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Rede de proteção à mulher será uma das prioridades do governo de Aécio Neves

Aécio afirmou que pretende criar uma rede de proteção à mulher, ampliar o sistema do Disque-Denúncia e construir mais 6 mil creches no país.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Vamos tirar das estatísticas macabras do Brasil o aumento da violência contra a mulher, diz Aécio

No Dia Nacional da Prevenção da Violência contra a Mulher, o candidato à Presidência da República pela Coligação Muda BrasilAécio Neves, anunciou nessa sexta-feira (10/10) uma série de compromissos. Aécio afirmou que pretende criar uma rede de proteção à mulher, ampliar o sistema do Disque-Denúncia e construir mais 6 mil creches no país.

Aécio comprometeu-se a ampliar os abrigos familiares a partir de parcerias com municípios. “Nós temos que tirar das estatísticas macabras do Brasil o aumento dos crimes e violência contra a mulher”, afirmou.

Para o candidato, é fundamental reiterar os compromissos com as trabalhadoras e trabalhadores, como a revisão do fator previdenciário. “Vamos encontrar uma forma que não seja tão perversa para com os aposentados como vem sendo o fator [previdenciário]”, disse.

Aécio lembrou ainda que, entre suas prioridades, está a correção da tabela do Imposto de Renda pela inflação. O governo da presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, anunciou o reajuste da tabela em 4,5% para 2015, muito abaixo dos atuais patamares inflacionários. Em 12 meses até setembro, a inflação ficou em 6,75%. Isso significa que o reajuste de Aécio, nesse caso, seria de 2,25 pontos acima da proposta do governo.

O candidato tucano também se comprometeu com a valorização real do salário mínimo, mantendo a atual fórmula até 2019, conforme proposta do PSDB e Solidariedade em tramitação na Câmara. “São só compromissos de um governante que se preparou para exercer o cargo e iniciar uma nova história no Brasil”, destacou.

Pernambuco

O candidato confirmou que estará neste sábado (11/10) no Recife, onde participará de uma série de encontros políticos, onde receberá o apoio do PSB de Pernambuco à sua campanha, e visitará Renata Campos, viúva do ex-governador Eduardo Campos, morto em agosto em acidente aéreo.

“Teremos lá um ato formal de apoio de todo o PSB regional à nossa candidatura. O que para mim é uma honra poder receber esse apoio e de enorme emoção, porque recebo o apoio do grupo político de Eduardo Campos”, afirmou Aécio. “[Eu] me considero capaz de levar, Brasil afora, as propostas, os projetos de Eduardo Campos.”

Aécio destacou ainda que respeita o tempo de cada um no que se refere às definições políticas. Questionado sobre a formalização do apoio do ex-jogador Romário (PSB), eleito senador mais votado do Rio de Janeiro, ele reiterou o respeito que tem pelo ex-atleta e seus esforços na valorização e qualificação do esporte nacional.

Saída do coordenador de campanha abre crise no PSB

Crise na campanha de Marina cresce na mesma proporção das justificativas dadas por dirigentes do PSB e da Rede de que está tudo bem.

Eleições 2014

Fonte: Estado de Minas

Fratura exposta na largada de Marina

Coordenador-geral da campanha do PSB critica mexidas da candidata na equipe e deixa cargo. Ex-senadora diz que houve “mal-entendido”. Luiza Erundina é escolhida para o posto

A crise na campanha presidencial de Marina Silva cresce na mesma proporção das justificativas dadas por dirigentes do PSB e da Rede de que tudo está dentro da normalidade. O coordenador-geral da campanhaCarlos Siqueira, personagem central na história do PSB, entregou ontem o cargo, disse para Marina “mandar na Rede dela” e acrescentou que ela está muito longe de representar o legado de Eduardo Campos. “Eu sei o que ele sofreu para manter essa coalizão.” Na noite de ontem, o partido anunciou que a ex-prefeita de São Paulo e deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP) vai assumir no lugar de Siqueira. Segundo a assessoria do PSB, ela vai atuar em conjunto com o deputado licenciado Walter Feldmann. Antes cotado para substituir Siqueira, ele agora será coordenador-adjunto da campanha.

