• dezembro 2018
    S T Q Q S S D
    « set    
     12
    3456789
    10111213141516
    17181920212223
    24252627282930
    31  
  • Categoria

  • Mais Acessados

    • Nenhum
  • Arquivo

  • Twitter Blog Aécio Neves

  • Anúncios

Entrevista Hoje em Dia: Pimenta quer levar o ensino integral a todas as escolas do Estado

Em entrevista, Pimenta destaca a modernização da infraestrutura e a dinamização da economia de Minas, como algumas das metas de governo.

Coligação Todos por Minas

Pimenta da Veiga quer dinamizar a economia de Minas

Fonte: Hoje em Dia

Em entrevista ao Hoje em Dia, o candidato da coligação “Todos por Minas”, Pimenta da Veiga (PSDB), revela as principais metas de sua proposta de governo, caso seja eleito. No plano social, ele garante que as prioridades serão a saúde, educação e segurança. Além da infraestrutura, a dinamização econômica de Minas também está no radar do tucano.

Em seu plano de governo, qual ponto o senhor considera o mais importante e por quê?

As principais bases do nosso plano de governo são a área social, com prioridade para saúde, educação e segurança pública; a modernização da infraestrutura urbana; e a dinamização da economia de Minas.

Além desses pontos, quais são as áreas prioritárias e como pretende desenvolvê-las?

Na educação, vamos levar o ensino integral a todas as escolas do Estado; aumentar as vagas e diversificar os cursos profissionalizantes; valorizar os professores por meio de promoção automática dos que concluírem mestrado ou doutorado e ainda oferecer condições para que optem pelo trabalho integral em uma só escola.

Na segurança, vamos aumentar o policiamento ostensivo e ampliar o efetivo das polícias Militar e Civil. Queremos avançar com os programas de prevenção à criminalidade e às drogas, como o Fica Vivo, pois o tráfico é a principal causa da violência.

Na saúde, vamos ampliar, reformar e construir 17 hospitais regionais, com objetivo de fortalecer o processo de regionalização da saúde. A intenção é fazer com que as pessoas tenham atendimento médico o mais próximo possível de suas casas. Para isso, vamos também implementar incentivos aos médicos que se fixarem nas pequenas cidades.

Na infraestrutura, vamos atacar o problema da mobilidade urbana. Primeiro, é preciso um transporte público de qualidade. O mais eficiente é o sistema sobre trilhos. Na Região Metropolitana, por exemplo, a solução é o metrô. Temos o compromisso de construir o Rodoanel Norte e também 22 contornos rodoviários ao redor de cidades de médio e grande porte, eliminando o tráfego pesado de caminhões e tornando o trânsito mais seguro na Região Metropolitana. E também vamos construir o Rodoanel Sul, ligando Betim à BR-040.

Como pretende trabalhar pelo desenvolvimento econômico e social das regiões de Minas?

Para fazer com que Minas dê um novo salto na economia, vamos aproveitar as potencialidades regionais e diversificar os empreendimentos. Além disso, vamos investir na infraestrutura e na logística, assim como reduzir a carga tributária, dentro da competência do governo estadual. Com isso, aumentamos as oportunidades, gerando mais empregos e atraindo mais recursos para a melhoria da qualidade de vida dos mineiros. Vamos manter todos os programas sociais, como o Travessia.

Entre 2002 e 2012, Minas reduziu a desigualdade social em 10,9%, um resultado melhor que a média do Brasil e do Sudeste. Mais de 3 milhões de mineiros foram beneficiados pelo Travessia em 309 municípios. O programa promove a inclusão social e produtiva da população em situação de pobreza e vulnerabilidade social, por meio de uma série de ações articuladas entre várias secretarias de Estado e órgãos da administração. Temos que ressaltar que o mineiro tem enorme capacidade empreendedora, sempre soube aproveitar as oportunidades de trabalho nas diferentes áreas e precisa ser cada vez mais incentivado a produzir.

