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Datafolha mostra crescimento de Aécio como candidato da mudança

Aécio cresce entre os que têm menos estudo – em geral também mais pobres, revela dados do Datafolha.

Pesquisa Datafolha

Fonte: Jogo do Poder

Aécio já empata com Dilma no Sudeste e se fortalece como candidato da mudança

pesquisa Datafolha, divulgada nesta sexta-feira (09/05), mostra que o senador Aécio Neves (PSDB) já empata com a presidente Dilma Rousseff (PT) na região Sudeste, na qual estão os três maiores colégios eleitorais do Brasil (São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro).

O site do instituto descreve assim a situação: “O pré-candidato tucano tem seu melhor índice no Sudeste (27%), onde empata com a petista (30%) na primeira colocação”.   Confira aqui.

Como a margem de erro da pesquisa é de dois pontos para mais ou para menos, há um quadro de empate técnico entre Aécio e Dilma na região Sudeste.

Datafolha mostra também que, ao contrário do que os adversários divulgam, Aécio cresce entre os que têm menos estudo – em geral também mais pobres. Diz o site do instituto: “A análise por nível de escolaridade mostra que Aécio ganhou pontos, principalmente, entre os que estudaram até o ensino fundamental (foi de 12% para 18% entre abril e maio) (…) oscilando entre os que estudaram até o ensino médio (de 17% para 21%). Foi justamente entre os que estudaram até o ensino fundamental que a petista sofreu seu maior recuo (de 47% para 42%) (…).

Diretor do Datafolha: “Aécio quebrou o marasmo da oposição”

Segundo o sociólogo Mauro Paulino, diretor-geral do Datafolha, “Aécio Neves quebrou o marasmo da oposição”. Confira a análise que ele fez do desempenho de Aécio na pesquisa: “O mineiro passou a ser um pouco mais conhecido, dobrou suas menções espontâneas de intenção de voto, turvou, por enquanto, o cenário de reeleição de Dilma no primeiro turno, melhorou seu desempenho numa hipótese de segundo turno e cresceu mais do que o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) no quesito candidato da mudança”.

A pesquisa revela que, pela primeira vez, Aécio supera Dilma Rousseff em intenção de voto entre os eleitores que dizem querer mudanças no próximo governo. Diz a Folha: “Dentro do grupo de entrevistados que afirmam esperar ações diferentes do Palácio do Planalto a partir de 2015, a petista oscilou para baixo, passando de 25% em abril para 24% na última pesquisa. Já Aécio subiu de 21% para 26% nesse segmento”. Com 26%, Aécio tem o dobro de Eduardo Campos (13%) na identificação com a mudança.

Considerando-se todas as regiões brasileiras, o levantamento mostra o crescimento de Aécio e fortalece o cenário de um segundo turno nas eleições presidenciais. Os dados também confirmam a tendência de crescimento de Aécio detectada por outros institutos, recentemente.

Os resultados para o Brasil foram os seguintes: Dilma (37%), Aécio (20%) e Eduardo Campos (11%). Dos três nomes, Aécio é o que tem menor rejeição. O senador mineiro ainda tem muito espaço para crescer, uma vez que nada menos que 22% dos entrevistados não o conhecem, e outros 36% apenas “ouviram falar” dele (somando-se, são 58% dos eleitores).

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Alianças 2014: Aécio antecipa com DEM e PMDB na Bahia

Senador tucano marcou para final de maio a definição dos nomes que comporão chapa que disputará em outubro a Presidência da República.

Alianças 2014

Fonte: Jogo do Poder 

Aécio reúne tucanos em São Paulo e antecipa aliança com DEM e PMDB na Bahia

“Os palanques estão se solidificando. É hora de avançarmos”, diz presidente do PSDB

presidente nacional do PSDBsenador Aécio Neves, reuniu-se, nesta quinta-feira (10/04), com a bancada tucana em São Paulo. No encontro, o senador destacou a importância de São Paulo na construção do projeto nacional do partido nas próximas eleições e anunciou a aliança firmada entre o PSDBDEM e o PMDB nas eleições estaduais na Bahia.Aécio Neves disse que trabalha pela união de forças políticas em todo país.

