofertados através do seu site na internet deveriam ter sido gerenciados”, aponta o relatório.

A campanha petista conseguiu sanar 15 irregularidades. A assessoria do PT foi procurada e informou que está levantando as informações para se manifestar sobre o assunto.

Em debate, Aécio pede a Dilma para juntos debaterem propostas para o Brasil

Aécio pede a candidata petista para juntos honrarem a democracia e debater propostas na última semana antes da votação do segundo turno.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Aécio convida adversária petista a discutir o futuro do Brasil

Em campanha neste sábado (18) em Porto Alegre, o candidato à Presidência da República pela Coligação Muda BrasilAécio Neves, convidou a presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) para debater propostas para o futuro do Brasil ao longo da última semana antes da votação do segundo turno.

“Convido a presidente da República para, nesta semana que nos separa da eleição, debatermos os nossos projetos, mostrarmos as diferenças que temos na concepção do Estado, na visão da administração púbica e das nossas prioridades. Estou extremamente otimista nesta reta final e pronto para o embate”, afirmou o candidato, que participou de um ato político, na capital gaúcha, com 3.500 pessoas na quadra da escola de samba Império da Zona Norte.

Em entrevista à imprensa, Aécio acrescentou: “Presidente Dilma, estou aqui na terra que a senhora adotou. Vamos honrar a democracia e vamos debater o Brasil do futuro. Apresente as suas propostas e eu apresento as nossas, e vamos permitir que os brasileiros optem. Vamos respeitar qualquer que seja essa decisão.”

Desespero

Aécio esclareceu estar disposto a discutir propostas para o futuro nas áreas de saúde,educaçãosegurança públicacrescimento econômico e geração de empregos. Ele afirmou, porém, que a campanha da adversária revela desespero.

“Essa é a agenda da sociedade, mas eu vejo um governo à beira do desespero, uma candidata à beira de um ataque de nervos, que, obviamente não tendo como apresentar ao Brasil uma proposta de futuro, prefere fazer uma campanha com os olhos no retrovisor da história”, ressaltou.

Durante a manhã deste sábado, Aécio participou de um café da manhã com líderes políticos do Rio Grande do Sul, como o ex-senador Pedro Simon e o candidato a governador José Ivo Sartori, a senadora Ana AméliaBeto Albuquerque, vice de Marina Silva (PSB), o deputado federal Marchezan Filho (PSDB-RS), o ex-senador José Fogaça, entre outros.

Ringue

Aécio lamentou o fato de a política estar se transformando quase que em um ringue. “A política é feita muito mais de desencontros do que encontros; desencontros de ideias. Nós estamos vendo a política se transformar quase que num ringue pela ação não nossa, mas dos nossos adversários”, reagiu ele.

O candidato afirmou que Dilma Rousseff foge do debate em razão do fracasso de seu governo em várias áreas. “A presidente da República na verdade foge da discussão sobre o seu próprio governo, sobre os equívocos do seu governo”, disse ele, citando os fracassos na condução da economia, na gestão do Estado nacional e nos indicadores sociais.

“Os nossos indicadores sociais pararam de melhorar. Eu chamo a atenção dos senhores para uma crise no Ipea [Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas] em relação aos dados que vêm sendo divulgados pelo governo, que, segundo algumas denúncias, não correspondem exatamente aos dados do próprio Ipea.”

Aécio voltou a protestar contra o “aparelhamento de instituições absolutamente exemplares, conquistas da sociedade brasileira”, citando Ipea, IBGE, Embrapa e Correios. “Esse aparelhamento é uma marca perversa desse governo, que se apoderou do Estado nacional.”

O candidato reiterou as críticas às mentiras disseminadas pela campanha petista, relacionadas especialmente à sua gestão em Minas Gerais. “Se ela quisesse fazer justiça aos mineiros, respeitar os mineiros, lembraria que Minas tem a melhor educação fundamental do Brasil, a melhor saúde da região Sudeste. Não porque eu estou dizendo, porque o governo da presidente é que diz isso.”

Ministério qualificado

Questionado sobre nomes para compor o futuro governo, Aécio afirmou que terá a equipe mais qualificada de todos os tempos. “Eu não tenho ainda a definição de outros nomes, mas eu posso dizer a vocês o seguinte: se eu vencer estas eleições, vamos ter o mais qualificado de todos os governos da história republicana do Brasil, porque eu vou buscar os nomes na sociedade, vou buscar os nomes a partir do conhecimento que cada um tenha.”