Quais são os principais desafios que o novo governador enfrentará?

São vários porque administrar um estado com as dimensões de Minas, com suas diversidades e potencialidades, exige dedicação e trabalho. Reduzir, por exemplo, as diferenças sociais entre as nossas regiões vai exigir muito esforço e determinação porque o modelo econômico adotado pelo governo federal nos últimos anos aponta para momentos difíceis. Mas, da nossa parte, não faltará o empenho para que as regiões mais pobres, como o Norte, o Jequitinhonha e o Mucuri recebam mais investimentos que as regiões mais ricas. Queremos diminuir a distância social entre as regiões de Minas, sem deixar, no entanto, de criar alternativas para que as mais desenvolvidas não fiquem paradas no tempo.

A crise internacional persiste e compromete o crescimento econômico do Brasil. O que fazer para que Minas se expanda e sustente seus projetos de governo?

Não é só a crise internacional que preocupa, mas a política econômica do governo federal do PT que trouxe de volta a inflação com profunda recessão. O retorno da inflação significa prejuízo para todos, é vizinha da corrupção, impede o crescimento, o desenvolvimento de cidades e pessoas. Apesar disso, nos últimos anos, Minas cresceu mais do que a média nacional. A indústria mineira aumentou a sua parcela na economia do Estado, segundo o IBGE. Em 2002, o setor respondia por 27,5% da economia mineira e passou para 32,8% em 2011. Esse índice representa mais do que o crescimento da média nacional. Em 2002, a indústria no Brasil tinha participação de 27,1% e cresceu 0,4 ponto percentual em 2011, quando chegou a 27,5% na economia nacional.

O senhor se considera preparado para enfrentar um eventual cenário negativo, com perdas de arrecadação?

Me sinto extremamente preparado. Além da atração de investimentos, como já citei, vamos intensificar a parceria com a iniciativa privada. Minas é o estado com maior número deParcerias Público Privadas (PPP). Nos últimos seis anos, o Governo de Minas conseguiu atrair R$ 2,3 bilhões para projetos de PPP, e outros R$ 5 bilhões em projetos em licitação. Minas se tornou referência nacional e internacional quando se trata desse modelo, com reconhecimento pela revista britânica World Finance e pelo Banco Mundial.

Se eleito, que Estado o senhor deseja entregar?

Uma Minas onde todos tenham orgulho de dizer onde vivem. Meu maior compromisso é com os cidadãos. As ações do governo terão como objetivo principal promover o bem-estar das pessoas que devem ser contempladas com políticas públicas que tornem nosso Estado uma terra de oportunidades para todos.

Se eleito, qual será o perfil do seu secretariado?

Competência e espírito público. É o que buscaremos entre os homens e mulheres de bem para compor o nosso governo. Queremos fazer um governo moderno, com eficiência em gestão. Como somos apoiados por uma ampla coligação – que inclui 14 partidos, além de lideranças de outras legendas que ao longo da campanha, foram se juntando a nós – não precisaremos nos render a conchavos ou alianças espúrias para garantir governabilidade. O eleitor pode esperar de nós o compromisso com a ética e o interesse público em todas as nossas ações, o que começará já na montagem da equipe de governo.

Por que os mineiros devem votar no senhor?

A nossa candidatura é a mais preparada para governar Minas. Tenho percorrido diversas cidades para escutar as pessoas sobre seus principais sonhos e demandas. Ninguém pode governar bem um país, um estado, um município se não for ouvindo os destinatários das nossas ações. O que me credencia é a minha história pessoal e política, de quase 40 anos dedicados ao interesse público, que me ensinou que o foco de um governo deve ser a melhoria da vida das pessoas.

Anúncios

Pimenta garante que as políticas sociais terão toda a atenção em seu governo

Pimenta da Veiga aponta melhorias em políticas sociais no estado e afirma que Minas Gerais não pode adotar o modelo de gestão do PT.

