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Aécio reafirma compromisso de manter e ampliar Bolsa Família

Aécio disse que levará investimentos ao NE para geração de mais empregos e renda, concluirá obras importantes e ampliará o Bolsa Família.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Aécio visita sertão da Paraíba e reafirma compromisso com Bolsa Família

Em visita à Paraíba, na noite desta quinta-feira (21), o candidato à Presidência da República pela Coligação Muda BrasilAécio Neves, reafirmou o compromisso de manter e ampliar o programa Bolsa Família, empolgando os eleitores e simpatizantes. Aécio Neves visitou Patos e Pombal, localizadas no chamado Alto Sertão da Paraíba.

Em Pombal, cerca de 6.000 pessoas assistiram ao comício, que começou por volta das 21h. Logo depois, em Patos, em torno de 3.000 pessoas recepcionaram Aécio para ouvir as propostas dele para a região.

Aécio disse que levará investimentos no Nordeste para geração de mais empregos e renda, afirmou que concluirá obras importantes como a transposição do rio São Francisco e anunciou a ampliação do Bolsa Família.

Ao lado do senador Cássio Cunha Lima, que concorre ao governo do Estado, afirmou que o Palácio do Planalto estará com as portas escancaradas para a Paraíba. Cunha Lima, por sua vez, disse que contará com o apoio de Aécio para construir um hospital de urgência, emergência e traumas no sertão da Paraíba.

“Os programas sociais, como o Bolsa Família, não serão apenas mantidos, serão ampliados para atender aqueles que menos têm”, declarou Aécio, em entrevista coletiva.“Teremos políticas públicas específicas para essa região, que passam pela simplificação do sistema tributário com situações específicas para investimentos que venham para cá. Teremos uma preocupação clara com a conclusão de todos os gargalos de infraestrutura que têm impedido aqueles que aqui produzem de produzirem com maior competitividade.”

Sobre a parceria entre governo federal e governo estadual, Aécio afirmou que: “Há um compromisso meu com o Cássio de procurar trazer o desenvolvimento e a indústria novamente para a Paraíba. Temos que reaquecer o polo industrial do Estado. Existem potencialidades extraordinárias que podem ser exploradas, mas só serão se conseguirmos fazer o governo crescer.”

O candidato à Presidência observou que, embora a seca seja um problema histórico, pode ser minimizado com medidas como a transposição, que “já poderia estar minimizando o sofrimento de milhões de paraibanos, de nordestinos”.

Petrobras

Em entrevista, Aécio defendeu uma apuração a fundo sobre as denúncias de irregularidades na Petrobras. A atual presidente da estatal, Maria das Graças Foster, e o ex-diretor Nestor Cerveró doaram seus bens para parentes. A suspeita é que seria uma tentativa de evitar uma possível ação de ressarcimento à instituição pela compra da refinaria dePasadena, nos Estados Unidos.

“É preciso ir a fundo nas investigações”, disse. “ [Espero que] aqueles que cometeram delitos sejam punidos”, acrescentou.

O Tribunal de Contas da União (TCU) condenou recentemente 11 diretores da Petrobras a ressarcir a empresa por um prejuízo apurado de US$ 792 milhões (R$ 1,6 bilhão) na compra da refinaria. A participação de Graça Foster estava sendo discutida pelo TCU quando houve a denúncia de que ela e o ex-diretor doaram imóveis localizados em áreas nobres do Rio de Janeiro a parentes.

“A Petrobras deixou de ser uma alavanca do desenvolvimento econômico para atender os interesses de um grupo político. A Petrobras, a maior empresa pública brasileira, perdeu metade de seu valor de mercado e deixou as páginas econômicas dos jornais para habitar as páginas policiais. No meu governo, vou reestatizar a Petrobras. Vou tirá-la das mãos daqueles que tomaram conta dela e entregá-la ao povo brasileiro”, afirmou Aécio.

‘Estarei no segundo turno”, garante Aécio Neves

“Eleição tem muita especulação”, afirmou. “Não sei contra quem eu vou, mas garanto que estarei no segundo turno”, concluiu.

