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Eleições 2014: Aécio explica ações para desenvolver o Nordeste

Aécio Neves: “No meu governo, assim como foi o de Juscelino Kubitschek, a prioridade absoluta vai ser o Nordeste brasileiro.”

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Entrevista do candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves

Itabuna (BA) – 18-09-14

Sobre o Plano Nordeste Forte e compromissos com a região.

A nossa candidatura foi a única que assumiu um compromisso claro com a região Nordeste brasileira. Em primeiro lugar, com a descentralização dos investimentos, portanto, com o favorecimento tributário que permita que empresas e empregos voltem ao Nordeste brasileiro. Uma ação muito firme na segurança pública. Seremos o governo que vai enfrentar o tráfico de drogas, seremos o governo que vai controlar as nossas fronteiras. E estabelecemos uma meta de no máximo em 10 anos reduzirmos em 30% os homicídios da região Nordeste, com investimentos, com parcerias com os Estados e com mudança no código penal, permitindo que, no caso de crimes graves, os jovens acima de 16 anos possam ser punidos com base no código penal.

Por outro lado, teremos um conjunto de ações de estímulo à educação. A nossa meta é que em oito anos a região Nordeste tenha o mesmo nível de educação das regiões mais ricas do Brasil, com investimentos, com qualificação das pessoas, e com resgate de todos os jovens que não concluíram o ensino fundamental e o ensino médio. Meu programa de governo vai dar uma bolsa de estudo de um salário mínimo para que todos os jovens possam concluir, primeiro, o ensino fundamental, e, depois, o ensino médio. Vamos fundar a nova escola brasileira aqui na região Nordeste. Uma escola qualificada, escola que ensine, com currículo regionalizado, bem equipada e com professores valorizados.

E vamos fazer também uma profunda imersão na questão da saúde. Vamos levar a saúde mais próxima das pessoas com as clínicas de especialidades, onde o cidadão ou a cidadã vai ter a sua consulta marcada com antecedência, no mesmo espaço físico vai ter atendimento com o especialista, vai fazer os exames e vai sair dali com os remédios. No meu governo, assim como foi o de Juscelino Kubitschek, outro mineiro que presidiu o Brasil há 60 anos, a prioridade absoluta vai ser o Nordeste brasileiro.

Sobre o fortalecimento do turismo, em especial no Nordeste.

Vamos tratar o turismo como talvez a mais rentável das indústrias que temos, porque o investimento já está aí, a natureza fez em grande parte. O que precisamos é de infraestrutura adequada, de promoção dessa região tanto em outras partes do Brasil, quanto no exterior, e vamos apoiar o setor privado para que possa fazer investimentos que qualifiquem o turismo com hotéis de qualidade, centros de convenções. Vou fazer uma grande parceria com o governador Paulo Souto, na Bahia, com os demais parceiros da região Nordeste, com o prefeito ACM Neto, nosso grande companheiro em Salvador. Juntos, a várias mãos, vamos construir um tempo de maior desenvolvimento, seja no turismo, na indústria, e no agronegócio, com foco muito especial para o pequeno produtor rural.

Sobre o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa.

Nesta época de campanha, existem muitas especulações. Sou amigo do ministro Joaquim Barbosa, que é um grande brasileiro, prestou um extraordinário serviço à democracia brasileira, contrariando, obviamente, os interesses do PT. O Brasil deve muito a ele. Mas não tenho tido nenhuma conversa política com o ministro Joaquim Barbosa, até pelo respeito mútuo que nos une. O que é importante hoje é que o sentimento de Joaquim Barbosa contra a impunidade, pela justiça, pela decência na vida pública, é um sentimento que a nossa candidatura encarna.

Sobre a expectativa para as últimas semanas de campanha.

Estou extremamente otimista. Está chegando aquilo que chamo de a Onda da Razão. As pessoas estão avaliando com maior profundidade o que cada candidatura representa. E a minha candidatura é muito claro o que ela propõe para o Brasil. Ela propõe encerrarmos esse ciclo de governo do PT e iniciarmos um outro ciclo, de desenvolvimento econômico, de melhoria na segurança, na saúde, na educação. Quem pode vencer de verdade o PT e permitir o Brasil voltar a crescer e a vida das pessoas melhorar, é a nossa candidatura. E isso vai ficando cada vez mais claro. Por isso espero que, no dia 5 de outubro, ao lado do meu companheiro ACM Neto, possamos estar no segundo turno e, a partir daí, prontos para vencermos as eleições, pelo bem da Bahia, do Nordeste e do Brasil.

