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PSDB pede ao TSE cassação do mandato de Dilma Rousseff

PSDB pediu ao TSE cassação do mandato da presidente Dilma Rousseff por suposto abuso de poder econômico e uso indevido da máquina pública.

PSDB acusou Dilma e Temer de receber dinheiro de origem ilegal de empreiteiras investigadas por envolvimento em fraudes na Petrobras.

Fonte: O Globo

PSDB pede cassação do mandato de Dilma

Partido alega que houve ilegalidades desde a convocação de rede nacional de rádio e TV para comemorar o Dia da Mulher até gastos da campanha acima dos limites

PSDB pediu ontem ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a cassação do mandato da presidente Dilma Rousseff por suposto abuso de poder econômico e uso indevido da máquina pública durante a campanha eleitoral. Os advogados do partido protocolaram o pedido pouco antes da solenidade de diplomação da presidente e do vice-presidente Michel Temer. Na ação assinada também pelos partidos que se aliaram aos tucanos nas eleições presidenciais, aponta como ilegalidades desde a convocação de rede nacional de rádio e TV para comemorar o Dia da Mulher até gastos da campanha acima dos limites estabelecidos inicialmente.

“A eleição presidencial de 2014, das mais acirradas de todos os tempos, revelou-se manchada de forma indelével pelo abuso de poder, tanto político quanto econômico, praticado em proveito dos primeiros réus, Dilma Vana Rousseff e Michel Miguel Elias Temer Lulia, reeleitos Presidente e Vice-Presidente da República, respectivamente”, diz o texto. O PSDB alega que, com o pretexto de celebrar o Dia da Mulher, a presidente fez propagada de seu governo. No pronunciamento na TV, Dilma destacou o número de empregos e outras conquistas das mulheres durante sua administração.

PSDB acusou Dilma e Temer de receber dinheiro de origem ilegal de empreiteiras investigadas por envolvimento em fraudes na Petrobras. Para os tucanos, além de abusar nos gastos, a presidente e o vice-presidente da República “também abusaram do poder econômico — gastando acima do limite inicialmente informado e recebendo doações oficiais de empreiteiras contratadas pela Petrobras como parte da distribuição de propinas”.

Como base da acusação, o PSDB cita declaração do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa que, em depoimento à Justiça Federal em agosto, disse que parte da propina recebida de empreiteiras com contratos com a estatal era destinada ao PT. Na ação, o PSDB destaca ainda as doações que as empreiteiras fizeram ao PT em 2012 e 2013. O PSDB aponta ilegalidades ainda na manipulação de dados oficiais desfavoráveis ao governo e o uso de empresas públicas.

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Eleições 2014: Aécio cresce e Marina cai nos maiores colégios, mostra Ibope

Pesquisas do Ibope mostram redução dos índices da candidata nos 8 Estados com mais eleitores, onde vivem 70% dos votantes.

Eleições 2014

Fonte: O Estado de S.Paulo

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Vox Populi: Aécio já cola em Marina, diferença cai para 5 pontos

Marina perde fôlego nos maiores colégios

As mais recentes pesquisas do Ibope sobre a corrida presidencial nos oito maiores Estados do Brasil, que concentram quase 70% do eleitorado nacional, trouxeram más notícias para a campanha de Marina Silva: a candidata do PSB caiu ou oscilou para baixo em todos eles.

São Paulo é o Estado em que a queda foi das mais expressivas: em duas semanas, a taxa de intenção de votos de Marina passou de 38% para 32%. Em números absolutos, é como se a candidata do PSB tivesse perdido 1,6 milhão de eleitores, ou 115 mil por dia – o cálculo leva em conta o tamanho do eleitorado paulista e a taxa de abstenção verificada há quatro anos.

Apesar do recuo, Marina ainda lidera no maior colégio eleitoral do País. A presidente Dilma Rousseff, provável adversária da candidata do PSB no segundo turno, ficou estagnada, com 25%, enquanto o terceiro colocado, Aécio Neves (PSDB), subiu quatro pontos porcentuais.

Na Bahia, quarto maior eleitorado, Marina tinha 28% das preferências há duas semanas – agora, a taxa passou para 23%. Lá, Dilma oscilou de 50% para 52% e ampliou a vantagem sobre a adversária de 22 para 29 pontos.