Eleições 2014

Fonte: Valor Econômico 

Não sei contra quem, mas estarei no segundo turno, diz Aécio

O candidato do PSDB ao Palácio do Planalto, Aécio Neves, minimizou nessa quarta-feira as informações de que os tucanos estariam preocupados com o enfraquecimento de sua campanha após a entrada da ex-senadora Marina Silva no páreo presidencial pelo PSB.

“Eleição tem muita especulação”, afirmou. ” Não sei contra quem eu vou, mas garanto que estarei no segundo turno”, concluiu.

O tucano falou sobre o assunto ao encerrar um evento com sindicalistas vinculados a três centrais na tarde desta quarta. Ele disse que, se eleito, terá diálogo permanente com as categorias e acusou a presidente Dilma Rousseff (PT) de governar de costas para os trabalhadores.

Ele voltou a dizer que o PT “mente” e espalha boatos de que, com ele na Presidência, não haverá mais aumento real do salário mínimo. “Os que fracassaram devem deixar o caminho aberto”, disse. O candidato disse ainda que o partido de Dilma “se apequenou ao assumir o poder”. Aécio recebeu uma pauta de reivindicações dos sindicalistas que discursaram a seu favor. O evento foi organizado pela Força Sindical, que apoia o tucano.

Aécio diz que vai corrigir tabela do SUS

“Vamos enfrentar essa situação com o aumento do financiamento com base em propostas que já tramitam no Senado”, comentou Aécio.

SUS na UTI

Fonte: O Estado de S.Paulo

Aécio Neves promete corrigir tabela do SUS

Candidato tucano não comentou como reajustará os valores: ‘Só vou tratar dos mínimos detalhes quando estiver no governo’

O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, prometeu nessa quarta-feira, 20, caso eleito, corrigir a defasagem da tabela do Sistema Único de Saúde (SUS), uma das maiores reivindicações da classe médica brasileira. Após visita ao comércio no Brás, no centro da capital paulista, ao lado do governador e candidato à reeleição Geraldo Alckmin (PSDB)Aécio disse: “É necessário que a tabela do SUS seja corrigida, mas você não vai acabar com a defasagem da noite para o dia”, admitiu, evitando entrar em detalhes sobre a maneira de fazer essa correção.

Segundo Aécio, é possível corrigir tais defasagens à medida que se dê prioridade à área da saúde, ao contrário, de acordo com ele, do que vem fazendo o governo da presidente Dilma Rousseff. “Vamos enfrentar essa situação com o aumento do financiamento com base em propostas que já tramitam no Senado, mas só vou tratar dos mínimos detalhes quando estiver no governo e com todas as informações de que hoje não dispomos”, afirmou, depois de visitar um projeto de prevenção do câncer de mama do governo paulista.

Na avaliação do tucano é possível resolver os gargalos da área da saúde com previsibilidade e metas, condições que, no seu entender, não estão presentes na gestão petista. Após a agenda no BrásAécio tem um encontro nesta tarde com sindicalistas de todo o País, na Casa de Portugal, no bairro da Liberdade. Trabalhadores e representantes sindicais ligados à Força Sindical, à UGT e à Nova Central já estão no local aguardando o presidenciável e o governador. A agenda foi organizada pelo presidente do Solidariedade, deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força.

Saiba como Aécio Neves conseguiu 92% de aprovação

Conheça as principais ações que levaram Aécio Neves a ser considerado o governador melhor avaliado do Brasil. O jeito de governar que mudou a história de Minas.

Eleições 2014

Fonte: Site Oficial de Aécio Neves 

Veja como Aécio conseguiu 92% de aprovação

Lançado em 2003, o programa Choque de Gestão se tornou a principal marca do governo de Aécio Neves em Minas Gerais e uma referência em administração pública no país. O ponto de partida era reorganizar o Estado, com o objetivo de reduzir o peso dos recursos destinados à máquina administrativa. A meta era ampliar os investimentos em favor do cidadão, em áreas como saúde, educação, segurança, infraestrutura, meio ambiente e geração de emprego e renda, entre outras.