Sobre a região do cacau e a dívida do setor.

Sei da importância da renegociação dessa dívida. Tenho conversado muito sobre isso com o governador Paulo Souto, com o prefeito de Salvador, ACM Neto, com lideranças importantes da região, e vamos sim fazer esse renegociação. Mas mais do que isso, no meu governo, os investimentos em portos, por exemplo, serão no Brasil, como no porto do Sul e alguns outros que visam a melhorar a competitividade de quem produz no Brasil. No meu governo, não vai ter dinheiro para porto em Cuba ou em outras partes. Quero ter um compromisso formal com essa região, porque essa região já ajudou imensamente no desenvolvimento do Brasil. Está na hora de o Brasil reconhecer esse apoio e dar a ela condições de desenvolver as várias atividades tanto na agricultura, mas também no turismo, e também com atração de novos investimentos para cá. Fui o único candidato à Presidência da República que lançou um programa para o Nordeste, chamado [Plano] Nordeste Forte. Que passa por investimentos em segurança pública, e eu, como presidente da República, vou conduzir pessoalmente uma política de segurança pública para acabar com a impunidade, com o tráfico de drogas, e permitir que as famílias vivam com maior tranquilidade. Vamos fazer um programa de resgate dos jovens para que eles possam, qualificados, terem oportunidade de entrar no mercado de trabalho. Vamos cuidar da saúde com maior generosidade, e o principal, vamos fazer o Brasil voltar a crescer. A nossa candidatura é a única que tem as condições de credibilidade para que o Brasil volte a crescer. E, crescendo, vamos voltar a ter os empregos que começam a faltar no Brasil.

Sobre segurança pública.

Temos que tratar a questão da segurança pública sobre várias vertentes. A primeira delas, as nossas fronteiras por onde entram as drogas, por onde entram as armas. Temos que ter uma ação conjunta das forças de segurança, forças armadas e policia federal, para enfrentar o tráfico que vem das nossas fronteiras. Vou estabelecer uma relação altiva com os países produtores de drogas que contrabandeiam essas drogas para o Brasil. Não vamos fazer parcerias com esses países se eles não cuidarem internamente também da produção de drogas. E, em relação à maioridade penal, nos casos de crimes graves cometidos por jovens acima de 16 anos, eles responderão com base no código penal.

Aécio diz que pode vencer PT

Aécio: “Quem pode vencer de verdade o PT e permitir o Brasil voltar a crescer e a vida das pessoas melhorar, é a nossa candidatura”.

Eleições 2014

Fonte: Estado de Minas

Aécio Neves diz que ele é quem “pode vencer de verdade o PT”

O tucano cumpriu agenda de campanha nesta quinta-feira, em Itabuna, na Bahia

Aécio Neves afirmou que vai reduzir as desigualdades no Brasil, investindo mais na Região Nordeste do que nas demais regiões.

candidato do PSDB à Presidência da RepúblicaAécio Neves, fez campanha em Itabuna, na Bahia, nesta quinta-feira. Ele disse que está “otimista” com a possibilidade de chegar ao segundo turno e voltou a tratar o PT, partido da presidente Dilma Rousseff que concorre à reeleição, como principal rival a ser vencido no pleito. Na visão dele, diferentemente do que pensa a outra adversária, a ex-ministra Marina Silva (PSB), a campanha dele é “encarna melhor” o propósito de retirar os petistas do governo federal. “Quem pode vencer de verdade o PT e permitir o Brasil voltar a crescer e a vida das pessoas melhorar, é a nossa candidatura. E isso vai ficando cada vez mais claro.”, disse.

O senador mineiro estava acompanhado do candidato do DEM ao governo do estado, Paulo Souto, e do prefeito de Salvador, ACM Neto. O peemedebista Geddel Veira Lima, que disputa a vaga para o Senado, também estava na comitiva.

Aécio Neves afirmou que vai reduzir as desigualdades no Brasil, investindo mais na Região Nordeste do que nas demais regiões. “Nossa candidatura foi a única que assumiu um compromisso claro com a Região Nordeste. Em primeiro lugar, com a descentralização dos investimentos, portanto, com o favorecimento tributário que permita que empresas e empregos voltem ao Nordeste brasileiro”, disse o candidato, em entrevista após comício em Itabuna, no sul da Bahia.

