• dezembro 2018
    S T Q Q S S D
    « set    
     12
    3456789
    10111213141516
    17181920212223
    24252627282930
    31  
  • Categoria

  • Mais Acessados

    • Nenhum
  • Arquivo

  • Twitter Blog Aécio Neves

  • Anúncios

Em debate, Aécio pede a Dilma para juntos debaterem propostas para o Brasil

Aécio pede a candidata petista para juntos honrarem a democracia e debater propostas na última semana antes da votação do segundo turno.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Aécio convida adversária petista a discutir o futuro do Brasil

Em campanha neste sábado (18) em Porto Alegre, o candidato à Presidência da República pela Coligação Muda BrasilAécio Neves, convidou a presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) para debater propostas para o futuro do Brasil ao longo da última semana antes da votação do segundo turno.

“Convido a presidente da República para, nesta semana que nos separa da eleição, debatermos os nossos projetos, mostrarmos as diferenças que temos na concepção do Estado, na visão da administração púbica e das nossas prioridades. Estou extremamente otimista nesta reta final e pronto para o embate”, afirmou o candidato, que participou de um ato político, na capital gaúcha, com 3.500 pessoas na quadra da escola de samba Império da Zona Norte.

Em entrevista à imprensa, Aécio acrescentou: “Presidente Dilma, estou aqui na terra que a senhora adotou. Vamos honrar a democracia e vamos debater o Brasil do futuro. Apresente as suas propostas e eu apresento as nossas, e vamos permitir que os brasileiros optem. Vamos respeitar qualquer que seja essa decisão.”

Desespero

Aécio esclareceu estar disposto a discutir propostas para o futuro nas áreas de saúde,educaçãosegurança públicacrescimento econômico e geração de empregos. Ele afirmou, porém, que a campanha da adversária revela desespero.

“Essa é a agenda da sociedade, mas eu vejo um governo à beira do desespero, uma candidata à beira de um ataque de nervos, que, obviamente não tendo como apresentar ao Brasil uma proposta de futuro, prefere fazer uma campanha com os olhos no retrovisor da história”, ressaltou.

Durante a manhã deste sábado, Aécio participou de um café da manhã com líderes políticos do Rio Grande do Sul, como o ex-senador Pedro Simon e o candidato a governador José Ivo Sartori, a senadora Ana AméliaBeto Albuquerque, vice de Marina Silva (PSB), o deputado federal Marchezan Filho (PSDB-RS), o ex-senador José Fogaça, entre outros.

Ringue

Aécio lamentou o fato de a política estar se transformando quase que em um ringue. “A política é feita muito mais de desencontros do que encontros; desencontros de ideias. Nós estamos vendo a política se transformar quase que num ringue pela ação não nossa, mas dos nossos adversários”, reagiu ele.

O candidato afirmou que Dilma Rousseff foge do debate em razão do fracasso de seu governo em várias áreas. “A presidente da República na verdade foge da discussão sobre o seu próprio governo, sobre os equívocos do seu governo”, disse ele, citando os fracassos na condução da economia, na gestão do Estado nacional e nos indicadores sociais.

“Os nossos indicadores sociais pararam de melhorar. Eu chamo a atenção dos senhores para uma crise no Ipea [Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas] em relação aos dados que vêm sendo divulgados pelo governo, que, segundo algumas denúncias, não correspondem exatamente aos dados do próprio Ipea.”

Aécio voltou a protestar contra o “aparelhamento de instituições absolutamente exemplares, conquistas da sociedade brasileira”, citando Ipea, IBGE, Embrapa e Correios. “Esse aparelhamento é uma marca perversa desse governo, que se apoderou do Estado nacional.”

O candidato reiterou as críticas às mentiras disseminadas pela campanha petista, relacionadas especialmente à sua gestão em Minas Gerais. “Se ela quisesse fazer justiça aos mineiros, respeitar os mineiros, lembraria que Minas tem a melhor educação fundamental do Brasil, a melhor saúde da região Sudeste. Não porque eu estou dizendo, porque o governo da presidente é que diz isso.”