“Acabamos de fechar uma chapa extremamente forte na Bahia, o quarto colégio eleitoral da Bahia que terá como candidato a governador, o ex-governador Paulo Souto e, como candidato ao Senado, o companheiro ex-deputado Geddel Vieira Lima. Uma aliança do PSDB, do Democratas e do PMDB, que é uma demonstração de que também teremos apoio de siglas dissidentes do governo, que hoje apoiam o governo da presidente Dilma, mas que, em determinados estados, teremos apoio de segmentos dissidentes. Os palanques estão se solidificando. É hora de avançar”, disse Aécio Neves em entrevista.

O senador tucano marcou para o final de maio a definição sobre os nomes que comporão a chapa que disputará em outubro a Presidência da República. “Este é o mês das definições. A partir do final de maio, a chapa será apresentada”, afirmou.

Aécio Neves almoçou com os parlamentares tucanos em São Paulo (SP). Participaram do encontro o presidente do PSDB de São Paulo, deputado federal Duarte Nogueira, o secretário-geral do partido, Mendes Thame (SP), o vice-presidente do PSDB nacional, Alberto Goldman, os deputados estaduais João Caramez, Orlando Morando, Pedro Tobias, Carlos Bezerra Jr., Ramalho da Construção, Fernando Capez, Hélio Nishimoto, Barros Munhoz, Bruno Covas, Orlando Morando e Rubens Cury, subsecretário de relacionamento com municípios da Casa Civil de SP.

CPI da Petrobras
Aécio Neves reiterou as críticas à condução da discussão sobre a instauração da CPI da Petrobras no Senado. Segundo ele, a iniciativa do presidente do SenadoRenan Calheiros (PMDB-RN) de encaminhar o debate para a Comissão de Constituição e Justiça foi equivocada.

“Essa decisão do Renan é equivocada, é uma nódoa que ele deixa na sua história pessoal e na história do Senado Federal. E não se investigará mais nada. E isso é extremamente grave”, afirmou o ex-governador de Minas.

Aécio Neves lembrou que há um mandado de segurança impetrado pela oposição no Supremo Tribunal Federal (STF) para garantir a abertura da CPI da Petrobras. O senador disse ter certeza de que, uma vez instalada a CPI da Petrobras, o governo tentará manobrar para impedir as apurações.

“Neste momento todas as nossas fichas estão nas mãos do Supremo. Existem denúncias muito graves em relação à Petrobras. A população quer saber o que aconteceu lá, e eu acho que nós, da oposição, estamos fazendo o que devemos fazer”, afirmou o senador.

Descontrole

Para Aécio Neves, o governo federal vive um momento de descontrole. “O temor do governo, e temos hoje um governo à beira de um ataque de nervos, está fragilizando o Congresso de forma definitiva. É contra isso que estamos nos levantando. Usar uma ‘CPI Combo’ para impedir a investigação da Petrobras é um ato de desrespeito à sociedade brasileira e de um autoritarismo que me lembra os tempos de AI-5”, afirmou.

Aécio: não importa se o candidato do PT for Lula ou Dilma

Aécio Neves: “quero derrotar o modelo que não vem fazendo bem ao Brasil e iniciar um novo ciclo de meritocracia”, afirmou sob aplausos.

Aécio Neves em encontro com empresários

Fonte: O Globo

Aécio diz que não se importa se o candidato do PT for Lula ou Dilma

A empresários, pré-candidato tucano diz que, se eleito, vai cortar pela metade o número de ministérios

O pré-candidato do PSDB à Presidência da República, senador Aécio Neves, adotou um discurso para tentar convencer os seus colegas de partido de que uma eventual volta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não é uma ameaça. Em palestra nesta segunda-feira para empresários em São Paulo, o tucano disse que não se importa com o adversário na eleição.

– Para mim, não me importa se o ex-presidente Lula, se é a presidente Dilma, o que eu quero é derrotar o modelo que não vem fazendo bem ao Brasil e iniciarmos um novo ciclo de meritocracia no país – afirmou, sob aplausos dos presentes ao encontro do Lide, grupo liderado pelo empresário João Dória Jr.

Aécio acrescentou que os petistas tem afirmado, sem constrangimento, a possibilidade de Lula voltar por causa do “momento de turbulência” do país. A fala serve como um espécie de vacina para evitar o pessimismo tanto de seus eleitores como de correligionários caso troca de Dilma por Lula se concretize.

– Nossa disputa não é pessoal. É contra essa modelo que está aí. Eu não temo essa eleição qualquer que seja o nosso adversário – declarou.

O senador tucano garantiu que se eleito reduzirá pela metade os atuais 39 ministérios.

