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Governo de Minas lança edição 2012 da revista do Arquivo Público Mineiro

Governo de Minas: Secretaria de Cultura lança nova edição da Revista do Arquivo Público Mineiro

Governo de Minas: Publicação traz reflexão sobre o tema “Bibliotecas, leitura e educação”

Fonte: Agência Minas

Divulgação

A Revista do Arquivo Público Mineiro teve o seu primeiro número lançado em 1896

A Revista do Arquivo Público Mineiro teve o seu primeiro número lançado em 1896

A Secretaria de Estado de Cultura (SEC), lançou nesta terça-feira (27), a Revista do Arquivo Público edição janeiro-dezembro 2012. Trata-se de uma publicação que está em circulação há 116 anos, dedicada aos estudos históricos sobre Minas Gerais. Esta nova edição, que contou com a coordenação de Luiz Carlos Villalta, professor associado do Departamento de História da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG, tem como tema ‘Bibliotecas, leitura e educação’, em que o livro é abordado em suas relações com outros elementos da cultura material, ou ainda, com as imagens e a oralidade.

Cinco artigos compõem o dossiê ‘Bibliotecas, leitura e educação’. São eles: ‘Escrever, ler e rezar’, de Leila Mezan Algranti; ‘Humanamente indispensável’, de Christianni Cardoso Morais; ‘O ouro das estantes’, de Laura de Mello e Souza; ‘Do impresso à pintura’, de Camila Fernanda Guimarães Santiago; e ‘Leituras Libertinas’, de Luiz Carlos Villalta.

O novo projeto gráfico, inaugurado em 2005, inovou em termos estéticos e de conteúdo, passando a veicular trabalhos resultantes de pesquisas universitárias nacionais e internacionais nas áreas de história e arquivística, além de introduzir as seções de entrevista e de resenhas bibliográficas referentes à produção historiográfica sobre minas gerais e brasil.

A secretária de Estado de Cultura, Eliane Parreiras, ressalta a importância da publicação para a democratização do acesso aos arquivos históricos produzidos no Estado. “A Revista do Arquivo Público Mineiro é a melhor expressão do compromisso histórico assumido pelo governo estadual em preservar, valorizar e divulgar o patrimônio material e imaterial de Minas. Temos orgulho em levar adiante esse projeto tão antigo e tão importante para a memória do povo mineiro”.

O conteúdo

A revista tem seus assuntos divididos em seções fixas. Nesta edição, a seção que traz o nome de ‘Dossiê’, a mais extensa da publicação, tem como tema a história da leitura e das bibliotecas mineiras coloniais. As matérias que compõem o ‘Dossiê’ têm as seguintes abordagens: os hábitos femininos de leitura dentro dos recolhimentos religiosos; o incentivo ao ensino da leitura promovido pelas câmaras coloniais; as coleções de livros especiais que eram mantidas por negociantes e artistas mineiros da época; a circulação de livros com conteúdo libertino, durante os últimos anos do século XVIII.

Outra seção, intitulada ‘Ensaios’, apresenta duas pesquisas recentes: ‘o povoamento do sertão da Mantiqueira’ e a ‘produção açucareira em Minas no século XIX’. Em ‘Arquivística’ o leitor encontra estudos que remetem à origem do Arquivo Público Mineiro, bem como uma análise sobre os desafios na gestão de grandes volumes documentais.

Já as seções ‘Estante’ e ‘Estante Antiga’ têm a função de trazer os últimos lançamentos de livros a respeito da história de Minas, sempre com sugestão de uma obra que componha o acervo da Biblioteca do Arquivo Público Mineiro. Como complemento, este volume ainda traz uma entrevista especial com o diretor do Arquivo Público Mineiro do Estado de São Paulo.

Revista do Arquivo Público Mineiro

Idealizada pelo fundador e primeiro diretor do Arquivo Público Mineiro, José Pedro Xavier da Veiga, a Revista do Arquivo Público Mineiro teve o seu primeiro número lançado em 1896. Naquela época, ao apresentar a publicação, Xavier da Veiga afirmava a necessidade de se organizar “séria e sistematicamente” os arquivos administrativos, históricos e políticos dispersos em Minas Gerais.