Com o compromisso de equilibrar as contas de MinasAécio cortou o próprio salário em 45% logo no início de seu mandato. Na estrutura de governo, secretarias foram extintas. As medidas fizeram parte de um pacote de ações emergenciais para enfrentar o grave déficit e as grandes dificuldades enfrentadas pelo Estado.

Após um ano de governo, em 2004, Aécio alcançou o déficit zero, conseguiu equilibrar as contas e o Estado passou a gastar apenas o que arrecadava. O equilíbrio entre despesa e receita colocou fim a mais de uma década de resultados negativos. O feito foi reconhecido por organismos internacionais, como o Banco Mundial.

Algumas medidas tomadas foram:

1) Redução dos salários do governador, do vice-governador e dos secretários de Estado em 45%. Os vencimentos do governador caíram quase pela metade

2) Redução do número de secretarias de Estado de 21 para 15, o equivalente a queda de 30%

3) A extinção de cerca de 3.000 cargos que poderiam ser preenchidos sem concurso

4) Criação de auditorias setoriais a fim de estabelecer um controle dos gastos públicos e ampliar a transparência na administração estadual

5) Decreto impondo um rigoroso controle sobre os gastos públicos

6) Adoção em larga escala do pregão eletrônico e dos leilões da dívida pública para estimular a concorrência entre os fornecedores e baixar os custos

7) Centralização da folha de pagamentos na Secretaria de Planejamento e Gestão para garantir maior controle sobre os pagamentos e evitar fraudes

8) Redução de despesas com materiais e serviços, gerando grande economia

Metas estabelecidas

Aécio acredita na meritocracia e, por isso, implantou metas de desempenho e avaliação para os servidores públicos. Ações que estavam desorganizadas foram reunidas em 57 projetos estruturadores e passaram a ser rigorosamente controladas em 11 áreas de resultados.

Secretarias, autarquias, fundações e empresas estaduais assinaram compromissos com resultados em suas áreas, estabelecendo objetivos e prioridades. Isso permitiu um rigoroso acompanhamento dos programas e mais eficiência. Baseado nas metas, o Estado implantou a avaliação dos órgãos públicos e passou a avaliar os servidores na prestação de serviços, remunerando-os com base nos resultados do seu trabalho para a população.

Mais investimentos

De 2003 para 2009, os investimentos realizados pelo Governo de Minas e pelas empresas públicas saltaram de R$ 3,6 bilhões para R$ 11 bilhões.

A retomada dos investimentos foi proporcionada também por financiamentos externos obtidos depois de 2004, quando o Governo de Minas alcançou o Déficit Zero. O equilíbrio alcançado pelo Estado foi reconhecido pelo governo federal e Minas recuperou o crédito externo.

Redução de impostos

Em seu governo, Aécio Neves reduziu impostos de mais de 100 produtos essenciais ao consumo familiar, como alimentação, produtos de higiene pessoal e material escolar e de construção.

Valorização do servidor

Aécio Neves adotou várias medidas de valorização do servidor público durante sua gestão em Minas Gerais. Houve o fim da escala de pagamentos dos funcionários e todos passaram a receber até o quinto dia útil de cada mês. Os salários voltaram a ser pagos em dia, assim como o décimo-terceiro salário, o que não acontecia há uma década.

Foram implantados planos de carreira e pagos R$ 100 milhões em verbas retidas (direitos dos servidores que não eram pagos há muito tempo). O Choque de Gestão respeitou os princípios da estabilidade no serviço público e não promoveu demissões de servidores.Todos os concursados foram mantidos em seus cargos.

Transparência na gestão

Criado em 2003, o Portal da Transparência vem consolidando o vínculo entre o Poder Executivo e os cidadãos de Minas. Na página, o contribuinte encontra dados relativos às despesas e receitas do Estado. Somam-se a essa iniciativa a criação e divulgação dos relatórios de monitoramento e avaliação dos planos plurianuais, nos primeiros anos deste governo.

