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Aécio: Armínio Fraga será ministro da Fazenda

Armínio Fraga: “Estamos assumindo o compromisso de ter metas bem definidas, calculadas de maneira transparente, sem uso de artifícios.”

Entrevista com Armínio Fraga

Fonte: O Estado de S.Paulo

Armínio Fraga aposta em responsabilidade fiscal para reduzir ‘nível de incerteza’ do País

Nome de economista foi anunciado pelo candidato Aécio Neves para assumir Ministério da Fazenda em caso de vitória

Enquanto a candidata Marina Silva (PSB) gera dúvidas sobre a condição de sua eventual política econômica, o concorrente ao Planalto do PSDBAécio Neves, anunciou na noite desta terça-feira, 26, que, se eleito, o economista Armínio Fraga será seu ministro da Fazenda. A ideia é se diferenciar da adversária e passar um clima de previsibilidade ao mercado. O ex-presidente do Banco Central falou nesta quarta, 27, ao Estado e reafirmou sua política ortodoxa – no início do ano, chegou a dizer que o salário mínimo do Brasil havia subido demais. Nesta entrevista, disse que a responsabilidade fiscal é compromisso dos tucanos para reduzir “o nível de incerteza” no País.

O que haverá no seu ministério da Fazenda que não existe na pasta atualmente?

Um compromisso firme com a Lei de Responsabilidade Fiscal. Essa foi uma grande conquista que não aconteceu da noite para o dia, mas que foi cristalizada na Lei de Responsabilidade Fiscal. Com certeza, nós estamos assumindo o compromisso de ter metas bem definidas, calculadas de maneira transparente, sem uso de artifícios ou de despesas não recorrentes. De forma que isso dê tranquilidade para que as pessoas aqui no Brasil reduzam o nível de incerteza e que isso ajude a construir as condições para termos no País uma taxa de juros mais normal e para valer, de maneira sustentável, não voluntarista. Isso contribuiria muito para fazer essa economia funcionar melhor.

O tema da transparência também é muito importante. Precisamos ter o orçamento que seja um só. Que não tenhamos orçamentos espalhados por outras áreas de governo, como em bancos públicos. Que ele seja computado de uma forma que cumpra com seu papel político e democrático. Ser um fórum – e apenas um – de discussão da sociedade, sobre o que fazer com os recursos. Isso dá a eficiência do ponto de vista econômico e dá também uma melhor governança para o País.

Com o que o senhor se compromete, o que não terá no seu ministério?

Falta de transparência, criatividade contábil, decisões que propõem muito peso no curto prazo em detrimento do bem maior a médio e longo prazo. Um exemplo que vem acontecendo é desenhar os leilões de concessões de uma forma para maximizar receita em vez de ter uma visão mais completa de longo prazo. É preciso observar a eficiência do preço na economia como um todo e, obviamente, também em relação ao que é bom para o consumidor.

Há uma crítica de que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, não teria autonomia suficiente para conduzir a pasta por causa da ascendência da presidente Dilma Rousseff sobre o ministério. Em um eventual governo Aécio o senhor como ministro teria mais liberdade para trabalhar?

Todos os ministros se reportam ao presidente, trabalhando com aquilo que ele determinar. No dia a dia da gestão do ministério haveria, sim, independência, mas muitas das decisões são de natureza política. É evidente que o presidente definiria quais seriam as metas, como por exemplo de superávit primário e outras mais qualitativas, como dereforma tributária. Caberia ao Ministério da Fazenda tratar de atingir essas metas. É um aspecto absolutamente central de uma democracia que o orçamento seja discutido dentro do Executivo e do Legislativo também. O Ministério da Fazenda faz muitas outras coisas, como agenda de reformas microeconômicas importantes para o crescimento. Elas seriam conduzidas pela Fazenda e também com outros ministérios. Como por exemplo, temas do mundo do crédito, várias dimensões do custo Brasil, itens da infraestrutura, mercado de capitais, etc.

Como o senhor escalaria a sua equipe no Ministério da Fazenda?

Vamos ter gente com experiência de fato comprovada em várias dessas áreas que são notoriamente difíceis, como Tesouro, área internacional, áreas de política econômica. Precisamos ter pessoas com competência, energia e com um alinhamento de visão do mundo, uma visão moderna, século 21. Além da experiência, trazer pessoas mais jovens. Tem muita gente na faixa dos 30 e dos 40 anos que traz energia, uma perene abertura para ideias novas. Estou em contato com gente que quer colaborar, não só com sugestões, mas que quer arregaçar as mangas e ir para Brasília.