Desde 2005, graças ao esforço da Secretaria de Estado de Cultura, com apoio do Programa Cultural da Cemig, a Revista do Arquivo Público Mineiro está sendo publicada em uma nova versão, com projeto gráfico moderno que busca honrar a tradição da mais antiga revista de História de Minas Gerais.

Serviço:

Evento: Lançamento da Revista do Arquivo Público Mineiro

Local: Teatro da Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, Praça da Liberdade, 21

Data: 27 de novembro de 2012

Horário: 17h30

Informações: (31) 3269-1167

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/secretaria-de-cultura-lanca-nova-edicao-da-revista-do-arquivo-publico-mineiro/

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Cineasta João Batista Andrade vai filmar Vila dos Confins de Mário Palmério

Acompanhado dasecretária de Estado de Cultura, Eliane Parreiras, e do secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Narcio Rodrigues, o cineasta mineiro João Batista Andrade apresentou, nesta terça-feira (5) ao governadorAntonio Anastasia o seu mais novo projeto – o filme “Vila dos Confins”, que será inteiramente rodado na região do distrito Desemboque, em Sacramento, no Triângulo Mineiro. A nova produção marca a volta de João Batista de Andrade ao seu estado natal.

A secretária de Estado de Cultura, Eliane Parreiras, destacou a importância da produção que mostra uma parte importante da história mineira e explicou que o projeto conta com o apoio da Secretaria de Estado de Cultura, por meio do Minas Film Comission. “O filme homenageia Minas Gerais, pois resgata a obra de Palmério”, ressaltou.

O secretário Narcio Rodrigues lembrou que a nova produção “é uma homenagem mais do que justa e um resgate da obra do grande escritor Mário Palmério, que ao lado de Guimarães Rosa, compõe o rol dos escritores que, de certa forma, adotaram o sertão mineiro como personagem”.

O cineasta João Batista Andrade, que saiu nos anos 50 de Ituiutaba, no Triângulo Mineiro, para uma consagrada carreira cinematográfica no Brasil e no exterior, é o responsável pelo premiado filme “O Homem que Virou Suco”. Segundo ele, “o objetivo da produção é resgatar a memória de um romance que foi muito saudado na época com a publicação de várias edições, mas que precisa ser mostrado para as novas gerações”. João Batista explicou também que o filme marca uma volta às origens e revelou que protagonistas principais serão o ator Lima Duarte, que nasceu em Desemboque, e a atriz Letícia Sabatella, mineira de Belo Horizonte.

O cineasta também revela que a história contada pelo livro faz parte de sua formação cultural, afetiva e histórica. “Estudava no Colégio Triângulo em Uberaba em 1956, mesmo ano em que o Mário Palmério estava escrevendo o “Vila dos Confins”. Então eu convivi de perto com este mundo retratado pelo livro. O jogo político da época, as grandes caçadas e pescarias, tudo me é familiar. Por isto estou ligado emocionalmente a este novo projeto”, relembra João Batista.

Vila dos Confins

Vila dos Confins retrata uma das obras mais importantes da literatura brasileira, do escritor mineiro Mário Palmério. Segundo João Batista, o filme é importante não só para Minas, mas para o país, porque resgata a política, a cultura e a história dos anos 50 no interior do Brasil, época em que as articulações fervilhavam nos sertões, e onde os coronéis ainda ditavam as leis.

O filme “Vila dos Confins” está em fase de captação através da Lei do Áudio Visual. Com a apresentação do projeto ao Governo de Minas, João Batista espera sensibilizar as empresas do Estado para uma participação no filme como patrocinadores.

João Batista adiantou ainda que o ator Lima Duarte está disposto a ir até o Desemboque, sua terra natal, para apoiar ações de preservação histórica de sua cidade natal. Como se sabe, o povoado que historicamente exerceu um grande papel – sendo o ponto de partida de bandeirantes e desbravadores para a ocupação e desenvolvimento de todo o Triângulo Mineiro – está em franca decadência. “É preciso fazer algo antes que Desemboque, hoje com poucos habitantes, simplesmente desapareça”, alertou o cineasta.

Desemboque é um lugarejo histórico que guarda ainda a memória da metade do século XX, situado praticamente na mesma região geográfica descrita no livro e que foi o berço da saga da conquista do cerrado brasileiro. Ali será o terreno do Coronel Chico Belo, representado por um dos maiores atores brasileiro, nascido exatamente no Desemboque: Lima Duarte. Nesta proposta, o cineasta João Batista de Andrade terá ainda Letícia Sabatella – para o papel de Maria da Penha. Os dois, Lima e Letícia – entusiastas deste projeto – já aceitaram o convite.