Ministério qualificado

Questionado sobre nomes para compor o futuro governo, Aécio afirmou que terá a equipe mais qualificada de todos os tempos. “Eu não tenho ainda a definição de outros nomes, mas eu posso dizer a vocês o seguinte: se eu vencer estas eleições, vamos ter o mais qualificado de todos os governos da história republicana do Brasil, porque eu vou buscar os nomes na sociedade, vou buscar os nomes a partir do conhecimento que cada um tenha.”

Aécio explicou que optou por antecipar o nome de Armínio Fraga para o Ministério da Fazenda com o objetivo de “sinalizar de uma forma muito clara para uma nova condução da política econômica”.

Apoios

Na visita a Porto Alegre, Aécio recebeu um grupo de médicos que pediu apoio e liberdade para que a categoria tenha condições de trabalhar no país. Funcionários da Advocacia Geral da União (AGU) também se reuniram com o candidato e apelaram para o fortalecimento da instituição e da carreira dos servidores do órgão. Também recebeu um abraço da advogada Francieli Janaina que o aguardava para desejar boa sorte nas eleições.

Na escola de samba Império da Zona Norte, Aécio foi recebido por integrantes e simpatizantes. Tomou chimarrão e agradeceu o apoio recebido no Rio Grande do Sul.

Anúncios

‘PT cria ministérios para a companheirada’, afirma Aécio

Aécio Neves atacou os governos do PT em entrevista de pouco mais de dez minutos à rádio do Mercadão de Madureira.

Eleições 2014

Fonte: O Tempo

Ministérios para ‘companheirada’

Aécio Neves se refere aos quase 40 órgãos como uma vergonha e promete cortar a metade

candidato do PSDB à Presidência da RepúblicaAécio Neves, atacou os governos do PT em entrevista de pouco mais de dez minutos à rádio do Mercadão de Madureira, tradicional centro de comércio popular da zona norte do Rio de Janeiro, na manhã de ontem. “Quem tem condições de derrotar o PT no segundo turno somos nós”, disse Aécio, sem citar a candidata do PSB, Marina Silva, segunda colocada nas pesquisas. “Me preparei para governar o Brasil e encerrar esse ciclo que está aí, de inflação alta, crescimento baixo e escândalos que não param”, afirmou o tucano.

Aécio voltou a defender na entrevista a redução da maioridade penal e o corte de metade dos ministérios. “Vou acabar com metade dos atuais ministérios. É uma vergonha o Brasil ser hoje administrado por quase 40 ministérios para atender à companheirada”, acusou.

O senador permaneceu por 50 minutos no Mercadão de Madureira, mas não percorreu os boxes. Apenas desceu para a rádio, que fica no subsolo, e depois foi embora. O candidato posou para fotos com eleitores e ganhou de um deles um chapéu panamá, que usou no compromisso de campanha. Ao sair, o senador entrou em um ônibus e presenteou o motorista com o chapéu.

Após uma chegada tumultuada ao mercadão, o candidato falou com os jornalistas em um espaço reservado da rádio local, ao lado de Francisco Dornelles (PP), candidato a vice-governador na chapa de Luiz Fernando Pezão, que tenta a reeleição, e também acompanhado por Índio da Costa, candidato a deputado federal pelo PSD.

Em relação à Marina Silva, Aécio afirmou que a candidata “não atingiu governabilidade”, enquanto o PSDB tem quadros “qualificados”, em uma referência a declarações de Marina, de que gostaria de “governar com os melhores”, independentemente de partido. “Ela fica buscando enxergar no terreno do vizinho o fruto mais vistoso para compor seu pomar”, disse.

Menos impostos. O candidato tucano voltou a falar ontem em simplificação do sistema tributário, caso seja eleito. Ele se referiu especialmente às micro e pequenas empresas. Segundo Aécio, são elas as que mais geram empregos. “Meu compromisso é com simplificação do sistema tributário, facilitando a vida de quem empreende”, disse.