Aécio explicou que optou por antecipar o nome de Armínio Fraga para o Ministério da Fazenda com o objetivo de “sinalizar de uma forma muito clara para uma nova condução da política econômica”.

Apoios

Na visita a Porto Alegre, Aécio recebeu um grupo de médicos que pediu apoio e liberdade para que a categoria tenha condições de trabalhar no país. Funcionários da Advocacia Geral da União (AGU) também se reuniram com o candidato e apelaram para o fortalecimento da instituição e da carreira dos servidores do órgão. Também recebeu um abraço da advogada Francieli Janaina que o aguardava para desejar boa sorte nas eleições.

Na escola de samba Império da Zona Norte, Aécio foi recebido por integrantes e simpatizantes. Tomou chimarrão e agradeceu o apoio recebido no Rio Grande do Sul.

Aécio carimbou na testa de Dilma que ela não conhece Minas

Aécio carimbou na testa de Dilma que ela não conhece Minas. Dilma passou recibo da acusação. O debate acabou com Dilma nocauteada.

Eleições 2014

Fonte: Blog do Noblat

No debate do SBT, Aécio fez picadinho de Dilma

Se alguém quase se rendeu a baixarias foi Dilma

Aécio Neves deixou de ser tucano.

Na versão política, tucano é uma ave que, apesar do bico grande, bica com delicadeza. É capaz de perder a vida para não perder a elegância. Foi assim, por exemplo, com Serra no primeiro debate do 2º turno contra Dilma em 2010.

De certa forma foi assim também com Aécio no debate da última terça-feira contra Dilma na Rede Bandeirantes de Televisão.

Quem imaginou que ele, ontem, no debate do SBT, ofereceria a outra face para apanhar, enganou-se.

O instinto de sobrevivência empurrou Aécio para cima de Dilma, e dessa vez foi ela que não estava preparada para enfrentar tamanha fúria.

Marqueteiros costumam dizer que o eleitor detesta troca de ataques entre candidatos. Lorota.

O eleitor diz que detesta para aparecer bem na foto – mas ela gosta de ataques, sim. Os ataques só não podem resultar em baixarias.

Se alguém quase se rendeu a baixarias foi Dilma quando tentou aplicar uma pegadinha em Aécio. Perguntou o que ele achava da lei que pune motoristas que dirijam bêbados ou drogados.

Uma vez, no Rio, Aécio foi surpreendido por uma blitz da Lei Seca. E se recusou a fazer o teste do bafômetro.

Se Dilma sabe que ele estava bêbado ou drogado deveria ter dito. É uma grave acusação que não pode apenas ser insinuada. Ela preferiu insinuar. Leviandade.

No debate da BandDilma impôs a Aécio sua agenda de discussão. Acuou-o com perguntas sobre o governo dele em MinasAécio saiu derrotado.

No debate do SBTAécio impôs sua agenda. E rebateu os ataques de Dilma com calma, lógica e argumentos bem pensados. Foi impiedoso.

Dilma voltou a perguntar pelos parentes que Aécio empregou no governo de MinasAéciorespondeu sobre apenas um deles – sua irmã, Andrea, que trabalhou no governo sem nada ganhar.

Em seguida, Aécio perguntou a Dilma pelo irmão dela, “que ganha sem trabalhar” da prefeitura de Belo HorizonteDilma fugiu da resposta. E começou a falar em “dilmês”

Aécio carimbou na testa de Dilma que ela não conhece direito Minas GeraisDilma passou recibo da acusação.

O debate acabou com Dilma nocauteada. Não é força de expressão.

Desorientada, como se não soubesse direito onde estava e o que lhe aconteceu, Dilma perdeu a voz ao responder à pergunta de uma repórter do SBT. Esqueceu que estava ao vivo. E, aparentemente grogue, pediu para recomeçar.

Não conseguiu. Alegou então que estava passando mal. Uma queda de pressão. Foi socorrida com um copo de água. Arranjaram-lhe uma cadeira.

Quis voltar à responder à repórter. Como seu tempo acabara, se irritou com ela. Chamou-a de“minha querida“.

Desfecho perfeito para uma luta que perdeu.