No Ceará, a queda de Marina foi de seis pontos (de 25% para 19%), mas o intervalo entre as pesquisas da série é maior: três semanas. No Estado, oitavo no ranking do eleitorado, Dilma têm 61% – um de seus três melhores desempenhos no País.

Há um equilíbrio entre as duas adversárias em Pernambuco, Estado onde Marina herdou a maior parte do eleitorado do ex-governador Eduardo Campos (PSB), morto em acidente aéreo em agosto, mas que também é um dos principais redutos do PT e terra do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em uma semana, Dilma manteve os 39%, enquantoMarina oscilou para baixo, de 40% para 38%.

A candidata do PSB também perdeu pontos no Rio de Janeiro, em Minas Gerais, no Rio Grande do Sul e no Paraná. Na última pesquisa nacional do Ibope, divulgada na terça-feira, a candidata do PSB oscilou de 30% para 29% em uma semana.

Conjunto. A consolidação das pesquisas do Ibope em todas as 27 unidades da Federação resulta em uma amostra nacional de 30 mil entrevistas – que foram devidamente ponderadas de acordo com o tamanho do eleitorado de cada Estado e a respectiva taxa de abstenção na eleição de 2010. Essa amostra expandida aponta Dilma com 37%, Marina com 27% eAécio com 17%.

Por essa projeção, a candidata do PT terminaria o primeiro turno com 43 milhões de votos, contra 32 milhões da concorrente do PSB e 20 milhões do tucano. Mas, como a evolução das intenções de voto têm mostrado, esses números devem mudar até o dia da eleição.

A pesquisa mais antiga entre as 27 unidades foi feita em 1.º de setembro, em Sergipe, e as nove mais recentes, na segunda e terça-feira passadas. Foram os casos das sondagens feitas justamente em alguns dos maiores colégios eleitorais: São Paulo, Minas, Rio, Bahia, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Ceará – além de Santa Catarina e Distrito Federal.

Projeções. A planilha permite fazer projeções para o 2.º turno. Se a disputa se confirmar entre Dilma e Marina, quem terá mais chances de ser eleita? Isso vai depender, basicamente, de dois fatores: a vantagem que uma colocar sobre a outra no 1.º turno e o quanto cada uma vai converter de votos de Aécio.

No cenário atual, com Dilma abrindo 11 milhões de votos sobre Marina em 5 de outubro, a candidata do PSB precisaria converter mais de 70% dos apoiadores do tucano em eleitores seus no 2.º turno e torcer para que a petista não transforme mais do que 15% de quem votou em Aécio em neodilmistas no turno final. É mais do que Marina conseguiria hoje.

Segundo a pesquisa nacional do Ibope divulgada na terça-feira, Marina está convertendo 51% dos eleitores tucanos em seus eleitores na simulação de segundo turno contra Dilma. Pior para ela, essa taxa vem caindo nas últimas semanas: chegou a ser de 66% no começo de setembro. Dez dos 15 pontos que Marina perdeu migraram para o contingente de quem pretende anular ou votar em branco, e o resto tornou-se indeciso.

Já a taxa de conversão de Dilma tem se mantido constante. Desde o fim de agosto, a presidente tem conseguido converter de 15% a 18% de quem prefere Aécio no 1.º turno em eleitores que votariam nela no turno final contra Marina. Ou seja: quanto maior for a vantagem que a presidente abrir sobre a rival em 5 de outubro, mais difícil será para Marinavirar 21 dias depois.

Dilma sabia dos problemas em Abreu e Lima desde 2009,

Abreu e Lima: documentos revelam que Dilma foi informada em 2009 sobre “indícios de irregularidades graves” nas obras da refinaria.

PT desmontou a CGU que não tem servidores para apurar denuncias

Fonte: O Globo

Dilma soube em 2009 de problemas em refinaria, mas caso foi arquivado

Denúncia foi repassada à CGU, que alegou falta de pessoal para investigar

Documentos obtidos pelo GLOBO revelam que a presidente Dilma Rousseff foi informada em 2009 sobre “indícios de irregularidades graves” nas obras da refinaria Abreu e Lima, quando era ministra da Casa Civil. Na época, ela pediu para a Controladoria Geral da União (CGU) apurar o caso, mas o processo acabou arquivado sem punir ninguém.