Como seria a política do salário mínimo do governo Aécio?

A política de aumento real do mínimo continua (com o atual modelo, que leva em conta o PIB). São palavras do próprio Aécio.

Aécio lidera intenções de votos em Minas, segundo Ibope

Aécio Neves está em primeiro lugar nas intenções de voto para presidente em Minas Gerais, segundo pesquisa Ibope.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Aécio Neves, candidato à Presidência da República pela coligação Muda Brasil, está em primeiro lugar nas intenções de voto para presidente em Minas Gerais, segundo pesquisaIbope divulga na terça-feira (26/07).

O tucano, que foi duas vezes governador no Estado, tem 34% das intenções de voto no Estado. A candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), aparece com 31% e Marina Silva(PSB), 20%.

A pesquisa ouviu 1.806 eleitores mineiros, em 103 municípios de Minas Gerais, entre os dias 23 e 25 de agosto, e tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Debate Band: Aécio é o único a apresentar propostas concretas

Candidato anuncia Armínio Fraga como ministro da Fazenda para garantir previsibilidade e segurança na condução da política econômica.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder 

DEBATE BAND

Aécio é o único a apresentar propostas concretas para mudar o Brasil

Candidato anuncia ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga como ministro da Fazenda para garantir previsibilidade e segurança na condução da política econômica do novo governo

O candidato à Presidência da República pela Coligação Muda BrasilAécio Neves, foi o único a apresentar propostas concretas para realizar as mudanças desejadas pela população brasileira durante debate na Rede Bandeirantes, que reuniu sete candidatos ao Palácio do Planalto, na noite desta terça-feira (26/08). Ao se dirigir aos eleitores durante as considerações finais, Aécio anunciou que o ministro da Fazenda de seu governo será o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, numa demonstração clara de que garantirá previsibilidade e segurança na condução da política econômica.

Em aproximadamente três horas de debate, Aécio detalhou suas propostas para áreas de segurança pública, mercado de trabalho, jovens carentes, reforma política, energia e mobilidade urbana. Além disso, mostrou que é o candidato com propostas mais firmes para fortalecer a saúde, a educação e o emprego. Aécio também reiterou que vai adotar uma política econômica para enfrentar a inflação em alta e o baixo crescimento do país.

“O Brasil não comporta novas aventuras, improvisos. Ofereço o caminho da segurança, da responsabilidade fiscal. Se eleito presidente da República, se merecer a sua confiança, [quero] dizer de forma clara aquilo que pretendo fazer: nomearei como ministro da Fazenda um dos economistas mais respeitados do mundo, o ex-presidente do Banco Central, um dos formuladores do tripé macroeconômico, Armínio Fraga”, anunciou Aécio.

Críticas

O candidato criticou a maneira como a presidente Dilma Rousseff, candidata do PT à reeleição, conduziu o Brasil nos últimos quatro anos e alertou para incoerências e contradições da candidata do PSBMarina Silva.

Ao ser questionado sobre o que fará em segurança públicaAécio voltou a defender que é preciso adotar uma política nacional para combater a criminalidade, unificar as ações das polícias civil e militar, reformar os códigos penal e processual penal e não bloquear o repasse de recursos para a área, além de realizar parcerias com os Estados.

“É preciso uma articulação definitiva do poder central com os Estados. Todos sabemos que o tráfico de drogas e o tráfico de armas não são responsabilidade dos Estados. É responsabilidade da União. E as nossas fronteiras infelizmente não vêm tendo a segurança e os investimentos prometidos há quatro anos. Uma Política Nacional de Segurança Públicacoordenada pelo governo federal é essencial para diminuirmos a insegurança no Brasil”, afirmou .

Exemplos

Aécio afirmou que fará no Brasil o que já realizou durante seus dois mandatos à frente do governo de Minas Gerais. A taxa de homicídios, entre 2003 e 2010 no Estado, teve redução de 18%. Em 2010, chegou a 14,7 homicídios por grupo de 100 mil habitantes, uma das mais baixas do país. Já a taxa de homicídios do Brasil ficou 1,8% maior nesse mesmo período. Com Aécio Neves no governo, Minas foi o Estado que mais investiu em segurança no Brasil: foram 13,4% dos gastos totais do Estado.