Anastasia destaca Choque de Gestão do Governo Aécio

O Choque de Gestão deu resultados concretos, recolocou as contas do Minas em ordem e melhorou a qualidade de vida dos cidadãos de Minas.

Eleições 2014

Fonte: Folha de S.Paulo

Antonio Anastasia: Aécio e o bem-sucedido choque de gestão

Artigo

Em 2003, o então governador Aécio Neves implantou em Minas Gerais uma gestão moderna, eficiente e criativa. O choque de gestão, como ficou conhecido esse modelo, significa gastar menos com a administração para investir mais no cidadão e oferecer mais e melhores serviços públicos.

Desde meados dos anos 1990, Minas enfrentava um persistente desequilíbrio fiscal. Para 2003, havia previsão de um deficit de R$ 2,4 bilhões. Faltavam recursos para as despesas e até para a folha de pessoal. Havia uma grande dívida com fornecedores, ausência de crédito internacional, fuga de investimentos privados e deterioração da infraestrutura pública. Os investimentos com recursos do Tesouro do Estado praticamente não existiam.

Em tempo recorde, o governo de Minas conseguiu sanear as finanças e equilibrar as contas. A equipe de governo cortou, enxugou, fundiu órgãos e conseguiu gastar menos e, principalmente, melhor.

Em 2004, Minas alcançou o deficit zero com um resultado fiscal positivo de R$ 90 milhões. O Estado havia encontrado o equilíbrio entre receita e despesa. Os servidores passaram a receber em dia. Minas recuperou a credibilidade e voltou a receber recursos federais e internacionais. Desde então, o Estado mantém suas finanças em ordem.

Esse modelo consolidou-se na segunda geração do choque de gestão (2007-2010). A partir de 2009, o foco na meritocracia levou o governo de Minas a implantar os acordos de resultados em todos os órgãos e entidades, que antes eram optativos.

Os acordos são uma contratualização de metas que resultam no pagamento de prêmio por produtividade aos servidores em função do cumprimento do que é acordado. Cada escola, cada hospital, cada presídio, por exemplo, pactua metas que, cumpridas representa, melhores serviços para os cidadãos.

A partir de 2011, o modelo, em sua terceira geração, evoluiu para um processo de participação da sociedade na priorização das ações, com metas regionalizadas e formação de comitês regionais em todo o Estado.

Os resultados podem ser observados em todas as áreas. De 2003 a 2013, os investimentos do Executivo em escolas, hospitais, estradas, saneamento, segurança, entre outros serviços, saltaram de R$ 600,9 milhões para R$ 4,275 bilhões.

Na educação, de acordo com o Ministério da EducaçãoMinas Gerais lidera o ranking entre os Estados brasileiros no ensino fundamental. O Estado tem a melhor classificação entre as redes estaduais e também o melhor índice quando consideradas todas as redes de ensino. No ensino médio, a rede estadual mineira continua entre as melhores do país como terceira colocada entre as redes estaduais e em quarto lugar entre todas as redes.

Minas tem a melhor saúde do Sudeste e a quarta melhor do país, de acordo com o Ministério da Saúde. No plano nacional, ficou em quarto lugar, atrás apenas de Estados mais ricos e homogêneos, como Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. Quem conhece a complexidade dos desafios da gestão pública pode avaliar o tamanho do esforço que há por trás de resultados como esse.

Na segurança, o Estado tem a segunda menor taxa de homicídios do Sudeste e a oitava menor do país. Minas é o Estado que mais investe em segurança no Brasil proporcionalmente ao Orçamento.

Nas agendas de desenvolvimento, o trabalho teve como focos o planejamento de médio e longo prazo, a partir do Plano Mineiro de Desenvolvimento Integrado, do alinhamento de prioridades, da integração entre planejamento e Orçamento, da retomada da atração de investimentos privados, da instituição de parcerias público-privadas e de outros modelos de referência, que atraem visitantes de outros Estados e países.

choque de gestão deu resultados concretos, recolocou as contas do Estado em ordem e, principalmente e mais importante, melhorou a qualidade de vida dos cidadãos de Minas Gerais.