Eleições 2014

Fonte: Pimenta 45

Pimenta aponta novos avanços para as áreas de segurança e educação em Minas Gerais

Em entrevista à TV Record, candidato aponta melhorias em políticas sociais no estado e afirma que Minas Gerais não pode adotar o modelo de gestão do PT.

O candidato da Coligação Todos por Minas ao Governo do EstadoPimenta da Veiga, reafirmou na manhã desta sexta-feira (12/09), em entrevista ao programa MG no Ar, da Record Minas, que as políticas sociais, com destaque para saúdesegurança e educação, terão toda atenção necessária durante seu governo, caso seja eleito. Defensor da política de tolerância zero com a criminalidade, Pimenta quer adotar o policiamento ostensivo em todo Estado, oferecendo ao cidadão maior sensação de segurança. Ele também defende mudança na legislação no que se refere à impunidade.

“O que importa é que o policiamento ostensivo seja maior. Vamos também adotar uma tecnologia mais apurada. Queremos usar a melhor tecnologia que houver. Queremos que haja um conceito de tolerância zero com a bandidagem. Portanto, procuraremos interferir também na legislação, que hoje está muito concessiva, a polícia prende e é obrigada a soltar. Então, é um conjunto de ações. Mas eu tenho a certeza que a segurança dará a sensação ao cidadão de que ele está mais protegido e, ao bandido, de que ele está sendo perseguido pela lei”, afirmou Pimenta da Veiga. Ele aproveitou para cobrar mais investimentos da União do setor, “tendo em vista que hoje o governo federal investe apenas 13% do que é gasto em segurança no Brasil inteiro”, completou.

Ao falar sobre a educaçãoPimenta da Veiga destacou a importância do professor como indutor da revolução que pretende fazer nesta área. Para ele, não é à toa que o governo federal reconhece a educação básica de Minas como a melhor do País. “A grande parceria que eu quero estabelecer para fazer uma revolução no sistema educacional é com o professor. A educação em Minas atingiu níveis muito altos, tanto que é considerada a melhor do Brasil pelo Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), pelo próprio governo federal do PT, que considera a educação fundamental em Minas a melhor do Brasil.Mas isso não é o bastante. Queremos ir avante, através de uma grande parceria com os professores”, afirmouPimenta.

Pimenta ainda lembrou, ao ser perguntado pelo jornalista Eduardo Costa, que a maior greve na educação em Minas não foi da rede estadual e, sim, “na prefeitura, no tempo do PT, que foram 160 dias de greve”, disse. Questionado sobre o piso salarial dos professores, o candidato ressaltou que Minas não apenas atende às determinações legais, mas ultrapassa os valores fixados. “Na verdade, o piso foi atendido (em Minas) e até ultrapassado. Sou filho de professora e sou filho de professor, portanto, conheço bem a vida de professor e tenho enorme carinho pelos professores, um respeito e grande admiração, nós (governo e magistério) vamos conversar”, frisou.

Mais saúde

Na entrevista, Pimenta ressaltou ainda o esforço do Governo de Minas em melhorar constantemente a saúde no Estado. “O governo tem investido muito. Aqui em Belo Horizonte, por exemplo, abriu o (Hospital) Risoleta Neves, investiu mais de R$ 50 milhões no João XXIII, fazendo com que ele se torne o pronto-atendimento mais admirado do país. Fizemos o Hospital de Uberlândia, o Hospital de Uberaba, há vários hospitais quase prontos, o do Norte, em Pirapora, existem vários hospitais que já estão com as obras muito adiantadas. Ao contrário do que o nosso adversário diz, o Hospital de Divinópolis, de Setes Lagoas, de Governador Valadares e de Teófilo Otoni estão em obras, não são esqueletos, estão em obras avançadas e nós faremos os outros”, disse.

