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o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas entrega peças restauradas ao município de Berilo

As comemorações, neste final de semana, pela Festa de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos de Berilo – município do Vale do Jequitinhonha – terão um atrativo a mais. Representantes do Conselho de Municipal de Patrimônio estiveram na sede do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha/MG), na tarde desta sexta (15), para receber de volta a imagem da padroeira totalmente restaurada, juntamente com uma imagem de São Benedito, que também retorna à cidade.

As duas peças, em madeira policromada, datam da segunda metade do século XVIII e passaram por dez meses de trabalho especializado no Ateliê de Elementos Artísticos da instituição – vinculada ao Sistema Estadual de Cultura. Além das imagens de Berilo, outras nove peças sacras também foram recuperadas neste período dentro do Programa de Restauração de Acervos 2010, iniciativa do Iepha que visa resguardar bens de forte significado para as comunidades às quais pertencem.

Exposição pública

Pertencentes ao acervo da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, as imagens de Nossa Senhora do Rosário e de São Benedito não devem voltar direto para casa, que, atualmente, se encontra em restauração. Por enquanto, as peças ficarão guardadas em segurança em um espaço reservado na Igreja de Nossa Senhora de Fátima.

Para a comunidade, uma boa oportunidade de já conferir o resultado do trabalho da equipe de restauradores do Iepha/MG será mesmo neste final de semana. As imagens ficarão em exposição pública na própria Igreja, encerrando as comemorações pela Festa de Nossa Senhora do Rosário, iniciada no último dia 1º e que segue até este domingo (17).

Iniciativa de Minas Gerais pelo patrimônio cultural ganha prêmio nacional

O sucesso da 1ª edição da Jornada Mineira do Patrimônio Cultural foi reconhecido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A estreia, em 2009, do projeto desenvolvido pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha/MG) para promoção do patrimônio foi a ação vencedora da Categoria Divulgação do 23º Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, uma das mais importantes premiações da área. Na próxima quarta-feira (20), o presidente do Iepha/MG, Carlos Roberto Noronha, receberá em Brasília (DF), um troféu, um certificado e um aporte de R$ 20 mil para investimento no projeto.

Realizada nas diversas regiões de Minas Gerais durante todo o mês de setembro, a Jornada ganhou grande repercussão estadual, nacional e até mesmo internacional, em função de ter recebido a chancela do Ano da França no Brasil em sua primeira edição. Naquele ano, foram mais de 1500 ações de preservação e valorização do patrimônio cultural mineiro reunidas sob um grande trabalho de articulação e divulgação realizado pelo Iepha/MG.

Jornada

Seminários, apresentação de grupos de cultura popular, festivais de arte e gastronomia, exposições, visitas guiadas, educação patrimonial, oficinas e gincanas culturais foram algumas das atrações que aconteceram nas mais diversas regiões de Minas Gerais durante todo o mês de setembro de 2009. As atividades, relacionadas à preservação e divulgação do patrimônio cultural compuseram a programação da primeira Jornada Mineira do Patrimônio Cultural, um dos maiores eventos culturais já promovidos no Estado, e que já teve sua segunda edição no último mês de setembro.

A ação, promovida pela Secretaria de Estado de Cultura e pelo Iepha/MG, é pioneira no país e um de seus destaques é a proposta do Patrimônio de Portas Abertas. A iniciativa permite que as pessoas tenham acesso, ao menos por alguns dias, a uma série de bens culturais tombados. Muitos destes bens, de propriedade particular ou uso restrito, permanecem fechados à visitação pública durante o ano inteiro e são acessíveis apenas por ocasião da Jornada.

Jornada 2010

Com mais de mil ações culturais novamente movimentando todo o mês de setembro, a 2ª Jornada Mineira do Patrimônio Cultural foi regida pelo tema Patrimônio Cultural e Cidadania. Mais uma vez, o objetivo foi sensibilizar agentes públicos, escolas, associações e população em geral para a execução simultânea de ações de preservação do patrimônio em todo o Estado.

Premiação

Sessenta e quatro concorrentes chegaram à segunda etapa de seleção do 23º Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, após passarem por uma pré-seleção, realizada em julho pelas comissões estaduais presididas pelos superintendentes do Iphan em cada estado. Antes desta primeira peneira, o conjunto de inscrições apresentadas ao prêmio chegou a 174.