ANTONIO ANASTASIA, 53, ex-governador de Minas Gerais (2010-2014), é senador eleito pelo PSDB

Confira quem foram os deputados federais e estaduais eleitos em Minas

Rodrigo de Castro (PSDB) e Reginaldo Lopes (PT) são os deputados federais em destaque da Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

Eleição 2014

Fonte: Estado de Minas

Reginaldo Lopes e Rodrigo de Castro são os deputados federais mais votados em Minas

Lopes teve 310.226 votos, enquanto Castro registrou 292.848

Os candidatos Reginaldo Lopes (PT) e Rodrigo de Castro (PSDB) disputaram lado a lado a liderança na votação para deputado federal Minas Gerais. Lopes teve 310.226 votos, enquanto Castro registrou 292.848. Em terceiro lugar ficou Misael Varela (DEM), com 258.363 dos votos válidos.

Reginaldo Lopes assumira pela quarta vez o mandato de deputado federal. Ele é economista, pós-graduado em Gestão de Pequenas e Micro-empresas pela Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ). Também presidiu o Partido dos Trabalhadores do Estado de Minas Gerais (PT-MG) por dois mandatos.

Este é o terceiro ano que Rodrigo Castro desponta nas apurações. Em 2010, ele ficou em primeiro lugar com 271.306 votos e no ano de 2006 recebeu mais de 300 mil votos. O candidato tem 43 anos é advogado, administrador, especialista em marketing e mestre em gestão estratégica das organizações. Dedica-se à atividade política desde 1995.

A disputa em Minas Gerais para deputado estadual tem alguns nomes conhecidos na liderança. Dos cinco candidatos mais votados, quatro tentaram a reeleição. O primeiro colocado foi Paulo Guedes, do PT, com 164.831 votos, seguido de Mario Henrique Caixa, do PCdoB, com 130.593. Em terceiro lugar ficou Leandro Genaro, do PSB, com 127.868 votos válidos, Gil Pereira, do PP, com 104.730 e o Deputado Sargento Rodrigues, do PDT, com 98.841. Destes, o único que não tinha ainda uma vaga na Assembleia Legislativa é Genaro.

Confira a lista com os deputados eleitos para a Câmara e Assembleia

Veja quem foram os deputados eleitos para a Assembleia Legislativa de Minas Gerais e para a Câmara dos Deputados:

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DE MINAS GERAIS

Adalclever Lopes (PMDB)
Agostinho Patrus Filho (PV)
Alencar da Silveira Júnior (PDT)
André Quintão (PT)
Anselmo José Domingos (PTC)
Antônio Carlos Arantes (PSDB)
Antônio Jorge (PPS)
Arlen Santiago (PTB)
Arlete Magalhães (PTN)
Arnaldo (PR)
Bosco (PtdoB)
Braúlio Braz (PTB)
Cabo Júlio (PMDB)
Carlos Henrique (PRB)
Carlos Pimenta (PDT)
Cássio Soares (PSD)
Celinho Sinttrocel (PCdoB)
Celise Laviola (PMDB)
Cristiano Silveira (PT)
Dalmo Ribeiro Silva (PSDB)
Deiró Marra (PR)
Dilzon Melo(PTB)
Dirceu Ribeiro (PHS)
Douglas Melo da Musirama (PSC)
Doutor Wilson Batista (PSD)
Dr. Hely (PV)
Dr. Jean Freire (PT)
Duarte Bechir (PSD)
Durval Ângelo (PT)
Elismar Prado (PT)
Emidinho Madeira (PtdoB)
Fabiano Tolentino (PPS)
Fábio Avelar (PtdoB)
Fábio Cherem (PSD)
Felipe Attiê (PP)
Fred Costa (PEN)
Gilberto Abramo (PRB)
Gil Pereira (PP)
Glaycon Franco (PTN)
Gustavo Corrêa (DEM)
Gustavo Valadares (PSDB)
Inácio Franco (PV)
Ione Pinheiro (DEM)
Iran Barbosa (PMDB)
Isauro Calais (PMN)
Ivair Nogueira (PMDB)
João Leite (PSDB)
João Magalhães (PMDB)
João Vítor Xavier (PSDB)
Lafayette de Andrada (PSDB)
Leandro Genaro (PSB)
Leonídio Bouças (PMDB)
Léo Portela (PR)
Lerin (PSB)
Luiz Humberto Carneiro (PSDB)
Marília Campos (PT)
Mário Henrique Caixa (PCdoB)
Missionário Márcio Santiago (PTB)
Mourão (PSDB)
Neilando Pimenta (PP)
Noraldino Júnior (PSC)
Nozinho (PDT)
Pastor Vanderlei Miranda (PMDB)
Paulo Guedes (PT)
Paulo Lamac (PT)
Ricardo Faria (PCdoB)
Roberto Andrade (PTN)
Rogério Correia (PT)
Rosângela Reis (PROS)
Sargento Rodrigues (PDT)
Sávio Souza Cruz (PMDB)
Tadeu Martins Leite (PMDB)
Thiago Costa (PPS)
Tiago Ulisses (PV)
Tito Torres (PSDB)
Ulysses Gomes (PT)
Wander Borges (PSB)