Para o candidato do PSDBMinas avançou muito nos últimos anos e ainda tem muito a avançar. Além de destacar os êxitos alcançados no Estado em outras áreas, Pimenta reafirmou que o reconhecimento do cidadão mineiro aos resultados conquistados levará a Coligação Todos por Minas à vitória no dia 5 de outubro. “O governo tem dado certo, tem honrado Minas, tem avançado muito e nós vamos avançar ainda muito mais. Imagine trazer para Minas Gerais o sistema (do PT) que está acontecendo, no Brasil no governo federal. Isso é o que os mineiros não querem”, finalizou Pimenta da Veiga.

Pimenta inaugura comitê com o apoio de dissidentes do PSB

Entre os dissidentes do PSB que marcaram presença no comitê do candidato tucano, estava o prefeito de BH, Marcio Lacerda.

Todos por Minas

Fonte: Estado de Minas

Socialistas de peso em inauguração tucana

Um dia depois de apresentar como troféu o vereador petista que virou a casaca para o lado tucano, o candidato a governador Pimenta da Veiga (PSDB) recebeu ontem convidados de honra na inauguração de seu comitê metropolitano, no Bairro Funcionários, Região Centro-Sul de BH. O evento contou com a presença de dissidentes do PSB, partido do candidato ao Palácio Tiradentes Tarcísio DelgadoDestaque para o prefeito de BH, Marcio Lacerda, que até subiu no palanque. Na ocasião, Pimenta reforçou novamente ter o apoio de vários prefeitos do PT, contrários à candidatura de Fernando Pimentel (PT).

Foi a primeira vez que Lacerda compareceu a um evento da campanha do PSDB desde o anúncio de que não apoiaria a candidatura própria socialista, no fim de junho. “Quando tornei público meu apoio, disse que faria tudo que a legislação eleitoral permitisse. A imensa maioria, a quase totalidade das figuras do PSB está apoiando Pimenta da Veiga”, afirmou Lacerda, ressaltando que não tem o compromisso de trabalhar pela eleição do presidenciável Aécio Neves. O prefeito não garantiu presença frequente nos eventos, por causa da agenda na prefeitura.

Outro socialista que atraiu holofotes foi o presidente do Atlético Mineiro, Alexandre Kalil, candidato a deputado federal. Acompanhado de cabos eleitorais, equipados com bandeiras e distribuindo botons, Kalil disse que não se considera um dissidente. “Foi o próprio PSB que me pediu para ser candidato. Não me considero dissidência. Fizeram manobra das últimas horas de partido”, informou.

Também da diretoria do Galo, o vereador Daniel Nepomuceno (PSB), vice-presidentealvinegro, compareceu à inauguração do comitê. O ex-embaixador Tilden Santiago, que disputa vaga na Câmara, era outros socialista presente. Ao lado da bancada da bola estava o deputado estadual e jornalista esportivo Mário Henrique Caixa, atrás da reeleição. Vale ressaltar que o PCdoB, partido ao qual pertence Caixa, é da base aliada de Fernando Pimentel, principal adversário de Pimenta.

Na segunda-feira, o vereador de Ribeirão das Neves Vitório Júnior (PT) já havia declarado apoio explícito a Pimenta da Veiga, que reforçou não ser esse seu único apoio do time do rival. “Não quero dizer o número nem a data que isso (o anúncio) vai acontecer, mas temos vários prefeitos do PT integrados conosco”, disse Pimenta. Nos bastidores, circula que são pelo menos 22 prefeitos petistas.

METRÔ No comitê voltado para a Grande BH, Pimenta da Veiga prometeu ontem que vai levar o metrô para diversas partes da Regi’ao Metropolitana de Belo Horizonte. “Quero um sistema eficiente de transporte de massa, que vá de Betim a Confins, de Ribeirão das Neves ao Jardim Canadá. A definição será técnica. Preferencialmente, metrô. É uma tarefa enorme, tenho consciência dela, mas é factível”, disse. Segundo Pimenta, se for eleito, serão feitos levantamentos nos primeiros dias do governo para se estabelecer um calendário de execução do projeto.