Ao ser questionado pela candidata do PT, a atual presidente, Dilma Rousseff, sobre qual sua política para o mercado de trabalho, Aécio criticou o governo petista dizendo que a atual administração não tem proposta para melhorar o futuro dos brasileiros, tampouco capacidade de gerar emprego e confiança dos investidores. “Estamos preparados para fazer o Brasil voltar a crescer e gerar empregos cada vez de melhor qualidade”, disse.

Eficiência

Além de propor ações para retomar a geração sustentável e crescente de emprego, Aécio prometeu conter a disparada da inflação, lembrando que o poder de compra da população nas feiras livres, por exemplo, foi corroído nos últimos seis meses.

Para demonstrar a maior capacidade de administrar o Brasil, o candidato aproveitou para lembrar suas experiências como governador de Minas Gerais, estado que se tornou referência internacional ao implantar a avaliação de desempenho de 100% dos servidores públicos.

“Quando assumi o Governo de Minas, reduzi 1/3 das secretarias e enxuguei os cargos comissionados. Elegemos a educação como prioridade. Chegamos ao final do mandato como a melhor educação do Brasil”, afirmou Aécio. “Falta no Brasil eficiência na gestão pública, que foi entregue a um punhado de partidos”, acrescentou.

Como exemplo na área educacional, Aécio reiterou o compromisso de levar para todo o Brasil o programa Poupança Jovem, alternativa para estudantes que precisam de financiamento para manter seus estudos. “Não é uma política de assistencialismo. Dá alternativa ao jovem, que pode ter como concorrente o tráfico e o crime”, afirmou.

Reforma política e fortalecimento da Petrobras

Aécio defendeu ainda uma reforma política com adoção do voto distrital misto e fim da reeleição, com mandato de cinco anos para todos os cargos eletivos. Ele reforçou, no entanto, que essa não é posição consensual dentro do PSDB.

O candidato também sublinhou o compromisso de fortalecer a Petrobras e lançou um desafio à presidente ao perguntar se ela se desculparia junto ao povo brasileiro pela gestão irresponsável na estatal. “É realmente uma leviandade a forma que a Petrobras vem sendo administrada. É a Polícia Federal que diz que há uma organização criminosa lá. Um colega seu de diretoria está preso hoje. As denúncias que aí estão são extremamente graves e a senhora não pode se esquivar de respondê-las”, afirmou.

Aécio Neves fez uma defesa em favor da democracia representativa e do fortalecimento das instituições brasileiras. “A democracia pressupõe instituições sólidas. Participação popular é essencial, mas a formatação que busca trazer o PT é algo que já de início avilta o poder soberano que é eleito pela sociedade brasileira”, afirmou Aécio Neves.

Debate Band: veja as principais propostas de Aécio -

Aécio Neves: “Quero oferecer aos brasileiros o caminho da segurança, da responsabilidade, da transparência fiscal e de previsibilidade”

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Aécio Neves participa de debate na Rede Bandeirantes

O candidato à Presidência da República pela Coligação Muda BrasilAécio Neves, participou, na noite dessa terça-feira (26/08), de debate promovido pela Rede Bandeirantes. Durante os cinco blocos, Aécio foi o único dos candidatos a apresentar propostas para realizar as mudanças desejadas pela sociedade brasileira.

Seguem trechos da participação de Aécio Neves no debate entre os candidatos a presidente do Brasil

Um novo caminho com segurança

“É hora de caminharmos para uma decisão. Não fica claro para mim a qual rumo a candidata Marina ou a candidata Dilma querem levar o país. Nesse momento, as propostas acabam ficando muito parecidas e temos que ter a confiança de que para que a saúde melhore, para que a educação melhore, para que o emprego volte a crescer no Brasil, é fundamental que tenhamos uma política econômica diferente dessa que aí está, que nos levou à inflação alta e ao crescimento baixo. Tampouco o Brasil comporta nesse instante novas aventuras, o improviso. Quero oferecer aos brasileiros um caminho, o caminho da segurança, da responsabilidade, da transparência fiscal e de previsibilidade.”