Fundação Clóvis Salgado apresenta Nabucco, primeiro grande sucesso de Verdi

 De 19 a 27 de junho, o Grande Teatro do Palácio das Artes, em Belo Horizonte, apresenta a ópera “Nabucco”, de Giuseppe Verdi (1813-1901). A obra, uma das mais executadas no mundo, será produzida pela primeira vez em Belo Horizonte, pelaSecretaria de Estado de Cultura, por meio da Fundação Clóvis Salgado. Os ingressos já estão à venda no Palácio das Artes, a preços populares.

O espetáculo tem direção musical e regência de Silvio Viegas e concepção e direção de cena de André Heller-Lopes. Foram convidados oito solistas de diferentes estados e países: Rodrigo Esteves (RJ), Eiko Senda (Japão), Sávio Sperandio (GO), Rita Medeiros (MG), Marcos Paulo (RJ), Cristiano Rocha (MG), Júlio César Mendonça (MG) e Fabíola Protzner (MG). Também participam da montagem a Orquestra Sinfônica e o Coral Lírico de Minas Gerais, o Coral Lírico do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, além de um grande elenco.

Mais de 400 profissionais estão envolvidos na produção, que após a estreia em Belo Horizonte, segue para o Rio de Janeiro, para apresentação em julho, no Theatro Municipal. O espetáculo é resultado de mais um intercâmbio entre a Fundação Clóvis Salgado e outras casas de óperas do país. Além dos artistas de fora, parte dos figurinos foi produzida pelo Theatro Municipal de São Paulo.

“Belo Horizonte tem se consolidado como um dos principais centros de produção operística do Brasil. Temos como desafio estimular ainda mais a interação entre as produções, otimizando custos e estimulando a circulação das montagens”, destaca a presidente da Fundação Clóvis Salgado, Solanda Steckelberg.

“Nabucco” foi escolhida para homenagear os 150 anos da unificação italiana, comemorada em 2011. A ópera é a terceira composição e o primeiro grande sucesso de Giuseppe Verdi; tem quatro partes e estreou em 1842, no teatro La Scala, em Milão. O libreto, assinado por Temistocle Solera, conta a história de hebreus cativos que se tornaram escravos por Nabucodonosor, famoso rei da Babilônia.

Para o maestro Silvio Viegas, o sucesso não se deve só à música – visceral, inovadora, intensa, bruta e, ao mesmo tempo, delicada – mas também porque a história que se passava no palco era um eco do que acontecia na Itália daqueles tempos. Assim como os judeus eram dominados pelos babilônios na ópera, a Itália era governada pelo Império Austríaco.

A música e a poesia se tornaram o veículo perfeito para o sentimento de um povo que não aceitava tal situação. O “Coro dos Escravos” (Va, pensiero, sullalli dorate / Vai, pensamento, sobre asas douradas) tornou-se não somente um trecho da obra, mas um hino pela liberdade. Desde a sua estreia, a música de Nabucco tornou-se o hino do “Risorgimento” italiano pela unificação.

Para o diretor Andre Heller-Lopes, a história é atemporal. Seu ponto de partida para a montagem foi o desejo de trazer ao público de Belo Horizonte um Nabucco moderno e renovado, sem esquecer seu lado histórico e pleno de emoção. “O tema é tão atual, que quase 170 anos depois, é possível identificar, em ditadores do Oriente Médio, a ganância e a loucura de Nabucco. Em falsos profetas, a intransigência religiosa e o desrespeito com a fé do outro, como na personagem Zaccaria. Já o amor de Abigaille, Ismaele e Fenena, felizmente, ainda movem o mundo”, destaca.

Diretor

Ganhador, por dois anos consecutivos, do Prêmio Carlos Gomes de melhor diretor cênico de ópera, o carioca André Heller-Lopes é dono de uma trajetória ímpar no Brasil. “Diário do Desaparecido” e “Savitri” (CCBB-SP e DF) foram apontados como “espetáculos do ano” (O Jornal O Globo); enquanto “Ariadne em Naxos” (TMSP), recebeu elogios dos principais jornais do país. Sua mais recentemente encenação, Tosca, no Kleinesfestpielhaus (Haus für Mozart), em Salzburgo, também colheu elogios de público e crítica.