CÂMARA DE DEPUTADOS

Edson Moreira (PTN)
Dâmnia Pereira (PMN)
Brunny (PTC)
Raquel Muniz (PSC)
Mario Heringer (PDT)
Tenente Lúcio (PSB)
Marcelo Aro (PHS)
Marcelo Alvaro Antonio (PRP)
Adelmo Leão (PT)
Laudívio Carvalho (PMDB)
Rodrigo Pacheco (PMDB)
Newton Cardoso Jr (PMDB)
Patrus Ananias (PT)
Caio Narcio (PSDB)
Jaiminho Martins (PSD)
Odelmo Leão (PP)
Misael Varella (DEM)
Rodrigo de Castro (PSDB)
Toninho Pinheiro (PP)
Domingos Sávio (PSDB)
Marcus Pestana (PSDB)
Eduardo Barbosa (PSDB)
Dimas Fabiano (PP)
Bilac Pinto (PR)
Luiz Fernando (PP)
Marcos Montes (PSD)
Diego Andrade (PSD)
Zé Silva (SD)
Carlos Melles (DEM)
Renzo Braz (PP)
Paulo Abi-Ackel (PSDB)
Lincoln Portela (PR)
Aelton Freitas (PR)
Bonifácio Andrada (PSDB)
Reginaldo Lopes (PT)
Odair Cunha (PT)
Gabriel Guimarães (PT)
Weliton Prado (PT)
George Hilton (PRB)
Mauro Lopes (PMDB)
Leonardo Quintão (PMDB)
Leonardo Monteiro (PT)
Padre João (PT)
Saraiva Felipe (PMDB)
Miguel Correa (PT)
Margarida Salomão (PT)
Jô Moraes (PCdoB)
Luis Tibé (PTdoB)
Stefano Aguiar (PSB)
Júlio Delgado (PSB)
Subtenente Gonzaga (PDT)
Fábio Ramalho (PV)
Eros Biodini (PTB)

Ao lado de Pimenta, Aécio engrossa denúncias contra os Correios

Aécio Neves engrossou as denúncias com os Correios, ao afirmar que material de sua campanha não foi entregue aos destinatários.

Fonte: Hoje em Dia

Aécio engrossa denúncias sobre ‘uso dos Correios’ em Minas

Frederico Haikal/Hoje em Dia

O presidenciável do PSDB, senador Aécio Neves (MG), engrossou as denúncias com os Correios na tarde desta sexta-feira (3), ao afirmar que material de sua campanha enviado pela Força Sindical para aposentados em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro não foram entregues aos destinatários. Segundo o presidente licenciado da entidade, deputado federal Paulo Pereira da Silva (SD), a Força estuda tomar “medidas jurídicas” contra os Correios, além de pedir o “ressarcimento” do pagamento pelo serviço, cujo valor não soube informar.

“A gente mandou as cartas para endereços de pessoas próximas, que nos disseram que não receberam. A gente já esperava isso. Vamos pedir o ressarcimento”, afirmou Paulinho da Força, que é aliado formal de Aécio e integra a coordenação política da campanha tucana. “Isso é algo extremamente grave”, avaliou Aécio, durante visita à Pedreira Prado Lopes, uma das maiores favelas de Belo Horizonte.

O PSDB pediu à Justiça Eleitoral que instaure ação de investigação judicial eleitoral (AIJE) para apurar abuso de poder econômico e político por causa do uso da estrutura dos Correios em benefício da candidatura de Dilma Rousseff. Segundo a campanha tucana, parte de dois lotes de 11,4 milhões de correspondências de Aécio e do candidato da legenda ao governo de MinasPimenta da Veiga, enviados em agosto e setembro não teria sido entregue.