A publicação na internet dos Acordos de Resultados e de suas avaliações também é uma ação de extrema relevância do ponto de vista da transparência e do controle social, uma vez que possibilita aos cidadãos e aos servidores conhecerem as principais metas acordadas com cada área do governo, bem como seus resultados.

Melhor Saúde do Sudeste

O cuidado com a saúde e a qualidade de vida do povo mineiro foi prioridade do governo de Aécio Neves. Como resultado, o Estado foi considerado pelo Ministério da Saúde aquele com o melhor sistema de saúde pública da região Sudeste, de acordo com o último Índice de Desempenho do SUS (IDSUS), medido sobre dados de 2008 a 2010, e divulgado em 2012. No ranking nacional, Minas ficou em quarto lugar, atrás apenas de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul.

Pro-Hosp

O Programa de Fortalecimento dos Hospitais (Pro-Hosp) foi criado por Aécio Neves em 2003 para melhorar as condições de atendimento em hospitais públicos e filantrópicos. Entre 2003 e 2010, o governo estadual repassou R$ 535 milhões para 132 hospitais. As unidades compraram equipamentos, fizeram reformas, construíram mais leitos e salas de cirurgias e melhoraram a gestão.

O Viva Vida e a redução da mortalidade infantil

Em oito anos, a taxa de mortalidade infantil em Minas Gerais foi reduzida em mais de 20%. Graças ao programa Viva Vida, criado por Aécio, foram destinados recursos e equipamentos a 120 maternidades de Minas Gerais, o que aumentou o número de leitos de UTI neonatal disponíveis. As mães também passaram a ter atenção especial, com acompanhamento permanente durante a gravidez.

Entre 2003 e 2008, a mortalidade materna caiu cerca de 28%. Nos 18 Centros Viva inaugurados, as mulheres fazem exames para prevenção de câncer do útero e de mama, têm consultas com especialistas e recebem orientação sobre planejamento familiar. Também foram criadas cinco casas de apoio à gestante e três centros Hiperdia, especializados em tratamento de hipertensão arterial, diabetes, doenças cardiovasculares e doença renal crônica.

Saúde da Família: ação preventiva nas comunidades

O governo estadual criou o Programa Saúde em Casa para ampliar e melhorar o atendimento à população, em apoio ao Programa Saúde da Família (PSF), que é uma parceria do Governo de Minas com o governo federal e os municípios.
Em 2003, eram apenas 2.258 equipes do PSF em Minas. Em 2009, o número saltou para 3.978, o maior do Brasil, atuando em 835 cidades mineiras. Isso representa uma cobertura de 69% da população (em 2003, era de 48%). O número de pessoas atendidas ultrapassou 13 milhões. Para facilitar o trabalho, Aécio doou 911 veículos para as equipes do PSF.

Educação: prioridade na qualidade de ensino

Minas Gerais foi o primeiro Estado a garantir mais um ano de estudo às crianças que entram na rede pública, em 2004.
Os benefícios da medida são evidentes para a educação. Frequentando mais cedo a escola, o aluno tem mais tempo para aprender. Por sua vez, os professores têm mais tempo para preparar a alfabetização das crianças. Os pais ficam mais tranquilos, pois sabem que seus filhos estão em local seguro, bem orientados e alimentados.

Hoje, como resultado das ações implementadas pelo governo de Aécio na educação, 93% das crianças de oito anos leem e escrevem de forma adequada. Em 2006, eram apenas 48,7%. As medidas aplicadas por Aécio na Educação deram resultados e, em 2009 e 2011, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) classificou Minas Gerais como 1º lugar no ranking brasileiro dos anos iniciais do ensino fundamental (1º ao 5º).

Segurança Pública: Polícia integrada

Em 2003, Aécio Neves tomou a iniciativa de integrar as ações das polícias Civil e Militar, inspiradas nos modelos de Nova York (EUA) e Bogotá (Colômbia), e criou locais de monitoramento conjunto para as forças de segurança.