Especializado em ópera, recebeu o título de Doutor (PhD) pelo Kings College, de Londres, num trabalho inédito sobre a Ópera Nacional Brasileira, entre 1857 e 1863. Sua monografia de Mestrado, intitulada Vozes Brasileiras, abordou, igualmente, o universo operístico brasileiro do século XIX, debruçando-se, de forma detalhada, sobre a vida de cantoras líricas europeias que vinham ao Brasil entre 1844 e 1852.

Desde 1996, é professor do Departamento Vocal da Escola de Música da UFRJ. Em 2003, tornou-se coordenador de Ópera da Prefeitura do Rio, desenvolvendo extensa programação dedicada ao público jovem – atualmente em seu sétimo ano consecutivo. No Brasil, destacam-se suas encenações nos espetáculos “Palavras Brasileiras”, “Viva Verdi” e “Portinari: Música e Poesia” (CCBB RJ e SP), “Samson et Dalila”, “Andrea Chenier” e “La Fille du Régiment” (TMSP) e “Idomeneo” (TMRJ), “Cavalleria Rusticana” e “A Ópera dos 3 Vinténs” (FAO), “Mozart & Salieri” (Festival de Campos do Jordão), “Der Schauspieldirektor” (OSB), “Falstaff e Der Rosenkavalier” (Osesp) e “Der Zwerg” (OPS).

Dentre seus compromissos futuros, destacam-se novas produções de “Nabucco” (Palácio das Artes de Belo Horizonte, Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Festival Amazonas de Ópera e Theatro Municipal de São Paulo), “Die Walküre” (Theatro Municipal de São Paulo) e a estreia brasileira de “A Midsummer’s Night Dream”, projeto ganhador do Britten 100 Award e que será co-produzido pela Osesp e pelo Teatro Nacional de São Carlos.

Maestro

Natural de Belo Horizonte, Silvio Viegas é Mestre em Regência pela Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais, tendo sido discípulo dos maestros Oiliam Lanna, Sergio Magnani e Roberto Duarte. Ainda jovem, foi agraciado com uma bolsa de estudos, indo estudar regência na Itália. Em 2001, ficou com o primeiro lugar no Concurso Nacional Jovens Regentes, organizado pela Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB).

Desde o início de sua carreira, tem se destacado por sua atuação no meio operístico, regendo óperas como “Così fan Tutte”, “Le Nozze di Figaro” e “A Flauta Mágica”, de Mozart; “Tiradentes”, de Manuel Joaquim de Macedo; “La Bohème”, de Puccini; “O Barbeiro de Sevilha”, de Rossini; “Carmen”, de G. Bizet; “Cavalleria Rusticana”, de P. Mascagni; “Il Trovatore”, de Verdi; “Romeu e Julieta”, de Gounod; e, mais recentemente, “Lucia di Lammermoor”, de Donizetti.

Esteve à frente das Orquestras Sinfônica Brasileira, Petrobras Sinfônica, Orquestra do Teatro da Paz, Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro, Sinfônica de Minas Gerais, Sinfônica de Burgas (Bulgária), Sinfônica do Festival de Szeged (Hungria), Orquestra do Algarve (Portugal), entre outras. Foi diretor Artístico da Fundação Clóvis Salgado – Palácio das Artes, de 2003 a 2005. Atualmente, é maestro titular da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e professor de Regência na Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais.

Eliane Parreiras é escolhida vice-presidente da região Sudeste do Fórum Nacional

Acompanhados pela secretária de Estado de Cultura, Eliane Parreiras, os participantes do 25º Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura conheceram Ouro Preto nesse sábado (26), e discutiram o papel das Organizações Sociais (OS) e das Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip). No primeiro dia do encontro, realizado em Belo Horizonte, Eliane Parreiras foi eleita vice-presidente do Fórum pela região Sudeste, entidade presidida por Eloisa Galdino, secretária de Estado de Cultura de Sergipe.

Durante a reunião realizada na Fundação de Artes de Ouro Preto (Faop), houve a apresentação dos projetos do Instituto de Arte e Cultura do Ceará, feita pela secretária de Cultura do Ceará, Maninha Morais, que explicou como é a participação das OS no setor cultural de seu Estado. Em seguida, falaram os representantes do Pará, Paulo Roberto Chaves, e de São Paulo, Carla Almeida.