Ministro da Fazenda

“Se eleito presidente da República, se merecer a sua confiança, [quero dizer de forma clara aquilo que pretendo fazer], nomearei como ministro da Fazenda um dos economistas mais respeitados do mundo, o ex-presidente do Banco Central, um dos formuladores do tripé macroeconômico tão elogiado por uma das candidatas: Arminio Fraga, que vai nos ajudar com uma extraordinária equipe de colaboradores já reunida de todas as gerações, de todas as partes do Brasil, a construir um novo ciclo de desenvolvimento sustentável no Brasil, para que os avanços sociais na educação, na saúde e, em especial, os da segurança pública possam chegar ao Brasil.”

Futuro

“Que quem fala sempre olhando pra trás é porque tem receio de debater o presente ou não tem nada a apresentar em relação ao futuro.”

Brasil real

“Temos agora uma extraordinária oportunidade de confrontar o Brasil virtual com o Brasil real. Aliás, se diz hoje Brasil afora é que o sonho de consumo dos brasileiros é morar na propaganda do PT, onde não há inflação, não há desemprego, o crescimento é pleno.”

Governo de qualidade

“Acredito muito que a gestão pública não precisa ser ineficiente por ser pública, desde que você tenha pessoas qualificadas nos lugares certos, desde que você tenha metas estabelecidas de forma absolutamente claras. Você salva vidas melhorando a qualidade da saúde, você salva vidas melhorando a qualidade da segurança pública – e melhoramos muito em Minas Gerais, reduzindo imensamente, no meu governo, os índices de criminalidade – e a melhora na qualidade da educação“.

Eficiência

“O que falta ao Brasil hoje é foco, eficiência na gestão pública, já que a máquina pública foi entregue a um conjunto de partidos políticos, e chegamos ao final vendo a presidente da República tendo que demitir um Ministro de Estado por excesso de correção e honestidade.”

Saúde

“Desde que o PT assumiu o governo, no ano de 2003, os recursos de saúde pública vindos do governo federal vêm diminuindo na proporção do conjunto de investimentos feitos na rede pública. Saímos de alguma coisa em torno de 54% para 45%. Isso significa que os que menos têm são aqueles que mais têm que participar desse financiamento, me refiro em especial às prefeituras. Essa é mais uma demonstração clara da necessidade que temos de reequilibrar a Federação no Brasil para melhorar o atendimento não só da Saúde, mas da segurança pública e de inúmeras outras carências da sociedade brasileira.”

Política Nacional de Segurança

“É preciso que tenhamos aquilo que não tivemos até aqui: uma Política Nacional de Segurança, que passa pelo não contingenciamento dos recursos do Fundo Penitenciário, do Fundo Nacional de Segurança; que permita uma profunda e rápida reforma do nosso Código Penal, nosso Código de Processo Penal, para que essa sensação de impunidade que permeia todo o Brasil seja minimizada.

Minas: o Estado que mais investe em segurança

“Governei Minas Gerais por oito anos e introduzimos inovações que trouxeram resultados extraordinários na inibição da criminalidade no nosso Estado. Fizemos a unificação dos trabalhos das ações da Polícia Militar e da Polícia Civil. Levei Minas Gerais a ser o Estado brasileiro que proporcionalmente mais investe em segurança pública até hoje.”

Proteção das fronteiras

“É preciso uma articulação definitiva do poder central com os Estados. Todos sabemos que o tráfico de drogas e o tráfico de armas não são responsabilidade dos Estados. É responsabilidade da União. E as nossas fronteiras infelizmente não vêm tendo a segurança e os investimentos prometidos há quatro anos. Uma Política Nacional de Segurança Pública coordenada pelo governo federal é essencial para diminuirmos a insegurança no Brasil.”

Educação como prioridade

“Estabelecemos uma prioridade. A prioridade era educação. Passamos a qualificar mais os professores, estabelecemos metas para todos eles, chegamos ao final do nosso governo com Minas Gerais tendo a melhor educação fundamental do Brasil, mesmo não sendo o Estado mais rico, muito menos o mais homogêneo dos Estados brasileiros.”

Exemplo na gestão

“Quando assumi o governo de Minas Gerais, reduzi em cerca de 1/3 o número de secretarias. Extingui 3 mil cargos comissionados logo nos primeiros dias de governo.”