O presidenciável voltou a prometer que, caso seja eleito, irá apresentar ao Congresso Nacional na primeira semana de seu governo um projeto de lei que simplifique impostos. Em discurso voltado à economia, Aécio falou em desburocratizar as empresas brasileiras para que os empreendedores se sintam estimulados a fazer investimentos.

Preços

Sob controle. O tucano disse que seu governo não permitirá um avanço intenso de preços. “Teremos tolerância zero com inflação, que infelizmente este governo permitiu que voltasse”, afirmou.

FHC ironiza Dilma em evento

Nobel. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ironizou a presidente Dilma ao falar para 1.200 empresários em Fortaleza. “Ela merece o Prêmio Nobel da Economia, pois conseguiu arrebentar tudo ao mesmo tempo. Isso é muito difícil de fazer em economia”, disse, sob aplausos. FHC criticou a passagem de Dilma pela ONU. “É triste quando a presidente do Brasil diz que vamos negociar com quem quer degolar”, disse, em referência ao grupo radical Estado Islâmico.]

Segundo turno. Ao lado do candidato ao Senado, Tasso Jereissati (PSDB-CE), o ex-presidente FHC pediu votos para Aécio, mas admitiu que é difícil ele ir para o 2º turno. “Se fosse pelas qualidades dele, iria, mas a máquina federal está muito organizada para reeleger a presidente, e o apelo de Marina é forte. Infelizmente, o que vale agora é o ‘marquetismo’, que confunde tudo”. O ex-presidente tem sido um cabo eleitoral ativo de Aécio Neves.

Aécio pede aos mineiros para tirar Dilma do poder: ‘PT não’

Aécio Neves (PSDB) voltou a focar sua campanha em Minas Gerais e a atacar Dilma Rousseff, além de soltar farpas em Marina Silva (PSB).

Eleições 2014

Fonte: Estado de Minas

Aécio pede aos mineiros que tirem o PT e o elejam

O candidato à Presidência da República Aécio Neves (PSDB) voltou ontem a focar sua campanha em Minas Gerais e a atacar fortemente o PT, partido da sua adversária Dilma Rousseff, além de soltar farpas em Marina Silva (PSB). Em cima de um trio elétrico em Betim e Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, o senador gritou: “PT não”. O mesmo grito foi repetido três vezes com muita ênfase pelo correligionário de AécioPimenta da Veiga, candidato ao governo de Minas

Betim e Contagem eram administradas pelo PT até a última eleição municipal, em 2012. Betim agora está sob o comando do tucano Carlaile Pedrosa e Contagem é governada pelo comunista Carlin Moura, que recebeu apoio de Aécio no último pleito. Na Praça Tiradentes, no Centro de Betim, após o discurso dos tucanos, foram colados vários adesivos no chão com a inscrição: “PT = corrupção. Aqui em Minas, não”.

Além dos ataques, Aécio fez um apelo ao eleitorado. “Esse é o momento em toda a minha trajetória política em que eu mais preciso dos mineiros”, afirmou o candidato. Para tentar convencer os eleitores do estado, Aécio segue atuando fortemente em Minas. Na última sexta-feira os tucanos estiveram em Venda Nova, na capital mineira, e no sábado visitaram três cidades no Vale do Aço: Ipatinga, Coronel Fabriciano. Amanhã, a campanha será no Triângulo Mineiro.

Aécio se valeu de um jogo de palavras para atacar suas duas adversárias. “De um lado, uma candidata que mente, como mentiu recentemente dizendo que seus adversários iriam acabar com os programas sociais”, afirmou se referindo a Dilma. “Do outro lado, uma candidata que se desmente o tempo inteiro. haja visto que seu programa de governo parece ter sido feito a lápis”, complementou, atacando a candidata Marina Silva .