Aécio ainda cobrou de Dilma “explicações” sobre o pagamento de material da campanha petista sem chancela distribuído pelos Correios em São Paulo, conforme mostrou o Estado. Os Correios afirmaram que o serviço foi regularmente contratado e pago à vista pela campanha de Dilma. “Quero dar à senhora presidente da República a oportunidade de prestar esse esclarecimento. Tive o cuidado de examinar a prestação de contas da candidata Dilma Rousseff. E a prestação de contas de 2 de setembro, onde deveriam constar todos os pagamentos feitos até 31 de agosto, não consta nenhum pagamento para a Empresa de Correios e Telégrafos (ECT)”, disparou o tucano.

Aécio tem investido a maior parte de seu tempo em Minas para tentar alavancar a candidatura de Pimenta da Veiga. Pelas últimas pesquisas eleitorais, o tucano tem chance de ser derrotado em primeiro turno pelo ex-ministro Fernando Pimentel (PT). “O Brasil assiste a um vergonhoso vale-tudo para se ganhar uma eleição. E esse vale-tudo infelizmente ameaça chegar a Minas Gerais. Não vamos permitir que esse modo de agir do PT alcance as nossas empresas. Não queremos que a Cemig vire uma nova Petrobras e que a Copasa vire um novo Correio, com escândalos sucessivos”, concluiu.

Após vídeo, associação vai entrar na Justiça contra presidente dos Correios

Após a denúncia contra os Correios, a ADCAP anunciou uma ação de improbidade administrativa contra o presidente da estatal, Wagner Pinheiro.

Escândalo dos Correios

Fonte: O Tempo

Após vídeo, associação de servidores dos Correios entrará na Justiça

De acordo com a associação, a ação seria por improbidade administrativa, já que a denúncia fala em um suposto uso da máquina pública a favor do PT

DA REDAÇÃO

Após a denúncia de que os Correios estariam auxiliando e fazendo campanha para candidatos do PT, a Associação dos Empregados de Nível Superior e Técnico dos Correios (ADCAP) anunciou, na tarde desta quarta-feira (1º), que irá entrar com uma ação de improbidade administrativa contra o presidente da estatal, Wagner Pinheiro.

De acordo com a associação, a ação seria por improbidade administrativa, já que a denúncia fala em um suposto uso da máquina pública a favor do PT. A reportagem tentou entrar em contato com a ADCAP para obter mais detalhes, mas nenhum telefonema foi atendido.

O vídeo se tornou público na última terça-feira (30), onde o deputado estadual Durval Ângelo (PT) aparece afirmando que a campanha de Dilma só chegou ao atual patamar porque ‘tem dedo forte dos petistas dos Correios‘. Em sua defesa, o petista divulgou uma nota de esclarecimento a respeito do episódio, onde afirma que o apoio dos funcionários da estatal se deu fora do horário do expediente, o que não caracteriza nenhum tipo de ação ilegal.

“Não há qualquer adesão da empresa Correios, mas de pessoas que como quaisquer outras, têm o direito constitucional de, como cidadãs, se engajarem politicamente” mostra trecho do comunicado.

A reunião teria sido realizada na última quinta-feira. “..Se hoje nós temos a capilaridade da campanha do (Fernando) Pimentel (candidato do PT ao governo de Minas) e da Dilma em toda Minas Gerais, isso é graças a essa equipe dos Correios”, disse deputado.

Todo discurso é acompanhado pelo presidente dos Correios, Wagner Pinheiro, que não se manifesta no trecho ao qual o jornal teve acesso. O parlamentar, que integra o Diretório Nacional do PT e é coordenador político da campanha de Pimentel, pede ao presidente dosCorreios que informe à direção nacional do partido sobre “a grande contribuição que os Correios estão fazendo” nas campanhas.

Também em nota, os Correios alegaram que a denúncia não pode ser tratada como uma ‘ação da empresa.

“As alusões feitas na matéria sobre participação de pessoas ligadas aos Correios em atividades político-partidárias jamais podem ser entendidas como atuação da empresa. Ao que nos consta, a referida reunião de que trata a matéria ocorreu no período noturno e fora dosCorreios e não utilizou qualquer recurso da instituição. Portanto, não diz respeito à empresa”, declara a estatal.