Aécio prometeu ainda aos nordestinos elevar os investimentos federais em educação. “A nossa meta é que, em oito anos, a Região Nordeste tenha o mesmo nível de educação das regiões mais ricas do Brasil, com investimentos, com qualificação das pessoas e com o resgate de todos os jovens que não concluíram o ensino fundamental e o ensino médio”, afirmou.

Ele disse que, se for eleito, investirá também no turismo. “Vamos tratar o turismo como talvez a mais rentável das indústrias que temos, porque o investimento já está aí, a natureza fez em grande parte. O que precisamos é de infraestrutura adequada, de promoção dessa região, tanto em outras partes do Brasil quanto no exterior. E vamos apoiar o setor privado para que possa fazer investimentos que qualifiquem o turismo com hotéis de qualidade, centros de convenções.”

O candidato do PSDB abordou ainda a questão da segurança pública, prometendo baixar a taxa de homicídios no Nordeste e defendendo alterações no Código Penal para reduzir a maioridade penal. “Estabelecemos a meta de, em no máximo dez anos, reduzir em 30% o número de homicídios no Nordeste, com investimentos, com parcerias com os estados e com mudança no Código Penal, para que, no caso de crimes graves, os jovens acima de 16 anos possam ser punidos com base nesse código.”

Ainda na questão da segurança públicaAécio prometeu também acirrar o combate ao tráfico de drogas. “Temos que ter uma ação conjunta das forças de segurança, das Forças Armadas e da Polícia Federal, para enfrentar o tráfico que vem das nossas fronteiras. Vou estabelecer uma relação altiva com os países produtores de drogas que contrabandeiam essas drogas para o Brasil. Não vamos fazer parcerias com esses países, se eles não cuidarem internamente também da produção de drogas”, afirmou.

Aécio Neves: conjunto de propostas para as mulheres brasileiras

Em entrevista, Aécio falou suas propostas em defesa das mulheres, além do plano de governo, segurança pública e a última pesquisa Ibope.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Entrevista do candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves

São Paulo (SP) – 17-09-14

Assuntos: eleições 2014; propostas para as mulheres; programa de governo; economia; segurança pública

Sobre propostas para as mulheres.

Estamos hoje aqui lançando um conjunto de propostas para as mulheres brasileiras. Que passa, em primeiro lugar, pela ampliação do número de creches, aquilo que o atual governo prometeu e não fez, políticas de saúde da mulher, políticas preventivas. Vamos levar o programa que já existe em São Paulo, que previne o câncer de mama para todo o Brasil. Políticas no campo da habitação, vamos priorizar as faixas de até três salários mínimos sempre focado nas mulheres, que hoje são responsáveis por mais de 40% dos lares brasileiros. Na área de segurança, políticas que vão enfrentar a inaceitável violência contra as mulheres que persiste hoje, infelizmente, no Brasil. O governo federal não vai se omitir em relação a essa questão e vai ter um programa que vai apoiar os Estados a ampliar o número de delegacias das mulheres e vai cobrar a punição, e a punição efetiva, daqueles que promovem este tipo de violência. Há um conjunto de propostas construído em debates pelo Brasil afora que nenhuma outra candidatura apresentou até aqui. Propostas que vão permitir uma inserção cada vez maior da mulher no mercado de trabalho, inclusive com qualificações específicas para as mulheres, para que elas possam empreender. Hoje foi o momento de afinarmos essas propostas que serão lançadas nos próximos dias.

Sobre a diminuição da idade de 50 para 40 anos para as mulheres fazerem o exame de mamografia.

Vamos criar 500 clínicas de especialidade no Brasil com os recursos da proposta, que está sendo aprovada pelo Senado Federal, que garante 10% das receitas brutas da União para a saúde. Vamos focar nas mulheres. E o programa de São Paulo é exemplo de um programa que pode ser apoiado pelo governo federal. Será algo feito em parceria. É possível sim diminuir a idade e levar através, inclusive de carretas, de um equipamento móvel, às regiões mais distantes do Brasil essa ação preventiva. E essa ação preventiva é que vai impedir que continuemos a ter um índice hoje assustador, de dez mil mortes anualmente no Brasil, apenas por causa do câncer de mama.

Sobre o programa de governo.