Em entrevista coletiva à imprensa Aécio voltou a citar as denúncias envolvendo dirigentes da Petrobras e parlamentares da base aliada do governo da presidente Dilma. O tucano batizou as denúncias de “propinoduto” e “petrolão” e disse que os responsáveis por desvios em órgãos públicos precisam ser “exemplarmente” punidos. “Isso (uma punição) não acontece no governo do PT, que os trata como heróis nacionais, como aconteceu com as suas principais lideranças presas em relação ao mensalão”, disse.

Ao comentar que apresentará o programa de governo nos próximos dias, Aécio disse que fez um programa escrito com caneta. “O programa da Marina é de quem achava que não venceria as eleições. Por isso, as contradições surgem a cada dia”, criticou Aécio, que já havia dito que o programa da candidata do PSB foi feito a lápis.

SAÚDE Além dos ataques, Aécio apresentou uma proposta. Disse que, se eleito, pretende construir 500 clínicas de especialidade espalhadas pelo país. “O cidadão e a cidadã chegarão já com sua consulta marcada com o médico especialista, farão os exames que possam ser feitos ali mesmo naquele local físico e já sairão dali com os medicamentos”, prometeu o candidato. Aécio explica que as clínicas serão financiadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Nacional (BNDES) e como forma de pagamento os médicos recém-formados – alvo do projeto – atenderão clientes do Sistema Único de Saúde.

Em Contagem, Aécio e Pimenta pediram votos na Praça Dr. Paulo Chagas e tomaram café em um bar próximo à praça. Eles fariam uma carreata pela Avenida João César de Oliveira, mas, por causa de um atropelamento que aconteceu no fim da manhã e o trânsito ruim na região, os tucanos cancelaram essa parte do evento. Em discurso, o candidato ao Palácio do Planalto pediu empenho de seus eleitores nas próximas duas semanas e que “arregacem as mangas” para ajudar na reta final de campanha.

Eleições 2014: Pimenta da Veiga defende bandeiras de Aécio

Eleições 2014

Fonte: O Tempo

Campanha fica nacionalizada e pode afastar os eleitores

Candidatos ao governo de Minas repetem discursos dos concorrentes à Presidência da República

ISABELLA LACERDA E GUILHERME REIS

Quem acompanha o dia a dia da campanha em Minas pode até se confundir e achar que Pimenta da Veiga (PSDB) e Fernando Pimentel (PT) são, na verdade, candidatos àPresidência da República. Os dois têm adotado discursos idênticos aos de seus padrinhos políticos, Aécio Neves e Dilma Rousseff, com posições iguais às externadas nacionalmente pelos postulantes ao Palácio do Planalto. O perigo da “nacionalização” da campanha, na análise de especialistas, é deixar as propostas regionais de lado e tornar cada vez menos atraente para o eleitor a disputa estadual.

 As bandeiras defendidas por Aécio aparecem todos os dias nas falas de Pimenta. Um dos temas mais comentados pelo presidenciável tucano nos primeiros dias de campanha, o Mais Médicos, ganhou espaço em Minas. Enquanto o senador acusou o programa de ser “80% propaganda e 20% efetividade”, o candidato do PSDB no Estado afirmou que as prefeituras mineiras têm enfrentado problemas com a qualidade dos médicos do programa. A economia também é tema recorrente. Para Pimenta, a inflação “é um crime”, já para Aécio a situação “é preocupante”.

A relação estreita e a citação frequente da candidatura de Aécio por Pimenta precisou ser explicada. “Falo muito na candidatura do presidente Aécio porque acho muito importante para o Brasil nós vencermos as eleições”, justificou o ex-ministro no última dia 22.

Nos discursos de Fernando Pimentel, o nome Dilma pode até aparecer com menor frequência, em compensação a palavra “governo federal” está sempre presente em suas frases. Além de defender o programa Mais Médicos – criado na gestão da presidente Dilma –, o candidato petista também faz questão de traçar boas perspectivas para a economia brasileira.

Enquanto a candidata à reeleição garante que “o Brasil vai bem”, seu ex-ministro aponta que o cenário nacional é “muito mais favorável do que o mineiro”.