A debandada não parou com a saída de Carlos Siqueira: Milton Coelho, do comitê de mobilização, também deixará a campanha. Responsável pela arrecadação, Henrique Costa pensa em retornar à suas atividades profissionais. E o marqueteiro Diego Brandy só permaneceu após receber o aval de pessoas próximas a Campos.

O sentimento de Siqueira permeia parte dos integrantes do PSB, embora a cúpula do partido tente reverter a crise. Carlos é um nome histórico dos socialistas, foi secretário de governo de Miguel Arraes, conhecia Eduardo desde pequeno. Depositou nele as esperanças de ver o PSB chegar ao Planalto, senão agora, que fosse em 2018. Marina, nesse contexto, não representa a história que ele imaginava ser escrita.

 A falta de habilidade da nova candidata também atrapalhou e antecipou a saída dos coordenadores. Na quinta-feira da semana passada, um dia depois do acidente que matouEduardo CamposMarina já dizia, internamente, que a coordenação de campanha apresentava falhas e que era preciso encontrar caminhos para subir nas pesquisas de intenção de voto. A tensão foi crescendo até explodir no encontro realizando na tarde de quarta-feira, na Fundação João Mangabeira, quando Marina anunciou que Walter Feldmann, porta-voz da Rede, seria promovido à coordenação-geral. “Você fica onde o PSB quiser que você esteja”, disse Marina a Siqueira, provocando a ruptura.

Aliado de Marina, Feldmann negou qualquer possibilidade de distanciamento entre PSB eRede. “O desabafo de Siqueira tem um cunho pessoal, não político. Para ele, foi particularmente dura a perda do Eduardo e nós entendemos. Será escolhido alguém para o seu lugar e continuaremos a campanha normalmente”, ponderou Feldmann. Antes da escolha de Erundina, o candidato a vice na chapa, Beto Albuquerque, afirmou que assumiria interinamente a função  ao lado de Feldmann.

 Integrantes do PSB temem as novas dissensões, e defendem que a ala pernambucana da legenda atue nesse momento para evitar uma nova debandada. Emissários de Renata Campos e Ana Arraes seriam enviados ontem para Brasília para tentar demover Siqueira da saída. Desistiram ao descobrir que o ex-coordenador geral da campanha havia voado paraSão Paulo junto com o presidente do PSB, Roberto Amaral. Marina estava em São Paulodesde o início da tarde de ontem, gravando para propaganda eleitoral.

 Nanicos A viagem não tem um tom de reconciliação, contudo. Siqueira foi a São Paulo arrumar as coisas e fechar o flat que havia alugado para fazer a campanha. Ao lado de outros correligionários, ele tem a certeza de que Marina, a quem tratou ontem de “hospedeira”, abandonará o PSB assim que a Rede for criada. As suspeitas se reforçaram durante encontro da presidenciável ontem com presidentes dos partidos aliados. Marina lembrou que é contra a reeleição e anunciou que, caso seja eleita para o Palácio do Planalto, cumprirá apenas quatro anos de mandato.

A titular da chapa tentou minimizar os atritos. “É lógico que estamos diante de uma situação que tem um mal-entendido e que o próprio PSB deve esclarecer”, esquivou-se.

Saída do coordenador de campanha abre crise no PSB

Crise na campanha de Marina cresce na mesma proporção das justificativas dadas por dirigentes do PSB e da Rede de que está tudo bem.