PSDB entra com ação contra anúncio do Sindi-UTE

PSDB entrou com uma representação contra anúncio do Sind-UTE publicado em veículos de grande circulação no Estado.

Eleições 2014

Anúncio de sindicato gera representação na Justiça

Sind-UTE pagou publicidade criticando governo de Minas

A relação de partidos com sindicatos provoca a primeira contestação na Justiça eleitoral na corrida ao Palácio Tiradentes. Nesta terça, o PSDB entrou com uma representação noTribunal Regional Eleitoral (TRE-MG) contra um anúncio do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas (Sind-UTE) publicado em veículos de grande circulação no Estado. A peça publicitária acusa o Executivo de “descaso” com a educação.

A assessoria jurídica da coligação Todos Por Minas, encabeçada pelo PSDB, entendeu que o anúncio é “uma propaganda eleitoral feita com o intuito de influenciar negativamente as candidaturas de Pimenta da Veiga, a governador, e de Antonio Anastasia, ao Senado Federal”.

A petição tucana ainda cita que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) “considera como propaganda eleitoral negativa práticas que visem denegrir candidaturas adversárias, com a finalidade de lhes retirar votos”.

A coligação espera conseguir o reconhecimento da ilegalidade da propaganda e o pagamento de multa pelo sindicato.

A peça publicitária – como título “Acompanhe o que o governo de Minas fez contra aeducação” – traz 15 tópicos e acusa o Estado de congelar salários de professores e não investir no setor o mínimo exigido por lei. A propaganda não cita nome de nenhum candidato.

presidente do Sind-UTE, Beatriz Cerqueira, explicou que o anúncio faz parte de umacampanha de comunicação “para mostrar aos mineiros o que o Estado fez pelo setor, o que é um direito da entidade sindical”. “O anúncio não tem nome de ninguém e descreve situações que o Sind-UTE já vem denunciando há muito tempo. O que fizemos foi uma deliberação em assembleia, que decidiu fazer uma campanha de comunicação. Acho lamentável a coligação entrar com uma representação. Seria mais produtivo se ela discutisse as questões que levantamos.”

Embora o Sind-UTE seja ligado à Central única dos Trabalhadores (CUT), que tem ramificação histórica com o PT, Beatriz Cerqueira negou qualquer motivação partidária para fazer o anúncio.

Observador

PT. O candidato ao governo de Minas Fernando Pimentel (PT) não quis opinar sobre a representação judicial. Ele afirmou que não iria “entrar na história”.

Tempo de campanha distancia candidato de eleitor

Clima das campanhas começou apenas em julho e tende a esquentar só depois do dia 19, com o início da propaganda gratuita de TV e rádio.

Eleições 2014

Fonte: Hoje em Dia

Copa reduz tempo de campanha e distancia do eleitor do candidato

Patrícia Scofield 

Com a realização da Copa no Brasil, a fase intensa das campanhas políticas de PT comPMDB, além de PSB e PSDB, em Minas, foram reduzidas para durar 45 dias e os eventos no interior do Estado foram concentrados em cidades-polo, diminuindo as andanças dos candidatos pelos rincões onde costumava haver showmícios.

Para especialistas, com a diminuição do corpo a corpo com o eleitor, no comparativo aeleições anteriores, quem perde é o eleitor médio, que deixa para conhecer as propostas e os nomes dos postulantes na última hora, muitas das vezes impulsionados pelo marketing ou pelos padrinhos políticos.

Se o clima de campanhas começava em março, desta vez foi empurrado para julho e tende a esquentar só depois do dia 19, com o início da propaganda gratuita na TV e no rádio, como confirmado por lideranças políticas mineiras do PTPSDB e PMDB.

“Em várias cidades do Brasil inteiro nem parece que tem campanha. Sem dúvida, o que faz com que a campanha seja reduzida é a falta de dinheiro. A cada eleição vai diminuindo o fluxo de financiamento, aumentando o controle e o eleitor desinteressado em política não tem tempo para conhecer os candidatos. Para muitos, a eleição só começa com a propaganda na TV”, diz o professor em Marketing Político da UFMG, Rodrigo Mendes.