Nesta quarta, durante caminhada em Betim, na região metropolitana, Pimentel listou iniciativas do governo federal no Estado e contrapôs com o que os tucanos fizeram durante a administração. “O transporte depende de investimentos estruturais que agora estão sendo feitos graças ao governo federal”, discursou.

Para o cientista político da PUC-Minas Moisés Augusto, a nacionalização da campanha é prejudicial, já que, enquanto os candidatos deveriam percorrer as cidades para levantar problemas regionais, estão debatendo temas que não são de responsabilidade deles. “Os problemas do Estado estão em segundo plano. Essa estratégia afasta cada vez mais o eleitor”.

Pressão externa

Nacional. Para Moisés Augusto, a cópia dos discursos dos presidenciáveis e dos candidatos em Minas acontece “em função da pressão nacional”. “Para eles é bom. Mas quem perde é o Estado”.

Pimentel diz que adversário terá que rezar

O candidato do PT ao governo de MinasFernando Pimentel, fez nesta quarta uma provocação ao seu principal adversário, Pimenta da Veiga (PSDB). Durante caminhada em Betim, o petista afirmou que o grupo tucano “terá que rezar muito para que o povo tenha paciência” e acredite nas promessas feitas para melhorar a mobilidade urbana, como o Rodoanel.

“Eles (os tucanos) tiveram 12 anos para resolver os problemas prioritários do Estado e não resolveram nenhum”, criticou.

Pimenta quer atrair mais empresas

Em visita ao Centro-Oeste e ao Sul de MinasPimenta da Veiga prometeu atrair para o Estado indústrias de alta tecnologia.

Em Piumhi, Pimenta explicou que quer agregar valor ao produto mineiro. “Piumhi é um exemplo porque é um dos maiores exportadores do Estado. Desejamos aproveitar esta vocação mineira com a terra e com o subsolo para processar esses produtos primários. Assim vamos gerar mais empregos e agregar valor.”

INFOGRÁFICO – DISCURSO

Aécio Neves: Dilma quer inibir ‘na marra’ novos partidos em 2014

Aécio 2014: “Há, dentro do governo, um viés ideológico que atrapalha o avanço de parcerias importantes. Nós estamos dez anos atrasados em tudo”, disse o senador.

Aécio: eleições 2014

Fonte: Valor Econômico

Para Aécio, Dilma tenta inibir criação de legendas por temer 2014

Aécio: eleições 2014

Aécio: critica comportamento de Dilma em relação à criação de novos partidos.

senador Aécio Neves (PSDB-MG) adotou ontem tom mais contundente nas críticas à presidente Dilma Rousseff, em evento do Democratas, partido aliado do PSDB na oposição. Provável candidato à Presidência da República em 2014Aécio disse que Dilma está “assustada” com a disputa eleitoral do próximo ano e por isso quer inibir “na força” e “na marra” a criação de novos partidos.

“Ela demonstra estar assustada com o que está por vir. Seja pela economia, crescimento pífio, somado ao recrudescimento da inflação e à ineficácia das medidas paliativas, por um lado, e aos gargalos de infraestrutura, que ela não consegue ultrapassar em função de falta de compreensão de que a parceria com o setor privado é essencial. Há, dentro do governo, um viés ideológico que atrapalha o avanço de parcerias importantes. Nós estamos dez anos atrasados em tudo, portos, aeroportos, rodovias, ferrovias”, disse. Para o senador, Dilma age em 2013 como se estivesse em 2014.

Segundo Aécio, a agenda da presidente em Minas Gerais, onde foi inaugurar conjuntos habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida e entregar retroescavadeiras e outros equipamentos previstos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), “é a agenda do PT, agenda de parlamentar, de prefeito e não de presidente da República“.