O meu programa é coerente com o que eu fiz a minha vida inteira. O meu programa não tem colagens, não tem improvisos, não terá erratas. O meu programa não muda de posição em relação à compressão da questão econômica, em relação a valores, em relação à descentralização. É a política de saúde. Temos um número tão grande de contribuições que estamos dando a elas o formato adequado. Vou lançar no momento em que ele estiver pronto.

Sobre economia e investimentos.

Economia é confiança. Economia é expectativa. Se temos recrudescimento da inflação, é porque há uma expectativa que ela vai aumentar lá na frente. Se temos uma diminuição dos investimentos, é porque há uma expectativa de que o Brasil não cumpre contratos e de que o Brasil não respeita as regras. A nossa candidatura, e a nossa eleição, é a única que tem condições de sinalizar para retomar os investimentos no Brasil, a partir de uma política fiscal transparente, a partir da previsibilidade das nossas ações, do resgate das agencias reguladoras.

A atual candidata, a presidente da República, do PT, perdeu todas as condições de sinalizar de forma positiva para os mercados e para o retorno da geração de empregos no Brasil. E a outra candidata não adquiriu essas condições. O Brasil tem nas suas mãos três alternativas absolutamente distintas. E a nossa é aquela que, com gente qualificada, com um projeto coerente com a nossa historia, com a experiência adquirida em inúmeras gestões Brasil afora, é aquela que sinaliza para a mudança segura, para a mudança real que o Brasil precisa viver. Não se trata mais de uma opção sequer partidária.

Trata-se de optar entre aquilo que fracassou, que é o governo do PT, que não tem mais condições de sinalizar para um futuro de crescimento, de melhores dos indicadores sociais no Brasil, e uma outra candidatura que não se construiu a tempo, que não apresenta uma proposta exequível, até porque não se sabe com quem governará. A nossa, que, obviamente, enfrentará também dificuldades lá adiante, é a única proposta que nos levará a um crescimento seguro, retorno dos empregos e a melhoria dos nossos indicadores sociais.

Sobre segurança pública.

O Brasil tem um numero grande de parcerias com esses países e não cobra, em contrapartida, nenhuma ação efetiva desses países para coibir a produção de drogas, que atravessa as nossas fronteiras de forma absolutamente livre e vem matar vidas aqui no Brasil. Vem esfacelar famílias aqui no Brasil. Temos que tratar a questão da segurança pública em um plano mais amplo, que começa pela garantia que os recursos aprovados cheguem aos Estados, cheguem à ponta, cheguem ao cidadão, o que não vem acontecendo hoje. Passa pela reforma do nosso código penal e do nosso código de processo penal, para acabar com a sensação de impunidade que existe aí. Passa por um controle mais efetivo das nossas fronteiras, numa parceria com a Polícia Federal, revigorada, e com as forças armadas e, também, numa relação diferenciada com os países produtores de drogas. Não herdaremos no nosso governo financiamentos, nem estabeleceremos parcerias com países que não tiverem internamente um programa confiável de diminuição, de inibição do combate às drogas ou da produção de drogas nesses países. Isso para mim é absolutamente claro.

Isso seria a partir do início do governo?

Isso é até antes do governo, estou sinalizando de forma muito clara. Vamos ter uma conversa em um nível diferenciado com os países que aceitam a produção ou de droga ou de matéria prima de drogas no seu território sem qualquer tipo de ação governamental. Chega de fazermos vista grossa a isso, porque, senão, todo o esforço e recurso gasto aqui vai ser insuficiente para diminuirmos esse genocídio que acontece no Brasil.

São 56 mil mortes apenas no ano passado, 30 mil de jovens, e de jovens negros na periferia das grandes cidades, boa parte deles. E o que está em torno disso é a droga, agora essa epidemia do crack, já se fala em um milhão de pessoas dependentes do crack hoje, e a matéria prima disso tudo não é feita no Brasil. Ou cuidamos disso com a autoridade de quem vai conduzir, no meu caso, uma política externa não para ser gostado pelos países vizinhos, como fez o PT, pelo menos em relação a alguns deles, mas para ser respeitado por esses países.

Eu conduzirei uma Política Nacional de Segurança Pública como presidente da República. Não irei terceirizar responsabilidades, porque essa é uma questão afeita a todos os brasileiros, não apenas aos governos estaduais. O atual governo assiste ao crescimento da criminalidade, da violência, terceirizando responsabilidades, não executando orçamento desegurança publica. Isso no meu governo vai ser diferente.