Estado para resultados

“Ao lado de vários companheiros extremamente qualificados, fizemos uma obra pública em Minas Gerais de gestão que é hoje referência de organismos internacionais: o “Estado para Resultados”, [programa] de Minas Gerais que avalia o desempenho de 100% dos servidores públicos e os remunera a partir do alcance da meta pré-estabelecida, foi seguido por vários Estados brasileiros e é hoje um exemplo que outras partes do mundo já incorporam.”

Geração de empregos

“Estamos preparados para fazer o Brasil voltar a crescer e gerar empregos cada vez de melhor qualidade. Apenas no governo da presidente, 1,2 milhão de postos de trabalho acima de dois salários mínimos foram embora porque a indústria brasileira foi sucateada.”

“Os dados do Caged mostram que este mês de julho foi o pior mês de geração de emprego de carteira assinada do século, como foi junho, como foi maio. Um país que não cresce, e teremos mais uma vez um dos piores crescimentos dentre todos os nossos vizinhos, não gera emprego.”

Indústria

“A indústria brasileira participa hoje na constituição do nosso Produto Interno Bruto com aquilo que participava na época de outro grande presidente da república, Juscelino Kubitschek. Só que isso foi há 60 anos.”

Intervencionismo

“E o governo, infelizmente, perdeu a capacidade de inspirar confiança, credibilidade, por um conjunto de ações desastradas, desconexas, com um intervencionismo absurdo em setores essenciais para a recuperação do investimento, como o setor de energia.

Reformas

“A grande verdade é que o governo do PT surfou e se valeu muito das reformas que foram feitas pelo presidente Fernando Henrique, mas infelizmente a bendita herança acabou e agora os brasileiros estão extremamente preocupados com o futuro que os espera.”

Estabilidade da moeda

“A história não se reescreve. Se não tivesse havido o governo do presidente Fernando Henrique com a estabilidade da moeda e, obviamente, sempre contra a ação do PT, com a Lei de Responsabilidade Fiscal, com a modernização da nossa economia, com a privatização de setores que deveriam sim já há muito tempo estar fora do alcance do Estado, não teria havido o governo do presidente Lula. 

Inflação

“Transfiro essa pergunta para quem está nos ouvindo, para a dona de casa, para o trabalhador: Você vai à feira hoje e compra com o mesmo dinheiro as mesmas coisas que comprava há seis meses? Se a reposta é positiva, a candidata está certa e merece mais um mandato, se é negativa – como eu acredito você pensa – é preciso que iniciemos um novo e responsável ciclo de governo que controle a inflação e permita o Brasil voltar a crescer.”

Bolsa Família

“Foram os programas sociais iniciados no governo do presidente Fernando Henrique que levaram hoje ao Bolsa Família. Reconhecer a contribuição de outros governos é um gesto de grandeza, senhora presidente,  que tem faltado ao seu governo.”

Boa política

“Acredito que existe de verdade a boa política e a má política. Não posso crer que homens como Ulisses GuimarãesMiguel Arraes, Tancredo Neves praticavam a velha política. E a boa política pressupõe coerência. Estou aqui acreditando naquilo que sempre acreditei.”

Reforma política

“Defendo o voto distrital misto como essencial aproximação maior dos parlamentares com as suas regiões, mas defendo também o fim da reeleição e mandato de cinco anos para todos os cargos eletivos.”

Parcerias

“A grande verdade é que durante dez anos o atual governo demonizou as parcerias com o setor privado, considerando quase que um crime que lesa a pátria. [O governo] se curva já ao final do governo à necessidade dessas parcerias, das concessões, das parcerias público-privadas, mas as faz com um enorme atraso.”

Tempo perdido

“Não há ativo mais valioso na política do que o tempo, porque o tempo perdido não volta mais. E o Brasil, em razão do aprendizado do PT no governo, perdeu tempo que hoje custa muito caro a quem produz no Brasil e custa um sacrifício enorme a quem trafega pelas nossas grandes cidades.”

Marcos regulatórios

“Precisamos definir rapidamente os marcos regulatórios, por exemplo, do setor ferroviário, que não foi ainda concluído pelo atual governo e gerarmos, a partir do fortalecimento e do resgate das nossas agências reguladoras, sucateadas e aparelhadas por esse governo, um clima de segurança, de tranquilidade para que o capital privado venha a ser o nosso grande parceiro, para que os investimentos em mobilidade atendam ao conjunto dos estados brasileiros e não a interesses específicos.”