Com relação à pressão inflacionária, disse que, se houver aumento da taxa de juros será “lamentável” e por responsabilidade do governo Dilma, “porque não se pode mais terceirizar o problema”. Para Aécio, o governo não tratou da pressão inflacionária com a rigidez que deveria e flexibilizou os três pilares da política econômica deixados pelo governo Fernando Henrique Cardoso.

senador criticou a articulação de lideranças governistas para tentar aprovar na Câmara dos Deputados projeto de lei que impede que novos partidos recebam tempo de televisão e recursos do fundo partidário correspondentes aos deputados que atrair.

A ação dos governistas acontece num momento em que a ex-senadora Marina Silva tentar criar seu partido para disputar a Presidência da República e o PPS realiza fusão com o PMN, numa nova legenda que poderia apoiar a candidatura do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB).

“O governo, quando interessa criar um partido, estimula e dá os instrumentos. Quando acha que esses partidos podem prejudicá-lo, age como rolo compressor. Não é um bom exemplo que o governo do PT, mais uma vez, dá. (…) Numa democracia como é a brasileira, ninguém pode querer ganhar uma eleição por WO”, disse.

As declarações de Aécio foram feitas em entrevista concedida após participar de evento do DEM, no qual foram apresentados resultados do “Promessômetro”, instrumento criado pela legenda em 2011 para acompanhar o cumprimento das promessas feitas por Dilma campanha.

Pelos dados levantados por economistas, das 91 promessas para os primeiros dois anos, escolhidas para o acompanhamento, Dilma não cumpriu 67 (74%). “O governo é ótimo para inaugurar promessas e não entregar obra”, disse o senador José Agripino (RN), presidente nacional do DEM. (RU)

Aécio Neves: PT usa publicidade para maquiar problemas de gestão

Aécio Neves: em artigo publicado pela Folha, senador chama a atenção do Vale Tudo do PT que se prevalece de ações publicitárias para maquiar os problemas do Brasil.

Aécio Neves: Governo do PT e Gestão Deficiente

Fonte: Folha

 Aécio Neves: O maketing assumiu a gestão do país

Vale tudo?

Aécio Neves

A afirmação da presidente da República de que “podemos fazer o diabo quando é hora de eleição” revela como o petismo vê e pratica a democracia.

Explicita também o desconforto do governo ante reconhecidos e recorrentes fracassos.

Os indicadores não deixam dúvidas: o crescimento médio nos dois últimos anos é o menor desde Collor; a inflação ameaça romper o teto da meta; o PAC não avança e o fechamento das contas públicas de 2012 só foi possível graças a condenáveis manobras fiscais.

Como nada é tão ruim que não possa piorar, dados da CNI apontam o crescente comprometimento da competitividade da indústria brasileira, que perde mercado no exterior e no próprio país.

Em 2012, a participação dos importados no abastecimento do mercado interno atingiu o nível recorde de 21,6% e, só nos últimos três anos, essa “invasão” subiu 5%.

Com alta carga tributária e sem as reformas estruturais, as empresas brasileiras perdem competitividade, situação agravada no segmento dos produtos de alta intensidade tecnológica, portanto de maior valor agregado.

Para desviar os olhos da população dessa realidade, o marketing assumiu a gestão do país. O site Contas Abertas aponta que, em apenas dois anos, a presidente Dilma gastou em festividades quase o mesmo volume de recursos públicos registrado durante todo o segundo mandato de Lula.

Confiando na falta de informação e memória dos brasileiros, o governo anuncia pela terceira vez a liberação de recursos já anunciados, que seguem não liberados desde 2010.

Veta a proposta do PSDB, aprovada pelo Congresso há seis meses, desonerando a cesta básica, apenas para, em seguida, assumir o mérito da autoria, prejudicando milhões de brasileiros que já poderiam estar usufruindo da medida.

Sob o constrangimento da própria administração, faz uma milionária campanha publicitária para comunicar o fim da miséria no país. Foge do debate do valor per capita definido e contraria a visão de especialistas para quem a pobreza significa um conjunto de privações, e não pode ser superada apenas com transferência de renda, por mais importante que essa seja.