A secretária de Cultura de Minas, Eliane Parreiras, falou sobre o modelo adotado no Estado, de trabalho conjunto entre o Governo de Minas e as Oscips. “É um processo que ainda está avançando e é complexo”, destacou. Eliane também propôs a criação de um grupo de trabalho para estudar as questões mais técnicas relativas ao tema. Os participantes do Fórum aprovaram a ideia e o grupo deverá ser constituído em breve.

Em seguida, os participantes seguiram para a Casa da Ópera de Ouro Preto, onde foram recepcionados pelo prefeito Ângelo Osvaldo. Eles também conheceram o Museu do Oratório e o Museu Casa Guignard.

 

Entidades já podem assinar convênios para Pontos de Cultura

As 100 entidades selecionadas pelo Programa Mais Cultura/Pontos de Cultura, em Minas Gerais, que quiserem receber os recursos até o dia 30 de junho de 2010, devem comparecer à Secretaria de Estado de Cultura (SEC) nas próximas quarta (23) e quinta-feira (24), das 9h às 18h, para assinarem seus respectivos convênios. Os responsáveis legais pelos Pontos de Cultura que não puderem comparecer podem enviar representantes com uma procuração pública, registrada em cartório.

Parceria do governo federal, por meio do Programa Mais Cultura do Ministério da Cultura, com o Governo de Minas, através da Secretaria de Estado de Cultura, os 100 pontos de cultura selecionados receberão R$ 18,1 milhões, desembolsados em três anos.

A primeira edição vai contemplar 71 municípios, com objetivo de apoiar projetos de entidades sem fins lucrativos, de caráter cultural, ou com histórico de atividades culturais comprovadas que atendam a pelo menos um dos seguintes públicos: estudantes da rede pública de ensino; crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos em situação de vulnerabilidade social; populações de baixa renda, moradores em áreas com precária oferta de serviços públicos e de cultura, tanto nos grandes centros urbanos, como nos pequenos municípios; portadores de deficiência; e outros grupos minoritários.

Mais informações no site da Secretaria de Estado de Cultura ou pelos telefones (31) 3269-1049 e (31) 3269-1114.

Jornada do Patrimônio recebe as inscrições até a próxima terça-feira

Termina na próxima terça-feira (22) o prazo para municípios mineiros e instituições ligadas à área de cultura se inscreverem na 2ª Jornada Mineira do Patrimônio Cultural. Assim como em 2009, o evento deve contar com vasta programação de eventos culturais e ações de preservação do patrimônio acontecendo simultaneamente nas mais diversas regiões do Estado durante todo o mês de setembro.

O evento, coordenado pela Secretaria de Estado de Cultura (SEC) e Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha/MG), tem como tema “Patrimônio Cultural e Cidadania”. A novidade nesta edição é que os participantes poderão fazer sua inscrição pela internet, no site www.jornada.mg.gov.br.

Para o evento, os participantes poderão desenvolver diferentes modalidades de ação – como exposições, seminários, visitas guiadas, cursos e oficinas, apresentações culturais, festivais, feiras e publicações, dentre outras ações educativas – destinadas a diferentes públicos e faixas etárias, sempre relacionadas à preservação e divulgação do patrimônio cultural de cada cidade ou região.

Vale lembrar que, no ano passado, a primeira edição da Jornada Mineira do Patrimônio Cultural foi um grande sucesso, com cerca de 1.500 ações de preservação disseminadas por praticamente todo o território mineiro. A iniciativa teve grande repercussão estadual, nacional e até mesmo internacional, em função de ter recebido a chancela do Ano da França no Brasil.

Como participar

Os interessados em participar da 2ª Edição da Jornada Mineira do Patrimônio Cultural poderão acessar o regulamento e preencher o formulário de adesão no site do evento www.jornada.mg.gov.br até o dia 22 de junho.

Municípios inscritos na Jornada Mineira do Patrimônio Cultural, e que comprovarem a realização das ações propostas, terão direito à pontuação estabelecida para essa ação no âmbito do ICMS Patrimônio Cultural. Outras informações podem ser obtidas no telefone (31) 3235-2868 ou pelo email: jornadadopatrimonio@iepha.mg.gov.br.