Atrasos em obras

“Um governo que não sabe estabelecer prioridades e acha absolutamente natural que obras como, por exemplo, a Transposição do Rio São Francisco, orçada em R$ 3,5 bilhões, já tenham orçamento de R$ 8 bilhões sem prazo de conclusão. Ou a Transnordestina, com um custo parecido como esse. Ou Abreu e Lima, com custo inicial de R$ 4 bilhões, já gastando mais de R$ 30 bilhões. Um governo que não sabe fazer projetos é um governo que não irá jamais concluir adequadamente as obras prioritárias para os cidadãos brasileiros.”

PAC

“Das 253 obras do PAC, de mobilidade, apenas 28 foram concluídas até aqui, 11% do conjunto. E não existe nenhum desperdício maior do dinheiro público do que uma obra que se inicia e não é concluída, porque gasta-se o dinheiro e o benefício não vem.“

Petrobras

“A Polícia Federal diz que existe uma organização criminosa atuando no seio da nossa maior empresa. Um colega seu de diretoria, quando a senhora [Dilma Rousseff] era presidente do conselho de administração, está preso hoje. Todas as denúncias acabam caminhando na direção de benefícios ao seu partido e a partidos políticos que lhe dão apoio. As denúncias que aí estão são extremamente graves e a senhora não pode mais se omitir da responsabilidade em relação a cada uma delas.”

Aborto

“Acredito que a legislação atual deve ser mantida. Uma posição pessoal que tenho e defendo com absoluta tranquilidade. Mas defendo, sobretudo, que haja cada vez mais informação e educação, sobretudo, para as adolescentes de mais baixa renda espalhadas por todo o Brasil e que não têm acesso aos anticoncepcionais e mesmo a políticas preventivas que poderiam evitar o número excessivo de gestações que existem hoje no Brasil”.

Candidatos ao governo de Minas têm condenação

Tarcísio Delgado (PSB), Cleide Donária (PCO) e Eduardo Ferreira (PSDC) têm condenações na Justiça e no TCU. Delgado nega irregularidades.

Eleições 2014

Fonte: Hoje em Dia

ONG alega que três candidatos ao governo têm condenação

Três dos 8 candidatos a Governador de Minas Gerais têm condenação na Justiça e tribunais de contas, segundo levantamento divulgado nessa segunda-feira (25) pela ONGTransparência Brasil. Cleide Donária (PCO) teve as contas de sua campanha a deputada estadual de 2010 desaprovadas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), assim como Eduardo Ferreira (PSDC), cujas contas de sua campanha para vereador de Contagem, em 2012, também foram rejeitadas.

Tarcísio Delgado (PSB), da coligação “Minas quer Mudança”, tem 3 condenações: em 2008 as contas de sua campanha para prefeitura de Juiz de Fora foram desaprovadas; em 2009 saiu acórdão do Tribunal de Contas da União (TCU) multando o candidato em R$ 10 mil reais por irregularidades na execução de convênios para obras em estradas federais no Acre e este ano foi publicado outro acórdão do TCU multando o socialista em R$ 3.500 porirregularidades na obra de duplicação de rodovia federal na divisa entre Minas Gerais eEspírito Santo.

As duas últimas condenações referem-se a atos praticados por Delgado na época em que era diretor geral do Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER). Por meio de sua assessoria, Tarcísio alegou que esteve no cargo há mais de 20 anos e que não há nada que pese contra ele. “Estão desencravando coisas antigas”, comentou. O candidato ainda disse desconhecer a sentença do TRE.

O levantamento do Transparência Brasil indica que dos 165 candidatos que disputam os governos estaduais nas eleições deste ano, 63 (38%) respondem a 327 processos na Justiça ou nos Tribunais de Contas. O estudo mostra ainda que 46 deles (28%) já sofreram alguma condenação, quatro foram cassados e dois foram presos no exercício do mandato.

Candidato petista insiste nas mentiras sobre o metrô

Pimentel insiste em transferir para o Governo de Minas a responsabilidade pela não realização das obras do metrô e do Anel Rodoviário.