Esta é a segunda vez que o Iepha/MG conquista o prêmio. Em 2002, o programa de Municipalização do Patrimônio Cultural de Minas Gerais, por meio do ICMS Patrimônio Cultural, também foi reconhecido.

 

Vencedores

 

Governo Anastasia leva 1 mil alunos de escolas públicas e particulares para assistir a Orquestra Sinfônica de Minas

Fundação Clóvis Salgado (FCS) recebe nesta quinta-feira (7), às 9h, no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, cerca de mil alunos de escolas públicas e particulares da Região Metropolitana de Belo Horizonte para participar, pela primeira vez, do projeto Concerto Didático. Realizado a partir do agendamento antecipado por parte das instituições de ensino, a iniciativa tem o objetivo de apresentar instrumentos e curiosidades da música erudita.

A Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, sob regência do maestro Charles Roussin, mostrará aos estudantes como funciona uma orquestra e curiosidades da música erudita. Os alunos estarão presentes no Grande Teatro do Palácio das Artes e terão a oportunidade de escutar árias da ópera O Pedro e o Lobo, uma história infantil didática, composta por Sergei Prokofiev e conhecer de perto instrumentos utilizados em uma orquestra.

Nesta quinta, em especial, estará presente o projeto Tambores de Betim, com 640 crianças e adolescentes, de 6 a 15 anos. São meninos e meninas moradores de áreas de risco do município e que estão inseridos nos Programas de Socialização da Secretaria Municipal de Assistência Social e de Erradicação do Trabalho Infantil, o PET.

Tambores de Betim

O projeto Tambores de Betim atende crianças e adolescentes que, por meio de oficinas, aprendem a arte de cantar, dançar e atuar, além de construir instrumentos percussivos. O projeto atende nas regiões Alterosas, Citrolândia, Imbiriçu e Norte de Betim. De acordo com Gilberto Assis, auxiliar administrativo do projeto, as crianças que participarão do Concerto Didático estão entusiasmadas e curiosas para conhecer um estilo musical do qual não estão acostumados a ouvir. ”A expectativa está grande, pois eles vão conhecer pela primeira vez Belo Horizonte e o Palácio das Artes. Os meninos nunca saíram de Betim. E as instrutoras estão mostrando a eles o tipo de música que será apresentado amanhã”, disse Gilberto.

Concerto Didático

Com duração de uma hora, cada naipe (ou grupo de instrumentos da Orquestra) se apresenta separadamente e depois em conjunto, mostrando a sonoridade de cada grupo de instrumento e, em seguida, o entrosamento em conjunto. A partir daí, os participantes têm a oportunidade de conhecer de perto o funcionamento dos instrumentos, como se organiza a orquestra e a função do maestro.

 

Governo Anastasia dá continuidade à produção de óperas e traz em outubro Andrea Chénier, de Umberto Giordano

Fundação Clóvis Salgado (FCS) dá continuidade à Temporada de Óperas 2010 apresentando ao público um título inédito no Palácio das Artes: Andrea Chénier, de Umberto Giordano. De 22 a 27 de outubro, o Grande Teatro vai receber a montagem que conta a história de paixão e luta de um poeta durante a Revolução Francesa.

A apresentação de Andrea Chénier marca uma nova fase da produção operística no país. As récitas da ópera na capital mineira consolidam um trabalho de diálogo da fundação com as outras instituições, que visa desenvolver, a médio e longo prazo, um sistema de coprodução e corealização desses espetáculos. Para a fundação, esse é o caminho para que sejam potencializados recursos e para que esses projetos sejam ampliados. Essa linha de ação tem ainda o objetivo de viabilizar a circulação de grandes montagens de ópera por todo o Brasil, fazendo com que o público tenha acesso a cada vez mais produções do gênero.

Esse processo tem como foco ainda a formação de público e o fortalecimento da cadeia produtiva das óperas, uma vez que as instituições poderão promover o intercâmbio não somente de recursos materiais, como também a troca de experiências e a busca de soluções coletivas para o financiamento e a realização desse tipo de espetáculo.