– Num futuro governo do PSDB, acabaremos com metade dos atuais ministérios e criaremos uma secretaria que, em seis meses, apresente uma proposta num primeiro momento de simplificação do sistema tributário e, no médio prazo, consiga a redução da carga tributária – disse o senador, que anunciou ainda que começará a escalar os integrantes de seu eventual governo a partir de julho.

Aécio também falou em melhorar a concessão dos empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), reduzir a carga tributária e investir em Parcerias Público Privadas (PPP). Também afirmou que irá aprimorar o Bolsa Família com a concessão, por exemplo, de bônus a beneficiários que fizerem curso de qualificação profissional.

Mais tarde, ao responder a perguntas da plateia, Aécio falou também que iria acabar “com boa parte desses cargos em comissão”.

O senador defendeu regras mais claras para o acesso a empréstimos do BNDES.

– Eu gosto muito dos juros do BNDES, mas eu quero que haja juro do BNDES para todos e não apenas para meia dúzia de escolhidos – disse, sendo aplaudido com entusiasmo pelos empresários.

Ao falar da crise da Petrobras, disse que, se eleito, passará o “país a limpo”.

Assim como fez o seu provável adversário do PSBEduardo Campos, na semana passada, Aécio também manifestou preocupação de que seja feito “terrorismo” com a possibilidade de fim do Bolsa Família se o vencedor da eleição não for um petista. Apesar de ter prometido manter o programa, o tucano afirmou que fará ajustes, como a concessão de bônus para alunos que consigam notas superiores à média e a pais que entrarem em um programa de requalificação profissional.

– A grande diferença é que para nós o Bolsa Família é um ponto de partida. Para o PT, é um ponto de chegada.

Aécio é o que inspira mais confiança, diz Datafolha

Datafolha: eleitores do senador Aécio Neves têm entre 45 e 49 anos e renda de mais de 3 salários mínimos.

Eleições 2014

Fonte: Folha de S.Paulo 

Ele tem postura que inspira mais confiança’

Aos 32 anos, o funcionário público Júlio Rocha quer ver mudanças na condução do país. No leque de nomes que podem disputar o Palácio do Planalto em outubro, acredita que Aécio Neves (PSDB) é quem mais se aproxima das ideias que considera fundamentais: a defesa de um Estado mínimo e pouco intervencionista.

Nascido em Brasília, o técnico em Sistemas da Informação e em Contabilidade aposta seu futuro na carreira jurídica. Iniciou o curso de Direito neste ano, depois de ter sido nomeado, em novembro de 2013, para seu primeiro emprego público. Hoje trabalha na área técnica da assessoria de comunicação de um órgão federal. Espera se tornar procurador.

Júlio mora sozinho em Vicente Pires, uma das regiões administrativas de classe média baixa do Distrito Federal, a 13 km de Brasília.

A família é petista, mas ele afirma que suas referências culturais e políticas o levaram a se distanciar da opção dos parentes.

“Acredito que o Aécio tem uma postura que inspira mais confiança. Eu acho que tanto a postura dele quanto a carreira que ele tem são um diferencial em relação aos presidenciáveis anteriores do PSDB“, afirma.

Com uma rotina apertada, sai de casa por volta das 6h e segue para a faculdade. De lá, encara sete horas de trabalho. Mesmo assim, consegue se divertir. “Gosto de sair para comer. Acho Brasília um excelente polo gastronômico, apesar de ser caro.”

PERFIL DO ELEITOR DE AÉCIO*

Sexo Homem

Idade 45 a 59 anos

Renda Mais de 3 SM

Região Sudeste

Ensino Superior

Cidade Mais de 500 mil

* Características que mais destoam da média ** Não é possível identificar tendência nessa categoria
Fonte: Datafolha /19 e 20.fev / 2.614 entrevistas em 161 municípios / Margem de erro: 2 pts

Eleições: Aécio pede apoio aos aliados em Minas

Presidente nacional do PSDB disse ter aceitado o desafio de concorrer à Presidência, mas que esta trajetória não pode ser solitária.

Eleições 2014

Fonte: Estado de Minas 

Aécio pede que aliados cuidem de sua campanha em Minas enquanto ele percorre o país

Senador fez o pedido durante lançamento da candidatura de Pimenta da Veiga ao governo de MG

Com o lançamento oficial de sua candidatura programado para ocorrer em São Paulo, o senador Aécio Neves (PSDB) aproveitou o ato para Pimenta da Veiga em Belo Horizonte para pedir aos aliados mineiros que cuidem de sua campanha no estado, enquanto ele estará andando pelo país. Tratado como a grande estrela na festa que lançou o candidato tucano ao Palácio da Liberdade, Aécio disse ter aceitado o desafio de concorrer à Presidência, mas que esta trajetória não pode ser solitária.