Em outra ação publicitária, o governo se apropriou das reformas dos estádios, apesar de não haver nenhum recurso do Tesouro investido nessas obras: omitiu a participação dos Estados, da iniciativa privada e do próprio BNDES, se abstendo de informar que a presença federal se limita ao financiamento de parte dos custos, feito pelo banco, e que será integralmente pago pelos tomadores.

De um lado a realidade, onde estão os brasileiros e deveria estar a presidente. De outro a pirotecnia, onde estão a sobrevivência dos interesses do PT e a candidata.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

Aécio presidente: projeto 2014 será discutido com Eduardo Campos

Aécio e Campos falam em ser presidente em 2014. Segundo o senador as eleições 2012 consolidaram o PSDB como força opositora.

Aécio presidente 2014

 Aécio e Campos falam em ser presidente em 2014

Aécio e Campos falam em ser presidente em 2014 – Foto Diário de Pernambuco

Fonte: Folha de S.Paulo

Os políticos responderam às mesmas perguntas da Folha

O senhor é pré-candidato de seu partido à Presidência da República em 2014?

Eduardo CamposMuito cedo para saber isso. Mas, pelo andar da carruagem, o que se imagina é que a presidente Dilmatem as condições de fazer a disputa representando toda essa frente que hoje lidera.

Aécio Neves
É impossível impedir essa leitura [de que é pré-candidato]. Não enfraquece. Essas eleições consolidaram o PSDB como força opositora. Não chegou a hora, mas vai chegar uma hora em que o PSDB vai decidir o seu candidato. Posso ser eu? É uma possibilidade, e não posso fugir disso. Obviamente, se recair a mim a responsabilidade, vou estar preparado para isso.

————————————————————————————————————–

O senhor tem (Eduardo Campos ou Aécio Neves) como aliado paraa disputa presidencial em 2014?

Eduardo Campos
Desde a eleição de Tancredo [Neves], nunca mais estivemos em um mesmo palanque nacional. Aécio [Neves] hoje é oposição, e o PSB está na base da presidente Dilma. E temos essa relação [com o PSDB] à luz do dia. Por estar neste projeto [governo Dilma Rousseff], a gente vai deixar de ter relação com o PSDB? Não tem sentido.Aécio Neves
Tenho amizade fraternal com o Eduardo [Campos] de muito tempo. Tenho que respeitar a posição do Eduardo hoje, ele é do governo federal. Qualquer insinuação é dizer que ele está no campo errado. O PSB tem alianças conosco em vários Estados. Se terão um projeto deles ou conosco, só o PSB pode dizer.

————————————————————

——————–Como vencer resistências internas e de líderes do seu próprio partido [como, por exemplo, Cid e Ciro Gomes no PSB e políticos paulistas no PSDB]?

Eduardo Campos
Eles [Cid e Ciro Gomes] ajudam no projeto PSB, são duas lideranças importantes do nosso partido.

Aécio Neves
Não sou candidato a qualquer preço, de forma alguma. Seria candidato da força majoritária do partido.

——————————————————————————–

O PT vai lançar Lula ou Dilma como candidato à Presidência em 2014?

Eduardo Campos
Não terminamos nem 2012, 2014 vamos decidir na hora certa. Ao passar o segundo turno, queremos ajudar a presidente Dilma a seguir ajudando o Brasil. É a tarefa que nos cabe neste momento. Agora, decidir hoje 2014, nem o PSB pode decidir nem ninguém tem isso decidido.
Nós não vamos olhar só os interesses do PSB na hora dessa decisão. Vamos olhar, primeiro, os interesses do Brasil.

Aécio Neves
O instituto da reeleição torna a recandidatura quase que impositiva. É da natureza do processo. A recandidatura é a confirmação de um governo que tenha ido razoavelmente bem. A decisão [de lançar Dilma ou Lula] é do PT.
Aécio: presidente 2014 – Link da matéria: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/71084-os-politicos-responderam-as-mesmas-perguntas-da-folha.shtml