Sobre pesquisa Ibope.

Percebo de forma muito clara nas minhas viagens, nas minhas conversas, nos encontros que faço, mas percebo nas nossas pesquisas também. Começa a haver um sentimento claro hoje de que não basta a mudança. A mudança é essencial. Espero que ela possa acontecer. Mas vai ficando claro que quem tem as melhores condições de vencer as eleições no segundo turno e fazer essas mudanças somos nós, pela consistência das nossas propostas, pelo que representamos. Cada vez mais acredito que quem vencerá o PT no segundo turno seremos nós. E mais do que isso, que tem condições de implementar uma nova ação de governo que rompa com tudo isso, seja em relação à questão ética, seja em relação à ineficiência, ao aparelhamento da máquina pública, essa visão distorcida de mundo, que orienta a política externa do PT, somos nós. Cada vez vai ficando mais claro que temos não apenas condições de vencer as eleições melhores do que a outra candidata, mas condições de fazer a mudança segurança que o Brasil merece.

Aécio defende a criminalização da homofobia

“Defendo que qualquer tipo de discriminação, em especial a homofóbica, seja tratada como crime”, afirmou Aécio Neves.

Eleições 2014

Fonte: O Tempo

Em debate, Aécio defende que homofobia seja crime

Tucano, que foi o primeiro questionado no terceiro bloco, afirmou que qualquer tipo de discriminação deve ser considerada uma forma de delito

DA REDAÇÃO

Os candidatos à Presidência responderam a perguntas de jornalistas das mídias católicas sobre diversos assuntos no terceiro bloco do debate promovido pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Aécio Neves (PSDB) defendeu que a homofobia seja considerada um crime, enquanto Marina Silva (PSB) falou em fazer parcerias com a iniciativa privada para resolver o problema da falta de saneamento básico. Dilma Rousseff (PT), por sua vez, apresentou um novo programa para a saúde.

A primeira pergunta foi sobre a homofobia e foi feita a Aécio. O tucano respondeu que qualquer tipo de discriminação deve ser considerada crime. Segundo ele, a discussão sobre a homofobia tem sido tema do Congresso Nacional. “Minha posição não traz dúvidas”, disse, frisando que a união entre pessoas do mesmo sexo é consagrada no Brasil, seguindo decisão do Supremo Tribunal Federal. “Defenderei sempre a liberdade de manifestação do Congresso Nacional, mas defendo que qualquer tipo de discriminação, em especial a homofóbica, seja tratada como crime”, acrescentou.

Em seguida, Levy Fidélix (PRTB) falou de economia, dizendo que o orçamento do Brasil é “enorme”, mas que o governo deve a bancos nacionais e estrangeiros quase o mesmo que tem no orçamento.

Marina respondeu sobre saneamento básico, reconhecendo que a falta de rede de esgoto é um problema grave, que compromete, inclusive, a qualidade da educação de crianças que vivem em áreas que não têm o serviço. “Faremos com que o governo federal se responsabilize por isso junto às prefeituras e faremos parcerias com a iniciativa privada”, disse. Ela afirmou que essa parceria é necessária também para garantir o abastecimento de água, citando o problema que afeta o Estado de São Paulo.

Já a presidente Dilma respondeu a uma pergunta sobre saúde destacando a criação do Mais Médicos e apresentando um novo programa – o Mais Especialidades. “Isso é o reconhecimento de que as pessoas esperam muito nas filas”, disse. “O programa será uma rede que integra laboratórios e especialistas.”

Eduardo Jorge (PV) recebeu um questionamento sobre o aborto e defendeu sua descriminalização. “Enquanto a mudança cultural de evitar gravidez precoce não acontece, não se pode abandonar essas 800 mil mulheres que fazem abortos todo ano no País”, salientou. “Minha posição é pela revogação dessa lei cruel, machista, que considera criminosas essas 800 mil mulheres.”

Na sequência, Pastor Everaldo (PSC) defendeu a redução da maioridade penal e a privatização do sistema penitenciário, enquanto Luciana Genro (PSOL) defendeu uma revolução do sistema tributário. “O sistema tributa igualmente o milionário e o cidadão que recebe salário mínimo”, reclamou, pedindo que os bancos paguem mais impostos.