CGU apenas requereu informações da Petrobras sobre os indícios de superfaturamento apontados em auditorias do Tribunal de Contas da União (TCU) e mandou o processo ao arquivo em janeiro de 2014, sem qualquer avanço. Outro processo havia sido arquivado pela CGU em 2012. Ontem, o Palácio do Planalto afirmou ao GLOBO que a CGU“acompanha” as deliberações do TCU e as providências adotadas pela Petrobras.

CGU deu duas justificativas para arquivar o processo que tem como origem informações levadas a Dilma. A primeira foi o “avanço físico” das obras em Pernambuco, com 80% da refinaria construída até o dia do arquivamento. A outra foi uma nota informativa elaborada pela área técnica da CGU responsável por acompanhar os processos da Petrobras.

Na nota, consta a informação de que a CGU tem apenas três servidores — “incluindo o chefe de divisão” — para planejar e executar ações de controle da Petrobras, da Agência Nacional de Petróleo (ANP) e da Secretaria de Petróleo do Ministério de Minas e Energia. Por isso, auditorias em obras como Abreu e Lima não recebem prioridade, diz a área técnica. O documento foi elaborado em 7 de janeiro de 2014. O arquivamento do processo ocorreu dois dias depois.

Em campanha pela reeleição, Dilma adotou o discurso de que precisa ter acesso às denúncias do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, preso no Paraná, para adotar medidas administrativas. Também costuma exaltar o trabalho da CGU, que passa por uma crise de desinvestimento e falta de pessoal, exposta pelo próprio ministro, Jorge Hage. O esquema de Costa passava por contratos de Abreu e Lima. Quando teve a oportunidade de investigar, o governo de Dilma em nada avançou.

SUSPEITA JÁ NA TERRAPLANAGEM

A suspeita de irregularidades graves informada à então ministra se referiam a um dos primeiros apontamentos feitos pelo TCU, ainda na fase de terraplanagem. O consórcio de empreiteiras responsável teria se beneficiado de um superfaturamento de R$ 59 milhões, segundo auditoria.

O TCU enviou ofícios tanto para o presidente da Comissão de Infraestrutura do Senado, senador Fernando Collor (PTB-AL), quanto para a ministra Dilma, em julho de 2009. Em agosto do mesmo ano, Collor enviou ofício a Dilma sobre o tema. No mês seguinte, a Casa Civil repassou o caso à CGU para a abertura de processo. O arquivamento ocorreu em janeiro de 2014. Com a polêmica sobre o voto favorável de Dilma à compra da refinaria de Pasadena, no Texas, e novas denúncias contra a estatal, a CGU desarquivou o caso em 15 de maio. Não se sabe qual encaminhamento foi dado desde então.

Outro processo sobre a refinaria teve tramitação semelhante na CGU. Em 2010, o então presidente da Comissão Mista de Orçamento, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), repassou ao governo informações sobre irregularidades apontadas pelo TCU. Dois anos depois, foi tudo ao arquivo. Assim como no outro caso, em maio último o processo foi desarquivado.

O órgão de controle da Presidência tem demorado a levar adiante investigações. No caso de Pasadena, a CGU abriu investigação em dezembro de 2012. Trocou correspondências com a Petrobras por seis meses, e o processo ficou parado até abril de 2014, quando foi apensado a um novo.

O Palácio do Planalto afirmou que a CGU tem investigações em andamento sobre a Petrobras. Em relação à refinaria de Pasadena, diz que o relatório está “em conclusão” e poderá resultar “na apuração de responsabilidades de agentes públicos e empresas”. Sobre Abreu e Lima, afirmou apenas que a CGU “acompanha as deliberações do TCU em relação às obras e as providências adotadas pela Petrobras”. O Planalto destacou que há investigações em andamento sobre a atuação da Petrobras em “diversas frentes”.

Em nota, a CGU informou que os processos que instaurou em 2009, 2012 e 2013 não eram auditorias. Os processos, segundo a CGU, foram abertos apenas para monitorar o atendimento pela Petrobras do que fora determinado pelo TCU.

“Em razão da elaboração de novos acórdãos do tribunal em 2013, a CGU arquivou os processos de monitoramento anteriores (por estarem desatualizados) e autuou novos processos, incorporando o diagnóstico atualizado do TCU. Assim, não houve prejuízo para o trabalho de monitoramento feito pela CGU ou perda de continuidade no objeto pretendido”, diz a nota.