Para a realização de Andrea Chénier, a parceria foi estabelecida com o Teatro Municipal de São Paulo. O Palácio das Artes vai receber cenários e figurinos vindos de São Paulo, e apresentará ao público mineiro uma nova montagem, com a Orquestra Filarmônica e o Coral Lírico de Minas Gerais. Andrea Chénier tem direção musical e regência de Luiz Fernando Malheiro, direção de cena de André Heller-Lopes, cenários de Renato Theobaldo e figurinos de Fábio Namatame. O elenco conta com solistas de renome internacional: Martin Muehle e Eric Herrero (Andrea Chénier), Edna d’Oliveira e Janette Dornellas (Maddalena), Lício Bruno e Rodolfo Giugliani (Gerard), Rita Medeiros (Bersi), Luciana Monteiro (Condessa de Coigny), Igor Vieira (Mathieu / Fleville), Flavio Leite (Incredibile / Abade), Ruth Staerck (Madelon), Cristiano Rocha (Roucher), Franklin Castilho (Fouquier Tinville) e Sergio Cunha (Mordomo / Dumas / Carcereiro).

Ainda como fruto desse trabalho conjunto, a premiada ópera A Menina das Nuvens, de Villa-Lobos, encenada no Palácio das Artes em 2009, será apresentada em São Paulo, nas comemorações de 100 anos do Municipal, em 2011.

Além do Teatro Municipal de São Paulo, a Fundação Clóvis Salgado já está em contato com outras instituições culturais, como o Teatro de Manaus. A realização de Nabucco, de Verdi, em Belo Horizonte no próximo ano é mais um resultado dessa ação. A ópera será feita dentro das atividades de comemoração dos 150 anos da unificação italiana e em parceria com a Embaixada e Consulado da Itália.

Andrea Chénier

A ópera de Umberto Giordano é baseada na vida do poeta francês André Chénier (1762 – 1794), que foi executado durante a Revolução Francesa. Além de abolir a escravidão e os direitos feudais, a Revolução proclamou os princípios universais de liberdade, igualdade e fraternidade (Liberté, Egalité, Fraternité), difundidos por Jean-Jacques Rousseau.

Na ópera, Andrea Chénier é um poeta que frequentava as altas rodas da nobreza francesa. Em uma dessas festas, ele declama sobre a miséria e o sofrimento dos cidadãos comuns, criticando e ofendendo a maioria dos nobres presentes, com exceção da jovem Maddalena, por quem Andrea Chénier se apaixona. Após essa apresentação, Chénier é convidado a unir-se, de fato, ao movimento revolucionário e torna-se um homem procurado pelas tropas de Robespierre.

O poeta é aconselhado a fugir da França, mas nega-se a partir sem Maddalena. A partir daí, desenrola-se uma história de intensas lutas, perseguições e paixões.

A obra de Umberto Giordano é composta de quatro atos e tem libreto de Luigi Illica. A primeira apresentação da ópera, que trabalha de maneira quase inseparável música e texto, aconteceu no Teatro Scala, de Milão, em 1896. A música de Giordano acompanha cada passo da história, e faz com que os solistas se destaquem em diversos momentos ao longo do espetáculo. Andrea Chénier é considerada uma ópera para tenores, e entre os nomes que já interpretaram a ópera estão Maria Callas, Plácido Domingo, Renatta Scotto, Luciano Pavarotti, Carlo Bergonzi e Mario del Mônaco.

A obra tornou-se conhecida do grande público em 1993, com o filme Filadélfia, de Jonathan Demme. A produção narra o drama de um jovem advogado demitido após contrair o vírus HIV, e tem um de seus momentos fortes quando o personagem principal, interpretado por Tom Hanks, escuta a ária La Mamma Morta, na voz de Maria Callas, ao lado de seu advogado, Denzel Washington. Ao narrar o canto de Maddalena, que teve sua mãe assassinada, Tom Hanks consegue mostrar para o público toda a dor e o sofrimento que têm dilacerado sua alma na história. Em grande parte, a cena foi responsável pela indicação de Hanks ao Oscar de Melhor Ator, prêmio recebido por ele em 1994.