A criminalidade caiu 36% em todo o Estado entre 2003 e 2008. A diminuição desse índice é mais significativa na região metropolitana de Belo Horizonte, que registrou queda de 52%.

Nesse mesmo período, o governo do Estado destinou para a segurança pública cerca de R$ 22 bilhões. O número de novas viaturas para as polícias Civil e Militar Corpo de Bombeiros subiu de 7.068, em 2003, para 13.072, em 2009 – aumento de 84%.

Foi também criada a Guarda Penitenciária, com aumento em 400% no número de agentes penitenciários entre 2003 e 2009. No total, o efetivo de segurança passou de 49.400, em 2003, para 60.832, em 2009, um crescimento de 23%.

Fica Vivo! reconhecido pela ONU

programa Fica Vivo! foi criado em 2003 com o objetivo de diminuir a ocorrência de crimes violentos, em especial, homicídios envolvendo jovens. É uma das mais bem-sucedidas ações de redução da criminalidade em execução no país. Nas áreas onde foi implantado, conseguiu reduzir em até 50% o número de homicídios.

O programa foi citado como um exemplo bem sucedido de prevenção à violência e redução da criminalidade pelo Programa das Nações Unidas pelo Desenvolvimento (PNUD). Em pesquisa divulgada em 2013, a instituição cita a experiência do Governo de Minas e ações do Governo de São Paulo como “importantes avanços no combate ao crime do Brasil”.

Assistência às mulheres

Minas foi o primeiro Estado do Brasil a ter um Centro Integrado de Atendimento à Mulher Vítima da Violência Doméstica e Familiar (CIM). O serviço oferece, em um só lugar, exames de corpo de delito, atendimento psicológico e uma delegacia especializada para mulheres que funciona 24 horas por dia.

No Estado, foi criada uma medida inédita de amparo feminino: um presídio para mulheres grávidas, onde elas permanecem com seus bebês de até um ano de idade. É o único do país.

Desenvolvimento no Campo

Projeto de Combate à Pobreza Rural (PCPR), lançado em 2006, disponibilizou US$ 70 milhões do Banco Mundial para melhorar a renda e a qualidade de vida de 91,8 mil famílias de regiões pobres. Os recursos são destinados a projetos comunitários de natureza produtiva, social e de infraestrutura básica, como construção de creches e cooperativas. A prioridade são as cidades com maior população rural e menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).

Poupança Jovem

O programa Poupança Jovem foi lançado em março de 2007 para apoiar alunos da rede pública de ensino. Durante três anos, ao cursar o ensino médio, o jovem se compromete com uma série de atividades. Ao final de cada ano é depositado em uma conta bancária em seu nome a quantia de R$ 1.000 reais. Ao se formar, o jovem pode sacar o dinheiro e utilizá-lo para a avançar nos estudos, iniciar um negócio com colegas, entre outros.

Proacesso

Em 2003, 200 municípios ligados por estradas estaduais, cerca de 25% das cidades mineiras, não tinham acesso por asfalto. Em 2004, o governo de Minas lançou o Proacesso, o carro-chefe dos programas de infraestrutura do Estado. Atualmente, todos esses municípios tem acesso à rede viária pavimentada.

Grande parte das cidades beneficiadas estão no Norte de Minas e nos vales do Jequitinhonha, Mucuri e Rio Doce e em áreas com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).

Nova PEC pode beneficiar servidores demitidos do Estado

Texto prevê que servidores não concursados passem a ser considerados efetivos, integrando quadro temporário em extinção à medida que se tornarem vagos.