Coligação Todos por Minas

Fonte: PSDB-MG 

Pimenta e Anastasia condenam mentiras do candidato do PT na campanha

Candidatos demonstram, mais um vez, que obras do metrô e do Anel Rodoviário de BH não saíram do papel porque governo petista não tem compromisso com Minas

Os candidatos a governador Pimenta da Veiga e a senador Antonio Anastasia condenaram a insistência do candidato do PT ao Palácio Tiradentes em continuar mentindo ao tentar transferir para o Governo de Minas a responsabilidade pela não realização das obras do metrô e do Anel Rodoviário de Belo Horizonte. Durante evento em que receberam apoio de cerca de 150 ex-prefeitos de Minas Gerais, realizado nesta terça-feira (19/08), em Belo Horizonte, ambos classificaram as repetidas declarações do adversário como “tentativa desmedida de vender” para o cidadão informações inverídicas.

“Acho lamentável que a ambição política desmedida leve o candidato do PT a mentir tanto. Os fatos falam por si. O metrô é operado por uma empresa federal, a CBTU. De 2003 a 2013, ogoverno do PT não moveu uma palha, não colocou nem um metro de trilho no metrô de Belo Horizonte. Diante dessa inércia e da cobrança da população, o Estado se ofereceu para ajudar o governo federal a fazer o projeto”, esclareceu o ex-governador Antonio Anastasia.

Em abril de 2013, o Governo de Minas fez um convênio com o governo federal para executar o projeto de expansão. “Em um ano o projeto foi entregue ao governo federal. Ou seja, em dez anos não fizeram nada e em um ano nós fizemos o projeto”, afirmou Anastasia,que também fez questão de esclarecer à população mineira, mais uma vez, a verdade sobre o Anel Rodoviário.

“No Anel foram 10 anos sem um centímetro de asfalto. O Governo do Estado, de modo espontâneo, solicitou ao governo federal a possibilidade de colaborar. Foi feito o projeto pelo Estado, só que há um entrave burocrático, porque o governo federal pretende fazer a licitação de uma modalidade que a Advocacia-Geral do Estado não concorda, por considerá-la inadequada. O que se vê, é que o governo federal, além de não fazer, não deixa fazer”, frisou.

Durante encontro com ex-prefeitos mineiros, o candidato ao Governo de MinasPimenta da Veiga, também mostrou a realidade sobre a situação da saúde no Estado. “Nós temos um modelo de saúde que é respeitado e, até copiado pelo Brasil. É um sistema que leva a saúde para perto das pessoas. Estamos fazendo uma grande rede de hospitais no Estado inteiro e vem o candidato adversário, do governo do PT, que não fez nada pela saúde em Minas, criticar um sistema que está dando certo”, contrapôs Pimenta.

Ex-prefeitos

Os cerca de 150 ex-prefeitos que anunciaram apoio aos candidatos da Coligação Todos por Minas integram a Associação Mineira dos ex-Gestores Públicos Municipais (Amgep). A qualidade da gestão do governo estadual nos últimos anos foi destacada pelos ex-prefeitos, que apontam a vitória de Pimenta da Veiga como uma conquista para Minas e para o povo mineiro.

Durante o evento, novamente lideranças de partidos que compõem coligações adversárias declararam apoio à Pimenta da Veiga. O ex-prefeito de Madre de Deus de Minas, João Eustásio (PMDB), falou sobre as ações realizadas pelo Estado em seu município. “Anastasiaajudou a levar a empresa Marluvas para Madre de Deus de Minas, o que está gerando empregos. Pimenta da Veiga será a continuação dos êxitos de Aécio Neves e Anastasia. Ele vai dar sequência a esse trabalho magnífico”, defendeu o peemedebista.

O ex-presidente da Associação Mineira de Municípios e ex-prefeito de São Gonçalo do Pará, Ângelo Roncali (PR), destacou o papel republicano e municipalista desenvolvido pelo Governo de Minas nos últimos anos. “Nós que fomos prefeitos durante períodos do governo Aécio eAnastasia vimos o quanto o Estado avançou, principalmente na maneira de lidar com os prefeitos, na elaboração das políticas públicas. É imprescindível que isto continue, comPimenta da Veiga”, afirmou o atual presidente da Amgep.