“Preciso pedir a cada um de vocês: enquanto eu estiver caminhando pelo país, sejam a minha voz, a minha coragem, a minha determinação e digam às pessoas que estamos fazendo isso porque acreditamos na política como forma de transformação”, afirmou Aécio. O presidenciável foi recebido pelos aliados com uma versão do samba-enredo Peguei um ita no norte (“Explode coração, na maior felicidade…”) e dividiu com os aliados um palanque lotado de deputados e lideranças do PSDB e, segundo a organização, 20 legendas aliadas.

Ao pedir apoio dos cabos eleitoraisAécio indicou a eles que o discurso deve ser de rebater todas as acusações e promessas do governo federal feitas pelos petistas no estado. “A cada mentira que soltarem contra nós responderemos com trabalho e realizações”, afirmou. O tucano voltou a dizer que o Brasil sofre com inflação alta e tem perdido credibilidade em razão de seu desempenho econômico. O tucano também disse que uma crise de segurança pública se alastra pelo país. Segundo Aécio, o sentimento que o move é o de “reagir às ofensas e acusações e não se acovardar perante o uso indiscriminado da máquina”, afirmou.

governador Antonio Anastasia (PSDB), que discursou antes, disse que o senador pode caminhar tranquilo na campanha presidencial, sabendo que terá sempre sua retaguarda em Minas. “Este ano é fundamental para o Brasil. Dois mil quatorze tem os seus olhos sobre Minas Gerais porque é daqui que vai sair a esperança de um Brasil melhor”, afirmou.

Aécio antecipou que segurança pública e saúde serão duas das principais bandeiras do PSDB na campanha e ressaltou a presença de Anastasia como coordenador do seu programa de governo. Segundo o senador, o Brasil vive o fim de um ciclo de governo. “Há uma omissão irresponsável do governo federal hoje na questão de segurança pública, 87% de tudo que se investe vem dos cofres de estados e municípios e apenas 13% da União . A verdade é que o PT perdeu o controle da economia, não conseguiu avançar na infraestrutura, os indicadores de educação nos colocam no fim da fila e a saúde e a segurança são tragédias nacionais”, afirmou. 

Eleições 2014: Aécio e Alckmin definem alianças

Eleições 2014: Geraldo Alckmin disse que não há nada definido sobre eventual aliança com o PSB em torno da candidatura à reeleição.

Aliança entre PSDB e PSB

Fonte: Valor Econômico 

Aécio e Alckmin se reúnem em SP

Depois de uma semana com declarações públicas que conturbaram a relação entre PSDB e PSB, duas das principais lideranças do PSDB colocaram o pé no freio na discussão sobre a aliança entre os partidos. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse que não há nada definido sobre uma eventual aliança com o PSB em torno de sua candidatura à reeleição, e o senador Aécio Neves (MG), provável candidato à Presidência, evitou comentar o assunto.

Eles se reuniram ontem no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, e discutiram, entre outros temas, “uma radiografia das alianças” que o PSDB busca fazer nos Estados, disse Aécio. Segundo ele, o PSDB terá candidatos, próprios ou coligados, “em mais de 20 Estados”, e o quadro a alianças é “favorável”.

“Estaremos competitivos em praticamente todos os Estados. Teremos candidaturas a governador em maior número que qualquer outro partido”, disse ele, acrescentando que a palavra de Alckmin sobre o assunto é importante.

PSDB e PSB costuram alianças em vários Estados, mas a parceria está ameaçada por conta de restrições da ex-ministra Marina Silva, que se filiou ao PSB e não quer que o partido apoie Alckmin. Durante a semana, interlocutores dos dois partidos falaram sobre o assunto.

Na terça-feira, Aécio disse que o principal prejudicado pelo rompimento da aliança em São Paulo e em alguns Estados seria o PSB, opinião sustentada pelo presidente do estadual do PSB e deputado federal Márcio França (SP). Em resposta, o vice-presidente do PSB, Roberto Amaral, disse que Aécio perdeu “ótima oportunidade de ficar calado”.