Pimenta vai mostrar aos eleitores as companhias de integrantes do PT

Pimenta da Veiga afirmou que mostrará aos mineiros a proximidade de integrantes do PT com políticos denunciados em esquema de corrupção.

Eleições 2014

Fonte: Estado de Minas

Ataque sem trégua em MG

Pimenta da Veiga vai ligar caciques do PT às denúncias de desvio de recursos da Petrobras

O candidato do PSDB ao governo de MinasPimenta da Veiga, afirmou ontem que mostrará aos eleitores mineiros a proximidade de integrantes do PT com políticos denunciados em um esquema de corrupção envolvendo a Petrobras pelo ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa. O tucano afirmou que a recorrência de escândalos de desvios de verbas envolvendo caciques do PT deve ser motivo de reflexão por parte do eleitor na hora de fazer suas escolhas diante da urna. “Vamos agir politicamente, mostrando quais são as companhias do candidato adversário”, disse Pimenta.

O tucano alfinetou Fernando Pimentel (PT), dizendo que o petista tem escondido políticos que participam de sua campanha e até mesmo sua legenda nos comerciais e durante eventos. “Do mesmo modo que nosso adversário, que curiosamente não exibe seu partido e suas companhias, está contestando nossas ações administrativas sem nenhuma base, nós vamos agir politicamente, mostrando quais são essas companhias”, disse Pimenta.

Ele também atacou o governo federal, ressaltando que até a data da eleição mostrará aos mineiros as “omissões em relação a Minas Gerais” e comentará os escândalos ligados ao Palácio do Planalto. “Vamos ajudar o mineiro a refletir sobre os fatos. Sobre o que aconteceu na Petrobras. Não me lembro de ter visto, até hoje, uma corrupção mais escandalosa e mais escabrosa. Envolve, segundo a imprensa, um número próximo a R$10 bilhões para financiar apoio ao PT no Congresso. Não conheço número mais forte do que esse”, disse o tucano, se referindo ao montante investigado pela Polícia Federal na Operação Lava a Jato desviado pelo doleiro Alberto Youssef.

Pela manhã, Pimenta recebeu dos diretores do Hospital Santa Casa uma carta com demandas da instituição, entre elas, o pedido por uma aproximação maior do hospital com o governo estadual. “A prefeitura é a gestora municipal da Santa Casa e tem uma relação mais próxima, mas a ideia é ter uma relação próxima também com o estado”, disse Porfírio Andrade, superintendente-geral do grupo Santa Casa. A carta será entregue a todos os candidatos ao Palácio Tiradentes.

Segundo ele, uma das propostas é buscar apoio junto ao BDMG para custeio e investimentos na instituição. “A Santa Casa não tinha acesso aos bancos de fomento, como BDMG e BNDES, porque não tinha a certidão negativa. Agora, com a adesão ao programa pró-SUS, vamos ter essa certidão e, a partir daí, podemos usar os bancos estatais, que têm melhores taxas. Esperamos que a saúde seja tratada como outros setores da economia, como a agricultura, que tem valores muito bons, com taxas abaixo dos bancos comerciais”, explicou Andrade.

PARCERIA O candidato do PSDB destacou a importância do hospital para o estado e classificou como fundamental a parceria com a instituição. “Discutimos vários pontos, e o que ficou estabelecido é que teremos uma parceria constante com a Santa Casa, que passará por convênios que devemos fazer, dando seguimento aos que já foram firmados. Mas também estabelecer novos pontos de parceria, por exemplo, com financiamento pelo BDMG para investimentos”, disse Pimenta.

Ele cobrou do governo federal maiores investimentos na saúde pública e prometeu concluir obras em hospitais no estado, apontando a importância de centros regionais para atender a população. “Já existem alguns hospitais prontos e vários em construção, alguns em projeto. Nós haveremos de concluir todos eles, equipá-los e colocá-los em funcionamento nas melhores condições. O esforço do estado é muito grande, porque o governo federal não fez um hospital sequer em Minas nos últimos 10 anos. A responsabilidade ficou toda para ogoverno do estado”, afirmou o tucano. No fim da tarde, Pimenta participou de encontro no Fórum Mineiro de Comitês de Bacias Hidrográficas, onde ouviu propostas de representantes de associações ligadas ao meio ambiente. Na reunião, o candidato afirmou o que pretende valorizar o Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) e priorizar sempre o diálogo com os grupos ambientais.