Segundo o especialista, contribui ainda para o encurtamento das atividades político-eleitorais a proibição, por parte do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de outdoors, placas e comícios com a presença de artistas. “Com a mudança na legislação eleitoral, caiu a atratividade das agendas de campanha para muito eleitor”, afirma.

Um dos coordenadores políticos da campanha do candidato da coligação “Todos por Minas” ao governo, Pimenta da Veiga (PSDB), Nárcio Rodrigues (PSDB), diz que o custo para se manter uma equipe de campanha e bancar produtoras de TV é alto para durar mais que um mês e meio. “Todos os candidatos agora trabalham com esse prazo. Passada a Copa e com a entrada da TV e do rádio, o importante é divulgar o número do partido, apresentar o candidato na TV e tratar das propostas”, comenta. “Sobre as viagens, não concordo. Pimenta fez pré-campanha intensa e foi a muitas cidades, agora ele pode se dedicar às gravações”, acrescenta.

presidente do PT em Minas, deputado federal Odair Cunha, afirma que todas as cidades têm a sua importância em uma mobilização com vistas às eleições, mas que houve redução da chamada “campanha antecipada”. “Estamos fazendo uma agenda variada com o Fernando Pimentel (PT), mas realmente foram encurtadas as campanhas de rua. Temos mais reuniões com setores específicos da sociedade, não só no PT, mas nos demais partidos.

Popularização das redes sociais ajuda a reduzir agenda de rua

Na visão do presidente do PSB estadual, deputado federal Júlio Delgado, a popularização das redes sociais contribuiu para a diminuição das agendas na rua, o que, para ele, não substitui a importância do contato direto com o eleitor. “Optou-se pelos encontros maiores no interior, onde o candidato ganha mais visibilidade, dá entrevistas, em vez de ouvir o sentimento do cidadão. Quem achar que TV, rádio e internet se sobrepõem a isso, está perdido”.

O cientista político da PUC MinasMalco Camargos, diz que houve mudança na estratégia, para que fossem priorizadas ações que dão maior repercussão aos atos ou falas. “Mas não é verdade que diminuiu o tempo das campanhas, porque as convenções ainda são em junho e a campanha é permitida a partir de julho. O que acontece é que, no país, o PT se conformou com uma situação mais tranquila e iniciou a distribuição de material gráfico depois do PSDB, que corre atrás de uma diferença de votos e pôs o bloco na rua antes”.

Rotina inclui aperto de mão e santinhos

Desde o dia 6 de julho, data permitida pela Justiça Eleitoral para o início da campanha, o eleitor passou a conviver com santinhos, apertos de mão, faixas, carros de som, jingles de candidatos, faixas, reuniões, visitas em feiras livres e grandes eventos, até o dia da eleição, 5 de outubro. A utilização de outdoors está proibida aos candidatos e quem desobedecer leva multa em até R$ 15.961,50. Placas e materiais de campanha semelhantes não podem ter tamanho superior a 4 m². A propaganda com som e música está liberada para as vias públicas, entre 8h e 22h. Os Comícios deverão ser encerrados antes da meia-noite, sem apresentações artísticas que estão proibidas.

Todos por Minas: Pimenta da Veiga é escolhido candidato ao Governo de MG

Pimenta da Veiga foi escolhido nesta terça-feira durante convenção simultânea dos 20 partidos que integram o Movimento Todos por Minas.