Eleições 2014

Fonte: Estado de Minas

Fratura exposta na largada de Marina

Coordenador-geral da campanha do PSB critica mexidas da candidata na equipe e deixa cargo. Ex-senadora diz que houve “mal-entendido”. Luiza Erundina é escolhida para o posto

A crise na campanha presidencial de Marina Silva cresce na mesma proporção das justificativas dadas por dirigentes do PSB e da Rede de que tudo está dentro da normalidade. O coordenador-geral da campanhaCarlos Siqueira, personagem central na história do PSB, entregou ontem o cargo, disse para Marina “mandar na Rede dela” e acrescentou que ela está muito longe de representar o legado de Eduardo Campos. “Eu sei o que ele sofreu para manter essa coalizão.” Na noite de ontem, o partido anunciou que a ex-prefeita de São Paulo e deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP) vai assumir no lugar de Siqueira. Segundo a assessoria do PSB, ela vai atuar em conjunto com o deputado licenciado Walter Feldmann. Antes cotado para substituir Siqueira, ele agora será coordenador-adjunto da campanha.

A debandada não parou com a saída de Carlos Siqueira: Milton Coelho, do comitê de mobilização, também deixará a campanha. Responsável pela arrecadação, Henrique Costa pensa em retornar à suas atividades profissionais. E o marqueteiro Diego Brandy só permaneceu após receber o aval de pessoas próximas a Campos.

O sentimento de Siqueira permeia parte dos integrantes do PSB, embora a cúpula do partido tente reverter a crise. Carlos é um nome histórico dos socialistas, foi secretário de governo de Miguel Arraes, conhecia Eduardo desde pequeno. Depositou nele as esperanças de ver o PSB chegar ao Planalto, senão agora, que fosse em 2018. Marina, nesse contexto, não representa a história que ele imaginava ser escrita.

 A falta de habilidade da nova candidata também atrapalhou e antecipou a saída dos coordenadores. Na quinta-feira da semana passada, um dia depois do acidente que matouEduardo CamposMarina já dizia, internamente, que a coordenação de campanha apresentava falhas e que era preciso encontrar caminhos para subir nas pesquisas de intenção de voto. A tensão foi crescendo até explodir no encontro realizando na tarde de quarta-feira, na Fundação João Mangabeira, quando Marina anunciou que Walter Feldmann, porta-voz da Rede, seria promovido à coordenação-geral. “Você fica onde o PSB quiser que você esteja”, disse Marina a Siqueira, provocando a ruptura.

Aliado de Marina, Feldmann negou qualquer possibilidade de distanciamento entre PSB eRede. “O desabafo de Siqueira tem um cunho pessoal, não político. Para ele, foi particularmente dura a perda do Eduardo e nós entendemos. Será escolhido alguém para o seu lugar e continuaremos a campanha normalmente”, ponderou Feldmann. Antes da escolha de Erundina, o candidato a vice na chapa, Beto Albuquerque, afirmou que assumiria interinamente a função  ao lado de Feldmann.

 Integrantes do PSB temem as novas dissensões, e defendem que a ala pernambucana da legenda atue nesse momento para evitar uma nova debandada. Emissários de Renata Campos e Ana Arraes seriam enviados ontem para Brasília para tentar demover Siqueira da saída. Desistiram ao descobrir que o ex-coordenador geral da campanha havia voado paraSão Paulo junto com o presidente do PSB, Roberto Amaral. Marina estava em São Paulodesde o início da tarde de ontem, gravando para propaganda eleitoral.

 Nanicos A viagem não tem um tom de reconciliação, contudo. Siqueira foi a São Paulo arrumar as coisas e fechar o flat que havia alugado para fazer a campanha. Ao lado de outros correligionários, ele tem a certeza de que Marina, a quem tratou ontem de “hospedeira”, abandonará o PSB assim que a Rede for criada. As suspeitas se reforçaram durante encontro da presidenciável ontem com presidentes dos partidos aliados. Marina lembrou que é contra a reeleição e anunciou que, caso seja eleita para o Palácio do Planalto, cumprirá apenas quatro anos de mandato.

A titular da chapa tentou minimizar os atritos. “É lógico que estamos diante de uma situação que tem um mal-entendido e que o próprio PSB deve esclarecer”, esquivou-se.

Taxistas entregam manifesto de apoio a Anastasia

Ex-governador e candidato ao Senado recebeu um manifesto de apoio dos taxistas à Coligação Todos por Minas.