Serviço:

Temporada de Óperas 2010

Andrea Chénier (Umberto Giordano)

Data/Horário/Valor:

22 e 2310: 20h / 24.10: 18h

Plateia I: R$70, 00 / Plateia II: R$60,00 / Plateia Superior: R$50,00

26.10: 20h

R$ 30,00 – valor único

27.10: 20h

Plateia I: R$ 60,00 / Plateia II: R$ 50,00 / Plateia Superior: R$ 40,00

Meia-entrada conforme a lei

Local: Grande Teatro do Palácio das Artes (av. Afonso Pena, nº 1537, Centro, Belo Horizonte)

Classificação etária: 12 anos

Informações: (31) 3236-7400

Antonio Anastasia vira sobre Hélio Costa em Minas e está perto de ganhar eleição no 1º turno

Fonte: Estado de São Paulo

Na virada mais expressiva da rodada de ontem da pesquisa Ibope/Estado/TV Globo nas disputas estaduais, o candidato do PSDB à sucessão em Minas Gerais, Antonio Anastasia, subiu 8 pontos e chegou a 35% das intenções de voto, contra 33% atribuídos a Helio Costa (PMDB) – que tinha 38% na pesquisa anterior, feita entre 18 e 20 de agosto.

Vanessa Portugal (PSTU) e Zé Fernando Aparecido (PV) têm 1% cada e os demais não pontuaram. Brancos e nulos somaram 6% e os indecisos chegam a 24%. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos. A situação de empate técnico entre Costa e Anastasia se repete na pesquisa sobre segundo turno: o tucano teria 37% das preferências, contra 36% de Costa. Na conta dos votos válidos, segundo o Ibope, o tucano está hoje a um ponto mais um voto de vencer no primeiro turno: tem 49% das intenções, contra 46% do rival do PMDB. A rejeição do peemedebista é de 9%, contra 8% do tucano.

A pesquisa para o e 21% dados a Fernando Pimentel (PT). A pesquisa ouviu 1.806 eleitores, está registrada no TRE/MG sob protocolo 65090/2010 e no TSE sob protocolo nº 26113/2010.

Link da matéria: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100828/not_imp601646,0.php

Arquiteta Jô Vasconcelos: Movimento cultural apoia Antonio Anastasia

O governador Antonio Anastasia, candidato à reeleição ao governo de Minas, recebeu o apoio de nomes importantes da cultura no Estado. A arquiteta Jô Vasconcelos prestigiou o governador.

Museu Mineiro lança na capital o livro Um alfabeto para contar Histórias

O Museu Mineiro unidade vinculada a Superintendência de Museus da Secretaria de Estado de Cultura, lança no dia 22 de maio, às 11h, o livro Um alfabeto para contar Histórias: dos Homens, das Coisas, das Plantas e dos Animais. O lançamento acontecerá na Galeria da Escola Guignard, em Belo Horizonte, onde ficará exposta também, a partir do dia 24 maio a exposição Palavra: dos Homens, das Coisas, das Plantas e dos Animais.

O livro faz parte do projeto Cultura Indígena: Um olhar diferenciado, idealizado pelo Museu Mineiro, que tem buscado apresentar seu acervo nas múltiplas faces da cultura material, consubstanciada nos objetos, e da cultura imaterial, que se liga aos fazeres e ao patrimônio intangível. A programação realizada pela instituição abre mecanismos e caminhos que permitem ao cidadão acessar o importante acervo ali exposto. Constituindo-se em ferramentas úteis para que se possa traçar a linha que define o projeto museológico planejado para este Museu: ser um território de contato entre as diversas culturas do Estado.

O Projeto

A ideia de produzir o projeto Cultura Indígena: Um Olhar diferenciado, segundo Francisco Magalhães, diretor do Museu Mineiro, surgiu a partir da necessidade de dar visibilidade a trabalhos desenvolvidos por índios que residem em Minas Gerais, além da vontade de disseminar alguns aspectos das artes visuais produzidas por eles. A reprodução deste rico material artístico-cultural propiciará a abertura de um campo de diálogo entre as diversas culturas.

O projeto previa além do lançamento do livro, a realização da mostra itinerante “Palavras: dos homens, das coisas, das plantas e dos animais” que exibiu os trabalhos dos 71 Índios Professores, produzidos durante o II Concurso de Magistério.