Eleições 2014

Fonte: PSDB-MG

Vinte partidos lançam Pimenta da Veiga para o Governo de Minas

Convenção simultânea da base de apoio ao ex-ministro também escolheu Dinis Pinheiro e Antonio Anastasia candidatos a vice-governador e senador

O presidente do Instituto Teotônio Vilela de Minas GeraisPimenta da Veiga, foi escolhido, nesta terça-feira (10/06), durante convenção simultânea dos 20 partidos que integram o Movimento Todos por Minas, o candidato do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) a governador do Estado. Em seu discurso, no ginásio do Minas Tênis Clube I, em Belo Horizonte, Pimenta disse que, juntamente com o candidato a vice-governador do Partido Progressista (PP), Dinis Pinheiro, e com o candidato do PSDB a senador, Antonio Anastasia, quer a união de todos pelas causas de Minas Gerais.

“Quando Minas se une sempre acontecem coisas boas para o Brasil. Com todos os prefeitos que estão aqui, vice-prefeitos, deputados, ex-prefeitos, vereadores, professores, jovens, enfim, com todos unidos nessa maravilhosa demonstração democrática, estou animado para enfrentar qualquer desafio e todas as dificuldades”, afirmou. Além do PSDB, a chapa é apoiado pelo DEM, PDT, PEN, PHS, PMN, PP, PPS, PR, PRP, PSC, PSD, PSDC, PSL, PTB, PTC, PTdoB, PTN, PV e Solidariedade.

O candidato do PSDB a governador ressaltou a prioridade em trabalhar para as pessoas e disse que não bastam boas intenções e discurso. Pimenta disse ainda que nos próximos dias anunciará propostas do plano de governo. Para ele, é preciso criar transformações concretas para que as pessoas possam percebê-las em suas vidas.

“Nos próximos dias, anunciarei as primeiras metas do programa de governo, que foram definidas num longo diálogo desde o ano passado como os mineiros. Certamente, vamos consolidar as conquistas realizadas e vamos avançar na saúdesegurançainfraestrutura e, principalmente, na educação”, disse Pimenta, destacando os avanços alcançados no Estado nos últimos 12 anos nas diversas áreas e ressaltando que os próximos passos devem ser aprofundar e ampliar as conquistas.

Para Pimenta da Veiga, a escolha do presidente da Assembleia Legislativa, Dinis Pinheiro, e do ex-governador Antonio Anastasia para compor a chapa é a demonstração de que Minas Gerais é o Estado do avanço e a consagração de um trabalho de excelência desenvolvido desde 2003.

Governo honrado e eficiente

O presidente nacional do PSDB e pré-candidato a presidente da República, senador Aécio Neves, destacou a importância do ex-ministro Pimenta da Veiga para o futuro do Estado. Segundo ele, Minas precisa da seriedade e da honradez dos seus melhores quadros políticos para dar continuidade à eficiente trajetória de Minas.

“Olho para o futuro com uma confiança melhor ainda. É possível, sim, fazer um governo honrado e eficiente, como já fizemos no nosso Estado. Portanto, a tarefa não é apenas minha, é neste grande e extraordinário líder político Pimenta da Veiga, alçado hoje à condição de nosso candidato pela suas qualidades, características pessoais, sua experiência ao longo de uma intensa vida pública”, ressaltou Aécio neves.

Trabalho sério

Já o candidato do PSDB a senador, ex-governador Antonio Anastasia, disse que Pimenta da Veiga é uma escolha que mostra a união de todos por Minas.

“O mais importante, mais até que as obras físicas que foram feitas por Minas afora, é o fato da conquista do afeto e da amizade dos mineiros pelo trabalho sério realizado em nosso Estado. E nós estamos aqui, com um olhar firme, altaneiro, tranquilo, sereno para apresentar novamente, não os nossos nomes individualmente, mas a proposta de um grupo político, de uma grande força que está aqui reunida, de tantos partidos, de prefeitos, parlamentares, vereadores, lideranças, todos. É Minas inteira que está aqui, exatamente com o propósito de dizer ao Brasil, em alto e bom som, que em Minas nós estamos seguros. Em Minas, nos temos para governador o nome forte ética, proba, mas fundamentalmente comprometida com o futuro deste Estado”, afirmou Anastasia.