Por fim, o candidato do PSDC, José Maria Eymael, disse ser “totalmente contra a descriminalização das drogas, inclusive da maconha”. “A juventude é assassinada pelas drogas e pelas armas que entram pelas fronteiras”, disse.

Ibope mostra crescimento de Aécio e queda de Dilma e Marina

Segundo Aécio, eleitores começaram a prestar mais atenção às propostas dos candidatos e ver quem tem melhores ideias para o Brasil.

Eleições 2014

Fonte: O Globo

Ibope: Dilma cai três pontos, mas continua na liderança no primeiro turno

Aécio Neves sobe quatro pontos, e está com 19%. Marina oscilou na margem de erro, e está com 30%

A quarta pesquisa Ibope/Rede Globo sobre a corrida presidencial, divulgada nesta terça-feira, mostrou que a presidente Dilma Rousseff (PT) caiu três pontos percentuais nas intenções de voto dos eleitores, enquanto Aécio Neves (PSDB) subiu quatro pontos e Marina Silva (PSB) oscilou um ponto para baixo, dentro da margem de erro. Dilma continua à frente de seus adversários, com 36% das intenções de voto. No levantamento anterior, realizado entre os dias 5 e 8 deste mês, a presidente tinha 39%. Marina flutuou para baixo, de 31% para 30%, e Aécio Neves subiu de 15% para 19%.

A pesquisa mostra que deve haver segundo turno e traça três cenários possíveis. No mais provável deles, de acordo com os números atuais, Marina e Dilma estão tecnicamente empatadas, dentro da margem de erro, mas com Marina numericamente à frente da candidata petista. Marina manteve 43% das intenções de voto, mesmo patamar do último levantamento. Dilma marcou 40%, dois a menos que os 42% registrados na pesquisa anterior.

Na simulação de segundo turno entre Dilma e Aécio, em uma semana diminuiu pela metade a diferença entre os dois candidatos, de 15 para sete pontos percentuais. A petista registrou 44% das intenções de voto, uma queda de quatro pontos em relação à pesquisa anterior, quando Dilma teve 48%. Já o tucano subiu 4 pontos em relação ao último levantamento, avançando de 33% para 37%. Em uma simulação de Marina contra Aécio — a hipótese menos provável –, a candidata do PSB marcou 48% das intenções de voto, contra 30% do tucano. Na pesquisa anterior, Marina tinha 51% e Aécio, 27%.

APROVAÇÃO DO GOVERNO ESTÁ ESTÁVEL

O levantamento divulgado ontem ouviu com 3.010 eleitores, e mostrou também que a aprovação da maneira como Dilma está governando se manteve estável, em 48%. A desaprovação também não variou, ficando congelada no patamar de 46%. A avaliação do governo teve leve piora, dentro da margem de erro. Os que avaliam o governo como ótimo ou bom oscilaram de 38% para 37%. Os que consideram regular se mantiveram estáveis, em 33%. As avaliações de ruim e péssimo também ficaram iguais, em 28%.

O quarto colocado nas pesquisas, Pastor Everaldo, marcou 1% das intenções de voto. Os demais candidatos à Presidência — Eduardo Jorge (PV), Luciana Genro (PSOL), Zé Maria (PSTU), José Maria Eymael (PSDC), Levy Fidelix (PRTB), Mauro Iasi (PCB) e Rui Costa Pimenta (PCO) — somaram 1%. O percentual de votos em branco e nulos diminuiu de 8%, na pesquisa anterior, para 7%.

O líder do PT na Câmara, deputado Vicentinho (SP), minimizou a queda de Dilma no levantamento. Para o petista, o cenário permanece estável e o PT tem agora que torcer para que Dilma não caia mais até o dia da eleição. Vicentinho descartou um segundo turno de Dilma contra Aécio Neves, mesmo com o crescimento do tucano na pesquisa. E, segundo o deputado, a estratégia do PT de confrontar Marina deverá ser mantida, mas com cuidado para não partir para ataques pessoais que poderiam se transformar em avaliação negativa para Dilma Rousseff.

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— Acho que o Aécio jamais alcançará elas, então o cenário vai se estabilizar nisso, vamos olhar o pêndulo entre Marina e Dilma. E, claro, vamos torcer para que Dilma se mantenha à frente da Marina — afirmou.

O deputado, no entanto, minimizou o risco de os ataques a Marina estarem afetando a popularidade da presidente:

— Marina está reclamando e chorando mais do que apanhando e isso transmite insegurança para muita gente. Estamos de olho é no programa dela, tem coisas ali de arrepiar. — concluiu o deputado.