Minas Gerais integra 1º Encontro de Film Commissions da América Latina

Com o objetivo de criar uma rede latino-americana de Film Commissions, será realizado, de 10 a 13 de junho, em Florianópolis (SC), o 1º Encontro de Film Commissions da América Latina. O evento será dentro da programação do 14º FAM – Florianópolis Audiovisual Mercosul. No encontro, serão discutidas possibilidades de negócios e intercâmbios sem fronteiras, facilidades para coproduções internacionais e estratégias conjuntas para impulsionar o crescimento e o desenvolvimento da indústria do audiovisual e do turismo cinematográfico na América Latina.

Entre os participantes brasileiros, estarão presentes, além da Minas Film Commission, as de São Paulo, Bahia, Santos, Maranhão, Brasília, Rio de Janeiro, Amazonas, Goiás e a Associação Brasileira de Film Commissions (Abrafic). Já do exterior, participam a Comisión Mexicana de Filmación, Baja Califórnia Film Commission, Comisión de Filmaciones de la Ciudad de Mexico, Panamá Film Commission, PomperuTurismo, Comisión Fílmica Colombiana, Patricio Pro/Chile, Valdivia Film Commision, Buenos Aires Comisión de Filmacióne e Uruguay Film Commission y Promotion Office. Também confirmaram presença vários sindicatos de produtores audiovisuais, associações comerciais, representantes de secretarias de Governo de Turismo, Cultura, Desenvolvimento Econômico e Articulação Internacional.

Minas Film Commission (MFC)
Instrumento do Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, para promover o Estado como locação, fornecedor de mão de obra e infraestrutura para produção audiovisual nacional e internacional, a MFC já se envolveu em grandes trabalhos, como os longas-metragens: Mutum, de Sandra Kogut, sucesso internacional no Festival de Cannes; O Contador de Histórias, de Luiz Vilaça, estrelado pela atriz portuguesa Maria de Medeiros; Matraga, adaptação da obra de Guimarães Rosa, inteiramente filmado em Minas Gerais, com participação de Chico Anísio e Fernanda Montenegro; Heleno, produzido e protagonizado por Rodrigo Santoro, com direção de José Henrique Fonseca; e, recentemente, Chico Xavier, de Daniel Filho, grande sucesso do cinema nacional, lançado em abril deste ano, além dá próxima novela do horário das 19h da Rede Globo, Ti Ti Ti, que estreia em julho.

A Minas Film Commission participa dessas obras desde a pré-produção, quando se inicia a procura por elenco, locações e as parcerias com os setores privados e as prefeituras locais são firmadas. A instituição tem participação na negociação por locações e na intermediação do diálogo dos produtores com as empresas públicas e privadas, para, por exemplo, facilitar serviços como de eletricidade, apoio de trânsito, e segurança.

Atualmente, em Minas, estão sendo rodados, ou em fase de preparação para início das filmagens, as seguintes produções: A Cura, minissérie de Ricardo Waddington, filmada em Diamantina; Mão na Luva, longa de Roberto Bomtempo, rodado em cenários montados na capital; Girimunho, primeiro longa-metragem dos cineastas mineiros Clarissa Campolina e Helvécio Marins, gravado no Norte de Minas; e a co-produção germano-brasileira, em princípio intitulada Bach in Brasil, do diretor Ansgar Ahlers, produzida, no país, pela Conspiração Filmes, e que será rodada inteiramente em Ouro Preto e arredores, no início de 2011.

A diretora executiva da MFC, Carolina Gontijo, explica que o trabalho de uma Film Commission não é simples e começa muito antes das gravações de uma produção. “É um suporte oferecido que não chama tanta atenção, mas importantíssimo para facilitar uma filmagem em um determinado local, e fundamental para que qualquer gravação aconteça sem transtornos, dentro do prazo, pois cada dia ou hora de atraso pode gerar um prejuízo enorme e os planos de filmagem são muito apertados”, pontua.

A atuação da Minas Film Commission contribui para que a capital mineira e cidades interioranas de várias regiões do Estado sejam cenários de filmes, novelas, comerciais e outras produções. Uma bela alternativa para as cidades cenográficas do Projac ou mesmo às metrópoles de sempre, no eixo Rio-São Paulo, que vira e mexe servem de fundo aos folhetins que tanto encantam os brasileiros.