Em busca de solução para a Lei 100

Fonte: Estado de Minas

Nova PEC efetiva servidor demitido

Deputados governistas apresentam proposta que devolve emprego a funcionários sem concurso

Quatro meses depois de o Supremo Tribunal Federal (STF) derrubar a lei mineira que efetivou, sem concurso público, mais de 88 mil designados da educação de Minas Gerais, um grupo de deputados estaduais governistas decidiu apresentar, nesta terça, na Assembleia, uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que, na prática, recria a norma. O texto prevê que os não concursados admitidos até 7 de novembro de 2007 pelo estado passem a ser considerados efetivos novamente, integrando quadro temporário em extinção à medida que se tornarem vagos. Segundo os parlamentares, a expectativa é garantir aposentadoria para aqueles que não foram resguardados na modulação feita pelo Judiciário.

Em março deste ano, os ministros do STF julgaram inconstitucional a Lei Complementar 100/07, que efetivou os designados mineiros sem concurso. A alegação foi que, pela Constituição Federal, desde 1988, o ingresso no serviço público pode ser feito apenas por concurso público. Os ministros permitiram aos que já tivessem preenchido requisitos para se aposentar o direito de permanecer como beneficiários da previdência do estado. Os demais, de acordo com a decisão, terão de deixar o funcionalismo do estado até 1º de abril de 2015. Segundo estimativa da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão, cerca de 80 mil estão nessa situação. São eles que, se a PEC for aprovada, voltam a ter direitos dos efetivos “para fins previdenciários”.

Vários dos atingidos pela decisão do Supremo sobre a Lei 100 vêm procurando os deputados nos seus gabinetes ou nas bases, onde eles fazem peregrinação em busca da reeleição. O deputado estadual João Leite (PSDB) nega que os parlamentares estejam sofrendo pressão. O tucano diz estar “ouvindo pessoas” e atribui ao Supremo uma situação social “lamentável”. O deputado federal Rodrigo de Castro (PSDB), que apresentou uma PEC em Brasília para efetivar não concursados no Brasil inteiro, desde que tenham sido contratados até cinco anos atrás, foi à Assembleia dizer que a PEC no Legislativo estadual é um braço da sua. “Como a tramitação na Câmara é mais demorada, sugeri aos colegas essa ação, que é complementar à nossa”, afirmou.

Os parlamentares afirmam que a pretensa “nova Lei 100” vai dar segurança jurídica aos designados. Eles alegam que há legislações semelhantes em vigor em outros estados com o mesmo teor, como o de São Paulo – onde a norma não foi questionada. “Para o Supremo derrubar, tem que ter uma denúncia”, ponderou João Leite, atribuindo em seguida a ação direta de inconstitucionalidade que derrubou a legislação mineira à atuação da oposição na Assembleia. O parlamentar disse que a decisão do Supremo foi contraditória ao permitir a aposentadoria de parte dos servidores e considerar a situação dos demais inconstitucional. Mesmo assim, admitiu que uma nova norma sobre o tema pode ser anulada. “Pode ser que derrubem lá na frente, mas, até lá, essas pessoas já se aposentaram. O que interessa para nós é dar a elas o direito que todo brasileiro tem”, afirmou.

Já o deputado Lafayette Andrada (PSDB) alegou que já houve casos de o Supremo rever sua posição em decisões posteriores e afirmou que uma alteração na Constituição tem mais força do que uma lei.

O líder do governo, deputado Luiz Humberto Carneiro (PSDB), defendeu a PEC e disse que ela tem grandes chances de ser aprovada por unanimidade, como ocorreu com a lei complementar derrubada. “Só espero que a oposição não vá questionar novamente, porque a lei de São Paulo está valendo até hoje, lá, nada foi questionado”, afirmou. Pelo baixo quórum na Casa em razão das eleições, Luiz Humberto disse achar difícil a aprovação da PEC até aseleições. Já o deputado federal Rodrigo de Castro, patrocinador da ação, afirmou que ela deve ser aprovada na Assembleia em outubro.

Taxistas entregam manifesto de apoio a Anastasia

Ex-governador e candidato ao Senado recebeu um manifesto de apoio dos taxistas à Coligação Todos por Minas.