AÉCIO FALA EM ‘ONDA DA RAZÃO’

Ao chegar no debate organizado pela Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Aparecida do Norte, ontem à noite, o senador Aécio Neves (PSDB) disse que o resultado do Ibope já era esperado e viu a divulgação como um crescimento do apoio a sua campanha:

— Sempre acreditei muito que no momento da escolha há uma análise mais profunda, não apenas do que cada candidato diz, mas o que cada candidato é.

Em nota, afirmou ainda que “é uma demonstração clara da onda da razão. Os eleitores começaram a prestar mais atenção às propostas dos candidatos e ver quem tem melhores ideias para o Brasil, sem improviso ou um modelo que fracassou. Tenho convicção de que estarei no segundo turno e vencerei a eleição. Vamos usar a emoção para a Onda da Razão

Marina Silva (PSB) não deu entrevista na chegada à Aparecida, pois alegou problemas na voz. O candidato a vice-presidente na sua chapa, o deputado federal Beto Albuquerque comemorou o resultado da pesquisa.

— O cenário está bom. Temos os pés no chão porque é uma pesquisa apenas. Estamos contentes porque com esses ataques absurdos que estamos sofrendo nos últimos dias estamos mostrando que temos fortaleza na sociedade quando marcamos mais uma vez 30 pontos percentuais. É um patrimônio político importante.

O líder do PSB no Senado e candidato ao governo do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, destacou que a estratégia do PT de “desconstruir” a imagem de Marina está tendo efeito contrário ao desejado, pois estaria se revertendo em aumento da rejeição de Dilma.

— O cenário continua estabilizado, sinalizando para a realização de um segundo turno. Na minha avaliação, a Marina está com uma clara vantagem, porque está apresentando esses índices sem ter tempo de televisão, com pouca exposição, apenas durante os 2 minutos que o PSB tem no programa eleitoral. No segundo turno, no momento em que tiver o mesmo tempo de televisão do adversário, tem enorme potencial de crescimento. E Dilma está sofrendo o ônus de quem bate, sua rejeição está aumentando porque a população está muito mais interessada em ouvir propostas — diz o senador.

Eleições 2014: Aécio critica Marina pro inventar personagem

Aécio: “Hoje defendemos aquilo que praticamos durante a nossa vida. Não adianta querermos criar um novo personagem às vésperas da eleição.”

Eleições 2014

Fonte: O Globo

Não adianta criar um novo personagem’, diz Aécio sobre Marina

Candidato tucano fala em arrancada e critica ataques petistas

Tentando sair do terceiro lugar nas pesquisas, o candidato do PSDB à Presidência, senador Aécio Neves, afirmou nesta terça-feira que mantém “absoluta confiança de que estará no segundo turno” e criticou a candidata Marina Silva (PSB), segunda colocada nas intenções de votos.

— Agora é hora em que o eleitor aprofunda sua avaliação. A nossa tranquilidade é que nós não precisamos adaptar as nossas propostas às conveniências do momento, com o objetivo de agradar esse ou aquele setor da vida brasileira. Hoje defendemos aquilo que praticamos durante a nossa vida. Não adianta querermos criar um novo personagem às vésperas da eleição — disse o tucano em entrevista coletiva.

Questionado sobre quem seria o candidato que criou um novo personagem, Aécio citou Marina:

— Quando assistimos no caso da candidata Marina uma mudança de posição em função de pressões de A ou de B, é obviamente uma mudança para se acomodar à realidade eleitoral. Não faço crítica pessoal e acho até que o que PT vem fazendo é inaceitável do ponto de vista dos ataques pessoais e de comparações indevidas. O que cobro de todos os candidatos é que digam com clareza aquilo que defendem, que representam.

Aécio afirmou que a política econômica defendida hoje pela candidata do PSB foi criticada por ela quando estava no PT.

— Ela (Marina) agora defende a nossa política econômica, o Plano Real, quando nós lutamos muito para implementar, para acabar com inflação, que hoje ela combate, nós infelizmente não tivemos a contribuição dela, que no PT ajudou o partido a combater o Plano Real e deu seu voto contra a Lei de Responsabilidade Fiscal. Quando defendemos oagronegócio como uma fronteira vital ao crescimento da economia brasileira, alguns anos atrás, ela defendia projeto que proibia o cultivo de transgênicos no pais — disse o tucano.