Aécio diz que Petrobras virou organização criminosa

Aécio disse que atual administração é um “governo de descompromisso com a ética” e que “Petrobras se transformou numa organização criminosa”.

Petrobras e a gestão deficiente

Fonte: Estado de Minas 

Aécio diz que Petrobras virou ‘organização criminosa’

Aécio comentou a delação, pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, de suposta propina para políticos

Presidente Prudente e São Paulo, 06 – O candidato a presidente Aécio Neves (PSDB) afirmou neste sábado (6), em Presidente Prudente, no interior de São Paulo que a atual administração federal é um “governo de mediocridade e descompromisso com a ética” e que a “Petrobras se transformou numa organização criminosa”.

Aécio comentou a delação, pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, de suposta propina para políticos. Em depoimento ao Ministério Público (MPF) e à Polícia Federal (PF), Costa citou o presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL). Segundo o ex-diretor da Petrobras, parlamentares receberiam 3% sobre contratos da estatal.

Aécio defendeu a investigação “aprofundada” das denúncias e a punição “exemplar” aos responsáveis. “Não podemos agora tapar o sol com a peneira.” Conforme o candidato do PSDB a presidente, “o Brasil acordou perplexo hoje com a gravidade das denúncias em relação à Petrobras“. “Na verdade, estamos frente ao mensalão 2. Dinheiro público sendo utilizado para sustentar um projeto de poder”, afirmou.

De acordo com Aécio, poucas vezes na história do Brasil se assistiu a “tanta desfaçatez”. Ele disse ainda que, no processo de instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) no Senado e da CPI Mista do Congresso sobre a estatal, o que a oposição queria era que todas as denúncias fossem investigadas “em profundidade”.

“Agora, com as denúncias do ex-diretor da Petrobras, estamos frente a um acinte, a algo absolutamente vergonhoso”, disse. “Só existe um instrumento à disposição para limparmos definitivamente a vida pública do País, desse tipo de atitude, que é o voto”, declarou. Na análise do candidato do PSDB, “é muito importante que essas investigações sejam aprofundadas, que os responsáveis por esses desvios sejam punidos, mas o fato concreto é que, durante todos os últimos nove anos, o mensalão continuou a existir nesse governo”.

“A atual presidente da República controlou com mão de ferro essa empresa ao longo de todos os últimos 12 anos, como ministra de Minas e Energia e presidente do seu conselho (da Petrobras), depois como ministra-chefe da Casa Civil e ainda presidente do conselho, e depois como presidente da República”, prosseguiu.

“Não se trata de um malfeito isolado de alguém que involuntariamente ou solitariamente resolveu fazer ali um ato, cometeu uma irregularidade. É um processo contínuo, orquestrado, organizado. E ao que me parece, sob as bênçãos do governo do PT“, julgou.

O candidato prometeu ainda que fará uma gestão que “fortalecerá” e “resgatará” as cidades. Aécio garantiu ter compromisso com o agronegócio e o crescimento da economia.

Aécio visitou a Associação Prudentina de Esportes Atléticos (Apea). Ele estava acompanhado do candidato a vice-presidente Aloysio Nunes Ferreira (PSDB), do governador Geraldo Alckmin (PSDB), candidato à reeleição, do prefeito de Presidente Prudente, Milton Carlos de Mello (PTB), além de candidatos a deputado.

Eles participaram de um encontro regional de apoio a Aécio, que reuniu cerca de 400 correligionários. O primeiro a discursar foi o presidente da União dos Municípios do Pontal do Paranapanema (Unipontal), Marco Rocha. Ele disse que “o País está na iminência de entrar numa crise, crise construída por gente sem ética”, atribuindo a responsabilidade ao governo federal.

Aloysio Nunes Ferreira falou sobre a situação econômica do País. Na análise ele, a economia está parada e a inflação, alta. Ele também comentou o suposto esquema de propina na Petrobras. Disse que “o mensalão tem no DNA a marca do PT ” e que “a Petrobras se transformou num bordel”.

Já Alckmin falou sobre o apoio que pretende dar, se eleito, à agricultura familiar. De manhã, Alckmin visitou o Assentamento Primavera, em Presidente Venceslau. Ele disse que fará a regularização fundiária de propriedades de até 450 hectares. Também se referiu às denúncias sobre a Petrobras e disse que vê a estatal “ser assaltada”.