Eleições 2014

Fonte: Estado de Minas

Apoio de taxistas

Anastasia recebeu dos taxistas manifesto em apoio à coligação

O ex-governador e candidato ao Senado Antonio Anastasia (PSDB) recebeu um manifesto de apoio dos taxistas à Coligação Todos por Minas, que tem Pimenta da Veiga(PSDB) e Dinis Pinheiro (PP) na disputa pelo governo de Minas. O candidato ao Palácio Tiradentes não pôde comparecer ao evento. Segundo a assessoria de Pimenta, o candidato teve reuniões em Brasília com o candidato à Presidência Aécio Neves para discutir a retomada da campanha, após o enterro de Eduardo Campos.

O candidato a vice-governador Dinis Pinheiro (PP) fez campanha ontem em Betim e criticou a gestão petista no governo federal, que, segundo ele, prejudicou muito Minas ao priorizar alguns estados para fazer investimentos. “O PT está fazendo muito mal ao povo brasileiro, mas de forma especial ao município de Betim. O PT traiu o município de Betim. Foi quem tirou, por exemplo, a expansão da fábrica da Fiat de Betim e a levou para Pernambuco. Outra grande traição em relação a Betim e a Minas Gerais foi a retirada do polo acrílico para o estado da Bahia”, afirmou Dinis.

Heringer afirma que PSB está dividido em Minas

Para Apolo Heringer, muitas divergências entre a Rede e o PSB estavam sendo mantidas com a “mão” do Eduardo Campos.

Eleições 2014

Apolo Heringer teme divisão do partido na sucessão

O ex-integrante da Rede Sustentabilidade (grupo de Marina abrigado dentro do PSB), professor Apolo Heringer, acredita que o partido está dividido e tem dúvidas se a legenda apoiará Marina Silva para disputar as eleições presidenciais. “Acredito que uma coisa é ter Marina como vice, outra é ela como candidata a presidente. O PSB não tem esse perfil que a Rede anuncia. Agora as contradições vão explodir. O ambiente político é muito instável, muitas divergências estavam sendo mantidas com a mão do Eduardo Campos”, disse.

Segundo Apolo, PT e PSDB também devem tentar angariar o apoio do PSB, neste momento. “Acredito que vamos viver umas duas semanas de bastante articulação política dentro do PSB e Rede, com PT e PSDB doidos para por a mão no espólio, negociando apoio”, afirmou.

Outra possibilidade, na avaliação de Apolo, é o PSB não lançar candidato e a polarização entre PT e PSDB aumentar. “Se a Rede fosse dominante tudo bem, mas está como hospede, não tem candidato em estado nenhum, muita gente não confia na Marina”, concluiu.

Eleições 2014: goianos querem Aécio Neves presidente do Brasil

Candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil tem 32% dos votos dos eleitores de Goiás, contra 26,1% de Dilma.

Eleições 2014: Aécio Neves presidente

Fonte: Jogo do Poder

Goianos querem Aécio Neves presidente do Brasil

Pesquisa de intenção de votos divulgada na última sexta-feira (25/07) revela que Aécio Neves já é o favorito entre os goianos para ser o próximo presidente do país. O candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil tem 32% dos votos dos eleitores de Goiás, contra 26,1% da candidata do PTDilma RousseffEduardo Campos aparece com 8,3% das intenções de voto. É o que mostra pesquisa do Instituto EPP – Empresa de Pesquisa e Consultoria Ltda.
 
Nas últimas semanas, pesquisas realizadas em todo o país comprovaram o crescimento de Aécio, que está empatado com a candidata do PT na disputa de segundo turno, como divulgado pelos levantamentos Datafolha e Istoé/Sensus.

A pesquisa do Instituto EPP também trouxe dados sobre a eleição a governador, onde o tucano Marconi Perillo, que concorre à reeleição, lidera o quadro com 31,2% dos votos.
 
pesquisa do instituto, que ouviu 1.500 eleitores entre os dias 17 e 20 de julho em todas as regiões de Goiás, tem margem de erro de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos.