Sobre seu plano de governo, o tucano disse apenas que lançará antes da eleição.

— Nosso plano não será feito a lápis, será feito a caneta e reproduzirá o que nós pensamos.

Falando em arrancada, Aécio apresentou vídeos que serão utilizados em sua campanha. Um deles, reúne estrelas tucanas como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o ex-senador Tasso Jereissatti e o governador, candidato à reeleição, de São Paulo, Geraldo Alckmin, que encerra o vídeo pedindo voto para Aécio. Na outra peça publicitária, artistas como Zezé di Camargo, a banda Inimigos do HP e o ex-jogador Zico, também declaram apoio ao tucano.

Poupança Jovem é a principal aposta de Pimenta da Veiga

Poupança Jovem é a principal aposta do candidato a governador Pimenta da Veiga para estimular os alunos a concluírem o ensino médio.

Eleições 2014

Fonte: Pimenta 45

Pimenta da Veiga vai levar Poupança Jovem para todas as regiões de Minas Gerais

Candidato afirma em entrevista ao MGTV que valor da bolsa concedida para jovens que concluem o ensino médio deverá ser reajustado para até R$ 5 mil

A ampliação do Poupança Jovem é a principal aposta do candidato a governador Pimenta da Veiga para estimular os alunos a concluírem o ensino médio – ciclo escolar em que são registrados os maiores índices de evasão escolar em todo o país. Em entrevista nesta segunda-feira (15/09) ao MGTV – 1ª Edição, da Rede Globo, Pimenta afirmou que o programa, que já alcançou excelentes resultados em nove municípios mineiros, será estendido e consolidado durante seu governo.

“Esta é uma das nossas bandeiras, nós vamos levar este programa para todas as regiões do Estado. É muito interessante motivar o jovem para que continue na sala de aula, é isso que é preciso e o Poupança Jovem tem essa finalidade”, afirmou. “É um dos pontos basilares do nosso programa”, assegurou Pimenta da Veiga.

O programa garante a liberação de uma bolsa de R$ 3 mil quando o aluno completa o ensino médio. A ideia principal é incentivar esses jovens a darem continuidade aos seus estudos ou a abrirem seus negócios próprios. Com isso, o programa garante o bom desempenho escolar e gera nova perspectiva de futuro. A proposta de Pimenta é reajustar o valor da bolsa concedida, nos próximos anos.

“Ele (o programa) pode chegar a até R$ 5 mil, o que é muito importante para um jovem que está cursando a escola”, disse. “Este não é um programa caro, porque se nós fizermos a conta final, ele tem um grande avanço social e eu tenho ouvido depoimentos encantadores de quem participa deste programa”, completou.

Criado em 2007, durante o governo de Aécio Neves, o Poupança Jovem já beneficiou mais de 100 mil jovens matriculados em escolas estaduais dos municípios de Esmeraldas,Governador Valadares, Ibirité, Juiz de ForaMontes ClarosPouso Alegre, Ribeirão das Neves, Sabará e Teófilo Otoni. Para ter direito a sacar a bolsa ao final do curso, o programa obriga o estudante a comprovar frequência às aulas e a não se envolver com a criminalidade.

Saúde perto de casa

Pimenta da Veiga reiterou a importância de dar prosseguimento ao plano de regionalização da saúde iniciado também no governo de Aécio Neves e intensificado com o governadorAntonio Anastasia. O objetivo é que as pessoas tenham acesso a serviços médicos de qualidade o mais perto possível de onde moram. Para alcançar essa meta, Pimenta vai construir 12 hospitais regionais.

“O PSDB construiu o (hospital) de Uberlândia, o de Uberaba, que está praticamente pronto, o de Sete Lagoas, e estão em obras o de Teófilo OtoniGovernador ValadaresDivinópolis, e vários outros”, afirmou. Ao lembrar que a saúde é uma das principais demandas da população, Pimenta criticou o descaso do governo petista com a saúde dos mineiros. “Uma coisa inacreditável é o PT, que fez 80 hospitais pelo Brasil e não fez nenhum em Minas. Nenhum! Então, acho muito engraçado quando meu adversário vem falar sobre os nossos. Nós fizemos três e estamos fazendo mais 12. Ele fez 80 no Brasil, não fez nenhum aqui e ainda nos critica”, afirmou.

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