Ovacionado pela plateia, formada por centenas de lideranças municipais de todas as regiões de Minas, Pimenta da Veiga agradeceu o apoio recebido. “Os ex-prefeitos são importantes lideranças municipais e regionais. É uma reunião que eu considero extremamente importante e é um momento que valorizamos muito”, disse. O evento também contou com as presenças dogovernador Alberto Pinto Coelho e de parlamentares estaduais e federais.

Propostas de gestão participativa marcam 1º dia de programa de Pimenta

Os principais fatos que marcaram a vida de Pimenta da Veiga foram apresentados aos mineiros no primeiro programa eleitoral.

Eleições 2014

Fonte: PSDB-MG

Pimenta da Veiga abre programas com proposta de gestão participativa

Primeira apresentação no Horário Eleitoral Gratuito no rádio e na TV destaca marcos na vida e na carreira pública do candidato a governador

Os principais fatos que marcaram a vida de Pimenta da Veiga foram apresentados aos mineiros, nesta quarta-feira (20/08), no primeiro programa eleitoral do candidato ao Governo de Minas, exibido nas emissoras de rádio e TV do estado. O líder da Coligação Todos por Minas priorizou, na estreia das inserções, mostrar sua trajetória pessoal e contar um pouco sobre sua origem, família e sua experiência como gestor, na Prefeitura de Belo Horizonte e Ministério das Comunicações.

Nascido em Belo Horizonte e filho de professores, Pimenta da Veiga enfatizou suas maiores motivações para o ingresso na política: a vontade de servir às pessoas e o anseio pela transformação social do país, que passou por anos de intensa repressão e violência durante a Ditadura Militar.

“Se alguém que não tenha prazer em servir as pessoas, não tem a vida como eu entendo que deva ser, absolutamente solidária e integrada. Apesar de perder meu pai ainda muito jovem, a vida dele foi muito forte para nós, era muito impregnado na vida dele o conceito de liberdade e democracia. E foi com esse exemplo que comecei minha vida pública, porque, como advogado, não conseguia conviver com as arbitrariedades do Regime Militar”, destacou.

Pimenta da Veiga foi eleito deputado pelo então partido MDB, sendo o primeiro parlamentar a denunciar, no Congresso Nacional, a farsa política criada para ocultar o atentado ao Riocentro, um plano frustrado do governo militar para silenciar a voz do povo, que clamava pela democracia. “Era um tempo em que a coragem pessoal era fundamental. Aliás, vida pública, sem coragem pessoal, é melhor não fazer”, afirmou durante o programa.

Experiência administrativa

Pimenta da Veiga afirmou que o mandato na Prefeitura de BH lhe reserva as melhores recordações da vida pública, como a criação do Propar, primeiro programa de orçamento participativo do país. Com ele, a população ganhou o direito de escolher como, quando e onde a verba da prefeitura seria investida. “O Propar foi a vontade que nós tínhamos de um programa participativo e que foi o meu maior acerto, porque era a ideia de consultar a população sobre o que devia ser feito. Então, nós levaríamos à população a disponibilidade financeira que tínhamos. E levaríamos as sugestões técnicas e discutiríamos com a população se aquilo que estava certo. Mas o curioso e o interessante é que nós terminávamos a reunião, marcando o dia de começar e de entregar a obra”, recordou.

Como ministro das Comunicações, Pimenta da Veiga levou a todos os municípios do país agências dos Correios. Ao mesmo tempo, criou o Banco Postal e democratizou ainda o acesso à telefonia celular. Quando assumiu o Ministério, eram menos de 5 milhões de aparelhos, com linhas que chegavam a custar R$ 40 mil. Hoje, são mais de 300 milhões de aparelhos no país, uma ferramenta de comunicação que representa a inclusão social de milhões de brasileiros.

Ainda como ministro das Comunicações, Pimenta da Veiga regulamentou o funcionamento das rádios comunitárias e agilizou as licitações no setor de radiodifusão, com mais de 2 mil geradores ofertados. Foi autorizado o funcionamento de mil rádios comunitárias.

Com toda essa trajetória, Pimenta concluiu o programa dizendo como pretende governar o Estado de Minas Gerais. “Ninguém faz nada sozinho. Cabe ao governante liderar o processo para envolver as pessoas e assim todo mundo participa. Você ouve os beneficiários e eles que vão dizer o que você deve fazer”, finalizou Pimenta.

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