Eleições 2014

Fonte: Estado de Minas

Apoio de taxistas

Anastasia recebeu dos taxistas manifesto em apoio à coligação

O ex-governador e candidato ao Senado Antonio Anastasia (PSDB) recebeu um manifesto de apoio dos taxistas à Coligação Todos por Minas, que tem Pimenta da Veiga(PSDB) e Dinis Pinheiro (PP) na disputa pelo governo de Minas. O candidato ao Palácio Tiradentes não pôde comparecer ao evento. Segundo a assessoria de Pimenta, o candidato teve reuniões em Brasília com o candidato à Presidência Aécio Neves para discutir a retomada da campanha, após o enterro de Eduardo Campos.

O candidato a vice-governador Dinis Pinheiro (PP) fez campanha ontem em Betim e criticou a gestão petista no governo federal, que, segundo ele, prejudicou muito Minas ao priorizar alguns estados para fazer investimentos. “O PT está fazendo muito mal ao povo brasileiro, mas de forma especial ao município de Betim. O PT traiu o município de Betim. Foi quem tirou, por exemplo, a expansão da fábrica da Fiat de Betim e a levou para Pernambuco. Outra grande traição em relação a Betim e a Minas Gerais foi a retirada do polo acrílico para o estado da Bahia”, afirmou Dinis.

PMDB de Minas pode expulsar filiados que não apoiarem Pimentel

PMDB Mineiro vai punir com a expulsão os prefeitos e representantes de diretórios municipais que não apoiarem Fernando Pimentel. 

Eleições 2014

Fonte: Estado de Minas

PMDB ameaça expulsar infiéis

Dirigentes do partido não aceitam que filiados apoiem candidatos de legendas adversárias. Caso do prefeito de Teófilo Otoni, Getúlio Neiva, que pode ser o primeiro a receber punição

Bertha Maakaroun

PMDB de Minas vai punir com a expulsão os prefeitos e representantes de diretórios municipais que não apoiarem na disputa ao Palácio da Liberdade a chapa encabeçada por Fernando Pimentel (PT) e o seu candidato a vice, Antônio Andrade, deputado federal epresidente da legenda no estado. Em reunião da executiva estadual ontem, foi constituída uma comissão especial para identificar e conduzir o rito para a expulsão dos prefeitos e diretórios considerados infiéis por apoio a outros candidatos ao governo e candidatos a deputado estadual e federal de partidos que não fazem parte da coligação PT-PMDB-PRB-PCdoB e PROS. O prefeito de Teófilo Otoni, Getúlio Neiva (PMDB), que está em campanha declarada para o candidato ao governo de Minas pelo PSDBPimenta da Veiga, é o primeiro da lista a ser punido, com toda a substituição do diretório do partido naquela cidade.

Já os chamados peemedebistas “históricos” Zaire Rezende, ex-deputado federal e ex-prefeito de Uberlândia, e o ex-senador Ronan Tito, que já explicitaram apoio ao candidato ao governo Tarcísio Delgado (PSB), serão submetidos a um outro rito, segundo o deputado estadual Sávio Souza Cruz, presidente da comissão especial. Eles correm o risco de expulsão, mas, como filiados, serão levados à comissão de ética da legenda. Zaire Rezende havia, na semana passada, manifestado intenção de apresentar pedido de licença à direção estadual. “A minha discordância com o PMDB é só com a candidatura ao governo de Minas. Apoio o Tarcísio, pois entre o partido e o que é melhor para Minas, fico com o que é melhor para o estado”, avisou Rezende, que afirma manter a sustentação ao candidato ao Senado, Josué Gomes da Silva, e à chapa proporcional do PMDB.

Indagado sobre o número de infiéis no PMDBAntônio Andrade declarou que será tarefa da comissão identificar os casos. “Todos os que disputaram as eleições passadas sabiam das regras. O estatuto diz muito claramente que o prefeito, o diretório, o vice-prefeito e vereadores terão de apoiar as decisões majoritárias no PMDB. Somos democratas, as reuniões são de portas abertas. Fizemos a convenção. O resultado foi pelo apoio ao Pimentel. O PMDB vota no 13. O 13 hoje é o número do PMDB”, afirmou Andrade.

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