Ontem, Aécio não quis comentar as declarações de Amaral e disse que o conhece “muito pouco”. “A minha interlocução com o PSB é feita prioritariamente com o presidente do partido [Eduardo Campos]“, disse Aécio, acrescentando que a relação com o PSB é “positiva”. ”A minha relação com o governador Eduardo é uma relação antiga, que precede candidaturas.”

Alckmin evitou criar novos conflitos. Questionado sobre como está a questão da aliança em torno de sua reeleição, disse que o assunto não foi discutido. O discurso de Alckmin vai na linha da declaração feita no começo da semana pelo governador de Pernambuco e presidente do PSBEduardo Campos, que disse não haver definição sobre a política de alianças nos Estados. Campos também afirmou que a parceria com Marina Silva continua sólida.

“Primeiro precisa definir o candidato [ao governo de São Paulo], e definição de candidato é só mais à frente, não há candidatura hoje”, disse ontem Geraldo Alckmin aos jornalistas após a reunião com Aécio Neves. ”Depois se definem as alianças. Não há hipótese de se definir aliança no começo do ano.”

Questionado sobre quando encontraria CamposAlckmin disse que “não tem nada marcado, mas quando ele vier à província de Piratininga, a gente toma um café”.

Aécio Neves: Caixa confiscou poupadores

Senador Aécio Neves disse que contabilidade criativa da Caixa promoveu confisco e apropriação indébita de recursos privados.

PSDB pede esclarecimentos à direção da Caixa Econômica Federal

Fonte: O Globo

Aécio: Caixa confiscou recursos de poupadores ao encerrar contas

PSDB e DEM pedirão convocação de Hereda e Mantega. PT não comenta

presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), acusou o governo e a direção da Caixa Econômica Federal de terem agido, “no mínimo, com esperteza”, ao se apropriar dos recursos de 525.527 contas de poupadores brasileiros para “turbinar” e “maquiar” as contas da Caixa. Ele disse que mais uma instituição pública brasileira está sendo jogada no descrédito e que o presidente Jorge Hereda é reincidente, pois teria sido responsável pelo tumulto provocado por mudanças no pagamento do programa Bolsa Família.

Aécio exigiu explicações do governo em relação ao que chamou de confisco e apropriação indébita de recursos privados ao encerrar, sem um edital de convocação dos correntistas, as mais de 525 mil contas poupança da Caixa, com posterior uso do dinheiro para inflar em R$ 420 milhões os lucros da empresa em 2012. A Caixa informou outro número de poupadores. Segundo a instituição, foram 496.676 contas com CPF ou CNPJ irregulares.

– Esse episódio é extremamente grave. Uma apropriação indevida, um verdadeiro confisco da poupança de inúmeros brasileiros sem que eles fossem adequadamente comunicados. Que mostrem o edital convocando esses correntistas para sanar as eventuais ilegalidades nessas contas – disse Aécio.

O presidente do PTRui Falcão, disse que não vai responder ao senador.

PSDB entrou com um pedido para que o Ministério Público Federal avalie se a operação configura crime de gestão temerária financeira, com anuência da diretoria da Caixa, do Conselho Deliberativo e do Ministério da Fazenda. O partido também pediu ao Ministério Público que entre com ação civil pública para garantir a defesa dos correntistas eventualmente lesados. Em outra frente, assim que o Congresso retornar do recesso parlamentar, em conjunto com o Democratas, o PSDB vai tentar aprovar requerimentos de convite e convocação de Hereda, do ministro Guido Mantega, do presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, e do controlador geral da União, Jorge Hage.

CAIXA E FAZENDA NÃO COMENTAM

Aécio também enviou um requerimento de informações ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, sobre o que chamou de “lucro fraudulento”. O presidente do PSDB solicitou informações sobre as irregularidades dos correntistas prejudicados e o número de contas encerradas pela Caixa desde a resolução de 1993, que autoriza o procedimento, assim como provas de que os poupadores foram comunicados das falhas em suas contas:

– A intenção foi confiscar. Houve, no mínimo, uma esperteza. Talvez seguindo o exemplo que vem de cima, o governo federal tenha estimulado essa criatividade para apresentar números cada vez mais inflados. Isso só serve para minar cada vez mais a credibilidade e afugentar parcerias com empresas lá fora e afetar, lá na frente, o grau de risco.

Ele relacionou o fato à credibilidade do Brasil, que estaria em decadência, segundo o provável candidato do PSDB à Presidência da República. A Caixa e o Ministério da Fazenda preferiram não comentar as declarações.