Propaganda gratuita dará mais visibilidade para a oposição

Aécio e Campos, apesar de pouco conhecidos, podem ter forte visibilidade com a influência das propagandas de Rádio e TV.

Eleições 2014

ORION TEIXEIRA

Segundo turno depende de Campos

Em meio a tantas pesquisas e resultados divergentes, a grande pergunta que ainda se faz é se haverá segundo turno presidencial. Datafolha e Sensus, por seus números, garantem que sim; aí vem o Ibope e o Vox Populi dizem que não é bem assim, admitindo que a presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), poderá vencer no primeiro turno. A situação de hoje é rigorosamente a mesma de antes da Copa do Mundo, como ficou demonstrado pelas três pesquisas divulgadas após o Mundial (Datafolha e Sensus, nos dias 16 e 17 de julho;Ibope, 22 de julho).

Para os dois primeiros institutos, há tendência de queda de Dilma e estagnação dos desafiantes Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB). Com Ibope e Vox, a estagnação é dos três principais concorrentes. De tudo isso, outras três coisas são certas: primeiro, o quadro está consolidado e assim deve permanecer até o início do horário gratuito eleitoral, quando o nível de conhecimento dos candidatos se iguala, apesar dos tempos de televisão desiguais. Segundo, Aécio e Campos já têm 30% dos votos, hoje, sem terem alta visibilidade e antes de iniciada a propaganda pelo rádio e TV, que influencia fortemente. São ainda pouco conhecidos, ao contrário da presidente.

Por último, a realização do segundo turno depende mais de Eduardo Campos do que deAécio. O tucano já cresceu até onde podia (20%), mas o pessebista empacou e não ultrapassa os 10%. Para viabilizar o segundo turno, Campos precisa chegar, pelo menos, a 15%. Ou seja, segundo turno é resultado de uma terceira candidatura competitiva; quando ela não existe, a decisão se dá no primeiro turno entre os dois mais viáveis.

Quem é quem?

A sucessão mineira é um pouco semelhante à presidencial. Se não houver um terceiro candidato viável, a tendência é de os candidatos a governador Fernando Pimentel (PT) ePimenta da Veiga (PSDB) resolverem a disputa no primeiro turno. O segundo turno, por aqui, vai depender também do desempenho do pessebista Tarcísio Delgado. Antes dessa preocupação, os marqueteiros tucano e petista têm outro problema: evitar a confusão entre os eleitores por conta da semelhança dos nomes de Pimentel e Pimenta.

Primeiro ficha-suja

O TRE mineiro cassou nessa quarta-feira (23) a primeira candidatura listada como ‘ficha-suja’ pelo Ministério Público. O candidato a deputado federal pelo PT do B, Paulo Orlando Rodrigues de Mattos, o Paulo Maloca, foi considerado inelegível por condenação criminal. Ele havia sido condenado por homicídio em Governador Valadares (Leste mineiro) em 2001. Cumpriu pena até 2009, mas, a partir desse ano, fica inelegível por mais oito, até 2017.

Desmonte em Campo Belo

Na terça-feira (22), a mesma corte judicial provocou uma reviravolta política na cidade de Campo Belo (Centro-Oeste), ao confirmar, por unanimidade, a cassação do prefeito Marco Túlio Lopes Miguel, de seu vice, Richard Miranda, ambos do PSDB, e de oito dos 15 vereadores da Câmara: Valdelino Ananias de Castro (PSB), Silvânio Camilo (PSB), Walter Moreira (DEM), Maria Salime Lasmar (PSDB), Christian Giulliane Alves Silveira (PSDB), Paulo José Ferreira (DEM), Hélio Donizetti Mendes (PSB) e Célio Pereira de Souza (DEM), por abuso de poder político, de autoridade e econômico, conduta vedada a agente público, uso promocional de serviço de caráter social e captação ilícita de voto. Antes deles, já estava inelegível por oito anos, e pelas mesmas razões, o ex-prefeito Romeu Cambraia.